"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



quarta-feira, 25 de maio de 2011

Conceito Cristão de Liberdade

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

CONCEITO CRISTÃO DE LIBERDADE
“Para a liberdade foi que Cristo nos libertou” (Gl 5.1).

O homem em seu estado natural é livre? O cristão é livre? A noção que muitos apresentam ter de liberdade é, na verdade, o conceito de autonomia e independência absolutas. É estar solto para a realização de todos os desejos.

Após a queda, o homem tornou-se um escravo arrastado pelo curso deste mundo, buscando satisfazer a vontade da carne e dos pensamentos, desconsiderando Deus e sua Lei. Morto em seus delitos e pecados, o homem não consegue cumprir o propósito último de sua existência – que é viver para glória de Deus.

Em sua palavra Deus nos diz: “Para a liberdade foi que Cristo nos libertou”. Ser livre significa não ser dominado pelo mundo, pela carne e pelo diabo. Significa libertação do reino das trevas, dos grilhões de Satanás, e da maldição da Lei. Para o cristão, ser livre não está relacionado ao direito de fazer tudo o que se deseja; mas à capacidade de obedecer a Lei de Deus. Para o cristão, ser livre é poder amar a Deus e ao próximo como a si mesmo.

Quão diferente é o conceito cristão do conceito “mundano” de liberdade. No conceito "mundano”, liberdade é isenção de controle, de restrição e de responsabilidade; é viver sem qualquer interferência ou limite. No conceito cristão, liberdade é viver para a glória de Deus.

“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22.37-39).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

*Aula ministrada na Igreja Presbiteriana Betel - 15/05/2011.
Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130

quarta-feira, 18 de maio de 2011

O Valor de uma Alma

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

O VALOR DE UMA ALMA
“Que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?" (Mt 16:26). 

Ganhar o mundo inteiro jamais tornará alguém feliz. Riquezas, prazeres, posição, poder, fama e as honrarias deste mundo não satisfazem o coração humano. Enquanto não possuímos as belas coisas deste mundo, elas brilham diante de nós e nos parecem desejáveis; mas quando as temos, descobrimos que não podem satisfazer-nos plenamente. 

Mesmo apegados às coisas boas deste mundo, sabemos que não podemos preservá-las pra sempre. A morte vem e nos separa de tudo. Sem nada viemos para este mundo; sem nada o deixaremos. Nenhum bem material poderemos levar conosco. Este é o mundo por causa do qual multidões lutam. 

O que você está fazendo? Você quer ser feliz buscando satisfação nos prazeres temporários desta vida? Você segue o curso deste mundo em sua mentalidade anticristã, dominado por desejos e impulsos carnais, com um coração enganoso, escravizado pelo diabo, e ainda espera ser feliz? Você está perdendo a sua alma!

A perda da alma é o pior de todos os danos que pode sobrevir sobre o homem. A mais dolorosa enfermidade física, a mais angustiante falência financeira são coisas difíceis de enfrentar, mas não são comparadas à perda de uma alma. Todas as outras perdas são momentâneas e suportáveis; a perda da alma é eterna. Significa perder a doce companhia de Cristo Jesus, o eterno consolo do Espírito Santo, a proteção de Deus Pai, o lar celestial e a glória da eternidade. Perder a alma significa ser lançado para sempre no inferno, ser desamparado sem qualquer esperança. 

Uma das verdades fundamentais das Escrituras, que devemos ter em mente, é que o homem será o único responsabilizado por perder-se ou causar dano a si mesmo. "Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se ou causar dano a si mesmo?" (Lc 9:25). Por incredulidade, apego ao pecado, amor pelas coisas e prazeres deste mundo, multidões trazem sobre si a ruína eterna. É doloroso pensar que muitos estão rejeitando a vida abundante que Cristo Jesus oferece. Será esse o seu caso?
Rev. José Oliveira Filho
Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130

terça-feira, 17 de maio de 2011

À Beira do Caminho e nas Garras do Diabo

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00
Culto de Oração: Quartas-Feiras às 20h00

À BEIRA DO CAMINHO E NAS GARRAS DO DIABO
“Vem, a seguir, o diabo e arrebata-lhes” (Lc 8:12).

