"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



domingo, 7 de outubro de 2012

Comunhão dos Santos

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00


Comunhão dos Santos
“De onde me provém que me venha visitar a mãe do meu Senhor?” (Lc 1.43).

Temos na visita da virgem Maria à sua prima Izabel um precioso exemplo de comunhão dos santos. O Evangelho Segundo Lucas demonstra de maneira especial como os corações dessas duas santas mulheres foram confortados e suas mentes edificadas nesse maravilhoso encontro (Lc 1.39-56).

Se não houvesse ocorrido esse encontro talvez Izabel nunca chegasse a ter aquela extraordinária experiência de ficar “possuída do Espírito Santo” (Lc 1.41); e também, é bem provável que Maria jamais proferisse seu magnifico cântico: “A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador” (Lc 1.46,47).

Comunhão dos santos é um meio de graça indispensável para o nosso crescimento espiritual. Compartilhar algum dom do Espírito com os irmãos é algo bom e agradável ao Senhor. “Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, é minha testemunha de como incessantemente faço menção de vós em todas as minhas orações, suplicando que, nalgum tempo, pela vontade de Deus, se me ofereça boa ocasião de visitar-vos. Porque muito desejo ver-vos, a fim de repartir convosco algum dom espiritual, para que sejais confirmados, isto é, para que, em vossa companhia, reciprocamente nos confortemos por intermédio da fé mútua, vossa e minha” (Rm 1.9-12). Comunhão dos santos, tempo de refrigério para nossas almas.

Infelizmente, a realidade tem sido outra. Sem dar a devida atenção à comunhão dos santos negligenciamos o compartilhar das bênçãos de Deus; e como consequência, deixamos irmãos em solidão, sofrimento e desamparo. Nós precisamos compreender que devemos buscar em primeiro lugar a face santa de Deus e, em seguida, devemos buscar a companhia dos nossos queridos e santos irmãos. “Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor” (1Co 1.9). Amém!

Pr. José Rodrigues Filho

Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130 

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Comunhão dos Filhos de Deus

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

Comunhão dos Filhos de Deus
“Da multidão dos creram era um o coração e a alma”(At 4:32).

Amados irmãos, na Igreja de Deus existem pessoas de diferentes tribos, línguas e nações. Todavia, há algo que os une: A verdadeira fé em Jesus Cristo. Deus Pai os amou com amor eterno e os atraiu com Sua graça, bondade e misericórdia. Todos os obstáculos foram removidos ante a escolha, eleição, predestinação e redenção em Cristo Jesus (Ef 1:3-14). Comunhão dos filhos de Deus significa “compartilhar juntos” ou “vida compartilhada”. Quando Cristo nos salvou, não tencionava que vivêssemos isolados. Ele nos libertou e nos colocou como partes integrantes de Sua família, para que pudéssemos servir e desfrutar da verdadeira vida (At 2:42-47). Uma das mais profundas verdades que podemos compreender após a conversão é o vínculo que temos na família de Deus. Comunhão dos filhos de Deus não significa uma eventual reunião entre irmãos que falam de diversões e discutem sobre economia, política e esportes. É bem mais que isso! Comunhão dos filhos de Deus é refrigério para a alma; é um compartilhar de coração, uns com os outros, da nova vida em Cristo Jesus. A singularidade existente na comunhão dos filhos de Deus está na capacidade de compartir alegrias, vitórias, bênçãos espirituais e bens materiais (At 2:45). “Ninguém considerava exclusivamente sua nenhuma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum” (At 4:32). E mais, em Provérbios 27:17, o sábio rei Salomão inspirado pelo Espírito do Senhor diz: “Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo”. O desfrutar da comunhão dos filhos de Deus também é semelhante ao “ferro” afiando o “ferro”; é um meio da graça que nos mantém espiritualmente saudáveis e vigorosos. Essa prática redundará em crescimento espiritual, frutos de vida no Espírito, expansão do reino de Deus e glórias ao Seu Santo Nome. “Da multidão dos que creram era um o coração e a alma”. Considere estas coisas!
Rev. José Oliveira Filho
Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Ouve e não Entende

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

OUVE E NÃO ENTENDE
“Para que não venham a converter-se, e haja perdão para eles” (Mc 4:12).

