“PRIMEIRA CARTA A
TIMÓTEO - VOZ E VIOLÃO”
“Sou grato para
com aquele que me fortaleceu, Cristo Jesus, nosso Senhor, que me considerou
fiel, designando-me para o ministério” (1Tm 1.12).
“PRIMEIRA CARTA A
TIMÓTEO - VOZ E VIOLÃO”
“Sou grato para
com aquele que me fortaleceu, Cristo Jesus, nosso Senhor, que me considerou
fiel, designando-me para o ministério” (1Tm 1.12).
“CARTA AOS ROMANOS - VOZ E VIOLÃO”
“Agora, pois, já nenhuma condenação há para
os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo
Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte” (Rm 8.1,2).
“Justificados, pois, mediante
a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1).
A doutrina da justificação somente pela fé em Cristo pode ser encontrada
em alguns dos escritos do primeiro período da história da Igreja. Entendemos
que esses registros deixados pelos chamados "Pais Eclesiásticos" não
foram inspirados. Contudo, eles nos oferecem o correto ensino transmitido à
Igreja pelos santos Apóstolos.
Clemente de Roma (talvez
o mesmo mencionado em Filipenses 4.3), em sua carta aos Coríntios,
diz: “Nós também, sendo chamados mediante a sua vontade em Cristo, não
somos justificados por nós mesmos, nem por nossa própria sabedoria, ou
entendimento, ou piedade, ou obras que temos feito com pureza de coração, porém
pela fé...”.
Policarpo (falecido
em 155 dC), um discípulo de João, escreveu: “Eu sei que mediante a graça
você é salvo, não por obras, mas sim, pela vontade de Deus em Jesus
Cristo.” (Epístola aos Filipenses).
Justino Mártir (falecido
em 165 dC), escreveu: “Não mais pelo sangue de bodes e de carneiros, nem
pelas cinzas de uma novilha... são os pecados purificados, e sim, pela fé,
mediante o sangue de Cristo e de Sua morte, que por essa razão
morreu.” (Diálogo com Trifa). (Hb 9.13).
Irineu (falecido no princípio do 3º século), discípulo de Policarpo, escreveu: “... através da obediência de um homem, que primeiro nasceu da Virgem, para que muitos pudessem ser justificados e receber a salvação”.
Orígenes, o grande professor, pensador e escritor do cristianismo (falecido em 253 dC), disse o seguinte: “Pela fé, sem as obras da lei, o ladrão na cruz foi justificado; porque... o Senhor não indagou a respeito de suas obras anteriores, nem aguardava a realização de qualquer obra depois de crer; antes... Ele o tomou para si mesmo como companheiro, justificado somente na base de sua confissão.”
Cipriano (falecido 258 dC), bispo na Igreja da África do Norte, escreveu: “Quando Abraão creu em Deus, isso lhe foi imputado para justiça, portanto, cada um que crê em Deus e vive pela fé, será considerado como uma pessoa justa”.
Quando o imperador romano Constantino (falecido em 337 dC) tornou o cristianismo uma religião oficialmente reconhecida, e não mais uma fé perseguida, algumas heresias surgiram e feriram outras doutrinas básicas da fé cristã. Ao combater essas heresias e reafirmar a impotência pecaminosa da natureza humana, a necessidade de salvação pela graça e a expiação eficaz oferecida por Cristo, os fiéis remanescentes defendiam os fundamentos apostólicos da doutrina da justificação somente pela fé em Cristo.
Basílio, bispo de Capadócia (falecido em 370 dC), deixou essas palavras: “O verdadeiro e perfeito gloriar-se em Deus é isto: quando o homem não se exalta por causa da sua própria justiça; é quando ele sabe por si mesmo que carece da verdadeira justiça e que a justificação é somente pela fé em Cristo”.
Atanásio,
bispo de Alexandria (falecido em 373 dC), escreveu: “Nem por esses (isto
é, esforços humanos), mas, à semelhança de Abraão, o homem é justificado pela
fé”.
Ambrósio,
bispo de Milão (falecido em 397 dC), famoso como grande pregador, nos deixou
essas palavras: “Para o homem ímpio, para o homem que crê em Cristo, a sua
fé lhe é imputada para justiça, sem as obras da lei, como também aconteceu com
Abraão”.
Jerônimo, o
grande tradutor da Bíblia para o latim (falecido em 420 dC),
escreveu: “Quando um homem ímpio é convertido, Deus o justifica somente
por meio da fé, não por causa de obras que na realidade, ele não possuía”.
