"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



sexta-feira, 1 de junho de 2018

Da Justificação

Da Justificação
“Aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou” (Rm 8.30).

A vocação eficaz e a justificação são ambas necessárias à salvação, e são passos essenciais na execução divina de seu próprio decreto de eleição, imutável e infalível. Todos aqueles, e somente aqueles, a quem Deus eficazmente chama, também gratuitamente justifica.

“Aqueles a quem Deus eficazmente chama, também livremente justifica; não por infundir neles a justiça, mas por perdoar seus pecados e por considerar e aceitar suas pessoas como justas; não em razão de qualquer coisa neles operada ou neles feita, mas unicamente em consideração da obra de Cristo” (CFW-XI,§I). 

Deus, como soberano, escolheu o seu povo e o deu a seu Filho na aliança da graça, e como soberano leva a efeito essa aliança quando, por imputação, faz da justiça de Cristo a justiça dos seus eleitos.

Quanto à sua natureza, essa justificação é um ato divino puramente judicial, tendo Deus como juiz, pelo qual ele perdoa todos os pecados do crente, e o julga, e o aceita, e o trata como uma pessoa justa à luz da lei divina.

“Justificação é um ato da livre graça de Deus para com os pecadores, no qual ele perdoa todos os seus pecados, aceita e considera suas pessoas como justas aos seus olhos, não por qualquer coisa neles operada ou por eles feita, mas unicamente pela perfeita obediência e plena satisfação de Cristo, a eles imputadas por Deus e recebidas só pela fé” (CMW-77).

“Bem-aventurados aqueles cujas iniquidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos; bem-aventurado o homem a quem o Senhor jamais imputará pecado” (Rm 4.7,8).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

*CFW comentada, A.A.Hodge – Editora Puritanos.

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sábado, 26 de maio de 2018

Da Graça de Deus

Da Graça de Deus
“Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo” (Ef 1.3).

Amados irmãos, graça de Deus é o seu livre, absoluto e eterno favor manifesto na concessão de toda sorte de bênção espiritual aos seus eleitos. “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado, no qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça” (Ef 1.3-7). Estas são ações de um Deus Soberano e Gracioso cooperando para o bem daqueles que não têm em si mérito nenhum, e pelas quais não se exige deles nenhuma compensação. É graça incondicional. Ela não pode ser comprada, nem conquistada por criatura alguma. Se pudesse, deixaria de ser graça. Quando dizemos que uma coisa é “de graça”, queremos dizer que seu recebedor não tem nenhum direito a ela, que de maneira nenhuma ela lhe era devida. Chega-lhe como pura caridade e, a princípio, não solicitada nem desejada. “E, se é pela graça, já não é por obras; do contrário, a graça já não é graça” (Rm 11.6). “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus. Não de obras para que ninguém se glorie” (Ef 2.8,9). Mas, não esqueçamos isso: “Somos feitura dEle, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef 2.10). Deus nos abençoe!

Martyn Lloyd-Jones

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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Do Amor e suas Implicações

O Amor e suas Implicações
Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Lc 6.31).

O que sabemos sobre o amor e suas implicações? O amor é um atributo divino comunicado de modo especial pelo Espírito Santo aos nascidos de Deus (Rm 5.5). Seria muito bom para todos nós se o amor fosse apreciado e praticado com maior devoção. Medite nas palavras do Senhor Jesus: “Digo-vos, porém, a vós outros que me ouvis: amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam. Ao que te bate numa face, oferece-lhe também a outra; e, ao que tirar a tua capa, deixa-o levar também a túnica; dá a todo que te pede; e, se alguém levar o que é teu, não entres em demanda. Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Lc 6.27-31). Considerando com honestidade as recomendações do nosso amado Senhor, chegaremos à conclusão que são poucos os que agem dessa forma. Entre os povos é mais comum rivalidade e hostilidade. Raramente encontramos aquele que ama o inimigo, que abençoa quem o amaldiçoa e ora por quem o calunia. Onde está o bondoso para com o ingrato e mau? “Estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela” (Mt 7.14). A vida cristã autêntica não atrapalha a felicidade humana, é a falta de autenticidade na vida cristã que tornam os homens infelizes. “De onde procedem guerras e contendas que há entre vós? De onde, senão dos prazeres que militam na vossa carne? Cobiçais e nada tendes; matais e invejais, e nada podeis obter; viveis a lutar e a fazer guerras” (Tg 4.1,2). “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (1Jo 4.7,8). Deus nos abençoe!