Amados irmãos, considerem o comportamento apresentado por muitos ouvintes da palavra de Deus. Percebam o que nos é dito daqueles que ouviram a pregação de Jesus, lá na cidade de Nazaré (Lc 4:16-30). Depois que o nosso Senhor Jesus leu o texto do profeta Isaías capítulo 61:1-2, somos informados que, "Tendo fechado o livro, devolveu-o ao assistente e sentou-se; e todos na sinagoga tinham os olhos fitos nEle. Então, passou a dizer-lhes: Hoje, se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir. Todos Lhe davam testemunho, e se maravilhavam das palavras de graça que Lhe saíam dos lábios” (Lc 4:20-22). Mesmo assim, os que ali estavam não foram tocados suficientemente com poder e graça para ter as suas vidas transformadas; eles reagiram como alguns ouvintes descritos na “Parábola do Semeador”. “Para que, vendo, vejam e não percebam; e, ouvindo, ouçam e não entendam; para que não venham a converter-se, e haja perdão para eles” (4:12). É inútil ocultar de nós mesmos a verdade de que existem muitos ouvintes do Evangelho em condições semelhantes. Eles ouvem a Palavra de Deus com admiração, dão testemunho das palavras graciosas que saem dos nossos lábios, apreciam sem questionar a veracidade do que lhes está sendo transmitido, e são capazes até de experimentar algum tipo de satisfação emocional. Mas, infelizmente, a espiritualidade deles limita-se a estas atitudes. O ensino e a pregação não os impede de continuar presos ao pecado, amando as coisas deste mundo, angustiados e infelizes. Faz-se necessário um profundo exame quanto a este importante assunto. Que efeito prático a pregação da Palavra de Deus que você afirma apreciar tem produzido em sua vida? Ela está lhe conduzindo ao arrependimento para com Deus e à fé viva em nosso Senhor Jesus Cristo? Você está vivendo uma vida cheia do Espírito Santo? “O Senhor Jesus quer entrar hoje em teu coração e para sempre ficar; quer dar-te Seu pleno perdão. Oh! Quantas vezes Jesus te chamou e agora Ele volta a chamar. Real salvação com seu sangue comprou, para, de graça, te dar”. Ouça e entenda a voz do Bom Pastor! Amém.
Rev. José Oliveira Filho
Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130 

sábado, 22 de setembro de 2012

De Que Se Queixa Ele Ainda?

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

DE QUE SE QUEIXA ELE AINDA?
“Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?!” (Rm: 9:20).

Amados irmãos, Deus nunca esteve limitado ou obrigado a realizar milagres somente entre o povo judeu (Lc 4:16-30). O Senhor Jesus lembrou os Seus ouvintes que “muitas viúvas havia em Israel no tempo de Elias, quando houve fome por toda a terra; e a nenhuma delas foi Elias enviado, senão a uma viúva de Sarepta de Sidom. Havia também muitos leprosos nos dias do profeta Eliseu, e nenhum deles teve o privilégio de ser purificado, senão Naamã, o siro” (Lc 4:25-27). Essa mensagem fere o orgulho e a auto-estima de toda humanidade caída. Essa palavra sempre enfrentou a resistência de todo aquele que não admite a soberania de Deus. O Senhor Jesus estava ensinando que Deus não é devedor a qualquer ser humano; Suas bênçãos podem ser estendidas a quem Ele quiser, e se alguém for preterido na concessão de Seus atos de misericórdia, não terá nenhum direito de reclamar ou achar falhas em Deus. Lemos que “todos na sinagoga, ouvindo estas coisas, se encheram de ira”, e expulsaram o Senhor Jesus da cidade com a intenção de matá-Lo (Lc 4:28,29). De toda doutrina cristã, nenhuma é tão ofensiva ao homem natural quanto a que declara ser Deus Soberano. Todos gostam de ouvir que Deus é bondoso; que Ele deseja a salvação de todos os homens. Mas quando anunciamos que Deus tem misericórdia de quem quer e endurece a quem lhe apraz; ou que não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia (Rm 9:6-33), vemos despertar em muitos ouvintes um sentimento de ira. Poucos são os que chegam ao pleno conhecimento da Verdade de Deus, enquanto muitos são os que permanecem em densas trevas (Mt 7:13,14). Por quê? Somente uma verdade pode justificar essa situação: Deus é Supremo e Excelso e tudo está determinado por Ele, não anulando a responsabilidade humana. Deus tem todo o direito de predestinar uns para vida e preordenar outros para a morte. Ele é Deus, o Senhor da terra e céus, e todo joelho se dobrará diante dEle. Medita nestas coisas! Amém.
Rev. José Oliveira Filho
Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130 

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Eleitos para as Boas Obras

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

ELEITOS PARA AS BOAS OBRAS
“Reconhecendo, irmãos, amados de Deus, a vossa eleição”(1Ts 1:4).
   
