"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



segunda-feira, 20 de julho de 2020

"Deus da minha Justiça" - Parte 1

SALMO 4.1

“Responde-me quando clamo, ó Deus da minha justiça; na angústia, me tens aliviado; tem
misericórdia de mim e ouve a minha oração”. Amém!




Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

*Visite a Igreja Presbiteriana Silva Jardim - Curitiba/PR.
Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário.
(41)3242-8375

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Você tem medo de Deus?

Você tem medo de Deus?
E chamou o SENHOR Deus ao homem e lhe perguntou: Onde estás? Ele respondeu: Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi” (Gn 3.9,10).

Por que os homens têm medo de Deus? Os filhos de Deus o temem e achegam-se a Ele. O homem que não conhece a Deus tem receio de que Deus possa causar-lhe algum dano. Aqueles que o conhecem têm receio de ofendê-Lo. A diferença é radical: um é inimigo, o outro é filho (Jo 1.12).

O primeiro medo levou o homem para longe de Deus, o outro nos mantém próximo dEle. Por que os homens experimentam esse tipo de temor? Leia Gênesis capítulo 3. Ao fim do dia o homem está escondido. Por que ele se esconde? Porventura Deus havia mudado? Não. O homem se escondeu porque havia mudado – ele havia pecado. Eis porque os homens se escondem de Deus – por causa dos seus pecados (Gn 3.9,10).

O medo nasce do pecado e, então, a consciência torna-se paralisada e inabilitada para buscar a Deus. Deus deu a resposta àquele medo, na Cruz do Calvário. Através daquela Cruz Deus declara que o pecado foi tomado e levado cativo para longe. Deus afirma através da Cruz que, apesar dos homens terem medo dEle, Ele os ama com um amor que nunca poderá ser anunciado ou manifestado com palavras humanas (Jo 3.16).

Portanto, não há nada que eu possa fazer além de olhar com fé para a face de Jesus Cristo, que é Senhor e Salvador, e dizer: Ele me amou e a si mesmo se deu por mim. É o grande fato da expiação. É o grande amor que nos salva! Naquela Cruz os nossos pecados foram apagados, ela é a garantia da nossa reconciliação com Deus. “E a vós outros também que, outrora, éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas, agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte, para apresentar-vos perante ele santos, inculpáveis e irrepreensíveis” (Cl 1.21,22).

Deus nos abençoe!

* “A Bíblia e a Cruz" – George Campbell Morgan (1863-1945).

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domingo, 12 de julho de 2020

"Do SENHOR é a Salvação" - Parte 2

Salmo 3

“SENHOR, como tem crescido o número dos meus adversários! São numerosos os que se levantam contra mim. São muitos os que dizem de mim: Não há em Deus salvação para ele. Porém tu, SENHOR, és o meu escudo, és a minha glória e o que exaltas a minha cabeça. Com a minha voz clamo ao SENHOR, e ele do seu santo monte me responde. Deito-me e pego no sono; acordo, porque o SENHOR me sustenta. Não tenho medo de milhares do povo que tomam posição contra mim de todos os lados. Levanta-te, SENHOR! Salva-me, Deus meu, pois feres nos queixos a todos os meus inimigos e aos ímpios quebras os dentes. Do SENHOR é a salvação, e sobre o teu povo, a tua bênção”. 



Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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quinta-feira, 9 de julho de 2020

“Reconciliados com Deus”

“Reconciliados com Deus”
Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação” (2Co 5.18,19).

Não são poucas as vezes que falamos de amor e lei, de verdade e graça, de justiça e misericórdia como se o pecado não existisse e, portando, como se não existisse controvérsia entre esses fatos. Se o pecado não existisse, a lei e o amor nunca estariam em desarmonia um com o outro, verdade e graça caminhariam sempre de mãos dadas, justiça e misericórdia cantariam a mesma melodia. Se a lei é quebrada, o que o amor pode fazer? Se a verdade é violada, como pode a graça operar? Na presença do crime, como podem a justiça e a misericórdia se encontrarem?

Este é o problema dos problemas. Este não é um problema entre Deus e o homem. Não é um problema entre Deus e os anjos. É um problema entre Deus e Ele mesmo. Este problema tem a sua resposta na Cruz. “Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo” (2Co 5.18).

Pelo sofrimento realizado no seio da história humana e, aos olhos de todas as gerações, através de Cristo na Cruz, Deus demonstrou que o amor encontra-se com a lei, sofrendo-a e cumprindo-a. A graça compensa a exigência da verdade satisfazendo todas as violações e, a misericórdia pode operar na base da justiça, não porque Deus tenha golpeado e afligido outro que não fosse Ele mesmo, mas porque – em mistério que confunde e frustra o intelecto quando tenta absorver o seu significado – Deus tudo assume no Seu próprio coração e sofre para reconciliar todas as coisas em Si mesmo.

