"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



quinta-feira, 2 de julho de 2020

“Ora, se Vós, que Sois Maus”

“Ora, se Vós, que Sois Maus”
“Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?” (Lc 11.13).

Jesus Cristo sabia muito bem o que queremos dizer quando falamos que a humanidade está sem esperança. Ele esteve entre os homens e, por ver muito além do que eles viam do seu tempo, disse: “Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos”. O nosso Senhor estava familiarizado com a filantropia dos homens e com aquele tipo de bondade que nos dias atuais conhecemos muito bem, por isso, Ele não disse apenas “sabeis dar boas dádivas”, mas também disse: “Ora, se vós, que sois maus”. E disse tais coisas para homens que manifestavam bondade de coração (Lc 11.13).

Quando nos deparamos com o parecer de Jesus sobre o mal, tal linguagem pode dar a impressão de ser essencialmente pessimista. Quando nos voltamos para a Cruz, vemos e reconhecemos a verdadeira face da malignidade. Contudo, não alcançamos a revelação da estimativa que Cristo tem da humanidade, ou seja: ainda que, sendo maus, os homens são passíveis de redenção.

Cristo  Jesus viu a mácula e a desolação da humanidade caída; ele sabia da sua degradação e desesperança - como nós não podemos ver ou entender - salvo se pudéssemos ver com os seus olhos. O nosso Senhor não estava enganado quanto à natureza humana. "Sois maus", mesmo assim Ele morreu pelos homens tal qual descreve. Entretanto, todo homem que tenha contemplado o olhar santo e amoroso de Cristo morrendo na Cruz, jamais poderá falar em desesperança, pois a Cruz significa exatamente o contrário. Os homens ainda que desfigurados da imagem de Deus, o “Filho do Homem” considerou que valia a pena morrer por eles. “O Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido” (Lc 19.10).

“Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo” (At 2.38).

Deus nos abençoe!

* “A Bíblia e a Cruz" – George Campbell Morgan (1863-1945).

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quarta-feira, 24 de junho de 2020

Provação e Bem-aventurança

Provação e Bem-aventurança
“Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam” (Tg 1.12).

A palavra “provação” pode significar o processo pelo qual o ouro passa pelo fogo. É assim que Deus constrói o nosso caráter, moldando-o como pedra preciosa. A firmeza do nosso caráter é o alvo da provação que vem de Deus. Não é apenas e tão somente provar se temos fé suficiente ou não; há também o propósito em Deus de fortalecer a fé já existente, tornando-a perseverante. “Sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg 1.3).

Quantas vezes em nossa caminhada pensamos que está difícil demais para continuar. Não são poucas as ocasiões em que lamentamos e dizemos a Deus que não temos mais forças para prosseguir. Mas, perseverança é algo que Deus deseja desenvolver em nossas vidas. “Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes” (Tg 1.4).

Nós carecemos de perfeição e integridade, virtudes do Espírito Santo, nossa aprovação em Deus e testemunho diante dos homens. No mundo decadente em que vivemos precisamos de homens e mulheres "perfeitos e íntegros, em nada deficientes", exercendo influência santa na sociedade. “Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste” (Mt 5.48).

Os que são provados e aprovados pelo Senhor, certamente receberão a coroa da vida; o emblema espiritual dado pelo Rei da Glória àqueles que guardam a fé em meio às provações e sofrimentos. “Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam” (Tg 1.12).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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quarta-feira, 17 de junho de 2020

A Importância do Amor

A Importância do Amor
“O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1Co 13.4-7).

Leia outros textos que revelam o importante lugar que a Palavra de Deus confere ao amor.

“Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo 13.34,35).

“Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave” (Ef 5.1,2).

