"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Longe de Mim que Eu peque contra o SENHOR

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

LONGE DE MIM QUE EU PEQUE CONTRA O SENHOR 
“Quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o Senhor, deixando de orar por vós” (1Sm 12:23).

Amados irmãosvamos dar atenção as palavras do profeta Samuel: “Quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o Senhor, deixando de orar por vós”. Deixar de orar em favor dos nossos irmãos é um pecado contra Deus. Podemos pecar não só com atitudes erradas, mas também deixando de fazer o que é certo. “Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, nisso está pecando” (Tg 4:17). Todo cristão é exortado a ser fortalecido no Senhor e na força do Seu poder “com toda oração e súplica, orando em todo o tempo no Espírito e para isto vigiando com toda a perseverança e súplica por todos os santos” (Ef 6:18). A negligência na prática da oração demonstra desconsideração pela Palavra de Deus, entristece o Espírito Santo e enfraquece a nossa alma. A falta de oração é a constatação de que não reservamos um tempo para estar com Deus. Não é difícil reservar um tempo para estar com quem amamos. A falta de tempo para estar com Deus é uma declaração que não O amamos. A negligência na prática da oração leva também ao descuido quanto a outras práticas espirituais. A falta de oração torna evidente que a vida espiritual está mortalmente doente. E mais, quando negligenciamos a prática da oração não crescemos no conhecimento e na graça de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Uma relação adequada com o Senhor Jesus inclui a oração – tanto o desejo como a prática da oração. Sem o desenvolvimento necessário da comunhão com Cristo perdemos a consciência da presença de Deus Conosco, nos privamos de compartilhar os Seus sentimentos, deixamos de ouvir a Sua edificante e suave voz. Podemos dar muitas desculpas, mas negligenciar a prática da oração é pecado. Não apenas um pecado contra o nosso semelhante, mas um pecado direto contra o Senhor Deus, e todo pecado traz sérias consequências. Por fim, lembre-se do que todo filho de Deus sabe: Cristo Jesus vive para sempre intercedendo por nós (Hb 7:25); o Espírito de Cristo é Espírito de oração, Ele nos assiste em nossas fraquezas intercedendo por nós com gemidos inexprimíveis; porque não sabemos orar como convém (Rm 8:26). “Longe de mim que eu peque contra o Senhor, deixando de orar por vós” (1Sm 12:23). Óh, Espírito Santo de Deus, vem sobre o nós e inflama a chama viva da oração. Amém.
Rev. José Oliveira Filho

Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A Hora da Provação

A HORA DA PROVAÇÃO 
“Eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro” (Ap 3:10).

Amados irmãos, o que sabemos sobre “a hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra”? Será a ocasião em que o poder cativador da tentação alcançará o ápice de sua força? Será esse o momento em que a tentação manifestar-se-á na sua forma mais perigosa tendo maior probabilidade de vencer qualquer resistência que se lhe oponha? Muitas tentações nunca alcançam o seu ponto máximo e são derrotadas sem grandes dificuldades. Mas quando a tentação ocorrer na “hora da provação”, ela se apresentará com uma nova força. E a não ser que uma graça especial nos seja concedida guardando-nos dessa hora, ela conquistará a nossa alma e nos levará a queda. É bem provável termos enfrentado as mais variadas formas de tentação: mentir, adulterar, fraudar, cobiçar, roubar, matar, mas pela graça de Deus temos resistido todas elas. É certo que o rei Davi foi tentado a adulterar e a matar nos dias de sua mocidade (1Sm cap. 25), mas foi na “hora da provação” que essa tentação em particular veio com toda a sua força (2Sm cap. 11). Se nós não estivermos especialmente preparados para uma hora como essa, certamente cairemos. Como podemos saber se estamos diante da “hora da provação”? Isso pode ser detectado por sua pressão insistente. É como se o tentador soubesse que aquele é o “dia mau”, a “hora oportuna”, vindo com todas as “forças espirituais do mal” (Ef 6:12,13), não dando descanso à nossa alma. Sempre que a tentação nos pressionar de todos os lados para conseguir o consentimento da nossa vontade para pecar, podemos ter certeza que a “hora da provação” chegou. Quando a tentação chegar de forma irresistível combinando o medo e o desejo, estamos diante de uma “cilada do diabo” (Ef 6:10). Todo o poder da tentação consiste na combinação desses dois fatores: o medo e o desejo. Agindo juntos eles raramente falham. Encontramos isso em plena ação no caso do rei Davi. O medo que descobrissem seu adultério associado ao prazer que usufruíra com Bate-Seba foi fatal, isso o levou ao assassinato de Urias. Quando você sentir a força desses dois poderes procurando persuadi-lo a pecar, arme-se e resista, essa é a “hora da provação”. Considere todas as possibilidades e todos os meios possíveis para evitar a queda. “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca”, disse o Senhor Jesus (Mt 26:41). Medita nestas coisas! Amém.
Rev. José Oliveira Filho
Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
Rua Desembargador Otávio do Amaral, 885 – Curitiba/PR
(41) 3023-5896

