"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



terça-feira, 15 de novembro de 2011

São Poucos Os Que São Salvos?

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

SÃO POUCOS OS QUE SÃO SALVOS?
“Eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão” (Lc 13:24).

Amados irmãos, devemos dar especial atenção ao que disse o nosso Senhor Jesus como resposta à pergunta: “Senhor, são poucos os que são salvos?” Em que Ele respondeu: “Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, pois eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão (Lc 13:23,24). O Senhor Jesus nos faz entender que há um limite de tempo para aceitarmos a salvação. Chegará o tempo em "que muitos procurarão entrar pela porta estreita e não poderão”. O nosso Amado e Gracioso Senhor está avisando a toda humanidade que chegará o Dia em que o trono da graça será substituído pelo trono do Julgamento Final; que o tempo do perdão terá passado e que a porta estreita que conduz à vida eterna será trancada. O grande Dia de Juízo virá; então, esta profecia se cumprirá. “Quando o dono da casa se tiver levantado e fechado a porta, e vós, do lado de fora, começardes a bater, dizendo: Senhor, abre-nos a porta, ele vos responderá: Não sei donde sois. Então, direis: Comíamos e bebíamos na tua presença, e ensinavas em nossas ruas. Mas ele vos dirá: Não sei donde vós sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais iniqüidades” (Lc 13:25-27). Que os homens não esqueçam disso! Está chegando o Dia em que, mesmo com lágrimas, buscar a Deus será inútil. O Senhor Jesus nos alertou que muitos serão impedidos de entrar pela porta estreita. Ele não falou de poucos, mas de muitos. Muitos darão crédito à verdade depois do tempo oportuno e saberão tarde demais o que significa salvação. Será você um desses que admitirá a verdade fora de tempo? Será você um desses que com “angústias do inferno” lamentará pelas oportunidades perdidas? Lembre-se, nesse Dia o peso da culpa será insuportável. Esse será o Dia em que muitos desejarão o perdão de seus pecados, mas não obterão. Será a hora em que todos os valores deste mundo serão revertidos. Todo valor dado ao poder, a fama, ao dinheiro, aos bens e propriedades, aos prazeres da carne e tantas outras coisas para as quais muitos vivem não fará a menor diferença. Só então, a salvação apresentada por nosso Senhor Jesus Cristo lhes será o bem mais precioso, mas será tarde demais. A porta que consideraram estreita estará fechada. Do lado de fora “haverá “choro e ranger de dentes”. “Então, me invocarão, mas eu não responderei; procurar-me-ão, porém não me hão de achar. Porquanto aborreceram o conhecimento e não preferiram o temor do Senhor; não quiseram o meu conselho e desprezaram toda a minha repreensão” (Pv 1:28-30). Medita nestas coisas enquanto!

Rev. José Oliveira Filho
Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A Verdade Sobre Jesus Cristo

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

A VERDADE SOBRE JESUS CRISTO 
"Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra" (Mt 28:18).

Amados irmãos, ao Senhor Jesus Cristo foi concedido “toda autoridade no céu e na terra”. Principados e potestades estão submissos a Ele. Nem mesmo a morte O dominou. Ele ordenou e os mortos reviveram. Ele expeliu demônios e eles bateram em retirada. Ele repreendeu enfermidades, moléstias diversas, impôs Suas mãos sobre enfermos e eles foram imediatamente curados. “Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder, o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com Ele” (At 10:38). Não podemos deixar passar despercebida a verdade sobre Jesus Cristo. Os grandes e maravilhosos feitos do nosso Senhor ocorreram com tanta freqüência que corremos o risco de ler as Escrituras sem dar a devida atenção ao ensino de Suas ações. Os milagres de Jesus foram demonstrações do Seu poder, misericórdia e graça. Os Seus atos poderosos, misericordiosos e graciosos foram destinados a nos ensinar a verdade sobre a Sua Pessoa. “Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2:9-11). Ele é o Senhor, o Libertador, o Filho do Altíssimo, o Deus Forte, o Todo-Poderoso, o Pai da Eternidade, o Príncipe da Paz, Deus conosco. Somente nEle os nossos pecados são perdoados e por Ele somos justificados diante de Deus Pai, o Justo Juiz. O Senhor Jesus Cristo veio para nos livrar definitivamente de todos os nossos temores, doenças, males e ciladas do diabo. Ele é o único que pode nos dar libertação, proteção, paz e vida abundante. A solução definitiva para os mais variados tipos de problemas está em Jesus Cristo, o nosso Senhor. O tempo de buscá-Lo se chama hoje. A hora da libertação, cura e salvação é chegada. “Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-O enquanto está perto” (Is 55:6). Não se deixe consumir pelas angústias do inferno, pelos enganos de Satanás. Clame por socorro: “Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim!” (Lc 18:38). Ele te ouvirá! Amém.
Rev. José Oliveira Filho
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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Crês, Tu, que Deus é um Só?

