quinta-feira, 7 de junho de 2012
A Palavra da Verdade
quinta-feira, 31 de maio de 2012
A Falsidade e a Mentira
A Falsidade e a Mentira
“Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo”
(Ef 4.25).
Para formularmos um juízo verdadeiro sobre as coisas precisamos
conhecê-las. Nós falseamos ou mentimos quando não vemos as coisas tais como
são, não falando delas tais como são.
A falsidade e a mentira se referem à aparência superficial e ilusória das
coisas e surgem quando não conseguimos alcançar a sua essência. São defeitos,
falhas em nossa percepção sensorial ou intelectual. O falso e a mentira surgem
quando dizemos de alguma coisa aquilo que ela não é, quando lhe atribuímos
qualidades ou propriedades que ela não possui. Nesse caso, a falsidade e a mentira
se alojam na linguagem e acontecem no momento em que fazemos afirmações ou
negações que não correspondem à realidade.
Em certa ocasião o Senhor Jesus perguntou aos principais sacerdotes
e escribas: “O batismo de João era dos céus ou dos homens?”, eles responderam
que “não sabiam” (Lc 20:1-8). Foram falsos, pois sabiam da verdade e poderiam
ter respondido com exatidão, mas preferiram a mentira. Há quem defenda
a ideia do livre arbítrio da vontade, de modo que a verdade fica na
dependência não só da conformidade entre relato e fato, mas também da boa
vontade ou da vontade que deseja o verdadeiro.
Como explicar atitudes falsas e mentiras? Por que milhares de pessoas dirão qualquer coisa, antes de reconhecerem seus erros? Mentir é apenas um dos pecados ao qual o coração humano está mais naturalmente inclinado e um dos mais comuns entre os homens. O número de mentiras que se utiliza falsificando a verdade, mesmo no meio evangélico, é bem maior do que imaginamos. Cuidado com a verdade falsificada sendo anunciada “em nome de Jesus”. “Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos” (2Ts 2.9,10).
Deus nos abençoe!
quinta-feira, 24 de maio de 2012
"Conheça a Verdade"
"Conheça a Verdade"
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8.32).
Uma concepção da verdade é que ela é
a manifestação daquilo que é realmente tal como se mostra. A verdade
pode ser o que vemos numa contemplação, o que se manifesta para os olhos
do corpo e da alma. O verdadeiro se opõe ao falso, ao dissimulado, ao que
parece ser, mas não é, ao que não é como parece.
Certa vez o nosso Senhor Jesus contou uma parábola a alguns que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam os outros: “O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho” (Lc 18.9-13).
Nesta parábola, o Senhor Jesus expôs o homem dissimulado, aquele que parece ser, mas não é, que não demonstra a verdade sobre si mesmo, enganado pelo próprio coração, sem qualquer senso do pecado, onde não há confissão, súplica ou reconhecimento de culpa, nenhum pedido por graça e misericórdia de Deus. Este homem apresenta um coração alimentado por uma falsa e orgulhosa declaração de seus supostos méritos, acompanhada por um sinistro julgamento sobre o comportamento dos outros. Este é o estado mais perigoso de uma alma; é quando ela está tomada por presunção e soberba, completamente destituída de humildade, insensível a sua própria realidade. “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas” (Jr 17.9).
Ai do homem que confia nos seus próprios méritos para salvação, não tendo descoberto que nenhuma obra humana é suficiente diante de Deus que exige santidade e perfeição. Somente em Deus encontramos a graça da justificação, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, o nosso Senhor e Salvador (Rm 3.24).
“Faze-me, SENHOR, conhecer os teus caminhos, ensina-me as tuas veredas. Guia-me na tua verdade e ensina-me, pois tu és o Deus da minha salvação, em quem eu espero todo o dia” (Sl 25.4,5).“
Pr. José Rodrigues Filho
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Inevitável Escândalo
O desejo por encontrar a verdade
se manifesta muito cedo no ser humano. Ele quer acreditar e confiar nas
coisas e nas pessoas; quer ver se as coisas são exatamente como
percebidas, e quer ver no seu semelhante alguém digno de
crédito e confiança.
Infelizmente surgem no
meio cristão os causadores de escândalos. São os que professam o
cristianismo, mas em seus descuidos levam outros ao tropeço e a queda,
causando danos e descrédito à família de Deus. “É inevitável que venham
escândalos, mais ai do homem pelo qual eles vêm! Melhor fora que se lhe
pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho, e fosse atirado no mar, do que fazer
tropeçar a um destes pequeninos”, disse o Senhor Jesus (Lc 17.1).
O mundo pode não ver graça e
não discernir espiritualmente a doutrina cristã, mas está de olhos
bem abertos para ver e julgar àquilo que o cristão é na prática. A incoerência e
a inconsistência no testemunho cristão frequentemente fornecem aos incrédulos
uma desculpa para não aceitar uma vida moldada pelo evangelho de Cristo. O cristão que não vive de acordo com o que professa crer está a cada
dia, quer tenha consciência disso quer não, causando males em muitas
almas. Uma vida de mau testemunho é uma injúria ao cristianismo. Não
é sem motivo que somos exortados pelo apóstolo do Senhor: “Não vos torneis causa de tropeço nem para judeus,
nem para gentios, nem tampouco para a igreja de Deus” (1Co 10.32).
Os homens nos julgam mais por aquilo que veem do que por aquilo que ouvem. Quando alguém que professa a fé cristã cai em contradição em suas atitudes, tudo o que afirmou tornar-se pedra de tropeço e obstrução ao caminho da salvação. “O Filho do Homem vai, como está escrito a seu respeito, mas ai daquele por intermédio de quem o Filho do Homem está sendo traído! Melhor lhe fora não haver nascido!” (Mt 26.24).
Deus nos abençoe!
Pr. José Rodrigues Filho
quinta-feira, 10 de maio de 2012
“Em Busca da Felicidade”
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Seguir a Jesus sem Calcular o Custo
quarta-feira, 25 de abril de 2012
A Ignorância e o Conhecimento
Na Cruz do Calvário, ferido e oprimido, mesmo em extrema agonia, Cristo Jesus demonstrou amor por nós. Por puro e santo amor, para salvar as suas ovelhas, Ele deu a própria vida. Logo que ressuscitou dos mortos, reuniu ao redor de Si o seu frágil rebanho e o apascentou. O Senhor é abundante em bênçãos, Ele é o nosso bom Pastor. (Jo 10.11).
“Quem saberá contar os poderosos feitos do SENHOR ou anunciar os seus louvores?” (Sl 106.2).