Amados irmãos, quando evangelizamos vemos resultados semelhantes aos ensinados por nosso Senhor Jesus na “Parábola do Semeador”. Jamais devemos esquecer que não somente precisa haver bom ensino, boa pregação, mas também bons ouvintes. Nosso Senhor Jesus nos advertiu que por mais verdadeiro e poderoso que possa ser o anúncio de Sua palavra, o coração de alguns ouvintes assemelha-se à “semente que caiu à beira do caminho”. Ele nos diz que a palavra é retirada destes corações quase tão logo quanto é semeada; não se aprofunda na consciência; não causa a menor impressão à mente, não alcançando novidade de vida, mudança de comportamento e um novo nascimento. Nosso Senhor Jesus nos diz que trata-se de uma ação diabólica, arrebatando-lhes do coração a palavra, para não suceder que sejam salvos. O diabo, sem dúvida, vive a rodear a terra e a percorrer todos os lugares (Jó 1:7). Este espírito maléfico é incansável na busca por fazer o mal. Ele está sempre observando nossos movimentos, sempre procurando ocasião para devorar-nos (1Pe 5:8). Afirmamos que em nenhum outro lugar, Satanás se mostra mais ativo e antagônico do que nos locais onde se anuncia o verdadeiro Evangelho de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Esse é o momento em que o diabo investe com ações impetuosas, a fim de impedir que os homens dêem ouvidos a Palavra de Deus e sejam salvos, lançando seus “dardos inflamados” (Ef 6:16) causando a indiferença, vagueação de pensamentos, imaginações distorcidas, apatia, sonolência ou inquietação. Em todas estas coisas estão as ações do inimigo de nossas almas. É exatamente por isso que muitos não dão crédito ao que “o Espírito diz às igrejas”. “Revesti-vos de toda armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; porque a nossa luta não é contra sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal” (Ef 6:12,13). “Este é o sentido da parábola: a semente é a palavra de Deus. A que caiu à beira do caminho são os que a ouviram; vem, a seguir, o diabo e arrebata-lhes do coração a palavra, para não suceder que, crendo, sejam salvos”, disse o Senhor Jesus (Lc 8:11,12). Considere estas coisas! Amém.
Rev. José Oliveira Filho
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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Comportamento Depravado

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00
Culto de Oração: Quartas-Feiras às 20h00

COMPORTAMENTO DEPRAVADO
“Recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro” (Rm 1:27).

Amados irmãos,  que explicação bíblica podemos oferecer à sociedade quanto ao comportamento depravado apresentado por homens e mulheres de todas as épocas? Porque estes recusam o ensino bíblico e continuam defendendo posições contrárias ao que Deus diz em Sua Palavra? Quando os nossos primeiros pais Adão e Eva desobedeceram a Deus  e cairam em transgressão  tiveram  as suas faculdades afetadas descobrindo o que era total depravação. Como conseqüência  a humanidade caída herdou uma mentalidade que desconsidera Deus e Sua lei, ficando escravizados pelo mal e dominados por desejos e impulsos carnais, "pois viu o SENHOR que a maldade do homem havia se multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração" (Gn 6:5). Tornaram-se escravos do diabo, escravos das concupiscências, escravos  de   paixões infames, "recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro". “A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens” (Rm 1:18). Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens” (Rm 1:26,27). Ser entregues a um comportamento irracional e depravado é experimentar nesta vida um lampejo do inferno. É um castigo! Haveria esperança para tais criaturas? Sim, por isso pregamos o Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Ainda que tenham rejeitado a vontade de Deus e repudiado arrogantemente o Seu ensino, e estejam sofrendo os danos do pecado, "para aquele que está entre os vivos há esperança" (Ec 9:4). Ainda que Deus esteja irado com o comportamento irracional e depravado de homens e mulheres, e com todas as calamidades que trouxeram sobre si; que “o salário do pecado é a morte”, anunciamos que o “dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor” (Rm 6:23). “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo 1:9). Arrependa-se do seu pecado. Venha a Cristo, agora! Creia que Jesus Cristo é o Senhor e Salvador. Amém.
Rev. José Oliveira Filho
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segunda-feira, 9 de maio de 2011

O Sofrimento dos Filhos de Deus

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00


O SOFRIMENTO DOS FILHOS DE DEUS
“Filho meu, não menosprezes a correção que vem do Senhor” (Hb 12:5).

