"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



terça-feira, 5 de março de 2024

“DEUS PROVA O SEU PRÓPRIO AMOR PARA CONOSCO”


“DEUS PROVA O SEU PRÓPRIO AMOR PARA CONOSCO”

“Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8).

“Deus prova o seu próprio amor”. O significado do verbo mais adequado aqui é o que indica confirmação. Não é o propósito do apóstolo Paulo despertar-nos para ações de graças, e, sim, estabelecer a confiança e a segurança de nossas almas. Deus, pois, confirma, ou seja, declara que o seu amor para conosco é muitíssimo sólido e verdadeiro, visto que não poupou a Cristo, seu próprio Filho, por amor aos ímpios. Nisto se manifestou o seu amor, ou seja, sem ser influenciado pelo nosso amor, ele nos amou mesmo antes de usar seu próprio beneplácito em nosso favor, como o apóstolo João mesmo nos diz [Jo 3.16]. O termo pecadores (como em muitas outras passagens) significa aqueles que são completamente corruptos e entregues ao pecado - veja-se João 9.31: (“Deus não ouve a pecadores”, ou seja: o ímpio e o culpado. A “mulher pecadora” significa uma mulher que vivia vida vergonhosa [Lc 8.37]. Isto surge mais claro ainda a partir do contraste que se segue imediatamente, ou seja. Muito mais agora, sendo justificados por seu sangue. Visto que Paulo contrasta estes dois elementos, e faz referência àqueles que são libertados da culpa de seu pecado, como sendo justificados, segue-se necessariamente que o termo pecadores significa aqueles que são condenados por suas ações perversas.

A súmula de tudo consiste em que, se Cristo obteve justiça para os pecadores, pela instrumentalidade de sua morte, então, agora, os protegerá muito mais da destruição assim que são justificados. Não teria sido suficiente que Cristo houvesse uma vez por todas granjeado a salvação para nós, se porventura não a mantivesse ilesa e segura até ao fim. Isto é o que o apóstolo agora assevera, declarando que não temos razão para temer que Cristo não conclua a concessão de sua graça destinada a nós antes que tenhamos chegado ao nosso predeterminado fim. Tal é a nossa condição, visto que ele nos reconciliou com o Pai, ou seja: que ele propôs estender sua graça a nós de forma mais eficaz e fazê-la aumentar dia a dia.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

*Visite a Igreja Presbiteriana Silva Jardim - Curitiba(PR).
Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário. 

“QUANDO NÓS AINDA ÉRAMOS FRACOS”


“QUANDO NÓS AINDA ÉRAMOS FRACOS”

“Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios” (Rm 5.6).

“Se Cristo teve misericórdia do ímpio; se reconciliou seus inimigos com o Pai; se realizou isto pela virtude de sua morte, então agora, muito mais facilmente, os salvará quando forem justificados, e guardará em sua graça àqueles a quem restaurou à graça, especialmente pelo fato de que a eficácia de sua vida é agora acrescentada à sua morte”. Há intérpretes que defendem a tese de que o tempo de fraqueza significa aquele período em que Cristo começou a manifestar-se ao mundo; e consideram aqueles que eram ainda fracos como aqueles que em sua infância [espiritual], viviam sob a tutela da lei. A expressão, contudo, sustento eu, se refere ao próprio cristão crente, e o tempo referido é o período que precede a reconciliação de cada um com Deus. Todos nós nascemos filhos da ira, e somos mantidos sob esta maldição até que nos tornemos partícipes de Cristo. Pela expressão, aqueles que são fracos, o apóstolo Paulo quer dizer aqueles que não possuem nada em si mesmos senão pecado, pois imediatamente a seguir ele os chama de ímpios. Não há nada fora do comum considerar fraqueza nesse sentido, visto que em 1Coríntios 12.22 ele chama as partes menos nobres do corpo de frágeis; e em 2Coríntios 10.10, ele chama sua própria presença física de fraca, visto não possuir qualquer dignidade. Quando, pois, éramos fracos, ou seja, quando éramos completamente indignos e desqualificados para merecermos a consideração divina, nesse mesmo tempo Cristo morreu em favor dos ímpios. A fé é o início da piedade, à qual eram estranhos todos aqueles por quem Cristo morreu. Isto é também válido para os antigos pais, os quais obtiveram justiça antes da morte de Cristo, pois este benefício eles o extraíram da morte do Cordeiro que ainda estava por vir.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

