"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



quarta-feira, 2 de junho de 2021

“A SI MESMO SE HUMILHOU”


 “A SI MESMO SE HUMILHOU”

“A si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Fp 2.8).

Jesus de Nazaré é o nosso grande mestre quanto à humildade de coração. Precisamos aprender com Ele diariamente. Veja o Mestre pegando uma toalha e lavando os pés dos Seus discípulos! Você não se humilharia? Veja-o como o Servo dos servos, e certamente você não poderá ser orgulhoso! (Jo 13.1-35).

“A si mesmo se humilhou”. Esta frase não é o sumário de Sua biografia? Não estava Ele na Terra, sempre despindo primeiro um manto de honra e depois outro, até que, nu, foi preso à cruz? E lá, Ele não se esvaziou do Seu homem interior, derramando Seu sangue vital, entregando-se por todos nós, até que o colocaram num sepulcro emprestado? Quão humilde foi o nosso querido Redentor! Como então podemos ser orgulhosos? (Mt 27.59,60).

Fique aos pés da Cruz e conte as gotas de sangue pelas quais você foi purificado. Veja a coroa de espinhos, observe Seus ombros açoitados ainda jorrando fluxos vermelhos. Observe as mãos e os pés entregues ao duro ferro e todo o Seu ser entregue à zombaria e ao escárnio. Considere a amargura, as dores e os espasmos de sofrimento interior revelando-se em Seu corpo exposto; ouça o grito emocionante: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mt 27.46).

Se você não cair prostrado no chão perante a Cruz de Cristo, é porque nunca a viu: se não é humilde na presença de Deus, você não o conhece. Você estava tão perdido que nada podia salvá-lo, a não ser o sacrifício do Unigênito de Deus. Pense nisso e, como Jesus se rebaixou por você, incline-se humildemente aos Seus pés. Um sentimento do incrível amor de Cristo por nós tem mais tendência a nos quebrantar do que a consciência da nossa própria culpa (Fp 2.5-11).

Que o Espírito do Senhor nos leve à contemplação do Calvário, então nossa posição não será mais a do homem pomposo de orgulho, mas tomaremos o humilde lugar daquele que muito ama, porque muito lhe foi perdoado. O orgulho não pode viver à sombra da Cruz. “Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte” (1Pe 5.6).

Deus nos abençoe!

C.H.Spurgeon (1834-1892).

*Visite a Igreja Presbiteriana Silva Jardim - Curitiba/PR.

Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário.
(41)3242-1115

quarta-feira, 26 de maio de 2021

“O ESPÍRITO NOS ASSISTE EM NOSSA FRAQUEZA”

 

“O ESPÍRITO NOS ASSISTE EM NOSSA FRAQUEZA”

“Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis” (Rm 8.26).

“Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza”. Com o fim de evitar que os crentes aleguem que são demasiadamente frágeis para serem qualificados a suportar fardos tão pesados, o apóstolo Paulo põe diante deles o auxílio do Espírito, o qual é plenamente suficiente para vencer todas as dificuldades. Não há, pois, razão alguma para que nos queixemos de que carregar a cruz é algo que está além das nossas forças, uma vez que somos fortalecidos com o poder celestial. O Espírito mesmo toma parte em levar o fardo que debilita nossas forças e aumenta nossa fragilidade, e não só nos fornece ajuda e socorro, mas também nos soergue, como se ele mesmo aguentasse o fardo por nós.

“Porque não sabemos orar como convém”. Já fomos orientados acerca do testemunho do Espírito, pelo qual ficamos sabendo que Deus é nosso Pai e no qual ousamos confiadamente invocá-lo (Rm 8.15). O apóstolo agora reitera a segunda parte relativa à invocação, e diz que somos ensinados pelo mesmo Espírito como devemos orar a Deus e o que devemos pedir-lhe em nossas orações. Com estas palavras, creio eu, Paulo simplesmente quis dizer que somos como que cegos quando oramos a Deus, visto que, embora aliviados de nossos males, nossas mentes se acham tão perturbadas e confusas em fazer a escolha certa do que nos convém, ou do que necessitamos. Se alguém alega que temos uma regra prescrita na Palavra de Deus para nós, respondo que nossos afetos permanecem sobrecarregados com trevas a despeito disto, até que o Espírito os guie com sua luz.

“Mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis”. Ainda quando não pareça que nossas orações tenham sido realmente ouvidas por Deus, o apóstolo Paulo conclui que a presença da graça celestial já se manifesta no próprio zelo pela oração, visto que ninguém, de seu próprio arbítrio, conceberia que suas orações são sinceras e piedosas. O Espírito, portanto, é quem deve prescrever a forma de nossas orações. Paulo chama de inexprimíveis os gemidos que irrompem de dentro de nós ao impulso do Espírito, visto que vão muito além da capacidade de nosso intelecto. O Espírito afeta de tal forma os nossos corações que estas orações, pelo seu fervor, penetram o próprio céu. Somos incitados a clamar (Mt 7.7). Mas ninguém, por sua própria iniciativa pronunciaria uma só sílaba, com discernimento, se Deus não ouvisse o clamor de nossas almas que cedem ao impulso secreto de seu Espírito, e não abrisse nossos corações para ele mesmo.

Aleluia!

João Calvino (1509-1564).

*Comentários em Romanos, Ed. Paracletos.

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segunda-feira, 24 de maio de 2021

“ELE NOS AMOU PRIMEIRO”

 

“ELE NOS AMOU PRIMEIRO”

“Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (1Jo 4.19).

Não há amor verdadeiro no coração por Deus, além daquele que vem do próprio Deus. Dessa fonte transbordante do infinito amor de Deus todo o nosso amor por Ele deve brotar. Isso deve sempre ser uma grande e inquestionável verdade, de que o amamos por nenhuma outra razão, além da que Ele nos amou primeiro. Nosso amor por Deus é resultado de Seu amor por nós.

Uma fria admiração ao estudar as obras de Deus, qualquer um pode ter, mas o calor do amor pode ser aceso no coração apenas pelo Espírito de Deus. Como é maravilhoso o fato de termos sido trazidos ao verdadeiro amor! Como é extraordinário que mesmo quando éramos rebeldes, Ele, por uma demonstração de Seu amor imensurável, procurou nos atrair para Si. Não! Jamais tivemos um grão de amor por Deus que não tivesse sido semeado em nós pela doce semente do Seu amor para conosco.

O amor, então, tem como fonte o amor de Deus derramado em nossos corações, mas após ter nascido, divinamente, é necessário que seja divinamente nutrido. O amor é raro, não é uma planta que florescerá naturalmente em solo humano, ele deve ser regado pelo céu. O amor a Deus, de todo o coração, alma e entendimento, e ao nosso próximo como a nós mesmos é a flor de delicada natureza, e se ela não receber alimento além daquele que pode ser tirado da rocha de nossos corações, logo secará. Como o amor vem do céu, precisa ser alimentado com o Pão Celestial. Não pode existir no deserto, a menos que seja alimentado pelo Maná que vem lá de cima.

“O amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros” (1Jo 4.7,10,11).

Deus nos abençoe!

C.H.Spurgeon (1834-1892).

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quarta-feira, 19 de maio de 2021

“O AMOR CRISTÃO”


“O AMOR CRISTÃO”

“...se não tiver amor, nada serei” (1Co 13.2).

O amor que há no coração do cristão não é o mesmo amor dos demais homens. O amor do homem natural para com os diferentes objetos pode proceder de diferentes princípios e objetivos; mas o amor cristão é mui distinto deste. Ele é um em seu princípio, seja qual for o objeto em favor do qual é exercido; ele procede da mesma fonte no coração, ainda que corra em diversas direções.

O amor cristão se origina no sopro do Espírito, seja para com Deus, seja para com o homem. O Espírito de Deus é o Espírito de Amor, e quando ele adentra a alma, o amor também entra aí com ele. Deus é amor, e aquele que tem Deus habitando em si por meio de seu Espírito, também terá o amor habitando em si. A natureza do Espírito Santo é amor; e é por comunicar-se, em sua própria natureza, aos santos, que seus corações se enchem do amor divino (Rm 5.5; 15.30; Cl 1.8).  