Amados irmãos, sofremos pelo simples fato de vivermos num mundo caído. Sofremos de males naturais, doenças físicas, mentais, emocionais e coisas semelhantes. Tanto os ímpios quanto os justos experimentam algum tipo de sofrimento nesta vida. E em alguns casos, existem justos que sofrem até mais do que ímpios. Há um sofrimento típico e exclusivo do justo. Nenhum ímpio passa por esse tipo de sofrimento. Estamos fazendo referência ao sofrimento causado pela disciplina que vem de Deus. O texto fundamental que trata do sofrimento que a disciplina traz está registrado em Hebreus 12:4-13. Podemos observar que  o  motivo da  disciplina e o sofrimento  era  por causa de pecados. Os cristãos Hebreus estavam cedendo às tentações. Eles não estavam lutando seriamente contra o pecado. Eles não estavam dando o sangue para vencerem as suas próprias fraquezas. Eles estavam esquecidos do que foi mostrado no Antigo Testamento. “Deus corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe”. O sofrimento pela correção é necessário e é privilégio dos filhos de Deus. Aqui está uma afirmação discriminadora. Este texto de Hebreus claramente faz a distinção entre aqueles que são filhos de Deus e os que não são. O sofrimento causado pela disciplina do Senhor revela a nossa verdadeira identidade. Somente os filhos de Deus são disciplinados para crescimento espiritual. Os pais terrenos que corrigem têm como resultado o respeito dos seus filhos. Deus Pai corrige tendo por finalidade despertar nos Seus filhos santidade e reverente obediência. Deus Santo quer torná-los participantes de Sua santidade. Os filhos de Deus devem se alegrar por participarem da disciplina que vem do Senhor, essa é uma confirmação de que Deus os ama. A disciplina é produto do amor de Deus pelos Seus filhos. Uma verdade consoladora difícil de ser entendida. Mas quem realmente ama disciplina (Pv 13:24). O amor exige disciplina, porque a disciplina é benéfica para o amadurecimento. Aquele que ama não priva seus filhos de correção e disciplina. Se você não tem experimentado em sua vida a correção e a disciplina que vem de Deus, isso é um péssimo sinal, “logo, sois bastardos e não filhos”. "Deus, nosso Pai corrige a quem ama". Amém!
Rev. José Oliveira Filho

Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Uma Palavra aos que desejam Ser Ricos

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

UMA PALAVRA AOS QUE DESEJAM SER RICOS
“E o que tens preparado, para quem será?”(Lc 12:20).

Amados irmãos, que tolice é alguém ter um espírito centrado nas coisas deste mundo. Temos por exemplo o “homem rico” retratado por nosso Senhor Jesus, cuja mentalidade estava completamente dominada por coisas terrenas (Lc 12:13-21). Cristo Jesus o descreveu como alguém que fez planos quanto à sua prosperidade, como se fosse senhor da sua própria vida. Como conclusão, o nosso Senhor Jesus mostrou Deus determinando o fim dos dias daquele homem aqui na terra, fazendo uma pergunta perscrutadora: “E o que tens preparado, para quem será?” Nada menos do que “louco” foi o termo usado para descrever a conduta daquele homem e, sem dúvida, de muitos que têm dinheiro e propriedades como prioridade nesta vida. “O que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus, este é aquele que o próprio Deus declara ser “louco”. A verdade é que o homem descrito por nosso Senhor Jesus é muito comum e encontramos até mesmo no meio evangélico. Aos milhares e em todas as épocas, eles desejam exatamente aquilo que o Senhor Jesus condenou: Acumular tesouros sobre a terra e pensar e planejar somente em como aumentá-los, como se pudessem desfrutar disso eternamente, como se não houvesse o dia da morte, o julgamento final e outra realidade por vir. Muitos buscam as igrejas de pregadores pervertidos, privados da verdade, que anunciam um falso evangelho, e sem perceber o que é fraude são facilmente envolvidos e despertados no homem natural a falsa esperança,  a cobiça,  a ganância,  o desejo pecaminoso por riquezas, bens, dinheiro, “bênçãos materiais”. Com a mente entorpecida, sem a compreensão do verdadeiro Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, não percebem o grande perigo em que se encontram: “Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro é a raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça se desviaram da fé e a si mesmo se atormentaram com muitas dores” (1Tm 6:9,10). “Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” (Lc 12:15). “Não depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento” (1Tm 6:17). “Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus” (Lc 12:20,21). Considere estas coisas!
Rev. José Oliveira Filho
Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130

quinta-feira, 14 de abril de 2011

"Os Dardos Inflamados do Maligno"

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

“Os Dardos Inflamados do Maligno”

Embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno” (Ef 6.16).