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Fé sem o Arrependimento

FÉ SEM O ARREPENDIMENTO 
“Creram no seu nome; mas o próprio Jesus não se confiava a eles”(Jo 2:23,24).

Amados irmãos, é possível crer em Cristo Jesus sem a experiência do arrependimento?  O nosso Senhor Jesus pregou a necessidade do arrependimento, assim como fizeram também os santos apóstolos. Eles entendiam que se a fé não estivesse acompanhada da experiência do arrependimento não teria valor algum para a salvação. Para o perdido pecador ser salvo teria que admitir e arrepender-se de sua total depravação e crer no Salvador. Jesus Cristo não veio ao mundo para abençoar as pessoas boas, mas para salvar os perdidos. Ele não veio para acrescentar às nossas vidas já realizadas o benefício do céu, mas resgatar-nos da nossa maldade e condenação eterna. Qualquer outro entendimento torna insignificante o valor da salvação. A sua fé veio  acompanhada com a graça do arrependimento? Ninguém é salvo sem arrepender-se dos seus pecados. "Deus notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam” (At 17:30). Seria necessário um “pastor” habilidoso na arte de misturar o erro com a verdade para excluir alguém dessa exigência divina. No evangelho de João, lemos: “Estando ele em Jerusalém durante a festa da Páscoa, muitos, vendo os sinais que ele fazia, creram no seu nome. Mas o próprio Jesus não se confiava a eles, porque os conhecia a todos” (Jo 2:23,24). Vendo os sinais creram, mas Cristo não se confiava a eles! Por quê? Porque eram “crentes” não-arrependidos desejando tão somente ter de Cristo os milagres acrescentados às suas vidas. Quantos não estão em busca dos milagres e benefícios que os levem à prosperidade e independência financeira? Quem não apreciaria tais “bênçãos”? Muitos vêm a Cristo com intenções materialistas, sem nenhum arrependimento. São homens e mulheres orgulhosos, com desejos carnais, obcecados por bênçãos materiais. As pessoas que verdadeiramente buscam a Cristo vêm convencidas pelo Espírito Santo, arrependidas dos seus pecados, em busca de perdão e justificação. Não são poucos os que iludidos pela "operação do erro" (2Ts 2:7-12) aproximam-se de Cristo sem o desejo de uma completa mudança na alma. Medita nestas coisas!
Rev. José Oliveira Filho
Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
Rua Desembargador Otávio do Amaral, 885 – Curitiba/PR
(41) 3023-5896

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Os Perigos do Inferno

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00
Culto de Oração: Quartas-Feiras às 20h00

OS PERIGOS DO INFERNO 
“Eu vos mostrarei a quem deveis temer”(Lc 12:5).