João Crisóstomo,
talvez o maior pregador de todos os “pais eclesiásticos” (falecido
407 dC), e que viveu por muitos anos em Constantinopla. Dele nós
temos: “Então, o que é que Deus fez? Ele fez com que um homem Justo
(Cristo) se fizesse pecado (como Paulo afirma), para que Ele pudesse justificar
pecadores... quando nós somos justificados, é pela justiça de Deus, não por
obras... mas pela graça, pela qual todo o pecado desaparece” (2Co 5.21).
Agostinho,
bispo de Hipona (falecido em 420 dC), disse: “A graça é algo doado; o salário
é algo pago... é chamada graça porque ela é concedida gratuitamente. Você não
comprou por nenhum mérito pessoal o que tem recebido. Portanto, em primeiro
lugar, o pecador recebe a graça para que sejam perdoados os seus pecados... na
pessoa justificada, as boas obras vêm depois; elas não precedem a graça, a fim
de que a pessoa seja justificada... as boas obras que seguem a justificação
manifestam o que o homem tem recebido”.
Anselmo, de Cantuária (falecido 1109 dC), um grande teólogo, e talvez mais conhecido por
causa de seu estudo sobre a expiação do pecado por Cristo, escreveu: “Você
acredita que não pode ser salvo, senão pela morte de Cristo?” Então, vá e,...
ponha toda a sua confiança unicamente em Sua morte. Se Deus lhe disser: “Você é
um pecador”, então responda: “Coloco a morte de nosso Senhor Jesus Cristo entre
mim e o meu pecado”.
Bernardo de Claraval,
considerado como o último dos Pais eclesiásticos (falecido em 1153 dC), deixou
essas palavras: “Acaso a nossa justiça não seria apenas uma injustiça e
imperfeição? Então, o que será dos nossos pecados, quando a nossa justiça não é
suficiente para defender-se a si mesma? Vamos, portanto, com toda humildade,
refugiar-nos na misericórdia, porque ela somente pode salvar as nossas almas...
qualquer um que tenha fome e sede de justiça, que creia nAquele que “justifica
o ímpio”, e assim sendo justificados somente pela fé, terá paz com Deus.
Estes testemunhos evidenciam que a doutrina da justificação somente pela
fé em Cristo não foi uma invenção de Martinho Lutero. Os reformadores apenas
redescobriram o que o próprio Deus nos ensina em Sua Palavra. “Eis o soberbo! Sua alma não é reta nele; mas o justo
viverá pela sua fé” (Hc 2.4). “Visto que a justiça de Deus se
revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por
fé” (Rm 1.17).
Deus nos abençoe!
James Buchanan (1808 - 1870).
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“E, assim, habite Cristo no vosso
coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor” (Ef
3.17).
Que o verdadeiro crente está unido a Cristo e Cristo a ele, nenhum
leitor cuidadoso do Novo Testamento pensaria em negar, nem por um momento. Sem
dúvida, há uma união mística entre Cristo e o crente. Com ele morremos, com Ele
fomos sepultados, com Ele ressuscitamos e com Ele nos assentamos nos lugares
celestiais. Há cinco textos onde somos claramente ensinados que Cristo está “em
nós” (Rm 8.10; Gl 2.20; 4.19; Ef 3.17 e Cl 3.11). Porém, devemos ter o cuidado
de entender o que significa tal expressão.
Que Cristo habita em nosso coração pela fé, e efetua sua obra interna
por seu Espírito, é uma ideia clara e distinta. Mas, se quisermos dizer que
além e acima disso há alguma misteriosa habitação de Cristo no crente, devemos
tomar cuidado com o que estamos dizendo. A menos que tenhamos cuidado,
terminaremos ignorando a obra do Espírito Santo. Esqueceremos que, na economia
divina, a eleição para a salvação do homem é obra especial de Deus, o Pai; que
a expiação, a mediação e a intercessão é obra especial de Deus, o Filho e, que
a santificação é a obra especial de Deus, o Espírito Santo. Também esqueceremos
de que nosso Senhor disse que, quando se fosse do mundo, nos enviaria um outro
Consolador que estaria “para sempre” conosco ou, por assim dizer, tomaria o
lugar de Cristo (Jo 14.16).
Em suma, o uso do termo “Cristo em nós” sem a devida cautela,
sob a ideia de que estamos honrando a Cristo, poderemos descobrir que
estamos desonrando seu dom especial e peculiar – o Espírito Santo. Certamente,
visto que Cristo é Deus, Ele está em todos os lugares – em nosso coração, no
céu, no lugar onde dois ou três estiverem reunidos em seu nome.
