"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

O Amigo Verdadeiro

O Amigo Verdadeiro
“Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” (Jo 15.13).

Muitos são os amigos em tempos de fartura e alegria. Poucos são os amigos em tempos de escassez e tristeza. Qual o amigo que está preocupado com a nossa vida aqui neste mundo e com o estado e condição eterna da nossa alma? Um amigo verdadeiro é conhecido por suas ações. Jamais houve ação tão eficaz em demonstrar amor verdadeiro quanto a que Jesus Cristo demonstrou por nós. Embora, por natureza, Ele seja Deus, para o nosso bem assumiu a natureza humana, tornando-se igual a nós (Fp 2.6,7). Durante trinta e três anos viveu neste mundo perverso, por experiência soube o que é padecer injustamente, ser traído, desprezado. NEle foi despejado a iniquidade de todos nós (Is 53.3-5). Isso está além da nossa capacidade de compreensão. “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos”. E quem está disposto a dar a própria vida em favor de inimigos? Foi exatamente isso que Cristo Jesus fez por nós. Por natureza somos pecadores, inimigos de Deus, tendo a morte como salário (Rm 6.23); foi esse o preço que Jesus Cristo pagou por nós. Ele se submeteu à terrível morte na cruz (Fp 2.8). Você compreende e aceita isso? Se você quer um amigo verdadeiro, venha a Cristo. Não importa o quanto você é indigno dessa amizade, Ele está disposto a recebê-lo, compreender todos os seus embaraços, fazer de você uma nova criatura (2Co 5.17), vesti-lo com o manto de justiça (Is 61.10), dar-lhe o Seu Espírito e torná-lo um abençoado filho de Deus. Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve” (Mt 11.28-30). Venha a Ele, reconheça o estado e condição da sua alma. A genuína fonte de paz é Jesus Cristo, o nosso Senhor e Salvador. Amém!

Rev. José Rodrigues Filho

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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

“Tesouro em Vasos de Barro”

Igreja Presbiteriana da Silva Jardim - Curitiba/PR

“Tesouro em Vasos de Barro” 
Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós” (2Co 4.7).

Amados irmãos, em nossa história notamos homens eminentes, de vasto conhecimento, sábios, pensadores, gênios, líderes destacados na sociedade, mas não usados por Deus. Por quê? Porque em suas mentes e do ponto de vista humano veem-se como excelentes, magníficos, cheios de grandeza. Traídos pela soberba, maravilhados com o próprio valor não manifestam admiração e apreço por Deus, negam a necessidade que a criatura tem do Criador e Mantenedor do céu e da terra. Vemos outros, porém, que vivem para a glória de Deus. São homens simples, vasos de barro, que iluminados pelo Espírito Santo proclamam o precioso testemunho do Senhor. Eles louvam a Deus pelo que Ele é, rendem graças a Deus por todos os seus benefícios, testemunham da sua dependência e anunciam que a verdadeira segurança só é possível quando protegidos pelo “SENHOR dos Exércitos” (Sl 124.1-8). São estes que nos incentivam a esperar no Senhor, a sermos purificados de toda falsa confiança, a depender exclusivamente de Deus e a desprezar sem medo qualquer investida dos nossos adversários. “O nosso socorro está em o nome do SENHOR, criador do céu e da terra” (Sl 124.8). “Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado” (Lc 10.21). “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós” (2Co 4.7). Gracioso Deus, louvado seja o teu santo e precioso Nome! Graças te damos, ó Senhor, pelos vasos de barro que carregam o tesouro da verdade, pelos quebráveis e frágeis que trazem o conhecimento da glória de Deus na face de Cristo. Uma honra aos que dizem não ao orgulho, e sim a humildade. “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mt 5.3). Amém!

Pr. José Rodrigues Filho

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sábado, 10 de fevereiro de 2018

Deus Bom e Misericordioso

Igreja Presbiteriana da Silva Jardim - Curitiba/PR

Deus Bom e Misericordioso
Rendei graças ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre” (Sl 136.1).