Amados irmãos, lendo as Escrituras não podemos deixar de notar a ênfase dada pelos fieis pregadores sobre "os perigos do inferno”. João Batista fala aos seus ouvintes de que há uma “ira vindoura”. Ele fala de um “machado posto à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo” (Lc 3:9). Sabemos que falar sobre “os perigos do inferno” é algo ofensivo a natureza humana. Quem tratar desse assunto deve esperar receber a fama de insensível e rigoroso. Isso se dá porque as pessoas apreciam mais ouvir temas suaves, que lhes fale de paz e não de perigo. Porém, se desejamos causar algum bem às almas, não devemos omitir esse assunto. Em seu ensino público, o Senhor Jesus tratou com freqüência sobre "os perigos do inferno”. Disse Ele: “Eu, porém, vos mostrarei a quem deveis temer: temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno. Sim, digo-vos, a esse deveis temer” (Lc 12:5). Leiam também os textos de Mateus 5:22; 5:29;18:9; e Lucas 16:23. O nosso Manso e Amado Salvador, que de modo tão gracioso nos revelou o caminho para o céu, também nos alertou sobre “os perigos do inferno”. Não devemos ir além daquilo que está escrito na Bíblia, mas não devemos deixar de lado a verdade, não tente se mostrar mais piedoso do que o próprio Deus. Que a verdade de Deus fique gravada em nossos corações. Não tenha receio de admitir e anunciar sua crença nos “perigos do inferno”. A cada dia vemos homens e mulheres errando o caminho, perdendo-se em densas trevas. Não alertá-los sobre esse perigo é trair o nosso semelhante. É encorajá-los a permanecer na iniqüidade e incentivá-los a agasalhar em seus corações o antigo engano Satânico: “É certo que não morrereis” (Gn 3:4). Sem dúvida, o nosso melhor amigo é Cristo, bem como aqueles que com fidelidade expõem as Escrituras; que honestamente nos falam das bênçãos celestiais, tanto quanto nos alertam sobre a maldição eterna. O ser humano não teme se não for avisado que há um motivo real a temer. Não busca o Salvador se não estiver convencido dos perigos do inferno. Considere estas coisas. Deus vos abençoe! Amém.
Rev. José Oliveira Filho
Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Maria, Mãe do Nosso Senhor Jesus

MARIA, MÃE DO NOSSO SENHOR JESUS 
“Alegra-te, muito favorecida! O Senhor é contigo” (Lc 1:28).

Amados irmãos, devemos reconhecer que nenhuma mulher recebeu honra tão elevada quanto Maria, mãe do nosso Senhor Jesus. Ela teve o privilégio único de ser um “vaso de bênção”, escolhida por Deus para ser a mãe do “Filho do Altíssimo”. Devemos considerar o testemunho do Espírito Santo registrado nas Escrituras sobre Maria. Ela foi mãe da natureza humana de nosso Senhor. Honrada como "muito favorecida”, “agraciada por Deus”, “bendita entre as mulheres”, “todas as gerações lhe considerarão bem-aventurada”. Esta serva do Senhor deixou um maravilhoso testemunho. Passou por todos os riscos e provações quanto a sua reputação, mas sem vacilar continuou submissa à vontade de Deus. A isso chamamos de fé verdadeira e bom testemunho obtido pela fé. Quando Maria recebeu a honra singular de ser a mãe do Filho de Deus, foi encontrada numa condição humilde. Isso não havia se constituído  em impedimento para o conhecimento das Escrituras. Ela estava familiarizada com a Palavra de Deus, tinha ciência dos portentosos feitos de Deus na história e na vida dos Seus santos. Ela sabia que Deus é Fiel e cumpridor de Suas promessas feitas a Abraão e sua descendência. O seu cântico foi de adoração e agradecimento a Deus. “Então, disse Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador, porque contemplou na humildade da sua serva. Pois, desde agora, todas as gerações me considerarão bem-aventurada, porque o Poderoso me fez grandes coisas. Santo é o seu nome. A sua misericórdia vai de geração em geração sobre os que o temem” (Lc 1:46-50). A espiritualidade que encontramos em Maria é o adorno necessário para todo cristão. Fazemos bem em ter a mãe do nosso Senhor Jesus como exemplo quanto ao cultivo de um espírito de submissão, humildade, amor e gratidão a Deus. Estas são marcas que distinguem os verdadeiros filhos de Deus. Medita nestas coisas!
Rev. José Oliveira Filho 

Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
Rua Desembargador Otávio do Amaral, 885 – Curitiba/PR
(41) 3023-5896
Pastor Efetivo: Rev. Luiz Eduardo Pugsley Ferreira
Pastor Auxiliar: Rev. José Rodrigues de Oliveira Filho

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Considerações sobre a Fé Verdadeira

Igreja Presbiteriana Betel

Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

CONSIDERAÇÕES SOBRE A FÉ VERDADEIRA
“Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus”(Rm 5:1).

