“Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel” (Is 41.10). Amém!
*Visite a Igreja Presbiteriana Silva Jardim - Curitiba/PR.
“Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel” (Is 41.10). Amém!
*Visite a Igreja Presbiteriana Silva Jardim - Curitiba/PR.
“O coração tranquilo é a vida do corpo; a
inveja, porém, apodrece os ossos” (Pv 14.30). “O coração alegre é um remédio,
mas o espírito abatido adoece os ossos” (Pv 17.22).
Muito antes da medicina moderna e da
psicologia, Provérbios ensinava que o bem-estar emocional estava ligado à saúde
e ao bem-estar físicos. A inveja
[...] apodrece os ossos, mas o coração alegre é um bom remédio. No
entanto, hoje a especialização e a burocratização muitas vezes significam que o
médico, o psiquiatra, o assistente social e o pastor acabam, cada um, tratando
apenas de um aspecto isolado da pessoa, sem consultarem uns aos outros e sem
ver o indivíduo como um todo.
O inglês Richard Baxter (1615-1691), ministro
do evangelho, sabia já no século 17 que a depressão poderia estar enraizada em
uma causa fisiológica, trauma emocional, culpa moral ou guerra espiritual com
as forças do mal. Baxter não tinha conhecimento da ciência moderna. Ele sabia
disso pelas Escrituras em geral e pelo livro de Provérbios em particular. A
sabedoria santa se recusa a reduzir a depressão, por exemplo, a uma causa única.
Ela não é causada simplesmente por uma substância química, ou por um problema
moral, ou por algo de fundo espiritual. Todas as dimensões da nossa natureza
estão geralmente envolvidas. É tolice reduzir a solução apenas a “tomar uma
pílula” ou “arrepender-se”.
Você já adotou uma abordagem simplista ou
reducionista demais para um problema e depois descobriu que ele era muito mais
complexo – físico, emocional e espiritual ao mesmo tempo?
“Bendito Deus, tenho falhado por buscar soluções
rápidas para os problemas. Bem sei que o mundo que criaste tem muito mais
dimensões do que consigo conceber. Ajuda-me a ser paciente, a pedir muitos
conselhos e a depender de ti para encontrar soluções para os meus problemas”.
Amém!
Pr. Timothy Keller
*Visite a Igreja Presbiteriana Silva Jardim - Curitiba/PR.
“E quando orarem, não fiquem sempre repetindo a
mesma coisa, como fazem os pagãos. Eles pensam que por muito falarem serão
ouvidos” (Mt. 6.7).
Os cristãos veem a oração não como um trabalho
maçante, mas como uma agradável responsabilidade. Eles oram com fé porque sabem
que Deus prometeu ouvi-los. Suas orações nascem no fundo dos seus corações e,
com gemidos e suspiros, revelam suas aflições e necessidades. Como o apóstolo Paulo
escreveu, “o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis” (Rm
8.26). O Espírito sabe que Deus está ouvindo e que, portanto, divagações excessivas
são dispensáveis.
Elias, Eliseu, Davi e outros do Antigo Testamento
usaram poucas palavras quando oraram, indo direto ao ponto. Os pais, na igreja
antiga, disseram bem: “Nada se conseguirá com orações longas”. De fato, os pais
da igreja recomendavam expressões curtas e sussurradas de tristeza, com orações
de apenas uma palavra ou duas. Esse tipo de oração pode ser feita em qualquer momento ou circunstância.
Contudo, quem considera a oração incômoda e
trabalhosa, nunca vai encontrar qualquer satisfação em sua vida de
oração. Sua única fonte de prazer será sua divagação contínua. O seu coração
não estará na oração se você tentar orar sem fé e sem sentir necessidade.
Quando isso acontece e você ainda se sente obrigado a orar, sua oração se torna entediante. É como o trabalho mesmo: quando um serviço é feito relutantemente,
ele se torna fatigante. No entanto, se o seu coração estiver no seu trabalho,
você nem mesmo percebe a dificuldade da sua tarefa. Da mesma forma, quem ora
com entusiasmo não percebe as dificuldades envolvidas. Deus não quer orações
longas e cansativas. Ele quer orações sinceras que fluem de um coração fiel.