Rev. José Rodrigues Filho

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domingo, 20 de maio de 2018

Uma Gloriosa Herança

Uma Gloriosa Herança
“Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda” (2Tm 4.7,8).

Amados irmãos, o cristão deve ter plena consciência de que este mundo é passageiro – seus prazeres, seus reinos, seus encantos e glórias – tudo vai se desvanecendo. “Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente” (1Jo 2.17). Vocês estão certos quanto a isso? Já compreenderam que assim como Cristo Jesus veio a este mundo, passou por ele e retornou a casa do Pai, também acontecerá conosco? Estamos neste mundo não para permanecermos aqui. “Eles não são do mundo, como também eu não sou” (Jo 17.16), disse o nosso Senhor. Os filhos de Deus estão destinados a uma gloriosa herança. “Na verdade, não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir” (Hb 13.14). O nosso Salvador veio a este mundo para nos resgatar das trevas e corrupção; partiu antes de nós para preparar-nos lugar. “Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar” (Jo 14.2). Viva feliz sem esquecer que aqui não é seu lar. A vida neste mundo é temporária, pertencemos à família de Deus e estamos em marcha para a cidade santa. “A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada. Nela, nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas somente os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro” (Ap 21.23,27). Todos nós devemos aspirar por isso! Temos como exemplo os irmãos da igreja primitiva, neles havia essa esperança. Eis o testemunho do apóstolo Paulo: “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda” (2Tm 4.7,8). Medite estas coisas!

Pr. José Rodrigues Filho

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sexta-feira, 18 de maio de 2018

Conformados à Imagem de Cristo

Conformados à Imagem de Cristo  
“Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8.29).

Amados irmãos, devemos encher os nossos pensamentos de verdades bíblicas. Por exemplo: pensar no nosso novo e eterno lar – sua realidade, sua natureza, o nosso gozo futuro nele e, sobretudo no que seremos. “Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8.29). Considerem a suprema garantia da nossa salvação. Deus nos conheceu antes da fundação do mundo; na eternidade determinou que fôssemos transformados à imagem de Seu Filho. Todo propósito de Deus em Cristo e por meio dEle redundará em glória. O fim supremo da nossa salvação é glorificar a Deus. Aqueles que O amam foram chamados segundo o Seu propósito (Rm 8.28). Nós o amamos porque Ele nos amou primeiro (1Jo 4.19), nisto está a certeza da perseverança final dos santos. “E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” (Rm 8.30). Estamos firmados em graça, fé e esperança na glória de Deus (Rm 5.2). A esperança é uma graça que nasce e se desenvolve junto com a fé. A razão pela qual muitas vezes enfraquecemos em nossa jornada é porque não meditamos com frequência na glória que nos está reservada. Meditar habitualmente na glória de Cristo e no lar celestial dá aos crentes a força espiritual necessária para suportar dificuldades, perseguições e morte (Hb 12.2,3). A glória eterna dos filhos de Deus significa completa e final conformidade à imagem de Cristo, o primogênito entre muitos irmãos. Aleluia!

Pr. José Rodrigues Filho

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terça-feira, 8 de maio de 2018

Uma Nova Criação

Uma Nova Criação
“De nada vale ser circuncidado ou não. O que importa e ser uma nova criação” (Gl 6.15).