Assim como Jesus Cristo é o centro, a fonte e o objetivo do universo, a Cruz é o centro, a fonte e o alvo da reconciliação. Se, através daquela Cruz todas as coisas nos céus serão reconciliadas, vindo a seguir a infinita paz, eu me atrevo a crer, apesar de todo o meu pecado e de toda a minha fraqueza que, por meio daquela Cruz eu estou reconciliado com Deus, e através desta reconciliação encontro infinito descanso (2Co 5.19).

Deus nos abençoe!

* “A Bíblia e a Cruz" – George Campbell Morgan (1863-1945).

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terça-feira, 7 de julho de 2020

"Do SENHOR é a Salvação" - Parte 1

Salmo 3

“SENHOR, como tem crescido o número dos meus adversários! São numerosos os que se levantam contra mim. São muitos os que dizem de mim: Não há em Deus salvação para ele. Porém tu, SENHOR, és o meu escudo, és a minha glória e o que exaltas a minha cabeça. Com a minha voz clamo ao SENHOR, e ele do seu santo monte me responde. Deito-me e pego no sono; acordo, porque o SENHOR me sustenta. Não tenho medo de milhares do povo que tomam posição contra mim de todos os lados. Levanta-te, SENHOR! Salva-me, Deus meu, pois feres nos queixos a todos os meus inimigos e aos ímpios quebras os dentes. Do SENHOR é a salvação, e sobre o teu povo, a tua bênção”. 



Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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quinta-feira, 2 de julho de 2020

“Ora, se Vós, que Sois Maus”

“Ora, se Vós, que Sois Maus”
“Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?” (Lc 11.13).

Jesus Cristo sabia muito bem o que queremos dizer quando falamos que a humanidade está sem esperança. Ele esteve entre os homens e, por ver muito além do que eles viam do seu tempo, disse: “Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos”. O nosso Senhor estava familiarizado com a filantropia dos homens e com aquele tipo de bondade que nos dias atuais conhecemos muito bem, por isso, Ele não disse apenas “sabeis dar boas dádivas”, mas também disse: “Ora, se vós, que sois maus”. E disse tais coisas para homens que manifestavam bondade de coração (Lc 11.13).

Quando nos deparamos com o parecer de Jesus sobre o mal, tal linguagem pode dar a impressão de ser essencialmente pessimista. Quando nos voltamos para a Cruz, vemos e reconhecemos a verdadeira face da malignidade. Contudo, não alcançamos a revelação da estimativa que Cristo tem da humanidade, ou seja: ainda que, sendo maus, os homens são passíveis de redenção.

Cristo  Jesus viu a mácula e a desolação da humanidade caída; ele sabia da sua degradação e desesperança - como nós não podemos ver ou entender - salvo se pudéssemos ver com os seus olhos. O nosso Senhor não estava enganado quanto à natureza humana. "Sois maus", mesmo assim Ele morreu pelos homens tal qual descreve. Entretanto, todo homem que tenha contemplado o olhar santo e amoroso de Cristo morrendo na Cruz, jamais poderá falar em desesperança, pois a Cruz significa exatamente o contrário. Os homens ainda que desfigurados da imagem de Deus, o “Filho do Homem” considerou que valia a pena morrer por eles. “O Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido” (Lc 19.10).

“Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo” (At 2.38).

Deus nos abençoe!

* “A Bíblia e a Cruz" – George Campbell Morgan (1863-1945).

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quarta-feira, 24 de junho de 2020

Provação e Bem-aventurança

Provação e Bem-aventurança
“Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam” (Tg 1.12).

A palavra “provação” pode significar o processo pelo qual o ouro passa pelo fogo. É assim que Deus constrói o nosso caráter, moldando-o como pedra preciosa. A firmeza do nosso caráter é o alvo da provação que vem de Deus. Não é apenas e tão somente provar se temos fé suficiente ou não; há também o propósito em Deus de fortalecer a fé já existente, tornando-a perseverante. “Sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg 1.3).

Quantas vezes em nossa caminhada pensamos que está difícil demais para continuar. Não são poucas as ocasiões em que lamentamos e dizemos a Deus que não temos mais forças para prosseguir. Mas, perseverança é algo que Deus deseja desenvolver em nossas vidas. “Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes” (Tg 1.4).