Martinho Lutero (1483-1546).
* Somente a Fé, Editora Ultimato.
*Visite a Igreja Presbiteriana Silva Jardim - Curitiba/PR.
“NENHUMA CONDENAÇÃO HÁ”
“Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que
estão em Cristo Jesus” (Rm 8.1).
Todo aquele que crê em Cristo Jesus foi real e
efetivamente limpo de toda culpa; foi retirado de uma prisão. Não está mais em
grilhões, como um escravo; agora está livre da escravidão da lei; foi liberto
do pecado, podendo andar livremente.
Você crê em Jesus Cristo? Então, você ganhou o
direito de aproximar-se do trono da graça. Nenhuma chama de vingança existe
para punir você; nenhuma espada inflamada; a justiça não pode ferir o inocente.
Suas deficiências foram levadas embora; você, que um dia foi incapaz de ver a
face do Pai, pode vê-la agora. Você não podia falar com Deus: porém,
confiadamente, em nome de Jesus Cristo, ganhou livre acesso (Hb 4.16).
Antes havia sobre você medo do inferno; agora não o
teme mais, pois não pode haver punição para quem foi declarado justo. “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus
por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1). E mais do que
tudo, os privilégios que poderia ter desfrutado se jamais tivesse pecado, são
seus agora que é justificado. Todas as bênçãos que teria tido se houvesse
guardado a lei e muito mais, são suas agora, porque Cristo Jesus as conquistou
para você (Ef 1.18).
Todo o amor e toda a aceitação que a obediência
perfeita teria obtido de Deus, pertencem a você, porque Cristo Jesus foi
perfeitamente obediente como seu representante e imputou todos os Seus méritos
em sua conta, de modo que você pudesse ser abundantemente rico por meio dele,
que por sua causa, se fez excessivamente pobre (2Co 8.9).
“Quem
intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os
condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está
à direita de Deus e também intercede por nós” (Rm 8.33,34).
Aleluia!
Charles Haddon
Spurgeon (1834-1892).
“Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei
de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se
apartem de mim” (Jr 32.40).
*Visite a Igreja Presbiteriana Filadélfia.
Tr. Ney Azevedo, 155 - Novo Mundo, Curitiba/PR.
(41)3014-4490
“Pela misericórdia e pela
verdade se faz expiação pelo pecado, e pelo temor do SENHOR os homens se
desviam do mal” (Pv 16.6).
A expiação dos nossos pecados
vem não por causa da nossa misericórdia e verdade, mas pela misericórdia e
verdade de Deus. No entanto, é pelo temor do SENHOR que os homens se desviam do
mal. A Reforma Protestante resumiu o ensino bíblico sobre a salvação negando
que a fé em Cristo mais o afastamento do mal nos fizesse merecer a salvação. Mas também negou que a verdadeira fé pudesse trazer uma
salvação que não provocasse o afastamento do mal.
Os
Reformadores sustentaram que somos salvos mediante a fé somente, mas não por uma fé
que permanece só. Ou seja, somos salvos pela graça de Deus, mediante a fé em
Cristo, independentemente de qualquer bondade encontrada em nós (Ef 2.8,9). Mas
a fé genuína sempre resultará em mudança de vida. “A fé nunca deve ser
inútil, surda, morta ou decadente. Antes, deve ser uma árvore viva e cheia de
frutos. Essa é a diferença entre a fé genuína e a fé falsa. Se existe a fé
verdadeira, ela se mostrará na vida da pessoa”, disse Martinho Lutero (1483-1546).
“A fé, assim recebendo e
assim repousando em Cristo e sua justiça, é o único instrumento da
justificação; ela, contudo, não está sozinha na pessoa justificada, mas é
sempre acompanhada de todas as demais graças salvíficas; não é uma fé morta,
mas que age através do amor” (CFW - cap. XI, seção II).
Você conhece a misericórdia
e a verdade de Deus? Você teme ao SENHOR? Você tem se desviado do mal? A sua profissão
de fé produziu verdadeira mudança em sua vida? As pessoas mais próximas a você
diriam que você é uma pessoa mansa, humilde, amorosa e bondosa?
“Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para
serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8.29).