Uma mudança no vestuário ou em outras coisas externas não fazem uma nova criação, como alguns imaginam. Uma nova criação acontece por meio da renovação da mente pelo Espírito Santo. Essa renovação é seguida posteriormente por uma mudança no corpo, membros e sentidos. Pois, quando o coração recebe nova luz, novo julgamento e novos impulsos por meio do evangelho, os sentidos externos também são renovados. Em seguida, os ouvidos têm o desejo de ouvir a Palavra de Deus em vez de ouvir as ideias e os sonhos humanos. A boca e a língua não louvam mais as suas próprias obras, justiça e regras, mas louvam alegremente a misericórdia de Deus, a qual foi revelada em Cristo. Essas não são mudanças apenas da boca para fora, mas mudanças verdadeiras. Elas incluem uma nova mente, uma nova vontade, novos sentidos e também novas formas de comportamento. Não somente os olhos, ouvidos, boca e língua veem, ouvem e falam de modo diferente do de antes, mas também a própria mente decide seguir uma maneira diferente de viver. Antes, quando os nossos corações estavam cegos pelos erros dos ensinamentos de Roma, imaginávamos que Deus era um comerciante que vendia sua graça em troca das nossas obras e realizações. Agora, entretanto, desde que a luz do evangelho raiou, sabemos que somos considerados justos somente pela fé em Cristo. Nossos corações rejeitam todas as obras escolhidas por nós mesmos e executam apenas o trabalho do seu chamado e as obras de amor, os quais Deus ordena. Eles louvam a Deus e se orgulham alegremente da confiança que possuem na misericórdia de Deus. Ao passar por algum perigo ou desastre, nossos corações sofrem com alegria e contentamento, mesmo que a nossa natureza pecaminosa continue a murmurar. É isso o que Paulo quis dizer com nova criação.

Martinho Lutero (1483-1546).

“Não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, a fim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna” (Tt 3.5-7).

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terça-feira, 1 de maio de 2018

Ensinando como Quem tem Autoridade

Ensinando como Quem tem Autoridade
“Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da sua doutrina; porque ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” (Mt 7.28,29).  

Amados irmãos, o nosso Senhor Jesus ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas (Mt 7.29). Ele anunciava os mandamentos de Deus não como sugestões; eles são ordenanças. Cristo Jesus não esperava que os seus ouvintes validassem a sua mensagem ou autoridade. Em sua fala, Ele dizia: “Em verdade, em verdade vos digo” (Jo 5.19). “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo” (Mt 5.21). Assim deve ser todo aquele que transmite a Palavra de Deus, ele deve anunciar como quem tem autoridade. “Dize estas coisas; exorta e repreende também com toda autoridade” (Tt 2.15). “Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino: prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina. Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas. Tu, porém, sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério” (2Tm 4.1-5). Devemos proclamar o que Deus diz em sua Palavra de tal forma que ninguém, após ouvir a mensagem, saia do local de culto sem um sentimento verdadeiro de que há algo em suas vidas carecendo de transformação. A autoridade de Cristo é inerente, é em essência uma característica dAquele que é SENHOR sobre todos. Pastores não têm autoridade inerente; sua autoridade é derivada. Pastores não podem imitar a autoridade de Cristo, mas podem imitar seu zelo e ousadia. O mensageiro que tem como objetivo agradar seus ouvintes torna-se inimigo dessa autoridade, porque quando ele faz concessões, usando palavras escolhidas como se fossem suaves canções, fica impossibilitado de não trair a verdade. Medita nestas coisas!

Pr. José Rodrigues Filho

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terça-feira, 24 de abril de 2018

Experiências Amargas

Experiências Amargas
“Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente. Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade” (Lc 15.13,14).

Amados irmãos, temos na parábola do "Filho Pródigo" um rapaz descobrindo por experiências amargas que os caminhos do pecado são penosos. Nosso Senhor Jesus nos mostra o filho mais moço desperdiçando todos os seus bens, sendo reduzido à condição de necessitado e obrigado a assumir o trabalho de “guardar porcos”; tão faminto ficou que esteve disposto a "fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam" (Lc 15.16). O pecado é um senhor severo e implacável; quem o serve descobre isso mais cedo ou mais tarde (Rm 6.23). Os que vivem na prática do pecado nunca serão verdadeiramente felizes. Enganados pelo mundo, e, em sua aparência de espírito alegre, deixam com frequência transparecer inquietação em seu íntimo. Conhecemos homens e mulheres vivendo dissolutamente, insatisfeitos consigo mesmos, cansados de seguir seus próprios caminhos, completamente intranquilos, sem paz na alma, buscando ansiosamente um lugar onde se sintam melhor. Essa é uma verdade que, embora muitos procurem negar, devemos guardá-la no mais profundo do nosso ser. A miséria íntima dos que vivem em desobediência a Deus, mortos em seus delitos e pecados, é excessivamente grande. Existe uma fome de paz, ainda que se esforcem por ocultá-la. Eles estão passando por “necessidades”. O que semeia para a sua própria ruína, desgraça colherá. “Porque o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção; mas o que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna (Gl 6.8). O nosso soberano Deus e amoroso Pai continua ativo em busca daqueles que estão passando por experiências amargas. Ele os quer em seus braços para restaurá-los, libertá-los, salvá-los. “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido” (Lc 19.10). "Para aquele que está entre os vivos há esperança" (Ec 9.4). Medita nestas coisas!