Amados irmãos, devemos louvar a Deus pelo que Ele é em Si mesmo. Deus Supremo, Soberano, Imutável, Santo, Gracioso, Bom e Misericordioso. Ele é Deus de toda bondade! “Tu és bom e fazes o bem; ensina-me os teus decretos” (Sl 119.68). Deus é essencialmente bom; e não somente bom, Ele é a própria bondade. Na criatura, a bondade é uma qualidade comunicada, acrescentada; em Deus é Sua essência. “Rendam graças ao Senhor por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!” (Sl 107.8). “Bom e reto é o Senhor, por isso, aponta o caminho aos pecadores” (Sl 25.8). Disse o Senhor Jesus: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14.6). Um fruto da bondade de Deus é a Sua misericórdia, que é a pronta inclinação de Deus em aliviar as misérias das criaturas caídas. “Pela manhã louvarei com alegria a tua misericórdia; pois tu me tens sido alto refúgio e proteção no dia da minha angústia” (Sl 59.16). Em geral, Deus tem demostrado Seu cuidado para com toda a criação. Ele sustém por Suas ações especiais e misericordiosas os filhos dos homens, ajudando-os, apesar dos seus pecados (Mt 5.45). Ele comunica Sua misericórdia soberana aos Seus eleitos, aos herdeiros da salvação, por meio do Pacto da Graça firmado em Cristo Jesus, o Mediador. É triste dizer, mas a misericórdia de Deus concedida aos incrédulos é exclusivamente temporal. Limita-se a presente vida. Não há misericórdia que se estenda a eles além-túmulo. Mas Deus nunca deixa de ser misericordioso. Isto constitui uma qualidade de Sua essência divina e o exercício de Sua misericórdia é regulado por Sua vontade soberana. “Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão” (Rm 9.15). “Não por obras de justiça praticada por nós, mas segundo a sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, afim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna” (Tt 3.5-7). Amém!

Pr. José Rodrigues Filho

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terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

“O Inimigo da Humildade”

“O Inimigo da Humildade”
“Tens visto a um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há no insensato do que nele” (Pv 26.12).  

O orgulho está em todo lugar e se manifesta de muitas maneiras. Por mais que odiemos admitir, todos nós temos orgulho – todos sem exceção. A questão não é: “Eu tenho orgulho?”, e sim: “Onde ele está? Quanto eu tenho?” Como ele se manifesta?” Todos nós temos a tendência de pensar muito sobre nós mesmos e a respeito de nós mesmos. Aqueles que apresentam um sentimento excessivo de contentamento a respeito de si mesmos, não pensam suficientemente. O orgulho é evidência de tolice e de imaturidade! “Tens visto a um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há no insensato do que nele” (Pv 26.12). Na literatura dos puritanos encontramos muitos discursos combatendo esse mal. Eles nos mostram pela Palavra de Deus a predisposição que temos ao orgulho de posição (Mt 23.6), habilidade (2Cr 26.15-16), realizações (Dn 4.22), riquezas (1Tm 6.17), posses (Mt 6.19), conhecimento (Is 47.10), sabedoria (1Co 8.1), grandeza espiritual (Lc 22.24), justiça própria (Rm 10.3), ser estimado ou querido (Gl 1.10), experiências espirituais (2Co 12.7). Nossa carne se inclina ao orgulho. O orgulho é uma armadilha fácil de ser usada por Satanás. Uma pessoa dominada pelo orgulho raramente se preocupa com os outros; não se importa com as necessidades e as preocupações do seu próximo. Ela não vê nada além dos seus próprios desejos. O puritano Thomas Watson disse: “O orgulho é uma embriaguez espiritual; ele sobe à cabeça como um vinho e intoxica o cérebro. É idolatria. Um homem orgulhoso é um adorador de si mesmo”. Óh, Deus! Livra-nos da vanglória, vaidade, ostentação, arrogância, imponência, altivez de espírito, soberba, autoestima elevada, escarnecimento, egoísmo. Nós te suplicamos em nome do Senhor Jesus. Amém!

Dr. Stuart Scott
*Pastor na Grace Community Church em Sun Valley, CA

*Do Orgulho à Humildade - Editora Fiel

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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

“A Graça do Arrependimento”

Igreja Presbiteriana da Silva Jardim - Curitiba/PR

“A Graça do Arrependimento”
“Ou desprezas a riqueza da sua bondade, e tolerância, e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento?” (Rm 2.4).