Pr. Timothy Keller
*Devocionais em Provérbios, Edições Vida Nova.
“O
temor do SENHOR conduz à vida; aquele que o tem ficará satisfeito, e mal nenhum
o atingirá” (Pv 19.23).
Aquele
que teme a Deus descobre que Ele satisfaz. A segunda parte do versículo literalmente diz
que ele “passa a noite” satisfeito, denotando
que Deus é como um refúgio para aquele atingido por uma tempestade.
Como é
possível viver sem ser tocado pelos problemas? A passagem acima não garante que
não teremos problemas; diz apenas que eles não vão abalar nosso contentamento.
Os problemas podem nos tirar qualquer coisa, exceto Deus. Portanto, se Deus é
para nós uma segurança mais profunda e uma esperança mais poderosa do que
qualquer outra coisa no mundo, não tememos os problemas. Confiar em Deus no
momento de aflição é uma habilidade espiritual que só pode ser aprendida na
adversidade. As dificuldades tiram de nós o conforto terreno e, portanto, por
meio da oração e da reflexão na Palavra, somos levados para mais perto de Deus,
para obter suas consolações únicas. O processo é longo e muitas vezes doloroso,
mas o fruto é um equilíbrio espiritual que nenhum problema pode tirar de nós. O
Senhor Jesus promete isso a todos os seus discípulos (Mt 11.28-30).
Pense
na última vez que você passou por um período muito difícil. Essa experiência
fortaleceu ou enfraqueceu sua intimidade com Deus? Você agora está mais
preparado para enfrentar os problemas?
Oh, Deus! Eu sei que o coração do homem vive inquieto até encontrar descanso em
ti. Confesso sinceramente que, embora saiba disso e creia em ti, sinto-me
muitas vezes insatisfeito. Que os teus atributos – amor, paciência, poder,
justiça, misericórdia – não sejam abstrações, mas consolações para mim. Pelo
teu Espírito, torna-te real para o meu coração. Rogo-te em nome de Jesus. Amém!
Pr. Timothy Keller
*Devocionais em Provérbios, Edições Vida Nova.
“LOUVADO SEJA DEUS”
“E nós temos visto e testemunhamos que o Pai enviou o seu Filho como
Salvador do mundo” (1Jo 4.14).
É um doce pensamento saber que Cristo Jesus não veio sem a
permissão, autoridade, consentimento e assistência de Deus Pai. O nosso Senhor
foi enviado do Pai como o Salvador do mundo (1Jo 4.14; Jo 3.16).
Somos propensos a esquecer que, embora haja distinções entre as pessoas da Trindade, não há distinções de honra. Frequentemente atribuímos a honra de nossa salvação ou, pelo menos, a profundidade de sua benevolência, mais a Jesus Cristo do que ao Pai. Esse é um erro muito grande. Se Jesus veio? Não foi seu Pai quem o enviou? Se Ele falou maravilhosamente, não foi seu Pai que derramou graça em seus lábios para que pudesse ser um ministro capaz da nova aliança? “O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor” (Lc 4.18,19; Is 61.2,2)
Aquele que conhece o Pai, o Filho e o Espírito Santo como deve,
nunca coloca um antes do outro em seu amor; ele os vê em Belém, no Getsêmani e
no Calvário, todos igualmente envolvidos na obra da salvação.
Você colocou sua confiança em Cristo Jesus? Porventura
colocou sua dependência unicamente nele? E você está unido a Ele? Então creia
que é unido ao Deus do céu. Como o Homem Cristo Jesus é seu irmão e com você
mantém uma comunhão íntima, então está ligado ao Deus Eterno,.Ele é seu Pai e
amigo.
Você alguma vez já considerou a profundidade do amor no coração de
Deus, quando preparou seu Filho para o grande empreendimento da misericórdia?
Se não, que essa seja a sua meditação constante. O Pai o enviou! Contemple esse
assunto. Pense como Jesus opera as vontades do Pai. Nas feridas do Salvador morrendo, veja o amor do grande Eu Sou. Deixe que cada pensamento
sobre Jesus esteja também ligado com o Eterno, sempre “bendito Deus e Pai do nosso
Senhor Jesus Cristo” (Ef 1.3).
Aleluia!