O amor cristão, seja para com Deus, seja para com o homem, é operado no coração pela mesma obra do Espírito. Não há duas obras do Espírito de Deus, uma a infundir um espírito de amor para com Deus, e a outra a infundir um espírito de amor para com os homens; mas, ao produzir uma, o Espírito produz também a outra. Na obra da conversão, o Espírito Santo renova o coração, dando-lhe uma disposição divina; assim, é uma e a mesma disposição divina que é operada no coração, a qual se manifesta em amor, seja para com Deus, seja para os homens (1Jo 3.23,24; 4.12,13; 20,21).

Quando Deus e o homem são amados com um amor realmente cristão, ambos são amados com base nos mesmos motivos. Quando Deus é amado de uma maneira correta, ele é amado por sua excelência e pela beleza de sua natureza, especialmente pela santidade de sua natureza; e é proveniente do mesmo motivo que os santos são amados – por causa da santidade. O amor para com Deus é o fundamento do gracioso amor para com os homens; e os homens são amados, ou porque em algum aspecto se assemelham a Deus, na posse de sua natureza e imagem espiritual, ou em razão da relação que mantêm com ele na capacidade de seus filhos ou criaturas – como aqueles que são abençoados por ele, ou a quem sua misericórdia é oferecida.

Deus nos abençoe!

Jonathan Edwards (1703-1758).

*A Caridade e seus Frutos, Editora Fiel.

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terça-feira, 11 de maio de 2021

“O AMOR CRISTÃO É HUMILDE”

Irmã Maria Lina

“O AMOR CRISTÃO É HUMILDE”

“O amor não se ufana, não se ensoberbece” (1Co 13.4).

Observe que o amor cristão é expresso como o oposto não só do comportamento soberbo, mas de uma atitude soberba, ou o orgulho no coração, porquanto o amor “não se ensoberbece”.

A humildade pode ser definida como sendo o hábito da mente e do coração que corresponde à nossa indignidade e vileza em comparação com Deus, ou o senso de nossa própria insignificância aos olhos de Deus, com a disposição para um comportamento correspondente à humildade. Ela consiste em parte no senso ou estima que temos de nós mesmos; e, em parte, na disposição que temos para um comportamento correspondente a este senso ou estima (Rm 12.3).

O primeiro elemento na humildade é: O senso de nossa própria insignificância comparativa. Digo insignificância comparativa porque a humildade é uma graça peculiar aos seres que são gloriosos e excelentes em todos os seus muitos aspectos. Assim os santos e anjos no céu, suplantam em humildade; e esta é peculiar a eles e adequada neles, ainda que sejam seres puros, impolutos e gloriosos, perfeitos em santidade e excelentes na mente e força. Mas, ainda que sejam assim gloriosos, contudo possuem uma insignificância comparativa diante de Deus (Sl 113.4-6).

Assim o homem Jesus Cristo, que é o mais excelente e glorioso de todas as criaturas, no entanto é manso e humilde de coração, e em humildade suplanta todos os demais seres. A humildade é uma das excelências de Cristo, porque ele é não somente Deus, mas também homem, e, como homem, ele era humilde; pois humildade não é, e não pode ser, um atributo da natureza divina. A natureza de Deus é de fato infinitamente oposta ao orgulho, e contudo a humildade não pode ser, propriamente, um predicado dele; pois, se o fosse, isto implicaria imperfeição, o que é impossível em Deus. Deus, que é infinito em excelência e glória, e infinitamente acima de todas as coisas, não pode ter em si qualquer consciência de insignificância, e, portanto não pode ser humilde. Humildade, porém, é uma excelência peculiar a todos os seres inteligentes criados, pois todos eles são infinitamente pequenos e insignificantes diante de Deus (1Pe 5.6).

Deus nos abençoe!

Jonathan Edwards (1703-1758).

*A Caridade e seus Frutos, Editora Fiel.

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quinta-feira, 29 de abril de 2021

“BEM-AVENTURADOS OS HUMILDES”


“BEM-AVENTURADOS OS HUMILDES”

“Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mt 5.3).

A necessidade de humilhar-nos a nós mesmos constitui o âmago do evangelho. A obra da graça só é iniciada e sustentada pelo exercício da humildade. É parte essencial da nova criatura. É contradição ser santificado, ser um verdadeiro cristão, e não ser humilde.