Amados irmãos, a fé verdadeira tem como principal característica o conhecimento da verdade. Aquele que tem essa fé não põe sua confiança em seus próprios esforços. Olha para sua salvação como resultado do poder e graça de Deus. Confia inteiramente em Deus, na Sua obra consumada, descansando unicamente em Cristo. Tem conhecimento de que é por meio da fé em Cristo Jesus que o homem é salvo. Que a fé em Cristo Jesus é o instrumento, não a causa da nossa justificação. Que a causa da nossa justificação é Cristo Jesus e tudo o que Ele fez por nós. Que nascemos em pecado, por natureza rebeldes, alheios a vida de Deus, miseráveis e infelizes; e que a nossa maior necessidade é de reconciliação com Deus. Como o pecado nos separou de Deus, a  nossa salvação consiste em reconciliarmo-nos com Ele. Essa reconciliação foi planejada por Deus desde a eternidade, desde antes da fundação do mundo. Reconciliação com Deus por meio de Jesus Cristo. O Senhor Jesus Cristo veio a este mundo consciente de que Ele seria o único meio de reconciliação do homem pecador com o Deus Santo. Essa verdade é anunciada por toda Bíblia. A paz com Deus só é possível mediante a fé; por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes; e gloriamo-nos na esperança da glória de Deus” (Rm 5:1,2). “Justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos [e sobre todos] os que crêem; porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3:22,23). “Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo” (2Co 5:18). A fé verdadeira tem como característica o conhecimento da verdade. Considere estas coisas! Amém.
Rev. José Oliveira Filho
Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130

terça-feira, 30 de agosto de 2011

O Que Significa Crer em Deus?

O QUE SIGNIFICA CRER EM DEUS?
“Pois que diz a Escritura? Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça” (Rm 4:3).

Amados irmãos, Abraão “creu no SENHOR, e isso lhe foi imputado para justiça” (Gn 15:6). O que isso significa? Isso significa que Abraão foi justificado por seu ato de fé? Muitos assim entendem. Crêem que por seu ato de fé serão justificados diante de Deus. Pensam que Deus levará em conta a sua fé e como retribuição os abençoará com a salvação. Sabemos de pessoas que crêem em Jesus como um exemplo de vida a ser seguido e que segui-Lo como um modelo lhes garantirá a salvação. Outros crêem que serão salvos por praticarem boas obras. Outros pensam estar conquistando a salvação cumprindo a Lei de Deus. E sabemos de outros que pensam ter Deus abolido a Sua Lei e tudo o que precisam fazer para alcançar a salvação é ter fé. Seria esse ensino fundamentação para a doutrina da justificação? Se fosse a imitação do modelo e exemplos deixados por Cristo, ou a prática de boas obras, ou o cumprimento da Lei de Deus, ou o nosso ato de  que nos justifica, teríamos do que nos gloriar diante de Deus. Crer em Deus e ser isso imputado como justiça significa crer no que Abraão creu. Deus veio até ele e fez uma grande aliança. Fez-lhe grandiosas promessas relativas à sua posteridade e redenção dos “filhos dessa promessa”. Deus falou com Abraão a respeito da libertação que há somente em Cristo Jesus, e ele creu. Portanto, quando lemos que “Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça”, entendemos que isso está muito além do que simplesmente crer em alguns aspectos do Ser e da existência de Deus. Abraão creu em Deus, creu na Sua Palavra, creu no método de Deus em justificar e salvar o pecador. “Abraão, vosso pai, alegrou-se por ver o meu dia, viu-o e regozijou-se, disse o Senhor Jesus (Jo 8:56). Abraão viu, creu e regozijou-se com a justiça de Deus que há em Cristo Jesus; foi essa justiça que lhe foi imputado para a salvação. Abraão foi salvo por Jesus Cristo! “Porque pela graça, sois salvos, mediante a fé, e isto não vem de vós; é dom de Deus, não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2:8,9). Abraão compreendeu a justificação pela fé, uma obra graciosa de Deus. É Deus imputando aos homens a justiça que há em Cristo Jesus. Amém.
Rev. José Oliveira Filho
*Visite a Igreja Presbiteriana da Silva Jardim - Curitiba/PR
Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário
(41)3242-8375

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Doutrina da Justificação

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

DOUTRINA DA JUSTIFICAÇÃO
"Bem-aventurado o homem a quem o Senhor jamais imputará pecado" (Rm 4:8).

