"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



sexta-feira, 20 de junho de 2014

Fé Verdadeira

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

FÉ VERDADEIRA
“Temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1).

Amados irmãos, a  fé verdadeira tem como característica conhecer e admitir a Verdade. Aquele que tem essa fé olha para a sua salvação como resultado do poder e graça de Deus, descansando inteiramente em Cristo Jesus, em Sua obra consumada na Cruz do Calvário. Em Cristo temos a redenção, pelo Seu sangue, a remissão dos pecados”  (Ef 1.7). Todo homem nasce em pecado; é por natureza rebelde, miserável, infeliz, alheio à vida de Deus. A sua maior necessidade é de reconciliar-se com o Criador. Como o pecado nos separou de Deus, a  nossa salvação consiste em nos reconciliarmos com Ele. Bênção planejada desde a eternidade, desde antes da fundação do mundo. A nossa reconciliação se tornou possível por meio do sacrifício de Cristo Jesus. O nosso Redentor veio a este mundo consciente de que Ele seria o único capaz de nos reconciliar com Deus. Essa verdade é anunciada por toda a Bíblia. “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes; e gloriamo-nos na esperança da glória de Deus” (Rm 5:1,2). “Justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos [e sobre todos] os que crêem; porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3:22,23). “Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo” (2Co 5:18). A fé verdadeira tem como característica conhecer e admitir a Verdade. “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (Jo 14.6), disse Cristo Jesus. Medita nestas coisas! Amém.

Rev. José Oliveira Filho

Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130

sexta-feira, 13 de junho de 2014

A Resposta da Cruz

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

A RESPOSTA DA CRUZ
“Agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte” (Cl 1.22).

Muitas vezes falamos de amor e lei, de verdade e Graça, de justiça e misericórdia como se o pecado não existisse e, portando, como se não existisse controvérsia entre esses fatos. Se o pecado não existisse, a lei e o amor nunca estariam em desarmonia um com o outro, verdade e Graça caminhariam sempre de mãos dadas, justiça e misericórdia cantariam a mesma melodia. Se a lei é quebrada, o que o amor pode fazer? Se a verdade é violada, como pode a Graça operar? Na presença do crime, como podem a justiça e a misericórdia se encontrarem? Este é o problema dos problemas. Este não é um problema entre Deus e o homem. Não é um problema entre Deus e os Anjos. É um problema entre Deus e Ele mesmo. Este problema tem a resposta na Cruz, “Deus estava em Cristo” (2Co 5.18,19), desde a eternidade, nos dias da manifestação humana e, seguramente também na hora da Cruz. Assim sendo, por meio de todos os sofrimentos consequentes do conflito no interior de Sua própria natureza, Ele encontrou o meio de reconciliação. Pelo sofrimento realizado no seio da história humana e, aos olhos de todas as gerações, através da Cruz Ele demonstrou que o amor encontra-se com a lei, sofrendo-a e cumprindo-a. A graça satisfaz a demanda da verdade satisfazendo todas as violações e, a misericórdia pode operar na base da justiça, não porque Deus tenha golpeado e afligido outro que não fosse Ele mesmo, mas porque – em mistério que confunde e frustra o intelecto quando tenta absorver o seu significado – Deus tudo assume no Seu próprio coração e sofre para reconciliar todas as coisas em Si mesmo. Assim como Jesus Cristo é o centro, a fonte e o objetivo do universo, A Cruz é o centro, fonte e o alvo da reconciliação. Se, através daquela Cruz todas as coisas nos céus serão reconciliadas, vindo a seguir a infinita paz, eu me atrevo a crer, apesar de todo o meu pecado e de toda a minha fraqueza que, por meio daquela Cruz eu estou reconciliado com Deus, e através desta reconciliação encontro infinito descanso.

*"A Bíblia e a Cruz" - George Campbell Morgan

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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Que Trono Aspiramos?

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

QUE TRONO ASPIRAMOS?
 “Sê fiel até a morte, e dar-te-ei  a coroa da vida” (Ap 2.10).

