segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
“A Graça do Arrependimento”
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
Do Sacramento – “Ceia do Senhor”
“O Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (1Co 11.23-26).
Pr. José Rodrigues Filho
Do Sacramento – “Batismo”
Deus nos abençoe!
sexta-feira, 19 de janeiro de 2018
“Vivendo para a Glória de Deus”
domingo, 14 de janeiro de 2018
O Amor é o vínculo da Perfeição
Amados irmãos, o que sabemos sobre o amor e suas implicações? A vida e o ensino do nosso Senhor Jesus nos conduzem a este importante assunto. O amor é uma característica de todo verdadeiro cristão (1Co 13.4-7). O amor que encontramos em Cristo é o vínculo da perfeição (Cl 3.14). Seria muito bom para a humanidade se os atributos e preceitos de Deus fossem apreciados com frequência e observados com diligência. Disse o Senhor Jesus: “Digo-vos, porém, a vós outros que me ouvis: amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam. Ao que te bate numa face, oferece-lhe também a outra; e, ao que tirar a tua capa, deixa-o levar também a túnica; dá a todo que te pede; e, se alguém levar o que é teu, não entres em demanda. Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Lc 6.27-31). Considerando com honestidade as recomendações do nosso Senhor Jesus, chegaremos a conclusão que são poucos os que manifestam esse tipo de amor. É comum encontrarmos animosidade e mais disposição entre os povos para a contenda do que para a paz. Raramente encontramos aquele que ama o inimigo, que abençoa quem o amaldiçoa e ora por quem o calunia. Onde está o bondoso para com o ingrato e mau? Neste ponto recordamos aquelas palavras de Cristo: “Estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela” (Mt 7.14). A vida cristã autêntica não atrapalha a felicidade humana, é a falta de autenticidade e dedicação na vida cristã que tornam os homens infelizes. “De onde procedem guerras e contendas que há entre vós? De onde, senão dos prazeres que militam na vossa carne? Cobiçais e nada tendes; matais e invejais, e nada podeis obter; viveis a lutar e a fazer guerras” (Tg 4.1,2). “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (1Jo 4.7,8). Deus nos abençoe!
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
"Nascidos de Deus"
domingo, 31 de dezembro de 2017
“Contando os nossos Dias”
“Contando os nossos Dias”
“Ensina-nos a contar os nossos dias para que o
nosso coração alcance sabedoria” (Sl 90.12).
Até
compreender quão séria e urgentemente Moisés orou nessa passagem, eu não
entendia que nós devemos pedir a Deus que nos ensine a contar os nossos dias.
Eu pensava que todos tinham tanto medo da morte quanto eu. Contudo, de 10 mil
pessoas, somente dez devem pensar que contar os dias é importante. O restante
das pessoas vive como se Deus não existisse e a morte não acontecesse.
Mas
essa não é a pior parte. Algumas pessoas que estão prestes a morrer acreditam
que continuarão vivendo. Outras, oprimidas pela miséria, sonham com a
felicidade. Outras ainda, que estão em perigo extremo, pensam estupidamente
estar em total segurança. A ilusão delas é a parte mais triste de tudo.
Assim,
Moisés adequadamente nos ensina que devemos contar os nossos dias. Não devemos
perguntar a Deus quanto tempo exatamente ainda nos resta. Em vez disso, devemos
orar para que possamos tomar consciência de quão miserável e curta é a nossa
vida. A morte e a ira eterna de Deus nos ameaçam a todo segundo.
Às
vezes encontramos pessoas realmente preocupadas com a brevidade da vida. Elas
estão ocupadas com pensamentos sobre sua morte iminente, mesmo não tendo orado
para ter esse conhecimento. Mas a maioria das pessoas não está ciente de
que seus dias são numerados. Elas vivem como se o presente durasse para sempre.
De tal modo, para a maioria de nós, orar da maneira como Moisés sugere nessa
passagem é imprescindível.
“Ensina-nos
a contar os nossos dias para que o nosso coração alcance sabedoria” (Sl 90.12).
“Tudo
tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há
tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que
se plantou; tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar e tempo de
edificar; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de prantear e tempo de saltar
de alegria; tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras; tempo de
abraçar e tempo de afastar-se de abraçar; tempo de buscar e tempo de perder;
tempo de guardar e tempo de deitar fora; tempo de rasgar e tempo de coser;
tempo de estar calado e tempo de falar; tempo de amar e tempo de aborrecer;
tempo de guerra e tempo de paz” (Ec 3.1-8).
Feliz
no Novo!