Amados irmãos, como é possível Deus tolerar os nossos pecados e continuar sendo Santo? A resposta é que Deus os lançou sobre Seu Filho Jesus Cristo, nosso Salvador. Deus tomou os nossos pecados e, ao invés de imputá-los a nós, os colocou sobre Jesus Cristo e os puniu nEle. Jesus Cristo veio a este mundo para levar sobre Si os nossos pecados. Ele veio a este mundo para ser o nosso substituto, por isso somos declarados justos diante de Deus. “Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas fomos sarados” (1Pe 2:24). “Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos” (Is 53:5,6). Ao invés de Deus atribuir os nossos pecados a nós, Ele atribuiu a Cristo, e Ele os levou sobre Si, como também levou sobre Si o castigo que lhes era devido. O nosso pecado foi atribuído a Cristo e Deus vai além, atribuindo a justiça de Cristo a nós. A isto chamamos de doutrina da justificação. Uma ação total e graciosa de Deus. Nós não fazemos absolutamente nada, não temos participação alguma, nenhuma boa obra, ímpios por natureza e em completo desamparo. O cristão, a pessoa salva crê nos atos absolutos e graciosos de Deus. O cristão entende e aceita a doutrina da justificação, por isso não tenta fazer algo para salvar-se. Quem tenta fazer algo para obter a sua salvação não compreendeu a doutrina da justificação. Quem compreendeu esta grande verdade, vive para glória de Deus e luta com todas as suas forças para não pecar, mesmo sabendo que não é isso que o salva; ele não confia em justiça própria. Quem compreendeu a doutrina da justificação arrepende-se de seus pecados e crê em Cristo Jesus, e sabe muito bem que nem mesmo isso pode salvá-lo. Ninguém é salvo porque se arrependeu e creu, embora isso esteja envolvido na salvação. Todo salvo é salvo porque Deus o justificou pela justiça que há em Cristo Jesus. Você é um cristão? Você crê que é salvo inteiramente por meio do que Deus fez em Cristo Jesus a seu favor? Ou você espera tornar-se bom e virtuoso, sendo por isso, compensado por Deus com a salvação? A doutrina da justificação nos ensina que Deus justifica ímpios. “Bem-aventurado aquele cuja iniqüidade é perdoada, cujo pecado é coberto” (Sl 32:1). Pense! Amém.
Rev. José Oliveira Filho
Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Semeando a Palavra de Deus

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

SEMEANDO A PALAVRA DE DEUS
"Eis que o semeador saiu a semear" (Mt 13:3).

Amados irmãos, ser um fiel semeador da Palavra de Deus é algo muito difícil. Quando semeamos a Palavra de Deus, observamos algumas reações por parte dos ouvintes. Muitos apresentam corações endurecidos como o chão “à beira do caminho”, sem o cuidado de refletir sobre o verdadeiro estado de sua própria alma. Ouvem a mensagem com indiferença e antes que cheguem de volta aos seus lares o diabo lhes arranca a Palavra do coração. Observamos outros que apresentam corações com características de “solo rochoso”. Ouvem a mensagem do evangelho com prazer, mas as impressões causadas não têm raízes profundas, são temporárias, de pouca duração e na primeira provação a sua aparente religiosidade murcha. Existem também aqueles que aprovam cada palavra que ouvem e, no entanto, não tiram nenhum proveito real, continuam influenciados e dominados pelo mundo. Estão com o coração tal como o “solo coberto por espinhos”, sufocados pelos cuidados e prazeres mundanos. Jamais chegam ao ponto de desistir das coisas do mundo por amor a Cristo, e nunca tomam a decisão de “buscar em primeiro lugar o reino de Deus” (Mt 6:33). Findam os seus dias neste mundo presos em seus pecados. Mas, mesmo sendo poucos, felizmente encontramos ouvintes com corações que apresentam evidências de que estão ouvindo corretamente a Palavra de Deus. Eles apresentam frutos: arrependimento para com Deus, fé no Senhor Jesus Cristo, santidade de vida, dedicação à oração, mente espiritual, gosto pelo estudo da Palavra de Deus, desejo de comunhão com os irmãos, fruto do Espírito (Gl 5:22-24). Provas satisfatórias de que a boa semente da pura Palavra de Deus caiu na “boa terra”, realizando o trabalho que lhe é próprio. Por isso, devemos cuidar para que o evangelho que semeamos, professamos, defendemos e anunciamos, seja o “poder de Deus”. Que evangelho você está semeando? Como você está semeando? E você, como tem ouvido a Palavra de Deus? O Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo é o “poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Rm 1:16). Creia e saia para semear! Amém.
Rev. José Oliveira Filho

Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130