Entretanto, não podemos esquecer que Cristo, na qualidade de nosso Cabeça
e Sumo Sacerdote ressurreto, está especialmente à destra de Deus, intercedendo
por nós até que retorne à terra e, também, que Cristo leva avante a sua obra
nos corações do seu povo, mediante a atuação especial do seu Espírito, o qual
prometeu enviar quando deixasse esse mundo (Jo 15.26). O exame dos versículos 9
e 10 de Romanos 8 parece demonstrar isso claramente. Isso me convence de que
“Cristo em nós” significa em nós “por seu Espírito”. As palavras de João são
claras e distintas: “E nisto conhecemos que ele permanece em nós, pelo Espírito
que nos deu” (1Jo 3.24).
Deus nos abençoe!
John Charles Ryle (1816-1900).
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“CARTA AOS
COLOSSENSES – VOZ E VIOLÃO”
“Damos sempre
graças a Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, quando oramos por vós, desde
que ouvimos da vossa fé em Cristo Jesus e do amor que tendes para com todos os
santos” (Cl 1.3,4).
“Escuta, SENHOR,
a minha oração e atende à voz das minhas súplicas” (Sl 86.6).
À luz da ardente repetição de seus primeiros pedidos, neste versículo e no subsequente, é evidente que Davi se via oprimido, não com um grau comum de tristeza, mas agitado com extrema ansiedade. Deste exemplo somos instruídos que aqueles que, tendo-se uma vez engajado em oração, se dispõem a parar imediatamente com o exercício, a não ser que Deus prontamente se disponha a satisfazer seus desejos, exibem a frieza e inconstância de seus corações. Tampouco é um pensamento supérfluo esta repetição dos mesmos pedidos; porque assim os santos, pouco a pouco, lançam suas preocupações no seio de Deus, e essa importunação é um sacrifício de aroma suave diante dele. Quando o salmista diz: “No dia da minha angústia, clamo a ti, porque me respondes” (vs.7), ele faz especificamente a si uma aplicação da verdade que justamente agora acaba de declarar, ou, seja: que Deus é misericordioso e gracioso para com todos aqueles que o invocam.
Deus nos
abençoe!
João
Calvino (1509-1564).
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“Pois tu, SENHOR,
és bom e compassivo; abundante em benignidade para com todos os que te invocam”
(Sl 86.5).
Temos aqui uma
confirmação de toda a doutrina derivada da natureza de Deus. De nada valeria
ter o aflito recorrido a ele e elevado seus desejos e orações ao céu, não
estivesse o mesmo persuadido de ser ele o fiel galardoador de todos os que o
invocam. O ponto sobre o qual Davi ora insiste é o fato de Deus ser generoso e
inclinado à compaixão, e que sua misericórdia é tão imensa, que se torna impossível
que ele rejeite quem quer que implore seu auxílio. Embora Davi magnifique a
profusão da mercê divina, contudo imediatamente a seguir representa essa
profusão [ou liberalidade] como sendo restrita aos fiéis que o invocam, para ensinar-nos
que aqueles que, não levando Deus em consideração, obstinadamente se agastam
com o pouco, merecidamente perecem em meio a suas calamidades. Ao mesmo tempo,
ele usa o termo todos, para que cada pessoa, sem exceção, do maior ao menor,
seja encorajada a confiadamente recorrer à bondade e misericórdia de Deus.
Deus nos
abençoe!
João
Calvino (1509-1564).
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“Compadece-te de
mim, ó SENHOR, pois a ti clamo de contínuo” (Sl 86.3).
O salmista novamente
recorre à misericórdia de Deus. A palavra a qual traduzi, substancialmente é o
mesmo que satisfazer, ter prazer. É como se ele dissesse: não me escudo em meu
próprio mérito, mas humildemente oro por livramento unicamente com base em tua
misericórdia. Quando fala de clamar diariamente, é uma prova de sua esperança e
confiança, do que falamos um pouco antes. O verbo clamar, como tenho tido
ocasião de observar várias vezes, denota a veemência e o ardor da alma. Os santos,
aliás, nem sempre oram em voz audível; porém seus suspiros e gemidos secretos
ressoam e ecoam fora e sobem de seus corações, penetrando o próprio céu. O
suplicante inspirado não só se representa como a clamar, mas como a perseverar
nessa atitude, para ensinar-nos que não estava desencorajado no primeiro ou no
segundo encontro, mas prosseguia em oração com incansável ardor. No versículo
seguinte, ele expressa mais definidamente por que suplicava a Deus que tivesse
misericórdia dele, ou, seja: para que sua angústia fosse removida. Na segunda
sentença, ele declara que não havia hipocrisia em seu clamor; porque ele elevou
sua alma a Deus, que é a principal característica da oração correta. “Alegra a
alma do teu servo, porque a ti, SENHOR, elevo a minha alma”.
Deus nos
abençoe!
João
Calvino (1509-1564).
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“Preserva a
minha alma, pois eu sou piedoso; tu, ó Deus meu, salva o teu servo que em ti
confia” (Sl 86.2).
