"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



sábado, 22 de abril de 2017

Comunhão dos Filhos de Deus

Comunhão dos Filhos de Deus
“Da multidão dos creram era um o coração e a alma” (At 4.32).

Amados irmãos, na Igreja de Deus existem pessoas de diferentes tribos, línguas e nações. Todavia, unidos em um só Espírito e batizados em um só corpo - o corpo de Cristo. “Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um só Espírito” (1Co 12.13). Deus Pai nos amou com amor eterno e nos atraiu com Sua graça, bondade e misericórdia. Todos os obstáculos foram removidos ante a eleição e redenção em Cristo Jesus (Ef 1.3-14). Comunhão dos filhos de Deus significa “compartilhar juntos” ou “vida compartilhada”. Quando Cristo nos salvou, não tencionava que vivêssemos isolados. Ele nos libertou e nos colocou como partes integrantes de Sua família, para que pudéssemos servir e desfrutar da verdadeira vida (At 2.42-47). Uma das mais profundas verdades que podemos compreender após a conversão é o vínculo que temos na família de Deus. Comunhão dos filhos de Deus não significa uma eventual reunião entre irmãos que falam de diversões e discutem sobre economia, política e esportes. É bem mais que isso! Comunhão dos filhos de Deus é refrigério pra alma; é um compartilhar de coração, uns com os outros, da nova vida em Cristo. A singularidade existente na comunhão dos filhos de Deus está na capacidade de compartir alegrias, vitórias, bênçãos espirituais e bens materiais. “Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nenhuma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum” (At 4.32). E mais, o sábio rei Salomão inspirado pelo Espírito Santo escreveu: “Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo” (Pv 27.17). O desfrutar da comunhão dos filhos de Deus também é semelhante ao “ferro” afiando o “ferro”; é um meio da graça que nos mantém espiritualmente saudáveis e vigorosos. Essa prática redundará em crescimento espiritual, frutos de vida no Espírito, expansão do reino de Deus e glórias ao Seu Santo Nome. Amém!

Rev. José Oliveira Filho

Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
Rua Desembargador Otávio do Amaral, 885 – Curitiba/PR
(41) 3023-5896
Pastor Efetivo: Rev. Luiz Eduardo Pugsley Ferreira
Pastor Auxiliar: Rev. José Rodrigues de Oliveira Filho

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Pregação: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!" (Lc 23.44-49).

O Autor da Vida

O Autor da Vida
“E já era a terceira vez que Jesus se manifestava aos discípulos” (Jo 21.14).

Amados irmãos, este relato bíblico apresenta mais uma incontestável prova da ressurreição de Jesus. Ele estava com os discípulos na praia do mar da Galiléia. Não era ilusão, delírio ou sonho. Cristo Jesus havia ressuscitado dentre os mortos. Ele novamente comia, bebia, e dava as suas últimas instruções aos discípulos (Jo 21.1-23). Os que testemunharam da ressurreição de Jesus afirmaram: “E nós somos testemunhas de tudo o que ele fez na terra dos judeus e em Jerusalém; ao qual também tiraram a vida, pendurando-o no madeiro. A este ressuscitou Deus no terceiro dia e concedeu que fosse manifesto, não a todo o povo, mas às testemunhas que foram anteriormente escolhidas por Deus, isto é, a nós que comemos e bebemos com ele, depois que ressurgiu dentre os mortos” (At 10.39-41). “Vós, porém, matastes o Santo e o Justo e pedistes que vos concedessem um homicida. Dessarte, matastes o Autor da vida, a quem Deus o ressuscitou dentre os mortos, do que nós somos testemunhas” (At 3.14,15). Sejamos agradecidos a Deus por todos os que ousaram dar testemunho a respeito da ressurreição do "Autor da Vida". A ressurreição de Jesus Cristo é o ápice de Sua obra redentora. É a comprovação de uma obra consumada. O nosso Substituto venceu a morte. A Sua ressurreição é a garantia de nossa ressurreição. Assim como o túmulo não pôde detê-Lo, também não poderá deter os que nEle confiam. “Se habita em vós o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos, esse mesmo que ressuscitou a Cristo Jesus dentre os mortos vivificará também o vosso corpo mortal, por meio do seu Espírito, que em vós habita” (Rm 8.11). Aqueles que se dizem ateus, certamente estão determinados a não dar crédito às evidências ou testemunhos sobre a ressurreição de Jesus Cristo. Mas nós, filhos de Deus, podemos afirmar com convicção e viva esperança: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (1Pe 1.3). Aleluia!