Amados irmãos, a Cruz foi o caminho que levou Cristo Jesus a coroação. Ele aceitou aquele caminho contrariando a sugestão de Satanás e dos homens. Ele escolheu a Cruz porque estava de acordo com o propósito de Deus. O Filho de Homem não poderia ter alcançado a Glória por nenhum outro meio, a não ser, abandonando-se inteiramente à vontade de Deus Pai e doando-se integralmente à humanidade. Ele poderia te feito para Si mesmo – assim como outros homens fizeram – um trono para durar alguns anos. Mas foi através do penoso caminho de Sua morte na Cruz que Ele passou para a amplidão do Seu Reino. Assim também, para reinar em vida temos que chegar ao fim de nós mesmos. Temos que doar nossas vidas e pelo caminho da Cruz triunfar. O nosso triunfo não se dá pela diplomacia, mas somente por nossa morte para o ego em conformidade à Cruz de Cristo (Mt 16.24-26). Que trono aspiramos? Todos os tronos inferiores baseados em elementos terrenos, nós rejeitamos como sendo indignos de consideração. Que lugar desejamos no qual possa existir poder beneficente e influência benevolente? Seja ele qual for, existe apenas um meio para encontrá-lo, e este meio é da Cruz. Não podemos reinar em vida até que nossas ambições cheguem ao fim. Bem-aventurado é o homem que manca se, a sua coxeadura é resultado de uma noite passada no “vau de Jaboque”. Foi através de lutas e quebrantamento que Jacó se tornou Israel (Gn 32.22-32). “Quando caio por terra em morte gloriosa, do chão florescem vigorosas flores. Vida que nunca se acaba”. Oh! Deus, nós te agradecemos por todos que estão encarando este grande ministério; o rubor da juventude em suas faces, o vislumbre e o brilho saudável em seus olhos; espiritualmente ambiciosos, desejando reinar em vida como “embaixadores de Cristo”, conquistadores de almas. Porém, devemos todos lembrar que devemos morrer para viver, conformados à morte de Cristo. “Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap 2.10). Medita nestas coisas! Amém.

* Adaptado do livro: "A Bíblia e a Cruz" - George Campbell Morgan

Rev. José Oliveira Filho

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quinta-feira, 22 de maio de 2014

Conforme Cristo

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

CONFORME CRISTO
“Conformando-me com Ele na sua morte” (Fp 3.10).

Amados irmãos, ser conforme Cristo na Sua morte significa conformidade à vontade de Deus – aquela vontade, escolhida como um princípio revelado em seus planos e obedecido em todo o seu curso. Podemos afirmar que isso não parece algo difícil. É inteiramente verdadeiro que nada é difícil quando a vontade está inteiramente submetida, porque é por este ato de submissão que somos levados à experiência da Cruz. Conformidade com a morte de Cristo não consiste em cantar hinos sobre a vontade de Deus, ou rejubilar-se na apreensão intelectual de Sua perfeição. Significa o teste de cada desejo e de cada afeto de acordo com tal vontade. Todos os que estão em desarmonia com esta vontade serão destruídos. Quando a vontade de Deus é escolhida, como um princípio, nunca vamos perguntar: O que pensarão nossos “amigos”? Mas sim: O que Deus pensará? Não mais, o que eu desejo? Mas, o que Deus deseja. Não mais: Qual ação trará prazer a nós mesmos? Mas, o que agradará a Deus? Além disso, o princípio deve operar, não somente nos momentos de grandes crises, mas no cotidiano da vida. Neste ponto é que podemos ser edificados ou arruinados. Nenhum homem jamais foi arruinado em sua fibra moral, sem antes já ter sido enfraquecido nas coisas triviais da sua vida cotidiana. Reverentemente, olhando novamente para a Cruz e nela reconhecendo a última e definitiva expressão da conformidade de Jesus a vontade de Deus, rememoramos a vida que o conduziu ao Calvário, e recuperamos em nossa memória esta Sua reveladora declaração: “Não procuro a minha própria vontade, e sim a daquele que me enviou” (Jo 5.30). Em toda a vida de Jesus a música mística de Suas declarações revelava a paixão íntima, a inspiração de Sua existência. Até o fim, em continuidade cooperativa com a vontade de Deus, Ele tomou o rumo da Cruz. Conformidade com Cristo na Sua morte significa: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me” (Mt 16.24). Medita nestas coisas! Amém.