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“VREUGDE VAN MIJN HART”

“VREUGDE VAN MIJN HART”

"Alegria do meu Coração"

Deus nos abençoe!


sábado, 24 de fevereiro de 2024

“QUE A COMUNHÃO DE TUA FÉ VENHA A SER EFICAZ”


“QUE A COMUNHÃO DE TUA FÉ VENHA A SER EFICAZ”

“Para que a comunhão de tua fé venha a ser eficaz no conhecimento de todo o bem que há em vós, para com Cristo. Tive muita alegria e conforto em teu amor, visto que através de ti, ó irmão, os corações dos santos tem sido refrigerados” (Fm 1.6,7).

O apóstolo Paulo não está dando prosseguimento ao seu enaltecimento à pessoa de Filemom [v.6], mas está explicando o que pedira para ele, ao fazer menção dele em suas orações (v.4). Então, o que ele pediu? Que sua fé, convertendo-se em boas obras, por si só provasse ser genuína e frutífera. Ele a qualifica: “a comunhão de tua fé”, visto que a fé não permanece inativa e escondida, mas se manifesta aos homens através de seus frutos. Pois ainda que a fé tenha sua residência secreta nos recessos do coração, ela se comunica com os homens através das boas obras. É como se ele quisesse dizer: “Tua fé, ao comunicar-se, pode comprovar sua eficácia em todas as coisas saudáveis”.

“No conhecimento de todo o bem” significa experiência. Paulo deseja que a fé de Filemom se comprovasse eficaz por seus efeitos, e isso sucede quando as pessoas entre as quais vivemos conhecem nossa vida piedosa e santa. Daí ele falar de todo o bem que há em vós, porque tudo o que existe de bom em nós revela nossa fé em Cristo.

O apóstolo Paulo diz ter encontrado grande alegria e conforto no fato de que Filemom tenha providenciado alívio para as necessidades dos santos [v.7]. É um amor acima do comum aquele que leva alguém a encontrar alegria no bem praticado em favor de outrem. Além disso, Paulo não está expressando apenas sua alegria pessoal, mas diz que muitos se têm regozijado diante da bondade e benevolência de Filemom, provendo socorro para os santos.

Refrigerar o coração é uma expressão usada pelo apóstolo no sentido de prover alívio nas aflições ou socorrer aquele que jaz na miséria, de forma que, tendo as mentes apaziguadas e livres de toda e qualquer ansiedade e tristeza, possam encontrar repouso e tranquilidade.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

“LEMBRANDO-ME, SEMPRE, DE TI NAS MINHAS ORAÇÕES”


LEMBRANDO-ME, SEMPRE, DE TI NAS MINHAS ORAÇÕES”

“Dou graças ao meu Deus, lembrando-me, sempre, de ti nas minhas orações, estando ciente do teu amor e da fé que tens para com o Senhor Jesus e todos os santos” (Fm 1.4,5).

Mesmo o mais perfeito dos homens, que mereça o mais extremado enaltecimento, necessita de intercessão em seu favor, enquanto viver neste mundo, a fim de que Deus lhe conceda não só a perseverança final, mas também o progresso diário.

O enaltecimento que o apóstolo Paulo tributa a Filemom inclui resumidamente toda a perfeição de um homem cristão. Ela consiste de duas partes: fé para com Cristo e amor para com o próximo, pois todos os deveres de nossa vida se relacionam com esses dois elementos. Diz-se que a fé é para com Cristo, visto que é a ele que ela especialmente contempla. É através dele só que Deus o Pai pode ser enaltecido, e somente nele podem ser encontradas todas as bênçãos que a fé busca.

O apóstolo, porém, não limita o amor aos santos, como se negasse que ele deva ser também demonstrado aos outros. O ensino do amor consiste em que não devemos desprezar nossa própria carne, senão que devemos tratar com honra a imagem divina gravada em nossa natureza humana, e assim o amor tem de incluir toda a raça humana. Visto, porém, que aqueles que fazem parte da família da fé estão necessariamente ligados a nós por um laço muito mais estreito, e visto que Deus os recomenda especialmente a nós, é justo que ocupem o primeiro lugar em nosso coração.