Qualquer pessoa que possui o verdadeiro amor deseja amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a si mesmo. Esse amor será demonstrado na disposição de viver para a glória de Deus, nas atitudes cristãs, na prática de fazer o bem sem esperar qualquer recompensa. Ele é gentil, altruísta, demonstrará consideração para com os outros. É generoso, preocupado com o conforto dos irmãos, mais desejoso em dar do que receber. O verdadeiro amor nunca sente inveja ou se regozija nos problemas dos outros. O verdadeiro amor apresentará disposição em suportar o mal. Ele é paciente e pronto a perdoar. Ele é manso e humilde. Frequentemente negará a si mesmo em favor da paz e estará mais interessado em promovê-la do que em assegurar seus próprios direitos.

“Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. Ora, temos, da parte dele, este mandamento: que aquele que ama a Deus ame também a seu irmão” (1Jo 4.7,8;21).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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quinta-feira, 11 de junho de 2020

Salvos para Amar

Salvos para Amar
Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos” (1Jo 3.16).

O homem foi criado para amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Quando o homem transgrediu a lei de Deus, caindo em pecado, passou a amar a si mesmo sobre todas as coisas e a usar o próximo para sua própria satisfação.

Um dos objetivos da salvação é reconduzir o homem à capacidade de amar com o amor de Deus. O amor é parte da natureza de Deus. Deus é a fonte de todo amor. Deus é amor! Por isso, se alguém diz que ama, necessariamente terá que manifestar este amor em direção a Deus e ao próximo.

A noção que muitos têm do amor é a de um sentimento. Isso se deve ao fato de serem produtos de um tempo e do equívoco daqueles que fazem relação direta entre amor e afeições. Eles falam do amor no âmbito apenas do sentimento, já que o amor envolve esse aspecto. Mas reduzir o amor a um mero sentimento é um grave erro.

Quando a Bíblia fala do amor, está considerando algo mais do que apenas nutrir afetos por alguém. Amar nas Escrituras está muito mais relacionado a fazer coisas do que a senti-las. “Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8). “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos. Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus?” (1Jo 3.16,17).

O amor diz respeito a atitudes concretas. “O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1Co 13.4-7).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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terça-feira, 2 de junho de 2020

Vida Cristã Autêntica

Vida Cristã Autêntica
Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder” (Ef 6.10).

A falta de amadurecimento espiritual é, sem dúvida, uma das grandes causas, não só de infelicidade, mas de vários tropeços na caminhada cristã. Alguns crentes demonstram muita fraqueza na fé e, consequentemente, pouco regozijo na alma. Eles apresentam dificuldades de compreensão e crescimento na “graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2Pe 2.18).

Não são poucos os que se tornaram “evangélicos” dando crédito à mentira. Eles acreditaram que fazendo uma “decisão por Cristo”, nunca mais teriam problemas nesta vida. Mas, como a experiência claramente demonstra, este não é o caso; e os que creram na operação do erro, adotando uma perspectiva superficial e ilusória da vida cristã, encontram-se em flagrante aflição (2Ts 2.11,12).

Na vida cristã autêntica enfrentamos adversidades, e não podemos ler a Bíblia sem constatar esta verdade. Se pelo simples fato de “aceitar Jesus”, por si só, fosse solução de todos os conflitos, não seriam necessárias as várias exortações para sermos fortalecidos no Senhor e na força do seu poder – na verdade, de certa forma, até a Igreja não seria necessária. As pessoas salvas viveriam felizes sem necessidade da comunhão dos santos. Todavia, somos exortados a permanecermos juntos, unidos na luta contra os dominadores deste mundo tenebroso (Ef 6.10-18). 

As Epístolas foram escritas quando os cristãos passavam por várias provações, eles eram cruelmente  perseguidos, e estavam experimentando profunda agonia na alma. Mas o que nos diz Deus em sua Palavra? “Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois coparticipantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando” (1Pe 4.12,13).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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terça-feira, 26 de maio de 2020

“De manhã te apresento a minha Oração”

“De manhã te apresento a minha Oração”
“De manhã, SENHOR, ouves a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando” (Sl 5.3).

