sábado, 7 de janeiro de 2017
Deus Soberano
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
A SUPREMACIA DE DEUS”
“A SUPREMACIA DE DEUS”
“Tens feito estas coisas, e eu me calei; pensavas que eu era teu igual;
mas eu te arguirei e porei tudo à tua vista. Considerai, pois, nisto, vós que vos
esqueceis de Deus, para que não vos despedace, sem haver quem vos
livre” (Sl 50.21,22).
“As tuas ideias sobre Deus são demasiado humanas” - exortação de
Martinho Lutero endereçada a Erasmo de Roterdan. Vemos que, tanto no passado como
atualmente, são sustentados os mais desonrosos conceitos sobre Deus. Para os
milhares, desde a antiguidade, Deus é completamente
desconhecido. “Pensavas que eu era teu igual; mas eu te arguirei e porei
tudo à tua vista.” (Sl 50.21).
Os homens supõem que a onipotência de Deus é uma ociosa ficção, a tal
ponto que Satanás destroça os seus desígnios. Acham que, se Deus formulou algum
plano ou propósito, deve ser como o deles, constantemente sujeito a mudança.
Declaram abertamente que, seja qual for a vontade e o poder que Deus possui
terá que ser restringido, para que não invada a vontade e o poder humano.
As Escrituras afirmam clara e positivamente a absoluta e universal
supremacia de Deus. “Teu, SENHOR, é o poder, a grandeza, a honra, a
vitória e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu,
SENHOR, é o reino, e tu te exaltaste por chefe sobre todos” (1Cr 29.11).
A nossa vida não é, nem produto do destino cego, nem do acaso
caprichoso, mas todas as suas minuciosidades foram prescritas desde a
eternidade, ordenadas por Deus que vive e reina eternamente. (Sl 31.15).
Deus nos abençoe!
Rev. José Rodrigues Filho
*Os Atributos de Deus, A.W.Pink - Editora PES
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
“Toda a Plenitude da Divindade”
Pr. José Rodrigues Filho
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
A Importância do Amor
Pr. José Rodrigues Filho
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
Amor Sublime
Rev. José Oliveira Filho
*Fé Genuína, JC.Ryle - Editora Fiel
domingo, 13 de novembro de 2016
Não é Mais Segredo
“No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo” (1João 4.18).
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Das Boas Obras
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Da Liberdade Cristã
Da Liberdade Cristã
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Justificação pela Fé
Cipriano (falecido 258 dC), bispo na Igreja da África do Norte, escreveu: “Quando Abraão creu em Deus, isso lhe foi imputado para justiça, portanto, cada um que crê em Deus e vive pela fé, será considerado como uma pessoa justa”.
Basílio, bispo de Capadócia (falecido em 370 dC), deixou essas palavras: “O verdadeiro e perfeito gloriar-se em Deus é isto: quando o homem não se exalta por causa da sua própria justiça; é quando ele sabe por si mesmo que carece da verdadeira justiça e que a justificação é somente pela fé em Cristo”.
Atanásio, bispo de Alexandria (falecido em 373 dC), escreveu: “Nem por esses (isto é, esforços humanos), mas, à semelhança de Abraão, o homem é justificado pela fé”.
sábado, 29 de outubro de 2016
Salvos Mediante a Fé
Com um pouco de dedicação e estudo da Sagrada Escritura podemos perceber com exatidão quão distante esse ensino está da verdade. Os homens são salvos pela graça de Deus, e isso se dá mediante a fé em Cristo Jesus. “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8,9).
“A fé justificadora é uma graça salvífica, operada pelo Espírito e pela Palavra de Deus no coração do pecador, que sendo por esse meio convencido de seu pecado e miséria e da incapacidade tanto sua como das demais criaturas, para restaurar sua condição de perdido, não só aceita a verdade da promessa do Evangelho, mas recebe e descansa em Cristo e em sua justiça, que lhes são oferecidos no Evangelho para o perdão dos pecados, e para que a sua pessoa seja aceita e considerada justa diante de Deus, para a salvação” (CMW, 72).
O processo inteiro de salvação é um ato gracioso de Deus. Os homens são inteiramente dependentes da graça de Deus para corresponderem com fé em Cristo Jesus e serem destinados à vida eterna (At 13.48). A prática das boas obras é consequência essencial naqueles que foram justificados segundo o beneplácito da vontade, do amor e da infinita misericórdia de Deus. Toda boa obra praticada por nós deve ser o reflexo da nossa gratidão Àquele que nos salvou.
Não tenha dúvida, os salvos são justificados pela fé em Cristo Jesus, somente. “O justo viverá por fé” (Rm 1.17). Mas fé sem obras não é fé verdadeira. “A fé sem obras é morta” (Tg 2.26). A fé justificadora nunca anda sozinha; ela sempre vem acompanhada de boas obras (Tg 2.22). “Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef 2.10). Amém!
Rev. José Oliveira Filho