A redação desta passagem é um tanto confusa, porém não falta clareza em seu significado, salvo por conta de algumas dúvidas, como por exemplo, se o advérbio, sempre (v.4), pertence à primeira ou à segunda cláusula. O significado pode ser indicado da seguinte maneira: sempre que o apóstolo orava por Filemom, ele incluía ações de graças por ele na oração, visto que sua piedade era motivo de tal regozijo, pois às vezes oramos por alguém que outra coisa não nos causa senão tristeza e lágrimas. Não obstante, geralmente se considera preferível tomar “sempre” como correspondente à segunda cláusula - que Paulo rende graças por Filemom e sempre o menciona em suas orações.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

“PODEROSO PARA VOS GUARDAR DE TROPEÇAR”


“PODEROSO PARA VOS GUARDAR DE TROPEÇAR”

“Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória, ao único Deus, Salvador nosso, por Jesus Cristo, nosso Senhor, seja glória e majestade, domínio e poder, antes de todos os séculos, agora e para todo o sempre. Amém!” (Jd 1.24,25).

Judas encerra a Epístola com oração a Deus, com o que mostra que nossas exortações e esforços nada podem fazer exceto através do poder de Deus acompanhando-os. Algumas cópias trazem “os” ao invés de “vos”. Se recebermos esta leitura, o sentido será: “De fato, é o vosso dever esforçardes por salvá-los; mas somente Deus é quem pode fazer isto”. Contudo, a outra leitura é a que eu prefiro, na qual há uma alusão ao verso precedente. Pois, após ter exortado os fiéis a salvarem o que estava perecendo, para que entendessem que todos os seus esforços seriam vãos a não ser que Deus operasse por meio deles, ele testifica que aqueles não poderiam ser salvos de outro modo senão através do poder de Deus.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

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“SALVAI ALGUNS, ARREBATANDO-OS DO FOGO”


SALVAI ALGUNS, ARREBATANDO-OS DO FOGO”

“E apiedai-vos de alguns que estão duvidosos; e salvai alguns, arrebatando-os do fogo; tende deles misericórdia com temor, aborrecendo até a roupa manchada da carne” (Jd 1.22,23).

Judas acrescenta outra exortação, explicando como os fiéis deveriam agir ao reprovar os irmãos a fim de restaurá-los ao Senhor. Ele os lembra de que os tais deveriam ser tratados de diferentes maneiras, cada um de acordo com a sua disposição. Com os mansos e ensináveis devemos usar de bondade; mas outros, que são duros e perversos, devem ser subjugados pelo terror. Este é o discernimento que ele menciona.

O sentido então é de que, se desejamos ter em consideração o bem-estar daqueles que se desviam, devemos considerar o caráter e a disposição de cada um, de modo que aqueles que são mansos e tratáveis sejam restaurados ao caminho reto de um modo gentil, como sendo objetos de piedade. Mas, se algum for perverso, deve ser corrigido com mais severidade. E, como a aspereza é por pouco detestável, ele a desculpa com base na necessidade, pois, de outro modo, aqueles que não seguem bons conselhos prontamente não podem ser salvos.

Além disso, ele emprega uma metáfora surpreendente. Quando há perigo de fogo, não hesitamos em arrebatar violentamente aqueles que desejamos salvar, pois não seria suficiente apontar com o dedo, ou estender gentilmente a mão. Assim também deveria ser tratada a salvação de alguns, porque eles só virão a Deus se puxados rudemente. A palavra salvar é transferida para os homens, não porque sejam os autores, mas os ministros da salvação.