Todos os que pretendem ser cristãos têm que ser discípulos de Cristo e vir a Ele para aprender; e a lição que recebem é que sejam mansos e humildes. Quantos preceitos e quantos exemplos admiráveis nosso Senhor e Mestre nos deu com este propósito! Podemos imaginá-Lo deliberadamente lavando e enxugando os pés dos Seus discípulos a fim de mostrar-Se arrogante? (Jo 13.12-17).

Ah, de que nos orgulhamos? De nossos corpos? Não são eles como os dos animais, como o pó da terra? Orgulhamo-nos das nossas graças ou bênçãos? Ora, quanto mais orgulhosos ficarmos delas, menos orgulhosos deveremos ser. Quando tão grande parte da natureza da graça é humildade, é absurdo ter orgulho dela.

Orgulhamo-nos da nossa cultura, dos nossos conhecimentos e dos nossos talentos? Pois bem, certamente devemos compreender que, se temos algum conhecimento, deveria humilhar-nos o fato de sabermos tão pouco! Se sabemos mais que os outros, certamente temos maiores motivos para sermos mais humildes do que eles.

Assim, a nossa real ocupação deve consistir em ensinar a lição da abnegação e da humildade ao nosso povo, e em mostrar como não nos fica bem orgulhar-nos de nós mesmos. Portanto devemos estudar a humildade e pregá-la, bem como possuí-la e praticá-la. Todo orgulhoso que prega a humildade é, para dizer o mínimo, alguém que se condena a si mesmo. “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade” (Cl 3.12).

Deus nos abençoe!

Pr. Richard Baxter (1615-1691).

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terça-feira, 20 de abril de 2021

“IMACULADOS DIANTE DA SUA GLÓRIA”

 


“IMACULADOS DIANTE DA SUA GLÓRIA”

“Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória” (Jd 1.24).

Meditemos na palavra “imaculados!” Agora estamos muito distantes dela; mas como nosso Senhor Jesus nunca interrompe Seu trabalho antes de atingir a perfeição, nós a alcançaremos um dia. O Salvador, que manterá Seu povo até o fim, também o apresentará a Si mesmo finalmente como “igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” (Ef 5.27).

Como Cristo Jesus nos tornará imaculados? Ele nos lavará de nossos pecados em Seu precioso sangue até ficarmos limpos e formosos como o anjo mais puro de Deus; e seremos vestidos com Sua justiça, a justiça que faz do santo que a veste positivamente imaculado; sim, perfeito diante de Deus. Seremos inculpáveis e irrepreensíveis aos Seus olhos. Sua lei não apenas não terá acusação contra nós, mas será magnificada em nós. Além disso, a obra do Espírito Santo em nós será inteiramente completa. Seremos santos como Deus é santo e em Sua presença habitaremos para sempre. Os Santos não serão inconvenientes no céu; sua beleza será tão grande como a do lugar para eles preparado (Ap 21.1-27).

Óh, êxtase dessa hora em que as portas eternas serão abertas e nós, tendo sido transformados para receber a herança, habitaremos com os santos na luz. O pecado exterminado, Satanás encarcerado, a tentação finda para sempre, e nós “imaculados” diante de Deus; isto de fato será o céu. Alegremo-nos agora, ao ensaiarmos prontamente a canção de louvor eterno para ressoar com um coral completo de toda a multidão lavada pelo sangue do Cordeiro de Deus. “Ao único Deus, nosso Salvador, mediante Jesus Cristo, Senhor nosso, glória, majestade, império e soberania, antes de todas as eras, e agora, e por todos os séculos. Amém!” (Jd 1.25).

Deus nos abençoe!

C.H.Spurgeon (1834-1892).

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Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário.
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terça-feira, 13 de abril de 2021

"NÃO TENHAS SOBRE TI"

Wesley & Marlene (Feat. Jonatas Duarte).



“NÃO TENHAS SOBRE TI

Não tenhas sobre ti um só cuidado, qualquer que seja
Pois um, somente um, seria muito para ti

É Meu, somente Meu todo o trabalho
E o teu trabalho é descansar em Mim (2x)

Não temas quando enfim, tiveres que tomar decisão
entrega tudo a Mim, confia de todo o coração

É Meu, somente Meu todo o trabalho
E o teu trabalho é descansar em Mim (2x)

*Composição: Josué Rodrigues e Jefferson França

segunda-feira, 12 de abril de 2021

“EU SEREI O SEU DEUS”


“EU SEREI O SEU DEUS”

“Eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus” (Jr 32.38).