CRÊS, TU, QUE DEUS É UM SÓ?  
"Achava-se na sinagoga um homem possesso de um espírito de demônio imundo, e bradou em alta voz: "Ah! Que temos nós contigo, Jesus Nazareno? Vieste para perder-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus!” (Lc 4.33,34).

Amados irmãos, os demônios creem em Deus e reconheceram ser Jesus o "Santo de Deus". Eles estavam conscientes do especial relacionamento de nosso Amado Senhor com Deus Pai, bem como do Seu poder para destruir as forças do mal (Lc 4.41). No entanto, podemos afirmar que este conhecimento é desprovido de fé salvadora. Os demônios são miseráveis criaturas pecaminosas caracterizados pelo ódio. Eles estão destinados ao inferno. Isso serve de alerta a todo ser humano que agasalha no coração este terrível sentimento. Uma possessão perigosa e muito comum entre os homens. Muitos conhecem intelectualmente a palavra de Deus, são capazes de conversar fluentemente sobre alguns fundamentos da fé cristã e, apesar disso, não ter amor. Podem admitir que há um só Deus, saber que Jesus é o Cristo de Deus, dizer que Ele é o Senhor; e, mesmo assim, perecerem no inferno. "Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus" (Mt 7.21). Examine- se! O seu conhecimento de Deus tem motivado você a amá-Lo e obedecê-Lo de todo coração? Você ama a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo? "Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor" (1Jo 4.7,8)"O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do  mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba" (1Co 13.4-8). O conhecimento de Deus não acompanhado do verdadeiro amor é inútil, servindo apenas para intensificar a condenação do seu possuidor no Juízo Final. Medita nestas coisas!
Rev. José Oliveira Filho
*Visite a Igreja Presbiteriana da Silva Jardim - Curitiba/PR
Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário
(41)3242-8375

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Examine-se, pois, o Homem a Si Mesmo

Examine-se, pois, o homem a si mesmo  
“Examine-se, pois, o homem a si mesmo” (1Co 11.28).

Graça e Paz!
Que fruto o cristianismo que você professa tem produzido em sua alma? Um cristão autêntico, inevitavelmente, será reconhecido pelo fruto do Espírito: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio (Gl 5.22-23). Você possui esse fruto? Considere também os meios da graça de Deus: Qual o seu sentimento em relação ao Dia do Senhor? É dia de descanso e alegria por poder estar na casa de Deus, na companhia dos irmãos de fé, em louvor e adoração ao Senhor? Ou este dia está reservado ao esporte, diversão e lazer? E quanto à oração e estudo da Bíblia? São exercícios necessários à sua vida lhe proporcionando crescimento espiritual, conforto, ânimo e paz? Ou isso lhe causa tédio, canseira, enfado? Se estes meios da graça não são essenciais ao seu espírito quanto o comer e beber são indispensáveis para o seu corpo, então questione a veracidade da sua profissão de fé. Você procura fazer o bem ao próximo? Ocasiões para praticar o bem estão diante de nós. Podemos anunciar o evangelho, fazer discípulos de Cristo, demonstrar amor e solidariedade aos aflitos, visitar os enfermos e solitários“Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me” (Mt 25.35,36). Você sabe alguma coisa a respeito desse tipo de atitude? Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando (Tg 4.17). Uma palavra de advertência àqueles que estão presos ao falso cristianismo: Lembre-se do perigo que você corre, isso certamente irá derrotá-lo. Ele não lhe dará o conforto necessário em tempos de aflição, e quando a morte chegar, nada além da verdade será levado em conta. Examine-se, pois, e busque a vida cristã autêntica. Amém!
Rev. José Oliveira Filho
Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
Rua Desembargador Otávio do Amaral, 885 – Curitiba/PR
(41) 3023-5896

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Longe de Mim que Eu peque contra o SENHOR

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

LONGE DE MIM QUE EU PEQUE CONTRA O SENHOR 
“Quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o Senhor, deixando de orar por vós” (1Sm 12:23).