Havendo rogado a Deus que atendesse ao seu clamor, Davi agora lhe implora que o fizesse com urgência. Pois, dominado pela fadiga proveniente de uma demora contínua, ele anseia que seu livramento se apresse; como se quisesse dizer: “Tão logo eu acordo, esse é o primeiro alvo de meus pensamentos. Portanto, ó SENHOR, não te delongues mais a prestar-me o auxílio de que careço, mas dá-me o que imediatamente desejo”.

Entendemos também que com estas palavras, “de manhã te apresento a minha oração”, Davi tenciona declarar que ele não andava vacilante, nem atraído de diversas maneiras pelas tentações a que estava exposto, senão que recorrer a Deus era a ordem estabelecida em sua vida. Ele estava determinado não deixar-se afastar no mínimo grau de seu devido curso para as veredas do erro e do pecado, mas a ir diretamente a Deus. 

Ao dizer: “e fico esperando”, Davi transmite a ideia de esperança e paciência, tanto quanto de ansiedade; e, “esperar”, também tem o sentido de “procurar”. Com isso, Davi pretendia dizer que, depois de ter lançado suas preocupações no seio de Deus, ele, com um espírito ansioso, vigiaria, por assim dizer, à semelhança de uma sentinela, até notar que, em cada feito, Deus o ouvira.

Sem dúvida, no exercício do desejo há sempre implícito algum grau de inquietação; mas aquele que está olhando para a graça de Deus com ansioso desejo, pacientemente a aguardará. Aqui somos ensinados sobre a inutilidade daquelas orações às quais não se acha adicionada aquela esperança da qual se pode dizer que eleva as mentes dos suplicantes à torre de vigia.

“Pôr-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza e vigiarei para ver o que Deus me dirá e que resposta eu terei à minha queixa” (Hc 2.1).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

*Comentários dos Salmos, João Calvino, Edições Paracletos.

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sexta-feira, 22 de maio de 2020

“CORAÇÃO ENGANOSO”


“CORAÇÃO ENGANOSO
“Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano” (Lc 18.11).

Certa vez o nosso Senhor Jesus contou uma parábola a alguns homens que confiavam em si mesmos, que por se considerarem justos desprezavam os outros: “O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho” (Lc 18.9-13).

Nesta parábola vemos exposto o homem dissimulado; que parece ser, mas não é, que não demonstra a verdade sobre si mesmo, enganado pelo próprio coração, sem qualquer senso do pecado, reconhecimento de culpa, e nenhum pedido por graça e misericórdia. Este é o homem que apresenta um coração alimentado por uma falsa declaração de seus supostos méritos diante de Deus, acompanhada por um sinistro julgamento sobre o comportamento dos outros.

O estado mais perigoso de uma alma é quando ela está tomada pelo orgulho e presunção, completamente destituída de humildade e insensível a sua própria realidade. “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Jr 17.9).

Ai do homem que confia nos próprios méritos para a salvação, que não compreendeu a doutrina da justificação pela fé somente, que insiste em obras humanas como meio para justificar-se diante de Deus. “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef 2.8-10).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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quinta-feira, 21 de maio de 2020

“Correção e Sofrimento”

“Correção e Sofrimento”
Filho meu, não menosprezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele és reprovado; porque o Senhor corrige a quem ama (Hb 12.5,6).

Há um sofrimento típico e exclusivo dos filhos de Deus. Nenhum ímpio passa por esse tipo de sofrimento. Estamos nos referindo ao sofrimento causado pela correção que vem de Deus (leia Hb 12.4-13).

Podemos observar por este texto registrado na carta aos Hebreus que a correção acontece quando não há luta séria contra o pecado, quando não damos o sangue para vencermos nossas próprias fraquezas, quando nos esquecemos como Deus trata filhos desobedientes. “O Senhor corrige a quem ama” (Hb 12.6).

Aqui vemos claramente a distinção entre aqueles que são filhos de Deus e os que não são. A disciplina que produz fruto pacífico, fruto de justiça, é um privilégio dos filhos de Deus. O sofrimento causado pela correção que vem de Deus revela a nossa verdadeira identidade (Hb 12.7,11).