Rev. José Oliveira Filho

Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
Rua Desembargador Otávio do Amaral, 885 – Curitiba/PR
(41) 3023-5896
Pastor Efetivo: Rev. Luiz Eduardo Pugsley Ferreira
Pastor Auxiliar: Rev. José Rodrigues de Oliveira Filho

terça-feira, 11 de abril de 2017

Obra de Deus na Ressurreição

Obra de Deus na Ressurreição
“Porque buscais entre os mortos ao que vive? Ele não está aqui, mas ressuscitou” (Lc 24.5,6).

Consideremos três coisas a respeito da ressurreição de Cristo Jesus. Houve, primeiramente, a obra de Deus Pai ao libertar o Filho da morte quando a lei foi totalmente satisfeita e a justiça realizada. “Vós o matastes, crucificando-o por mãos de iníquos; ao qual, porém, Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela” (At 2.24). Em segundo lugar, ouve a obra do Filho que levantou a si mesmo dos mortos. Embora os homens tenham malignamente lhe tirado a vida, eles não teriam autoridade nem capacidade para fazê-lo sem o seu consentimento. Eles jamais poderiam matá-lo contra a sua vontade. O Pai o levantou dos mortos porque a justiça havia sido satisfeita. Mas Cristo também levantou a si mesmo dos mortos tomando novamente a sua vida por meio do cuidado e poder que fluía da sua natureza divina para a sua natureza humana. “Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai” (Jo 10.17,18). Em terceiro lugar, a tarefa especial de unir novamente a santíssima alma e corpo de Jesus Cristo foi deixada ao Espírito Santo. “Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito” (1Pe 3.18). E é também, por esse mesmo Espírito que devemos ser levantados dos mortos. “Se habita em vós o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos, esse mesmo que ressuscitou a Cristo Jesus dentre os mortos vivificará também o vosso corpo mortal, por meio do seu Espírito, que em vós habita” (Rm 8.11). O Espírito Santo tornou a natureza humana de Cristo apta para sentar-se à direita de Deus Pai. Essa natureza humana glorificada de Cristo é o padrão ao qual os corpos de todos os crentes serão eternamente conformados. Aleluia! Que Deus nos conceda espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dEle, iluminando os olhos do nosso coração, para compreendermos a suprema grandeza e a eficácia do seu poder. (Ef 1.17-20). Amém!

Rev. José Oliveira Filho

*O Espírito Santo, John Owen – Editora Os Puritanos 

Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
Rua Desembargador Otávio do Amaral, 885 – Curitiba/PR
(41) 3023-5896
Pastor Efetivo: Rev. Luiz Eduardo Pugsley Ferreira
Pastor Auxiliar: Rev. José Rodrigues de Oliveira Filho

sábado, 8 de abril de 2017

Meios da Graça

Meios da Graça
“Que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos conceda espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dEle” (Ef 1.17). 