Incredulidade é um estado, atitude, tendência encontrada em pessoas que não se convencem com facilidade ou não acreditam facilmente na verdade (Lc 1.5-20; Jo 20.27).

Observemos o caso de Zacarias, para ele a palavra dita pelo anjo pareceu impossível. Não lhe parecia possível que um homem idoso como ele pudesse ser pai. Por isso, questionou o anjo do Senhor: “Como saberei isto? Pois eu sou velho, e minha mulher, avançada em dias” (Lc 1.18).

Zacarias era sacerdote, instruído em todos os preceitos do Senhor, conhecedor dos grandes e poderosos feitos de Deus, familiarizado com as Escrituras do Velho Testamento. Portanto, era de esperar dele que lembrasse do nascimento miraculoso de Isaque (Gn 21.1-7); de Sansão (Jz 13.1-25); de Samuel (1Sm 1.9-20). Que lembrasse das ocasiões em que o anjo do Senhor esteve com Daniel na cova dos leões (Dn 6.22); e com Sadraque, Mesaque e Abede-Nego na fornalha acesa (Dn 3.28). Que lembrasse do que Deus havia feito no passado e que poderia fazer novamente no presente, porque para Deus nada é impossível. Mas não foi isso que aconteceu. Mesmo diante do anjo do Senhor, Zacarias foi tomado pela incredulidade.

Este fato histórico deve nos conduzir ao que todos nós precisamos admitir: somos tendenciosos a  descrença, desconfiança, suspeita e esquecimento da palavra de Deus. Sim, de esquecer até mesmo os maiores portentos e maravilhas de Deus. Esta é uma situação em que o inimigo de nossas almas aproveita para lançar "os dardos inflamados" da dúvida, uma das armas preferidas de Satanás contra os servos de Deus. Trata-se de uma investida diabólica que tem atormentado os santos em todas as épocas, e dela não ficaremos imunes antes da “batalha final”.

Dê atenção ao que o apóstolo Paulo escreveu: “Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno” (Ef 6.10-16).

Deus nos abençoe!

J.C.Ryle (1816-1900).

Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130

Cristo Jesus é mais que um Exemplo

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

CRISTO JESUS É MAIS QUE UM EXEMPLO
“Olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hb 12.2).

Nos evangelhos vemos o Senhor Jesus sendo chicoteado, esbofeteado, coroado com espinhos, escarnecido, rejeitado pelos homens, por sua própria nação e, injustamente condenado ao mais desumano e cruel tipo de morte. No entanto, ali estava o eterno Filho de Deus a quem os incontáveis anjos celestiais se deleitavam em louvor. Ele veio a este mundo para glorificar a Deus Pai, viver de maneira imaculada, dar testemunho da verdade e destruir o poder do mal. Ele andou por toda parte fazendo o bem e pregando o evangelho do reino de Deus (Lc 4.40-42).

Certamente ninguém é mais admirável do que o “Filho do Altíssimo Deus”. O seu amor por nós “excede todo entendimento” (Ef 3.19). Não existe amor terreno com o qual possamos compará-lo e nenhum padrão é capaz de avaliá-lo. O seu amor é inigualável!

Jamais esqueçamos que Cristo Jesus sofreu por causa dos nossos pecados. Foi o Justo sofrendo no lugar de injustos (1Pe 3.18). Ele foi traspassado por causa das nossas transgressões. Ele foi ferido por causa das nossas iniquidades (Is 53). Ele foi paciente em todas as provações e suportou todas as aflições. Quando ultrajado, não revidou com ultraje; ao ser caluniado, não rebateu com calúnias; ao ser maltratado, não fez ameaças, mas entregou-se Àquele que julga todas as coisas retamente.

Somos exortados pelo escritor da carta aos Hebreus a “olharmos firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus”. Ele é mais que um exemplo. Ele é o nosso bem mais precioso. Ele é o Autor e Consumador da nossa fé. Ele é o nosso Senhor e Salvador. Ele é Deus, o único digno de toda adoração, honra, glória e louvor.

“Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma” (Hb 12.3).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho
Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Cristo Jesus, o Rei dos reis

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

CRISTO JESUS, O REI DOS REIS
“O que estava escrito era: JESUS NAZARENO, O REI DOS JUDEUS” (Jo 19:19).