Nós carecemos de perfeição e integridade, virtudes do Espírito Santo, nossa aprovação em Deus e testemunho diante dos homens. No mundo decadente em que vivemos precisamos de homens e mulheres "perfeitos e íntegros, em nada deficientes", exercendo influência santa na sociedade. “Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste” (Mt 5.48).

Os que são provados e aprovados pelo Senhor, certamente receberão a coroa da vida; o emblema espiritual dado pelo Rei da Glória àqueles que guardam a fé em meio às provações e sofrimentos. “Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam” (Tg 1.12).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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quarta-feira, 17 de junho de 2020

A Importância do Amor

A Importância do Amor
“O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1Co 13.4-7).

Leia outros textos que revelam o importante lugar que a Palavra de Deus confere ao amor.

“Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo 13.34,35).

“Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave” (Ef 5.1,2).

Qualquer pessoa que possui o verdadeiro amor deseja amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a si mesmo. Esse amor será demonstrado na disposição de viver para a glória de Deus, nas atitudes cristãs, na prática de fazer o bem sem esperar qualquer recompensa. Ele é gentil, altruísta, demonstrará consideração para com os outros. É generoso, preocupado com o conforto dos irmãos, mais desejoso em dar do que receber. O verdadeiro amor nunca sente inveja ou se regozija nos problemas dos outros. O verdadeiro amor apresentará disposição em suportar o mal. Ele é paciente e pronto a perdoar. Ele é manso e humilde. Frequentemente negará a si mesmo em favor da paz e estará mais interessado em promovê-la do que em assegurar seus próprios direitos.

“Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. Ora, temos, da parte dele, este mandamento: que aquele que ama a Deus ame também a seu irmão” (1Jo 4.7,8;21).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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quinta-feira, 11 de junho de 2020

Salvos para Amar

Salvos para Amar
Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos” (1Jo 3.16).

O homem foi criado para amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Quando o homem transgrediu a lei de Deus, caindo em pecado, passou a amar a si mesmo sobre todas as coisas e a usar o próximo para sua própria satisfação.

Um dos objetivos da salvação é reconduzir o homem à capacidade de amar com o amor de Deus. O amor é parte da natureza de Deus. Deus é a fonte de todo amor. Deus é amor! Por isso, se alguém diz que ama, necessariamente terá que manifestar este amor em direção a Deus e ao próximo.

A noção que muitos têm do amor é a de um sentimento. Isso se deve ao fato de serem produtos de um tempo e do equívoco daqueles que fazem relação direta entre amor e afeições. Eles falam do amor no âmbito apenas do sentimento, já que o amor envolve esse aspecto. Mas reduzir o amor a um mero sentimento é um grave erro.

Quando a Bíblia fala do amor, está considerando algo mais do que apenas nutrir afetos por alguém. Amar nas Escrituras está muito mais relacionado a fazer coisas do que a senti-las. “Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8). “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos. Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus?” (1Jo 3.16,17).

O amor diz respeito a atitudes concretas. “O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1Co 13.4-7).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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terça-feira, 2 de junho de 2020

Vida Cristã Autêntica

Vida Cristã Autêntica
Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder” (Ef 6.10).

A falta de amadurecimento espiritual é, sem dúvida, uma das grandes causas, não só de infelicidade, mas de vários tropeços na caminhada cristã. Alguns crentes demonstram muita fraqueza na fé e, consequentemente, pouco regozijo na alma. Eles apresentam dificuldades de compreensão e crescimento na “graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2Pe 2.18).

Não são poucos os que se tornaram “evangélicos” dando crédito à mentira. Eles acreditaram que fazendo uma “decisão por Cristo”, nunca mais teriam problemas nesta vida. Mas, como a experiência claramente demonstra, este não é o caso; e os que creram na operação do erro, adotando uma perspectiva superficial e ilusória da vida cristã, encontram-se em flagrante aflição (2Ts 2.11,12).

Na vida cristã autêntica enfrentamos adversidades, e não podemos ler a Bíblia sem constatar esta verdade. Se pelo simples fato de “aceitar Jesus”, por si só, fosse solução de todos os conflitos, não seriam necessárias as várias exortações para sermos fortalecidos no Senhor e na força do seu poder – na verdade, de certa forma, até a Igreja não seria necessária. As pessoas salvas viveriam felizes sem necessidade da comunhão dos santos. Todavia, somos exortados a permanecermos juntos, unidos na luta contra os dominadores deste mundo tenebroso (Ef 6.10-18). 

As Epístolas foram escritas quando os cristãos passavam por várias provações, eles eram cruelmente  perseguidos, e estavam experimentando profunda agonia na alma. Mas o que nos diz Deus em sua Palavra? “Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois coparticipantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando” (1Pe 4.12,13).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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