* Adaptado do livro: "A Bíblia e a Cruz" - George Campbell Morgan

Rev. José Oliveira Filho

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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Redenção Pelo Seu Sangue

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

REDENÇÃO PELO SEU SANGUE
“No qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados” (Ef 1.7).

Amados irmãos, não somos redimidos pela vida de Jesus, mas por Sua vida oferecida em dor e pelo Seu sofrimento. A redenção é provisionada, não pelas riquezas que a vida de Jesus possui, mas pelo sofrimento de Sua vida derramada na cruz. Assim como o sangue na vida física é o símbolo do espiritual, assim também, o real derramamento do sangue do Homem de Nazaré simbolizou aquele infinito mistério caracterizado por um amor singular, espontâneo e incondicional submetido ao sofrimento, à dor e à morte. No momento em que começamos a dizer que não há virtude no sangue, estaremos muito próximos de negar o único, solitário e singular sofrimento de Deus em Cristo, através do qual, e somente por Ele, a remissão tornou-se possível, a qual é ao mesmo tempo: libertação da culpa, da corrupção e do poder do pecado. “Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo” (1Pe 1:18,19). Entenda isso: Não é pela vida em si, mas pela vida dada, derramada, oferecida. Não é pelas riquezas ou pela beleza do ideal, mas pelo mistério de suas pisaduras, golpes, sofrimentos e morte que é possível a remissão ser pronunciada. Sabendo que Jesus é a única janela através da qual podemos olhar para dentro do infinito e eterno mistério que nEle subsiste, devemos entender que, não é pela beleza do Seu exemplo humano que Ele pode perdoar pecados; que não é por causa da beleza e glória de Sua vida maravilhosa, exibida em sua intelectualidade e moralidade, ou por Sua fascinante personalidade que Ele pronuncia absolvição, mas somente quando aquela vida foi ferida – um símbolo do verdadeiro sofrimento do Eterno porque: Deus estava em Cristo. “NEle temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados” (Ef 1.7). Medita nestas coisas! Amém.

Rev. José Oliveira Filho

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sexta-feira, 9 de maio de 2014

A Remissão dos Pecados

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

A REMISSÃO DOS PECADOS
“No qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados” (Ef 1.7).

Amados irmãos, nenhum homem em seu íntimo está feliz com a imperfeição. Todo homem admira a perfeição. Todo homem, se pudesse, a realizaria em todos os departamentos de sua vida. Não existe homem que ama o pecado. Ele pode amar as coisas que o pecado lhe sugere, mas todo homem é contra o seu próprio pecado. A palavra “pecados” no grego, etimologicamente sugere algo como: desvio do alvo, ultrapassar os limites. Pecar significa cair, ou desviar-se de uma posição mais alta, honrada – voluntariamente ou não – na qual alguém deveria estar. É o fato da queda. Ao estudar o Novo Testamento, vamos encontrar esta palavra sendo usada muitas vezes como atualmente a usamos – para indicar pecados menores ou faltas. Mas, também é usada no sentido de indicar o mais terrível dos pecados e a apostasia absoluta. É um termo inclusivo. É uma palavra que inclui todos aqueles desvios da vontade de Deus os quais perturbam a alma do homem. Procure rapidamente e silenciosamente pensar na trajetória de sua própria vida. Pecados? Lá estão eles em todos os anos que vivemos. Ah se pudéssemos cancelar alguns deles! Pecadilhos, faltas, desvios do caminho da retidão: tragédias, vulgaridades, todos lá estão. A palavra “pecados” permeia todos eles. E perdão? Etimologicamente, a palavra grega traduzida por “perdão”, sugere: liberdade. O original sugere a ideia de: emitir algo, expedir, despachar. Esta palavra, em particular, é traduzida de várias maneiras no Novo Testamento. “Libertação”, “liberdade”, “remissão”, “perdão”. Leia o texto e substitua algumas destas palavras. Em quem temos a nossa redenção pelo Seu sangue, a libertação dos nossos pecados – a absolvição dos nossos pecados ou a remissão de nossos pecados. Em outras palavras, nós fomos declarados livres em face de um julgamento. Perdão significa libertação da culpa do pecado, é estar livre da poluição e do poder do pecado. “Em Cristo temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados” (Efésios 1.7). Medita nestas coisas! Amém.