Amados irmãosvamos dar atenção as palavras do profeta Samuel: “Quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o Senhor, deixando de orar por vós”. Deixar de orar em favor dos nossos irmãos é um pecado contra Deus. Podemos pecar não só com atitudes erradas, mas também deixando de fazer o que é certo. “Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, nisso está pecando” (Tg 4:17). Todo cristão é exortado a ser fortalecido no Senhor e na força do Seu poder “com toda oração e súplica, orando em todo o tempo no Espírito e para isto vigiando com toda a perseverança e súplica por todos os santos” (Ef 6:18). A negligência na prática da oração demonstra desconsideração pela Palavra de Deus, entristece o Espírito Santo e enfraquece a nossa alma. A falta de oração é a constatação de que não reservamos um tempo para estar com Deus. Não é difícil reservar um tempo para estar com quem amamos. A falta de tempo para estar com Deus é uma declaração que não O amamos. A negligência na prática da oração leva também ao descuido quanto a outras práticas espirituais. A falta de oração torna evidente que a vida espiritual está mortalmente doente. E mais, quando negligenciamos a prática da oração não crescemos no conhecimento e na graça de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Uma relação adequada com o Senhor Jesus inclui a oração – tanto o desejo como a prática da oração. Sem o desenvolvimento necessário da comunhão com Cristo perdemos a consciência da presença de Deus Conosco, nos privamos de compartilhar os Seus sentimentos, deixamos de ouvir a Sua edificante e suave voz. Podemos dar muitas desculpas, mas negligenciar a prática da oração é pecado. Não apenas um pecado contra o nosso semelhante, mas um pecado direto contra o Senhor Deus, e todo pecado traz sérias consequências. Por fim, lembre-se do que todo filho de Deus sabe: Cristo Jesus vive para sempre intercedendo por nós (Hb 7:25); o Espírito de Cristo é Espírito de oração, Ele nos assiste em nossas fraquezas intercedendo por nós com gemidos inexprimíveis; porque não sabemos orar como convém (Rm 8:26). “Longe de mim que eu peque contra o Senhor, deixando de orar por vós” (1Sm 12:23). Óh, Espírito Santo de Deus, vem sobre o nós e inflama a chama viva da oração. Amém.
Rev. José Oliveira Filho

Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A Hora da Provação

A HORA DA PROVAÇÃO 
“Eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro” (Ap 3:10).

Amados irmãos, o que sabemos sobre “a hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra”? Será a ocasião em que o poder cativador da tentação alcançará o ápice de sua força? Será esse o momento em que a tentação manifestar-se-á na sua forma mais perigosa tendo maior probabilidade de vencer qualquer resistência que se lhe oponha? Muitas tentações nunca alcançam o seu ponto máximo e são derrotadas sem grandes dificuldades. Mas quando a tentação ocorrer na “hora da provação”, ela se apresentará com uma nova força. E a não ser que uma graça especial nos seja concedida guardando-nos dessa hora, ela conquistará a nossa alma e nos levará a queda. É bem provável termos enfrentado as mais variadas formas de tentação: mentir, adulterar, fraudar, cobiçar, roubar, matar, mas pela graça de Deus temos resistido todas elas. É certo que o rei Davi foi tentado a adulterar e a matar nos dias de sua mocidade (1Sm cap. 25), mas foi na “hora da provação” que essa tentação em particular veio com toda a sua força (2Sm cap. 11). Se nós não estivermos especialmente preparados para uma hora como essa, certamente cairemos. Como podemos saber se estamos diante da “hora da provação”? Isso pode ser detectado por sua pressão insistente. É como se o tentador soubesse que aquele é o “dia mau”, a “hora oportuna”, vindo com todas as “forças espirituais do mal” (Ef 6:12,13), não dando descanso à nossa alma. Sempre que a tentação nos pressionar de todos os lados para conseguir o consentimento da nossa vontade para pecar, podemos ter certeza que a “hora da provação” chegou. Quando a tentação chegar de forma irresistível combinando o medo e o desejo, estamos diante de uma “cilada do diabo” (Ef 6:10). Todo o poder da tentação consiste na combinação desses dois fatores: o medo e o desejo. Agindo juntos eles raramente falham. Encontramos isso em plena ação no caso do rei Davi. O medo que descobrissem seu adultério associado ao prazer que usufruíra com Bate-Seba foi fatal, isso o levou ao assassinato de Urias. Quando você sentir a força desses dois poderes procurando persuadi-lo a pecar, arme-se e resista, essa é a “hora da provação”. Considere todas as possibilidades e todos os meios possíveis para evitar a queda. “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca”, disse o Senhor Jesus (Mt 26:41). Medita nestas coisas! Amém.
Rev. José Oliveira Filho
Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
Rua Desembargador Otávio do Amaral, 885 – Curitiba/PR
(41) 3023-5896

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Fé sem o Arrependimento

FÉ SEM O ARREPENDIMENTO 
“Creram no seu nome; mas o próprio Jesus não se confiava a eles”(Jo 2:23,24).