Amados irmãos, o título colocado acima da cabeça do Senhor Jesus na cruz, demonstrava com clareza que Ele era Rei. As pessoas capazes de ler o latim, o grego ou o hebraico não deixaram de constatar esta verdade. A mão soberana de Deus controlou tudo de tal maneira, que a vontade de Pilatos sobrepujou o desejo dos perversos inimigos do Senhor. Apesar do desejo contrário e a insistência dos principais sacerdotes, nosso Senhor Jesus foi crucificado com o título de “Rei dos Judeus”. Era conveniente e certo que assim acontecesse. Pois, mesmo antes do nascimento de Cristo Jesus, o anjo Gabriel dissera a Maria, Sua mãe: “Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai; ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e seu reinado não terá fim” (Lc 1:32,33). Logo após o nascimento de Jesus, em Belém da Judéia, vieram os sábios do Oriente, indagando: “Onde está o recém-nascido Rei dos Judeus? Porque vimos a sua estrela no oriente e viemos para adorá-Lo” (Mt 2:2) Uma  semana antes da crucificação de nosso Senhor Jesus, a multidão que O acompanhou em Sua entrada triunfal clamou: “Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor e que é Rei de Israel” (Jo 12:13). Na verdade o nosso Senhor Jesus era Rei tal como dissera Pilatos, Rei de um domínio superior aos reinos deste mundo. Na qualidade de Rei, Ele nasceu, viveu, foi crucificado; e voltará para governar sobre todos. Ele é Rei dos reis e Senhor dos senhores! É bom admitirmos que Jesus Cristo é Rei e que Seu domínio está estabelecido em nossos corações, porque no Dia do Senhor, no último dia, somente abraçarão e serão confortados pelo Salvador aqueles que O amam e O obedecem como o verdadeiro Rei do universo. Em breve chegará o grande Dia em que Jesus de Nazaré, o rejeitado por muitos, o pendurado e morto no madeiro, demonstrará definitivamente Seu grande poder de Rei e reinará para sempre, colocando debaixo dos Seus pés todos os Seus inimigos. Os reinos deste mundo, conforme Daniel profetizou, serão aniquilados e surgirá o reino de nosso Deus e de Seu Cristo. Maravilhoso será o Dia em que “Ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2:11). Este será o mais feliz dos dias para os amados de Deus; para todos os que ao Rei dos reis tributaram honra, obediência, glória e louvor. Cristo Jesus é o Rei dos reis! Aleluia. Amém.
Rev. José Oliveira Filho
Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Cristo Jesus, o nosso Substituto

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

CRISTO JESUS, O NOSSO SUBSTITUTO
“Assim, a escolta, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus” (Jo 18:12).

Nos evangelhos temos narrativas em que nosso Senhor Jesus foi preso, levado como malfeitor, conduzido a presença de juízes ímpios, injustos; sendo insultado e tratado com desprezo. Sabemos que se o nosso Senhor Jesus tivesse desejado, imediatamente seria liberto. Precisaria apenas ordenar e seus inimigos cairiam por terra. Sem dúvida esse foi um momento em que Cristo Jesus experimentou intenso sofrimento. Sofrer por quem amamos e, em algum aspecto, são dignos de nossas afeições é um tipo de sofrimento que podemos entender. Submeter-nos passivamente aos maus tratos, quando não temos poder para resistir-lhes, é uma atitude compreensiva. No entanto, ser preso e sofrer voluntariamente, quando temos o poder para impedi-lo, em favor de incrédulos, ímpios, ingratos, que não pediram tal coisa – esta é uma atitude que ultrapassa o entendimento humano. “Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios” (Rm 5:6). “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5:8). Ao meditarmos na paixão e morte de Cristo, jamais nos esqueçamos que isto constitui a glória de seus sofrimentos: Ele foi levado preso e apresentado diante do tribunal de julgamento do sumo sacerdote, não porque era incapaz de impedi-lo, mas porque o Seu coração estava determinado a salvar pecadores, sendo punido no lugar deles. Cristo Jesus tornou-se um prisioneiro voluntário, para que fôssemos posto em liberdade. Ele foi voluntariamente preso e condenado, para que fôssemos absolvidos e declarados justos. “Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus” (1Pe 3:18). “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus” (2Co 5:21). A substituição voluntária de Cristo é uma doutrina que precisa ser ensinada com clareza, poder e graça. Cristo Jesus sofreu e morreu voluntariamente em nosso lugar, sem resistir. Ele sabia que viera para ser o nosso Substituto e, por meio dessa santa substituição, adquirir para Si um povo santo, zeloso e de boas obras. Amém.
J.C.Ryle (1816-1900).

Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130