Amados irmãos, por que Deus nos elegeu e nos salvou? Por que Ele deixou que outros permanecessem em suas velhas vidas, mortos em seus delitos e pecados? Essas são questões que merecem consideração. A salvação pertence a Deus. É Ele quem nos salva, pois, de outro modo, ninguém seria salvo. É necessário, primeiramente, que Deus faça a Sua livre escolha e em Cristo Jesus nos chame eficazmente por intermédio do Espírito Santo, ou jamais seremos salvos. Com certeza, se não somos pessoas salvas a responsabilidade é toda nossa. Mas, se já somos salvos, sem dúvida devemos reconhecer que essa obra está fundamentada em Deus (Ef 1:4,5). Nosso cântico, durante toda a eternidade, será aquele pronunciado pelos lábios do profeta Jonas: “Ao SENHOR pertence a salvação!” (Jn 2:9). Mas, saiba que eleição sempre tem em vista as boas obras, frutos para glória de Deus. Aqueles a quem Cristo escolheu dentre a raça humana, Ele os escolheu não somente para serem salvos da “ira vindoura”, mas para que produzam frutos que possam ser vistos e glorifiquem a Deus. Qualquer eleição que não manifesta essa característica é um engano do coração. A fé, o amor e a esperança dos cristãos primitivos levaram o apóstolo Paulo a afirmar: “Reconhecendo, irmãos, amados de Deus, a vossa eleição” (1Ts 1:4). Onde não existe boas obras, fruto visível do Espírito Santo, vida cristã autêntica, pode ficar certo de que ali também não existe eleição. Assimilando princípios como este, não teremos o receio de admitir a doutrina da eleição. Assim como outras verdades apresentadas no Evangelho este ensino tem sofrido rejeição, abuso e perversão por parte de ignorantes e instáveis (2Pe 3:16). Todavia, para um crente maduro, sendo assimilado corretamente, ele traz ânimo, satisfação e indizível conforto. “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça.” (Jo 15:16). Amém!

Rev. José Oliveira Filho

Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A Necessidade de Arrependimento

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

A NECESSIDADE DE ARREPENDIMENTO
“Se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis”(Lc 13:5).

Amados irmãos, os que vivem constantemente em crises existenciais e conflitos espirituais podem estar nessas condições por insistirem em ser o senhor de suas vidas, insubmissos a Deus e a Sua Palavra. Você reconhece esse pecado? Esse pecado tira do ser humano a possibilidade de uma vida abençoada. De todo o coração, você ama a autoridade soberana de Deus? Não? Confesse esse pecado e humildemente suplique a Deus o perdão e a libertação. Essa é uma questão séria que merece a nossa mais intensa consideração. Se alguém morrer em flagrante insubmissão a Deus, sem conversão e sem a experiência de arrependimento, melhor seria jamais ter nascido (Mc 14:21). “Arrependei-vos!” Estas foram palavras do apóstolo Pedro aos judeus que haviam crucificado Cristo Jesus (At 3:19). Convencer do pecado é uma obra do Espírito Santo, mas nós somos responsáveis por nosso arrependimento, ele é pessoal e intransferível, ninguém pode experimentá-lo em nosso lugar. Existe um bom motivo para você ser encorajado à experiência de arrependimento submetendo-se a Deus e a Sua Palavra. O Senhor Jesus Cristo é quem chama afirmando que da parte de Deus há graça para perdoar, promessa de bênçãos e disposição para receber qualquer pecador arrependido. “Há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende” (Lc 15:10). “Não vos demoreis! Não vos demoreis! Vinde sem temor! Quem vos chama é Jesus Cristo, que morreu por nós na cruz”. Arrependa-se e submeta-se ao Senhor dos senhores, ao Rei dos reis! “Se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis”, disse o Senhor Jesus. Neste mundo sempre existirão pecados para confessar, lutas a enfrentar e imperfeições a lamentar, mas lembre-se do que disse o salmista Davi: “A bondade e misericórdia do SENHOR certamente me seguirão todos os dias da minha vida e habitarei na Casa do SENHOR para todo o sempre” (Sl 23:6). Medita nestas coisas!

Rev. José Oliveira Filho

Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130 

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Viver para Louvor da Glória de Deus

VIVER PARA LOUVOR DA GLÓRIA DE DEUS
“A fim de sermos para louvor da Sua glória”(Ef 1:12).

Amados irmãos, originalmente fomos feitos para glorificar a Deus e, de igual modo, fomos salvos “a fim de sermos para louvor da gloria Deus”. O objetivo final da salvação em Cristo Jesus é colocar-nos no estado no qual realmente glorificamos a Deus. É dessa maneira que nós devemos estimar a salvação, compreendendo que “Deus nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados” (Cl 1:13,14); “a fim de sermos para louvor da Sua glória” (Ef 1:12). Em essência ser salvo é ser conduzido à vida, percepção e testemunho da glória de Deus. Os salvos são destinados ao louvor, adoração e ação de graças, tributando a Deus a glória que Lhe é devida, sendo esta a suprema prova que são Seus verdadeiros filhos. É uma atitude ímpia simplesmente salientar os benefícios alcançados em alguma igreja sem dedicar a Deus a Sua glória. As mensagens psicológicas das seitas e falsas religiões anunciam a solução dos mais variados tipos de problemas aos desanimados, preocupados, ansiosos, deprimidos e miseráveis; e uma boa situação financeira tem o poder de fazer muita gente feliz e independente, elevando-os a uma condição privilegiada, e mesmo assim, isso não prova que são filhos de Deus. A prova essencial que alguém é um autêntico filho de Deus é que ele vive “para louvor da glória de Sua graça”, não importando as adversidades enfrentadas nesta vida. “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça” (Ef 1:3-6). Considere estas coisas e viva para louvor da glória de Deus. Amém!

Rev. José Oliveira Filho
*Visite a Igreja Presbiteriana da Silva Jardim - Curitiba/PR
Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário
(41)3242-8375