O arrependimento é uma graça indispensável aos santos nesta vida. Em nossos dias temos considerado mais sobre a fé do que sobre o arrependimento. De fato, sabemos que sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11.6); que pela graça somos salvos, mediante a fé (Ef 2.8); que o justo viverá por fé (Rm 1.17); e que justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo (Rm 5.1). A fé genuína sempre vem acompanhada de outras graças, e o arrependimento, sendo uma graça, só pode ser exercido por alguém com fé justificadora. Não devemos separar essas graças, mas distingui-las. Acertamos quando afirmamos que o arrependimento é de tal importância que ninguém será salvo sem ele. “Eu vo-lo afirmo; se, porém, não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis” (Lc 13.3). “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados” (At 3.19). Vemos que o arrependimento é uma graça requerida sob o evangelho. O primeiro sermão que Cristo pregou foi: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt 4.17). E em Suas palavras de despedida, quando deixou Seus discípulos e ascendeu aos céus, foram no sentido de que “em seu nome se pregasse o arrependimento para remissão de pecados a todas as nações” (Lc 24.47). Os santos apóstolos fizeram o mesmo: “Então, saindo eles, pregavam ao povo que se arrependesse” (Mc 6.12). O arrependimento é pura graça do novo Pacto. O antigo Pacto feito com Adão não admitia arrependimento; era pecar e morrer (Gn 2.15-17). Graciosamente, pelo Evangelho, o arrependimento entrou em nossa história. Jesus Cristo adquiriu, por Seu sacrifício vicário, por Seu sangue vertido na Cruz, a segurança de que os pecadores que se arrependem serão salvos. Aleluia!

Pr. José Rodrigues Filho

*A Doutrina do Arrependimento, Thomas Watson – Editora PES

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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Do Sacramento – “Ceia do Senhor”

Igreja Presbiteriana da Silva Jardim - Curitiba/PR

Do Sacramento – “Ceia do Senhor”
“Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (1Co 11.26).

Na noite em que foi traído, nosso Senhor Jesus instituiu o sacramento do seu corpo e sangue, chamado Ceia do Senhor, para ser observado em sua Igreja até ao final do mundo, a fim de lembrar perpetuamente o sacrifício que em sua morte Ele fez de si mesmo, selar aos verdadeiros crentes os benefícios provenientes desse sacrifício para o seu nutrimento espiritual e crescimento nEle e a sua obrigação de cumprir todos os seus deveres para com Ele, e ser um vínculo e penhor da sua comunhão com Ele e de uns com os outros, como membros do seu corpo místico. 

“O Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (1Co 11.23-26).

A consagração, o pão quebrado, o vinho derramado, distribuídos, recebidos, comido e bebido pelos comungantes; a graça interna, espiritual, significada pelo sinal é – primeiramente, Cristo crucificado (sua carne rasgada e seu sangue derramado) por nós, e dando-se a nós para ser espiritualmente recebido e assimilado como o princípio de uma nova vida; e então, consequentemente, a união com Cristo, a habitação do Espírito Santo, e todos os benefícios assegurados pela morte sacrificial de nosso Senhor.

Os que participam dignamente da Santa Ceia tornam-se, não de maneira corporal e carnal, mas pela fé, participantes do corpo e do sangue de Cristo, com todas as suas bênçãos. Eles são alimentados, fortalecidos no espírito e motivados ao crescimento “na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2Pe 3.18).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

*Confissão de Fé de Westminster Comentada, A.A.Hodge - Editora Os Puritanos
*Breve Catecismo de Westminster Comentado, Leonard Van Horn - Editora Os Puritanos
*A Fé Cristã - Estudos baseados no Breve Catecismo de Westminster, Thomas Watson - Editora Cultura Cristã

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Do Sacramento – “Batismo”

Igreja Presbiteriana da Silva Jardim - Curitiba/PR

Do Sacramento – Batismo
“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28.19,20).