Amados irmãos, é possível crer em Cristo Jesus sem a experiência do arrependimento?  O nosso Senhor Jesus pregou a necessidade do arrependimento, assim como fizeram também os santos apóstolos. Eles entendiam que se a fé não estivesse acompanhada da experiência do arrependimento não teria valor algum para a salvação. Para o perdido pecador ser salvo teria que admitir e arrepender-se de sua total depravação e crer no Salvador. Jesus Cristo não veio ao mundo para abençoar as pessoas boas, mas para salvar os perdidos. Ele não veio para acrescentar às nossas vidas já realizadas o benefício do céu, mas resgatar-nos da nossa maldade e condenação eterna. Qualquer outro entendimento torna insignificante o valor da salvação. A sua fé veio  acompanhada com a graça do arrependimento? Ninguém é salvo sem arrepender-se dos seus pecados. "Deus notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam” (At 17:30). Seria necessário um “pastor” habilidoso na arte de misturar o erro com a verdade para excluir alguém dessa exigência divina. No evangelho de João, lemos: “Estando ele em Jerusalém durante a festa da Páscoa, muitos, vendo os sinais que ele fazia, creram no seu nome. Mas o próprio Jesus não se confiava a eles, porque os conhecia a todos” (Jo 2:23,24). Vendo os sinais creram, mas Cristo não se confiava a eles! Por quê? Porque eram “crentes” não-arrependidos desejando tão somente ter de Cristo os milagres acrescentados às suas vidas. Quantos não estão em busca dos milagres e benefícios que os levem à prosperidade e independência financeira? Quem não apreciaria tais “bênçãos”? Muitos vêm a Cristo com intenções materialistas, sem nenhum arrependimento. São homens e mulheres orgulhosos, com desejos carnais, obcecados por bênçãos materiais. As pessoas que verdadeiramente buscam a Cristo vêm convencidas pelo Espírito Santo, arrependidas dos seus pecados, em busca de perdão e justificação. Não são poucos os que iludidos pela "operação do erro" (2Ts 2:7-12) aproximam-se de Cristo sem o desejo de uma completa mudança na alma. Medita nestas coisas!
Rev. José Oliveira Filho
Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
Rua Desembargador Otávio do Amaral, 885 – Curitiba/PR
(41) 3023-5896

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Os Perigos do Inferno

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00
Culto de Oração: Quartas-Feiras às 20h00

OS PERIGOS DO INFERNO 
“Eu vos mostrarei a quem deveis temer”(Lc 12:5).

Amados irmãos, lendo as Escrituras não podemos deixar de notar a ênfase dada pelos fieis pregadores sobre "os perigos do inferno”. João Batista fala aos seus ouvintes de que há uma “ira vindoura”. Ele fala de um “machado posto à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo” (Lc 3:9). Sabemos que falar sobre “os perigos do inferno” é algo ofensivo a natureza humana. Quem tratar desse assunto deve esperar receber a fama de insensível e rigoroso. Isso se dá porque as pessoas apreciam mais ouvir temas suaves, que lhes fale de paz e não de perigo. Porém, se desejamos causar algum bem às almas, não devemos omitir esse assunto. Em seu ensino público, o Senhor Jesus tratou com freqüência sobre "os perigos do inferno”. Disse Ele: “Eu, porém, vos mostrarei a quem deveis temer: temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno. Sim, digo-vos, a esse deveis temer” (Lc 12:5). Leiam também os textos de Mateus 5:22; 5:29;18:9; e Lucas 16:23. O nosso Manso e Amado Salvador, que de modo tão gracioso nos revelou o caminho para o céu, também nos alertou sobre “os perigos do inferno”. Não devemos ir além daquilo que está escrito na Bíblia, mas não devemos deixar de lado a verdade, não tente se mostrar mais piedoso do que o próprio Deus. Que a verdade de Deus fique gravada em nossos corações. Não tenha receio de admitir e anunciar sua crença nos “perigos do inferno”. A cada dia vemos homens e mulheres errando o caminho, perdendo-se em densas trevas. Não alertá-los sobre esse perigo é trair o nosso semelhante. É encorajá-los a permanecer na iniqüidade e incentivá-los a agasalhar em seus corações o antigo engano Satânico: “É certo que não morrereis” (Gn 3:4). Sem dúvida, o nosso melhor amigo é Cristo, bem como aqueles que com fidelidade expõem as Escrituras; que honestamente nos falam das bênçãos celestiais, tanto quanto nos alertam sobre a maldição eterna. O ser humano não teme se não for avisado que há um motivo real a temer. Não busca o Salvador se não estiver convencido dos perigos do inferno. Considere estas coisas. Deus vos abençoe! Amém.
Rev. José Oliveira Filho
Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Maria, Mãe do Nosso Senhor Jesus

MARIA, MÃE DO NOSSO SENHOR JESUS 
“Alegra-te, muito favorecida! O Senhor é contigo” (Lc 1:28).