Amados irmãos, dar a devida atenção ao que Deus nos diz em Sua Palavra pode variar de intensidade na vida dos cristãos, mas a noção disso, por menor que seja, deve estar presente na alma de cada um deles. Como você se sente em relação aos meios que Deus estabeleceu para o seu crescimento espiritual? O que significa pra você a leitura da Bíblia, a oração, a meditação, a comunhão dos santos, os cultos, o ouvir e meditar na pregação da palavra de Deus e a participação na Ceia do Senhor? Estes meios particulares e públicos da graça são importantes ou bem que você poderia passar por esta vida sem eles? Você tem consciência que negligenciar o crescimento na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo entristece o Espírito Santo? Os meios da graça foram ordenados e enviados por Deus com vistas ao aperfeiçoamento dos santos, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento da Verdade. “Um Pai amoroso, sábio e gracioso, que habita nos céus, outorgou aos seus filhos estes meios para o bem deles (Dt 10.13). Ele não os deu a fim de colocar seus filhos em escravidão a regras estabelecidas pelo homem, mas para abençoar, fortalecer e encorajá-los. Os meios particulares da graça nos foram concedidos para sustentar-nos em nossa vida cristã diária, em um mundo de atividades cotidianas. Os meios públicos da graça são para nosso benefício, na igreja local pertencente ao Senhor Jesus Cristo. Praticá-los agora resultará em crescimento e frutificação de nossa vida cristã. Utilizar estes meios designados por Deus redundará em glória para Ele, expansão de seu reino e nos proporcionará retidão, paz e alegria. Amém! John Blanchard.

Rev. José Oliveira Filho

Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
Rua Desembargador Otávio do Amaral, 885 – Curitiba/PR
(41) 3023-5896
Pastor Efetivo: Rev. Luiz Eduardo Pugsley Ferreira
Pastor Auxiliar: Rev. José Rodrigues de Oliveira Filho

sexta-feira, 31 de março de 2017

Obra do Espírito de Deus

"Lar do Idoso Vivencial das Oliveiras"

Obra do Espírito de Deus
Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” (Jo 14.26).

Uma das grandes obras do Espírito Santo é convencer os pecadores de que o evangelho de Jesus Cristo é verdadeiro e vindo de Deus. Outra grande obra realizada pelo Espírito do Senhor é a de santificar os que creem no Evangelho. “E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co 3.18). Se o Espírito Santo não operar junto com o evangelho este se torna letra morta. Precisamos entender, portanto, que todo bem resultante da salvação nos é revelado e dado pelo Espírito Santo. Também precisamos compreender que tudo o que em nós se opera, e tudo aquilo a que somos capacitados fazer, que seja santo e agradável a Deus, resulta da operação do Espírito Santo em nós e conosco. Pelo Espírito Santo somos novamente nascidos, santificados e capacitados a agradar a Deus em toda boa obra. É com vistas à grandiosidade desta obra que a Escritura nos adverte de que o único pecado que não pode ser perdoado é a blasfêmia contra o Espírito Santo. “Se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir (Mt 12.32). “Aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu de pecado eterno” (Mc 3.29). Uma vez que o ministério do Espírito Santo é levar pecadores a crerem no sangue de Cristo para remissão de pecados, se no realizar dessa obra Ele for desprezado, rejeitado e sofrer blasfêmia, não poderá haver, portanto, perdão de pecados e salvação. Aqueles que desprezam o sacrifício de Cristo não tem outro sacrifício ao qual recorrer. Da mesma maneira, não tem Deus um outro Espírito que nos habilite a receber tal sacrifício e ser salvo. Assim, a quem despreza e rejeita o Espírito Santo não é concedido outro Espírito que o capacite a receber a Cristo e ser salvo. “De quanto mais severo castigo julgais vós será considerado digno aquele que calcou aos pés o Filho de Deus, e profanou o sangue da aliança com o qual foi santificado, e ultrajou o Espírito da graça?” (Hb 10.29). Medita nestas coisas!

Rev. José Oliveira Filho

*O Espírito Santo, John Owen - Editora Os Puritanos

Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
Rua Desembargador Otávio do Amaral, 885 – Curitiba/PR
(41) 3023-5896
Pastor Efetivo: Rev. Luiz Eduardo Pugsley Ferreira
Pastor Auxiliar: Rev. José Rodrigues de Oliveira Filho