Há só dois sacramentos ordenados por Cristo, nosso Senhor, no Evangelho - o Batismo e a Santa Ceia. A palavra “Sacramento”, em seu uso clássico, é uma palavra que designava alguma coisa que obriga ou envolve obrigações, uma garantia dada ou um juramento de obediência. Em seu uso eclesiástico, corretamente usado pela Igreja, significa uma santa ordenança imediatamente instituída por Deus para representar Cristo. Cada sacramento consiste de dois elementos – um sinal externo, sensível; e uma graça interna, espiritual, significada pelo sinal. 

“O Batismo é um sacramento do Novo Testamento, instituído por Jesus Cristo, não só para solenemente admitir na Igreja a pessoa batizada, mas também para servir-lhe de sinal e selo do pacto da graça, de sua união com Cristo, da regeneração, da remissão dos pecados e também da sua consagração a Deus por Jesus Cristo, a fim de andar em novidade de vida”. No Batismo o sinal externo sensível é a água, que deve ser aplicada em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo à pessoa do batizando. A graça interior, espiritual, significada pelo sinal é – a purificação espiritual pelo poder imediato e pessoal do Espírito Santo na alma; e então, consequentemente, a habitação do Espírito Santo, resultando na união do batizando com Cristo, tornando-o herdeiro de todos os benefícios do pacto. 

Nele, também fostes circuncidados, não por intermédio de mãos, mas no despojamento do corpo da carne, que é a circuncisão de Cristo, tendo sido sepultados, juntamente com ele, no batismo, no qual igualmente fostes ressuscitados mediante a fé no poder de Deus que o ressuscitou dentre os mortos. E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos” (Cl 2.11-13). 

“Não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, a fim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna” (Tt 3.5-7). 

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

*Aula ministrada na IPSilvaJardim (28.01.2018)
*Confissão de Fé de Westminster Comentada, A.A.Hodge - Editora Os Puritanos
*Breve Catecismo de Westminster Comentado, Leonard Van Horn - Editora Os Puritanos
*A Fé Cristã - Estudos baseados no Breve Catecismo de Westminster, Thomas Watson - Editora Cultura Cristã

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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

“Vivendo para a Glória de Deus”

“Vivendo para a Glória de Deus”
“Ora, o intuito da presente admoestação visa ao amor que procede de coração puro, e de consciência boa, e de fé sem hipocrisia” (1Tm 1.5).

Amados irmãos, entendemos e aceitamos que o fim principal do homem é glorificar a Deus e deleitar-se nEle para sempre”. É nosso dever estudar as Escrituras, ler bons livros, adquirir conhecimento e transmiti-lo aos nossos semelhantes. Devemos fazer isso com o propósito de honrar o "Deus da Glória" (Mt 28.19,20). Não há prazer maior do que glorificar a Deus e deleitar-se nEle para sempre. Nós, pastores, pela virtude do ofício, devemos glorificar a Deus. Devemos glorificá-Lo pelo labor na palavra, “com toda a longanimidade e doutrina” (2Tm 4.1,2). Todos nós precisamos ser mais conscientes quanto à necessidade de zelo, pureza e santidade em nosso ministério. “Os sacerdotes sobre a lei, antes de servirem no altar, lavavam-se na pia; assim, aqueles que servem na casa de Deus deveriam primeiro ser lavados dos grandes pecados na pia do arrependimento” (Êx 30.17-21), declarou Thomas Watson (1620-1689). “É uma realidade penosa e vergonhosa pensar naqueles que se chamam pastores, mas que em vez de darem glória a Deus o desonram”. “A razão humana tem prazer em encontrar erros nos mensageiros da Palavra de Deus. Ela pode detectar rapidamente se as vidas e hábitos desses mestres não são consistentes com os ensinos absolutamente puros que eles proclamam”, escreveu Martinho Lutero (1483-1546). Cuidemos para que em nosso serviço o “Altíssimo Deus” não seja desonrado. Os homens não nos julgam apenas com base nas doutrinas que pregamos; eles combinam, ao mesmo tempo, com a vida que levamos. Óh, Deus gracioso e misericordioso! Que por nossas vidas tu sejas honrado, estimado, apreciado, para sempre glorificado. Amém!