Pr. José Rodrigues Filho

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sexta-feira, 20 de abril de 2018

“E Recebereis o Dom do Espírito Santo”

“E Recebereis o Dom do Espírito Santo”
“O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, a quem vós matastes, pendurando-o num madeiro. Deus, porém, com a sua destra, o exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados. Ora, nós somos testemunhas destes fatos, e bem assim o Espírito Santo, que Deus outorgou aos que lhe obedecem” (At 5.30-32).

Amados irmãos, somos gratos a Deus por não ignorarmos que a sua bondade nos conduz ao arrependimento (Rm 2.4). Não são poucas as pessoas que praticam ousadamente pecados e mais tarde não suportam ouvir sobre seus males praticados, ou que lhes acusem de tê-los cometido. Ninguém pode esperar a redenção pelo sangue de Cristo sem convicção e convencimento do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8). O arrependimento verdadeiro é acompanhado da fé nos méritos de Cristo, reconhecendo-O em todos os seus ofícios. O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, a quem vós matastes, pendurando-o num madeiro. Deus, porém, com a sua destra, o exaltou a Príncipe e Salvador” (At 5.30,31)É Ele quem perdoa e liberta da escravidão do pecado. Onde a graça do arrependimento opera, a remissão dos pecados também é outorgada. O Senhor Jesus nos concede o arrependimento por seu Espírito, que opera eficazmente pela Palavra, despertando a consciência, compungindo o coração, dando-nos um sentimento de aversão ao pecado, um desejo por mudança de vida e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor (Hb 12.14). Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo. Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos? Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo” (At 2.36-38). Outorgar o Espírito Santo é prova evidente de que a vontade de Deus é que Cristo Jesus seja obedecido. “Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2.9-11). Amém!

Pr. José Rodrigues Filho

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quarta-feira, 11 de abril de 2018

Uma Palavra à Raça Eleita

Uma Palavra à Raça Eleita
“Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1Pe 2.9).

Amados irmãos, devemos entender a conexão existente entre os atos soberanos de Deus e a responsabilidade que temos como “Raça Eleita”. Nós fomos chamados e comissionados pelo Senhor, no poder do Espírito Santo, para proclamar as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. Os escolhidos de Deus serão alcançados e salvos mediante o anúncio do Evangelho. De antemão, Deus preparou as boas obras para que andássemos nelas; e elas são testemunhos que consumam o seu divino propósito (Ef 2.10). Nós devemos continuar firmes em nossa missão. Se não colhemos ainda os frutos do nosso trabalho, isso não pode nos levar ao desânimo. Vamos usar essa situação para exercitar a confiança, a perseverança e a esperança no SENHOR dos Exércitos. “Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, cuja esperança está no SENHOR, seu Deus, que fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e mantém para sempre a sua fidelidade” (Sl 146.5,6). Deus prometeu agir com poder e graça libertando os cativos e oprimidos, curando os doentes, dando vista aos cegos, apregoando o ano aceitável do Senhor (Is 61.1-3; Lc 4.18,19). Os predestinados para adoção de filhos, segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade, reconhecerão a voz do Bom Pastor, atenderão o seu chamado e experimentarão as bênçãos de sua íntima e eterna comunhão. Enchei-vos do Espírito e consagrem-se ao Senhor sabendo que nEle o vosso trabalho jamais será em vão. O Senhor Jesus Cristo nos salvou e nos tornou responsáveis por anunciar o evangelho do Reino de Deus. “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1Pe 2:9). “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28.19,20). Lembrem-se: “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados” (Cl 1.13,14). “Avante, avante, ó crentes, soldados de Jesus!” Amém. 

Pr. José Rodrigues Filho

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