"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



sexta-feira, 6 de maio de 2016

A Glória de Cristo - Parte 3.2

A Glória de Cristo
 “Para que vejam a minha glória” (Jo 17.24).
“E vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1.14).

3 – A glória de Cristo como Mediador

3.2 – Em Seu Amor – Queremos concluir dizendo que a glória de Cristo também é manifestada em Seu amor. Há muitos textos das Sagradas Escrituras que fazem referência ao amor de Cristo. “Estou crucificado com Cristo, logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo que vive em mim; e esse viver que agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gl 2.19,20); “E da parte de Jesus Cristo, a Fiel Testemunha, o Primogênito dos mortos e o Soberano dos reis da terra. Àquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados, e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele a glória e o domínio pelo séculos dos séculos. Amém!” (Ap 1.5,6). A porção mais brilhante da glória de Cristo está no seu amor. Não há terror nEle; Ele é atraente e nos traz refrigério. A razão principal de Cristo tornar-se Mediador foi por causa do amor do Pai. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). Mas precisamos considerar o amor de Cristo Jesus, o amor do Filho de Deus, que é cheio de compaixão. Ele antevia com grande alegria a salvação dos eleitos de Deus, isso iria trazer glórias a Deus. O seu desejo e prazer em assumir a natureza humana não foram diminuídos por causa do conhecimento das grandes dificuldades que Ele teria que enfrentar. Para nos salvar Ele teve que enfrentar e vencer o mundo, o diabo e a morte. Mas isto não o deteve. Desta forma um corpo foi preparado para Ele, a fim de dar expressão à imensurável graça e ao fervente amor que Ele possuía por cada um de nós. Agora, quando pensamos no glorioso amor de Cristo, descobrimos que há em Sua natureza divina o amor de Deus, o Pai. E há mais ainda, porque quando colocou em prática esse amor, Ele foi humano também. O amor das duas naturezas é bastante distinto, contudo vem da mesma Pessoa, Cristo Jesus. Foi um ato indescritível de amor quando Ele decidiu assumir a nossa natureza, porém isso foi apenas um ato de Sua natureza divina. A Sua morte foi apenas um ato de Sua natureza humana. Os dois atos, foram todos verdadeiramente dEle. “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos” (1Jo 3.16).

A) Considere no amor do Filho de Deus, que é também o Filho do Homem. Assim como Ele é único, o Seu amor também é único.

B) Medite na sabedoria, bondade e graça demonstrados nos atos eternos de Sua natureza divina, na compaixão e amor de sua natureza humana, e em tudo o que Ele fez e sofreu por nós. “E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus” (Ef 3.19).

C) Pense no poder desse amor quanto aos seus efeitos habilitando-nos a produzir frutos dignos para o louvor da Sua glória.

Certamente, o maior privilégio desta vida é o de ver a glória de Deus, o Pai, demonstrada em Cristo Jesus, nosso Senhor e Salvador. “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17.3). Amém!

Extraído do livro "A Glória de Cristo", John Owen, Editora PES.

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