Pr. José Rodrigues Filho

*“A Fé Cristã” – Estudos baseados no Breve Catecismo de Westminster, Thomas Watson – Editora Cultura Cristã
*“Somente a Fé”, Martinho Lutero – Editora Ultimato

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domingo, 14 de janeiro de 2018

O Amor é o vínculo da Perfeição

O Amor é o vínculo da Perfeição
“Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Lc 6.31).

Amados irmãos, o que sabemos sobre o amor e suas implicações? A vida e o ensino do nosso Senhor Jesus nos conduzem a este importante assunto. O amor é uma característica de todo verdadeiro cristão (1Co 13.4-7). O amor que encontramos em Cristo é o vínculo da perfeição (Cl 3.14). Seria muito bom para a humanidade se os atributos e preceitos de Deus fossem apreciados com frequência e observados com diligência. Disse o Senhor Jesus: “Digo-vos, porém, a vós outros que me ouvis: amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam. Ao que te bate numa face, oferece-lhe também a outra; e, ao que tirar a tua capa, deixa-o levar também a túnica; dá a todo que te pede; e, se alguém levar o que é teu, não entres em demanda. Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Lc 6.27-31). Considerando com honestidade as recomendações do nosso Senhor Jesus, chegaremos a conclusão que são poucos os que manifestam esse tipo de amor. É comum encontrarmos animosidade e mais disposição entre os povos para a contenda do que para a paz. Raramente encontramos aquele que ama o inimigo, que abençoa quem o amaldiçoa e ora por quem o calunia. Onde está o bondoso para com o ingrato e mau? Neste ponto recordamos aquelas palavras de Cristo: “Estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela” (Mt 7.14). A vida cristã autêntica não atrapalha a felicidade humana, é a falta de autenticidade e dedicação na vida cristã que tornam os homens infelizes. “De onde procedem guerras e contendas que há entre vós? De onde, senão dos prazeres que militam na vossa carne? Cobiçais e nada tendes; matais e invejais, e nada podeis obter; viveis a lutar e a fazer guerras” (Tg 4.1,2). “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (1Jo 4.7,8). Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

"Nascidos de Deus"

"Nascidos de Deus"
“Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus” (1Jo 5.1).

É muito importante identificarmos provas de que somos nascidos de Deus. Que fomos regenerados pelo Espírito Santo. Que em nós foi implantado nova vida na alma com disposição para crer que Jesus é o Cristo. Você crê que Jesus é o Cristo? “Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus” (1Jo 4.2). Você compreende essa declaração? Nela o apóstolo João expõe a doutrina completa sobre a pessoa de Jesus Cristo. Ela significa que o “Filho de Deus” gerado no ventre da Virgem Maria era verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem. Que Ele é a segunda Pessoa da bendita Trindade Santa. Se aplicarmos essa prova de fé as seitas existentes no mundo veremos a importância dela e constataremos que muitos não confessam essa verdade (1Jo 4.3). Somos orientados pelas Escrituras que não basta saber que Jesus é o Filho de Deus (Mt 8.29); ou dizer que Ele é Senhor, pois “nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus” (Mt 7.21). É necessário que se faça uma genuína profissão de fé, observando cuidadosamente todas as implicações dessa especial confissão: Jesus é o Cristo, Ele é Deus, Ele veio em carne, Ele é o eterno Filho de Deus, co-igual, co-eterno com Deus Pai. Ele é Senhor e Salvador, Único! Você entende e acata as implicações dessa confissão? “Creio no Senhor Jesus Cristo, o unigênito Filho de Deus, gerado pelo Pai antes de todos os séculos, Deus de Deus, Luz da Luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado não feito, de uma só substância com o Pai; pelo qual todas as coisas foram feitas; o qual por nós homens e por nossa salvação, desceu dos céus, foi feito carne pelo Espírito Santo da Virgem Maria, e foi feito homem; e foi crucificado por nós sob o poder de Pôncio Pilatos. Ele padeceu e foi sepultado; e no terceiro dia ressuscitou conforme as Escrituras; e subiu ao céu e assentou-se à direita do Pai, e de novo há de vir com glória para julgar os vivos e os mortos, e seu reino não terá fim” (Credo Niceno, 325 AD). Amém!

Rev. José Oliveira Filho

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