Os pais terrenos que corrigem corretamente os seus filhos têm como resultado o respeito deles. O nosso Pai espiritual nos corrige tendo por finalidade despertar em nós a santidade e a reverente obediência (Hb 12.9,10).

Devemos nos alegrar por participarmos da correção que vem do Senhor, essa é uma confirmação de que Ele nos ama. A disciplina é produto do amor de Deus. Essa é uma verdade difícil de ser entendida, mas quem realmente ama, disciplina (Pv 13.24).

Dê atenção a isso: Se você não tem experimentado em sua vida a correção que vem de Deus, isso é um péssimo sinal, logo, sois bastardos e não filhos; pois que filho há que o pai não corrige? (Hb 12.7,8).

“Foi-me bom ter eu passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos” (Sl 119.71).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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quarta-feira, 13 de maio de 2020

“Em Busca da Felicidade”

“Em Busca da Felicidade”

“Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e as riquezas” (Lc 16.13).

Milhões de pessoas em todos os lugares estão sempre procurando fazer aquilo que Cristo afirmou ser impossível. Eles buscam felicidade devotando o coração às coisas deste mundo e a Deus ao mesmo tempo. Com suas afeições acorrentadas aos prazeres transitórios deste mundo jamais alcançarão a felicidade e a estatura de um verdadeiro cristão.

Faça um grande bem a si mesmo, medite com seriedade na palavra de Deus. “A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do SENHOR; o meu coração e a minha carne exultam pelo Deus vivo!” (Sl 84.2).

Considere o testemunho dos santos. “Eis-me, ó Senhor meu Deus, ensina-me, agora, ao meu coração onde e como procurar-te, onde e como encontrar-te. Senhor, se não estás aqui, na minha mente; se estás ausente, onde poderei encontrar-te? Certamente habitas em luz inacessível. Mas onde está essa luz inacessível? E como chegar a ela? Quem me levará até lá e me introduzirá nessa morada cheia de luz para que ali possa enxergar-te? Oh! Quão miserável é a sorte do homem que perdeu aquilo por que foi feito! Oh! Quão dura e cruel aquela queda, pela qual tantas coisas ele perdeu! E que encontrou? Que tem em troca? Que lhe ficou? Perdeu a felicidade para a qual foi criado e encontrou a miséria para a qual certamente não foi feito. Afastou-se dAquele sem a qual não há felicidade e ficou com aquilo que é, por si, mísero e transitório” (Santo Anselmo + 1109).

Quanto mais inteiramente vivermos não para as coisas deste mundo, mas sim para Deus, tanto mais intensamente desfrutaremos da verdadeira felicidade. Quanto mais buscarmos o Senhor, mais próximo estaremos do verdadeiro padrão de espiritualidade. “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração” (Jr 29.13).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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terça-feira, 5 de maio de 2020

“MÃE, UM MILAGRE DE DEUS”

“MÃE, UM MILAGRE DE DEUS”
“Fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua” (Pv 31.26).

Mãe, hoje é um dia especial para pensar muito em você. Concluí, de novo, que você é de fato a expressão da mais linda ideia de Deus.

Quem disse que nunca viu um milagre? Acho que todas as mães são milagres de Deus.

Que outro ser, senão Deus, poderia inventar você, mãe? Viver ao seu lado é, portanto, conviver com um milagre.

Você me ensinou que Deus é Pai bondoso, mas você, mãe, você é muito parecida com Deus! Só Ele, e ninguém mais, pode substituir a sua falta.

Mãe, você é um milagre de Deus!

“Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor excede o de finas joias. Fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua. Atende ao bom andamento da sua casa e não come o pão da preguiça. Levantam-se seus filhos e lhe chamam ditosa; seu marido a louva, dizendo: Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas. Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada” (Pv 31.1,26-30).

Feliz dia das Mães!

Pr. Josué Rodrigues

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