“Aborrecendo até a roupa manchada da carne”. Judas queria que os fiéis não apenas se guardassem do contato com os vícios, mas, para que nenhum contágio os alcançasse, ele os lembra de que tudo o que faz limite com os vícios e está próximo deles deve ser evitado. Assim como, quando falamos da lascívia, dizemos que todos os incitamentos aos prazeres deveriam ser removidos. Esta passagem se tornará mais clara quando toda a sentença estiver completa - isto é, que devemos odiar não apenas a carne, mas também a túnica, que, pelo contato com aquela, é infectada. Assim sendo, ele não admite que o mal seja nutrido através da indulgência, de modo que manda que todos os preparativos e todos os acessórios, como dizem, sejam cortados.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

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“CONSERVAI A VÓS MESMOS NO AMOR DE DEUS”


CONSERVAI A VÓS MESMOS NO AMOR DE DEUS”

“Conservai a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna” (Jd 1.21).

Conservai a vós mesmos no amor de Deus. Judas fez do amor como que o guardião e o governante da nossa vida. Não que pudesse colocá-lo em oposição à graça de Deus, mas que é o caminho correto do nosso chamado quando fazemos progresso no amor. Mas, como muitas coisas nos instigam à apostasia, de modo que é difícil nos mantermos fiéis a Deus até o fim, ele chama a atenção dos fiéis para o último dia. Pois somente esta esperança deve nos suster, para que não nos desanimemos em momento algum. De outro modo, necessariamente cairíamos a todo instante.

Mas deve-se notar que ele não quer que esperemos a vida eterna, exceto através da misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, pois ele será de tal modo o nosso Juiz, que não terá nenhuma outra regra para nos julgar além daquele benefício gratuito da redenção obtida por ele mesmo.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

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“ORANDO NO ESPÍRITO SANTO”


“ORANDO NO ESPÍRITO SANTO”

“Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo. conservai a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna” (Jd 1.20,21).

“Orando no Espírito Santo”. O modo de perseverar é quando somos investidos do poder de Deus. Por isso, sempre que a questão for a respeito da constância da fé, devemos fugir para a oração. E, como geralmente oramos de uma maneira formal, ele acrescenta: no Espírito Santo - como se tivesse dito que tal é a nossa indolência, e que tal é a frieza da nossa carne, que ninguém pode orar corretamente a não ser que seja despertado pelo Espírito de Deus; e que também somos tão inclinados à desconfiança e ao estremecimento que ninguém se atreve a chamar Deus de Pai, exceto através do ensino do mesmo Espírito. Pois dele é a solicitude, dele é o fervor e a veemência, dele é a vivacidade, dele é a confiança em obter o que pedimos - em suma, dele são aqueles gemidos inexprimíveis mencionados por Paulo (Rm 8.26). Sendo assim, não é sem razão que Judas nos ensina que ninguém possa orar como deveria sem ter o Espírito como seu guia.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

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“EDIFICANDO-VOS A VÓS MESMOS”

“EDIFICANDO-VOS A VÓS MESMOS”

“Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo. conservai a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna” (Jd 1.20,21).

Judas explica o modo como poderiam vencer todos os artifícios de Satanás - a saber, tendo o amor unido à fé, e ficando de guarda como que em sua torre de vigia, até a vinda de Cristo. Mas como usa muitas vezes e densamente as suas metáforas, ele apresenta aqui um modo de falar peculiar a si, que deve ser brevemente comentado.

“Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos”. Judas os manda primeiro se edificarem a si mesmos sobre a fé, significando por isto que o fundamento da fé deveria ser mantido, mas que a primeira instrução não é suficiente, a não ser que aqueles que já foram estabelecidos na verdadeira fé prossigam continuamente em direção à perfeição. Ele chama a fé deles de santíssima, a fim de que repousassem totalmente nela, e para que, apoiando-se da sua firmeza, nunca vacilassem.

Mas, visto que toda a perfeição do homem consiste na fé, pode parecer estranho que ele os mande construir outro edifício - como se a fé fosse apenas um começo para o homem. Esta dificuldade é removida por Judas nas palavras que seguem, quando ele acrescenta que os homens edificam sobre a fé quando é acrescentado o amor. Exceto, talvez, que alguém prefira considerar este sentido - de que os homens edificam sobre a fé enquanto se aperfeiçoam nela. E, sem dúvida, o progresso diário da fé é tal que ela mesma se ergue como um edifício. Assim Judas nos ensina que, para crescermos na fé, precisamos ser instantes em oração e manter o nosso chamado pelo amor.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

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