Que revelação animadora: “Eles serão o meu povo!” Que palavra confortadora: “Eu serei o seu Deus!” O mundo inteiro é de Deus; o céu, mesmo o céu dos céus é do SENHOR, e Ele reina entre os filhos dos homens, mas daqueles que Ele escolheu, que Ele comprou para si, Ele diz o que não diz dos outros – “Meu povo”. Nesta expressão há a ideia de propriedade. De uma forma especial “a porção do SENHOR é o seu povo; Jacó é a parte da sua herança” (Dt 32.9).

Todas as nações sobre a Terra são de Deus; o mundo inteiro está em seu poder; ainda assim é o Seu povo, os nascidos de Deus, Seus escolhidos, Sua posse mais especial. Eles foram comprados e lavados no “sangue do Cordeiro”. “Deus os amou com amor eterno; por isso, com benignidade os atraiu”, um amor que as muitas águas não podem apagar, e cujas revoluções do tempo nunca serão suficientes para diminuí-lo (Jr 31.3).

Querido irmão, você pode olhar para o céu e dizer: “Meu Senhor e meu Deus: meu por esse doce relacionamento que me permite chamar-te de Pai; meu por aquela comunhão sagrada a qual eu tenho prazer em manter contigo”? Pode ler a Bíblia e encontrar nela registros de sua salvação? Consegue, por meio de humilde fé, “tocar as vestes do Senhor Jesus” e dizer: “Meu Salvador”? Se pode, então Deus diz de você: “Meu filho”; pois se Deus for o seu Pai, e Jesus o seu Cristo, e o Espírito Santo o seu Consolador, Deus tem um cuidado especial e peculiar por você; você é objeto de Sua escolha, aceito com aliança eterna, em Seu Unigênito Filho.

“Eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus. Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos. Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim” (Jr 32.38-40).

Amém!

C.H.Spurgeon (1834-1892).

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quinta-feira, 8 de abril de 2021

“UM ANJO ESTEVE COMIGO”


“UM ANJO ESTEVE COMIGO”

“Porque, esta mesma noite, um anjo de Deus, de quem eu sou e a quem sirvo, esteve comigo” (At 27.23).

A tempestade e a longa escuridão, juntamente com o risco iminente do barco afundar, trouxeram para a tripulação uma situação triste; apenas um homem entre eles se mantinha perfeitamente calmo, e por sua palavra os demais foram tranquilizados. Paulo era o único que tinha coragem suficiente para dizer: “Senhores, tende bom ânimo”. Havia veteranos legionários romanos a bordo, e velhos marinheiros corajosos, e ainda assim, seu pobre prisioneiro judeu teve mais coragem que todos eles. Ele tinha um Amigo secreto que mantinha a sua bravura. O Senhor Jesus enviara um mensageiro celestial para sussurrar palavras de consolo ao ouvido de seu servo fiel, por isso ele tinha uma expressão iluminada e falou como um homem tranquilo (At 27.9-44).

Se temermos ao Senhor, talvez possamos procurar por intervenções oportunas quando estivermos numa situação grave. Anjos não são afastados de nós por tempestades ou escuridão. Serafins não acham humilhante visitar os mais pobres da família celestial. Se as visitas dos anjos são poucas e distantes em tempos normais, elas deverão ser frequentes em nossas noites de tempestades e perturbações. Amigos podem se afastar de nós quando estamos sob pressão, mas nossa relação com os habitantes do mundo angelical deverá ser mais abundante; e na força das palavras de amor, vindas a nós do trono de Deus, pela escada de Jacó, somos fortalecidos para atos de fé.

Querido irmão, essa é uma hora de angústia para você? Então peça por ajuda especial. Cristo Jesus é o Anjo da Aliança, e se a Sua presença for buscada agora fervorosamente, não será negada. “O SENHOR é bom, é fortaleza no dia da angústia e conhece os que nele se refugiam” (Na 1.7).

“Em ti, pois, confiam os que conhecem o teu nome, porque tu, SENHOR, não desamparas os que te buscam” (Sl 9.10).

Aleluia!

C.H.Spurgeon (1834-1892).

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