* Adaptado do livro: "A Bíblia e a Cruz" - George Campbell Morgan

Rev. José Oliveira Filho

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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Medo de Deus

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

MEDO DE DEUS
“Éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas” (Cl 1.21).

Por que os homens têm medo de Deus? Aqueles que são filhos de Deus, o temem e achegam-se a Ele. O homem que não conhece a Deus tem receio de que Deus possa feri-lo, causar-lhe algum dano. Aqueles que o conhecem têm receio de ofendê-Lo ou magoá-Lo. A diferença é radical: um é inimigo, o outro é filho. O primeiro medo levou o homem para longe de Deus, o outro nos mantém próximo dEle. Por que os homens experimentam esse tipo de temor? Leia o capítulo 3 do livro de Gênesis. Ao fim do dia o homem está escondido. Por que ele se esconde? Porventura Deus havia mudado? Não. O homem se escondeu porque havia mudado – ele havia pecado. Eis porque os homens se escondem de Deus – por causa dos seus pecados. Eles estão temerosos de Deus e o medo faz com que continuem distantes dEle. O medo nasce do pecado e, então, a consciência torna-se paralisada e inabilitada para buscá-Lo. Deus deu a resposta àquele medo, na Cruz do Calvário. Através daquela Cruz Deus declara que o pecado foi tomado e levado cativo para longe. Deus afirma através da Cruz que, apesar dos homens terem medo dEle, Ele os ama com um amor que nunca poderá ser anunciado ou manifestado com palavras humanas. Ele anuncia pela Cruz que, há um custo infinito, um mistério impossível de ser medido por meios humanos. Portanto, não há nada que eu possa fazer além de olhar com fé para a face de Cristo Jesus, que é Senhor e Salvador, e dizer: Ele me amou e a si mesmo se deu por mim. É o grande fato da expiação. É o grande amor que nos salva (Jo 3.16). Naquela Cruz os nossos pecados foram apagados, ela é a garantia da nossa reconciliação com Deus. “E a vós outros também que, outrora, éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas, agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte, para apresentar-vos perante ele santos, inculpáveis e irrepreensíveis” (Cl 1.21,22). Amém!

George Campbell Morgan (1863-1945)

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sexta-feira, 25 de abril de 2014

A Vida Eterna



Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

A VIDA ETERNA
“Será para os que, perseverando em fazer o bem, procuram glória, honra e incorruptibilidade” (Rm 2.7).

Amados irmãos, vida eterna será para os que, perseverando em fazer o bem, procuram glória, honra e incorruptibilidade”(Rm 2.7). O destino final dos homens será o reflexo da vida que tiveram aqui na terra. “O que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção; mas o que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna” (Gl 6.8). O estado da alma de quem deixa este mundo será o mesmo que comparecerá na presença de Deus. Não haverá mudança, arrependimento ou conversão após a morte. É nesta vida que temos as oportunidades de mudar. "Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor". Você ainda não é salvo? “Eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (2Co 6.2). “Aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo” (Hb 9.27). Venha a Cristo, agora mesmo! Busque-O enquanto se pode achar. Invoque-O enquanto é tempo. Agindo assim, você estará apto para estar com Ele na glória eterna. “Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa” (Tg 4.14). O simples fato de você ainda estar neste mundo prova o quanto Deus é longânimo, "não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento. Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas. Visto que todas essas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão. Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita a justiça” (2Pe 3.9-13). "O que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna". Medita nestas coisas! Amém.