Amados irmãos, devemos reconhecer que nenhuma mulher recebeu honra tão elevada quanto Maria, mãe do nosso Senhor Jesus. Ela teve o privilégio único de ser um “vaso de bênção”, escolhida por Deus para ser a mãe do “Filho do Altíssimo”. Devemos considerar o testemunho do Espírito Santo registrado nas Escrituras sobre Maria. Ela foi mãe da natureza humana de nosso Senhor. Honrada como "muito favorecida”, “agraciada por Deus”, “bendita entre as mulheres”, “todas as gerações lhe considerarão bem-aventurada”. Esta serva do Senhor deixou um maravilhoso testemunho. Passou por todos os riscos e provações quanto a sua reputação, mas sem vacilar continuou submissa à vontade de Deus. A isso chamamos de fé verdadeira e bom testemunho obtido pela fé. Quando Maria recebeu a honra singular de ser a mãe do Filho de Deus, foi encontrada numa condição humilde. Isso não havia se constituído  em impedimento para o conhecimento das Escrituras. Ela estava familiarizada com a Palavra de Deus, tinha ciência dos portentosos feitos de Deus na história e na vida dos Seus santos. Ela sabia que Deus é Fiel e cumpridor de Suas promessas feitas a Abraão e sua descendência. O seu cântico foi de adoração e agradecimento a Deus. “Então, disse Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador, porque contemplou na humildade da sua serva. Pois, desde agora, todas as gerações me considerarão bem-aventurada, porque o Poderoso me fez grandes coisas. Santo é o seu nome. A sua misericórdia vai de geração em geração sobre os que o temem” (Lc 1:46-50). A espiritualidade que encontramos em Maria é o adorno necessário para todo cristão. Fazemos bem em ter a mãe do nosso Senhor Jesus como exemplo quanto ao cultivo de um espírito de submissão, humildade, amor e gratidão a Deus. Estas são marcas que distinguem os verdadeiros filhos de Deus. Medita nestas coisas!
Rev. José Oliveira Filho 

Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
Rua Desembargador Otávio do Amaral, 885 – Curitiba/PR
(41) 3023-5896
Pastor Efetivo: Rev. Luiz Eduardo Pugsley Ferreira
Pastor Auxiliar: Rev. José Rodrigues de Oliveira Filho

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Considerações sobre a Fé Verdadeira

Igreja Presbiteriana Betel

Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

CONSIDERAÇÕES SOBRE A FÉ VERDADEIRA
“Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus”(Rm 5:1).

Amados irmãos, a fé verdadeira tem como principal característica o conhecimento da verdade. Aquele que tem essa fé não põe sua confiança em seus próprios esforços. Olha para sua salvação como resultado do poder e graça de Deus. Confia inteiramente em Deus, na Sua obra consumada, descansando unicamente em Cristo. Tem conhecimento de que é por meio da fé em Cristo Jesus que o homem é salvo. Que a fé em Cristo Jesus é o instrumento, não a causa da nossa justificação. Que a causa da nossa justificação é Cristo Jesus e tudo o que Ele fez por nós. Que nascemos em pecado, por natureza rebeldes, alheios a vida de Deus, miseráveis e infelizes; e que a nossa maior necessidade é de reconciliação com Deus. Como o pecado nos separou de Deus, a  nossa salvação consiste em reconciliarmo-nos com Ele. Essa reconciliação foi planejada por Deus desde a eternidade, desde antes da fundação do mundo. Reconciliação com Deus por meio de Jesus Cristo. O Senhor Jesus Cristo veio a este mundo consciente de que Ele seria o único meio de reconciliação do homem pecador com o Deus Santo. Essa verdade é anunciada por toda Bíblia. A paz com Deus só é possível mediante a fé; por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes; e gloriamo-nos na esperança da glória de Deus” (Rm 5:1,2). “Justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos [e sobre todos] os que crêem; porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3:22,23). “Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo” (2Co 5:18). A fé verdadeira tem como característica o conhecimento da verdade. Considere estas coisas! Amém.
Rev. José Oliveira Filho
Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130