Charles Haddon Spurgeon (1834-1892).
“Nos seus dias, Judá será salvo, e Israel habitará seguro;
será este o seu nome, com que será chamado: SENHOR, Justiça Nossa” (Jr 23.6).
Sempre dará ao cristão a maior calma, tranquilidade, conforto e paz, pensar na justiça perfeita de Cristo. Quantas vezes os santos de Deus estão abatidos e tristes! Não
acho que deveriam ficar. Não acho que ficariam se pudessem constantemente
contemplar sua perfeição em Cristo.
Há alguns que estão sempre falando sobre corrupção,
depravação do coração e maldade inata da alma. Isso é verdade, mas por que não
ir um pouco além, e lembrar-se de que nós somos “perfeitos em Cristo Jesus”?
Não é de espantar que aqueles que estão vivendo de sua própria corrupção devam
sustentar olhares tão abatidos; mas certamente se nos lembrarmos que “Cristo se
tornou para nós justiça”, teremos bom ânimo. Apesar das angústias que me
afligem, apesar dos ataques de Satanás e embora possa haver muitas coisas a
serem vivenciadas antes de eu chegar ao céu, todas essas coisas são feitas para
mim e estão incluídas na aliança da divina graça; não há nenhuma falta de
provisão em meu Senhor, Cristo fez tudo. Na cruz Ele disse: “Está consumado!”,
e se está consumado, então estou completo nele, e posso me regozijar com
alegria indescritível e cheia de glória. “Não tendo justiça própria, que
procede de lei, senão a que é mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de
Deus, baseada na fé” (Fp 3.9).
Quando o cristão diz: “Vivo só em Cristo; descanso nele
apenas pela salvação, e creio que, apesar de não merecer, ainda sou salvo em
Jesus”, então esse pensamento se eleva como motivo de gratidão: “Não deverei
viver para Cristo? Não deverei amá-lo e servi-lo, vendo que sou salvo por seus
méritos?” “O amor de Cristo nos constrange [...] para que os que vivem não
vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou”
(2Co 5.14,15).
“Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que levantarei a Davi um
Renovo justo; e, rei que é, reinará, e agirá sabiamente, e executará o juízo e
a justiça na terra” (Jr 23.5).
Aleluia!
C.H.Spurgeon (1834-1892).
“Olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o monte
Sião...” (Ap 14.1).
O apóstolo João teve o privilégio de olhar dos
portões do céu e, ao descrever o que viu, começou dizendo: “Olhei, e eis o
Cordeiro!” Isso nos ensina que o objeto principal de contemplação no estado
celeste é “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Nada atraiu tanto a
atenção do apóstolo que a pessoa daquele Ser Divino, que nos redimiu com o Seu
sangue. Ele é o tema dos cânticos de todos os espíritos glorificados e dos
santos anjos.
“Os
vinte e quatro anciãos prostrar-se-ão diante daquele que se encontra sentado no
trono, adorarão o que vive pelos séculos dos séculos e depositarão as suas
coroas diante do trono, proclamando: Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de
receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas tu criaste, sim,
por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas” (Ap 4.10,11).
“Depois destas coisas, ouvi no céu uma como grande voz de numerosa multidão,
dizendo: Aleluia! A salvação, e a glória, e o poder são do nosso Deus,
porquanto verdadeiros e justos são os seus juízos” [...] “Os vinte e quatro
anciãos e os quatro seres viventes prostraram-se e adoraram a Deus, que se acha
sentado no trono, dizendo: Amém! Aleluia!” (Ap 19.1-4).
Cristão, eis a sua alegria; você olhou e viu o
Cordeiro. Por entre as suas lágrimas, seus olhos viram o Cordeiro de Deus
tirando os seus pecados. Regozije-se então. Mais um pouco, quando seus olhos
estiverem enxutos de toda lágrima, verá o mesmo Cordeiro exaltado em Seu trono.
Essa é a alegria de seu coração ao manter comunhão diária com o Senhor Jesus;
você terá a mesma alegria num grau mais elevado no céu, pois desfrutará da
visão constante de Sua presença; você irá morar com Ele para sempre.
Aleluia!
Charles Haddon Spurgeon
(1834-1892).