Aqui o salmista
associa outros dois argumentos por meio dos quais insiste com Deus que lhe
conceda socorro - sua própria amabilidade para com seus vizinhos e a confiança
que depositava em Deus. Na primeira sentença, à primeira vista poderia parecer
estar fazendo algumas pretensões à dignidade pessoal; todavia claramente mostra
que sua intenção longe estava de insinuar que foi por méritos próprios que
punha Deus em obrigação de preservá-lo. Mas a menção particular que ele faz de sua
clemência e mansidão tende a exibir à plena luz quão odiosa era a perversidade
de seus inimigos, os quais trataram com tanta ignomínia e com tanta
desumanidade a um homem contra quem não podiam, solidamente fundamentados,
tornar culpado, e alguém que, com tanto esforço, tudo fazia para ser-lhes agradável.
Visto, pois, que Deus declarou ser o defensor das boas causas daqueles que
seguem após a justiça, Davi, não sem boa razão, testifica que tinha se
esforçado por exercer bondade e amabilidade; à luz deste fato pode parecer que
ele fora vilmente retribuído por seus inimigos, quando gratuitamente agiram
cruelmente contra um homem compassivo. Mas como não seria suficiente que suas
vidas fossem caracterizadas pela bondade e justiça, junta-se uma qualificação
adicional: o descanso ou confiança em Deus, sendo esta a mãe de toda verdadeira
religião. Estamos cientes de que alguns têm sido dotados com um grau bem
elevado de integridade, ao ponto de granjearem entre os homens o louvor de
serem perfeitamente justos. Mas, como esses homens, com todas suas excelências
e virtudes, eram ou dominados pela ambição, ou inflados pela soberba, que os
levam a confiar mais em si do que em Deus, não surpreende encontrá-los sofrendo
o castigo de sua vaidade. Ao lermos histórias profanas, nos sentimos perplexos
como é possível que Deus tenha abandonado os honestos, os sérios e os
temperados às paixões tempestivas de uma multidão perversa; mas não há razão
para espanto diante disso, quando ponderamos que tais pessoas, confiando em sua
própria força e virtude, desprezaram a graça de Deus com toda a arrogância da
impiedade. Fazendo de sua própria virtude um ídolo, desdenhosamente se
recusaram a erguer seus olhos para ele. Portanto, embora possamos ter o
testemunho de uma consciência aprovadora, e embora ele seja a melhor testemunha
de nossa inocência, todavia, se estamos desejosos de obter sua assistência, é
necessário que lhe confiemos nossas esperanças e ansiedades. Se alguém contesta
dizendo que nesse caminho o portão está fechado para os pecadores, respondo que
quando Deus convida a si os que são inocentes e retos em sua conduta, isso não
significa que ele imediatamente repila todos os que são castigados por conta de
seus pecados; porque eles têm uma oportunidade que lhes foi dada, caso a
aproveitem para a oração e o reconhecimento de sua culpa.
Deus nos
abençoe!
João Calvino (1509-1564).
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“Inclina, SENHOR,
os ouvidos e responde-me, pois estou aflito e necessitado” (Sl 86.1).
Neste Salmo as
orações e as santas meditações se entrelaçam com vistas a nutrir e confirmar a
fé, irmanando-se com louvores e ações de graças. Parecendo difícil, segundo o
critério da razão carnal de Davi, escapar das angústias com que se via cercado,
ele confronta suas conclusões com a infinita bondade e poder de Deus. Não
espera meramente ver-se livre de seus inimigos; ele também ora para que o temor
de Deus seja implantado e firmemente estabelecido em seu coração.
Nem o título,
nem o conteúdo deste Salmo nos habilita a concluir com certeza quais os perigos
dos quais Davi aqui se queixa; porém o Salmo com toda probabilidade se refere
àquele período de sua vida em que era perseguido por Saul, e descreve o fio de
pensamento que então ocupava sua mente, ainda que o mesmo não tenha sido
escrito até depois de sua restauração a um estado de paz e tranquilidade
externas, quando passou a desfrutar de mais lazer. Não é sem causa que ele
alegue diante de Deus que as opressões que suportou eram um argumento com o fim
de obter o favor divino; pois nada é mais próprio à natureza de Deus do que
socorrer o aflito; e quanto mais severamente é alguém oprimido, e mais
destituído esteja dos recursos do auxílio humano, também mais inclinado está
Deus graciosamente a socorrê-lo. Portanto, para que nenhum desespero torture
nossas mentes com as mais profundas aflições, apoiemo-nos no fato de que o Espírito
Santo ditou esta oração para os pobres e aflitos.
Deus nos
abençoe!
João
Calvino (1509-1564).
*Visite a Igreja Presbiteriana do Brasil - Curitiba(PR).