Rev. José Oliveira Filho

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sexta-feira, 18 de abril de 2014

Desígnio de Deus

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

DESÍGNIO DE DEUS
“Sendo este entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus.” (At 2.23).

Amados irmãos, entendemos que a Doutrina da Providência pode ser definida como “a atividade de Deus por meio do qual Ele provê as necessidades de suas criaturas, preserva todo o universo criado, dirige todos os caminhos individualmente, de modo que nada escapa ao Seu controle”. Não há como negar a existência da obra providencial de Deus, porque não há coisa alguma que venha acontecer por mero acaso neste mundo e, muito menos, na existência e particularidades de qualquer um de nós. Aqueles que negam a obra providencial de Deus acabam por cair numa espécie de fatalismo ou na ideia do acaso. O fato é que homem nenhum é independente dos eventos que acontecem neste mundo. O ser humano não possui controle sobre o que acontece no universo. O cristão, como lhe deve ser próprio, crê num Deus envolvido com a Sua criação, “sustentando todas as coisas pela palavra do Seu poder” (Hb 1.3), bem como, é sabedor que nada escapa do controle soberano de Deus, pois também crê que “dEle e por meio dEle e para Ele são todas as coisas” (Rm 11.36). A doutrina da Providência não deve ser vista apenas nos atos agradáveis que acontecem na vida dos homens, como provisões nas horas de necessidade, mas também nos atos que implicam em sofrimento, aflição e morte. Na cruz do Calvário, Cristo Jesus assumiu a posição do vil pecador, sofrendo e morrendo em seu lugar. Mediante a Sua morte, nós fomos incluídos como participantes do mesmo sacrifício. Esta é a garantia de libertação da penalidade eterna a todo aquele que nEle crê (Jo 3.16). Por um ato providencial de Deus, o nosso Salvador nos substituiu naquele maldito madeiro, “sendo este entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus” (At 2.23).

Deus nos abençoe!

Martyn Lloyd-Jones (1899-1981).

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sexta-feira, 11 de abril de 2014

Porque Deus Era Com Ele

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

PORQUE DEUS ERA COM ELE
“Andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo” (At 1.38).

Amados irmãos, “Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder, o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com Ele” (At 1.38). Leia a Bíblia! Conheça o Senhor Jesus Cristo. Os grandes e maravilhosos feitos do SENHOR ocorreram com tanta frequência que corremos o risco de ler as Escrituras sem a devida atenção. Os milagres de Jesus Cristo demonstraram o poder, a misericórdia e a graça de Deus nosso Pai, “porque Deus era com Ele”. Os Seus atos de misericórdia, poder e graça foram destinados a nos ensinar a verdade sobre a Sua Pessoa. “Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2.9-11). Jesus Cristo é o nosso Libertador. O Filho do Altíssimo Deus é o Senhor dos Exércitos, Deus Forte, Todo-Poderoso, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Ele é Deus conosco! NEle encontramos perdão para os nossos pecados. É nEle que somos justificados diante de Deus, o Justo Juiz. O Senhor Jesus Cristo veio para nos livrar definitivamente de todos os grilhões, temores, males e ciladas do diabo. Somente Cristo Jesus pode nos dar libertação, paz verdadeira, proteção e vida eterna. A solução definitiva para os mais variados tipos de problemas está no Único que “andou por toda a parte fazendo o bem”. O tempo de buscá-Lo se chama hoje. A hora da libertação e salvação é chegada. Ele tem “toda autoridade no céu e na terra”. Principados e potestades estão submissos a Ele. Nem mesmo a morte O dominou. “Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-O enquanto está perto” (Is 55.6). Não se deixe consumir pelas angústias do inferno e pelos enganos de Satanás. Clame por socorro, invoque o nome do Senhor, Ele te ouvirá! “Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim!” (Lc 18.38). Amém.

Rev. José Oliveira Filho

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