"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



segunda-feira, 19 de outubro de 2020

“Grande é o Mistério da Piedade”


“Grande é o Mistério da Piedade”

“Evidentemente, grande é o mistério da piedade: Aquele que foi manifestado na carne foi justificado em espírito, contemplado por anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, recebido na glória” (1Tm 3.16).

Para impedir que a verdade de Deus seja estimada abaixo do real valor, em decorrência da ingratidão humana, o apóstolo Paulo declara seu genuíno valor, dizendo que o segredo da piedade é imensurável, visto que ele não trata de temas triviais, e, sim, da revelação do Filho de Deus, em quem estão ocultos os tesouros da sabedoria (Cl 2.3). Á luz da imensidão dessas coisas, os pastores devem entender a importância de seu ofício e devotar-se a ele com a mais profunda consciência e reverência.

Deus se manifestou em carne. A Vulgata exclui a palavra “Deus” e relaciona o que se segue com o mistério; mas isso é devido à falta de perícia e conformidade, como se verá claramente à luz de uma leitura atenciosa; e ainda que ela conte com o apoio de Erasmo, este destrói a autoridade de sua própria tradução, de modo que a mesma dispensa qualquer refutação de minha parte. Todos os manuscritos gregos, indubitavelmente, concordam com a tradução: “Deus se manifestou em carne”. Mas, mesmo presumindo que Paulo não houvera expressamente escrito a palavra Deus, quem quer que considere todo o assunto com cuidado concordará que se deve pôr a palavra “Cristo”. No que me toca, não tenho dificuldade alguma em seguir o texto grego aceito. É óbvia sua razão para denominar a manifestação de Cristo, a qual agora passa a descrever, de “grande mistério”, porque esta é a altura, a largura, o comprimento e a profundidade da sabedoria que ele menciona em Efésios 3.18, e pelo quê nossas faculdades são inevitavelmente subjugadas.

Examinemos agora as diferentes cláusulas deste versículo em ordem. A descrição mais adequada da pessoa de Cristo está contida nas palavras: “Deus se manifestou em carne”. Em primeiro lugar, temos aqui uma afirmação distinta de ambas as naturezas, pois o apóstolo declara que Cristo é ao mesmo tempo verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Em segundo lugar, ele põe em evidência a distinção entre as duas naturezas, pois primeiramente o denomina de Deus, e em seguida declara sua manifestação em carne. E, em terceiro lugar ele assevera a unidade de sua Pessoa, ao declarar que ela era uma e mesma Pessoa que era Deus e que se manifestou em carne. Nesta única frase, a fé genuína e ortodoxa é poderosamente armada contra Ário, Marcião, Nestório e Êutico. Há forte ênfase no contraste das duas palavras: Deus e carne. A diferença entre Deus e o homem é imensa, e, todavia em Cristo vemos a glória infinita de Deus unida à nossa carne poluída, de tal sorte que ambas se tornaram uma só [videmus in Christo coniunctam cum hac nostra carnis putredine, ut unum efficiant].

Aleluia!

João Calvino (1509-1564).

*Comentários, Pastorais - Edições Paracletos.

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Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário.
(41)3242-8375

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

“Para fazeres Justiça ao Órfão e ao Oprimido”

 

“Para fazeres Justiça ao Órfão e ao Oprimido”

“Para fazeres justiça ao órfão e ao oprimido, a fim de que o homem, que é da terra, já não infunda terror” (Sl 10.18).

“Para fazeres justiça ao órfão e ao oprimido”. Aqui o salmista aplica a última frase do versículo anterior com um propósito especial, ou seja, prevenir os fiéis, quando forem injustamente oprimidos, a que não duvidem de que Deus por fim tomará vingança de seus inimigos e lhes concederá livramento. Com essas palavras ele nos ensina que devemos suportar com paciência e determinação as aflições que nos são impostas, visto que Deus às vezes nega assistência a seus servos até que sejam reduzidos a extremos. Esse é na verdade um dever de difícil execução, porquanto todos nós desejamos muito ser isentos de problemas; e, portanto, se Deus não vem imediatamente em nosso socorro, concluímos que ele é remisso e inativo. Mas se estamos ansiosamente desejosos de obter sua assistência, então devemos subjugar nosso sentimento, restringir nossa impaciência e manter nossas preocupações dentro dos devidos limites, esperando até que nossas aflições alcancem o exercício de sua compaixão e o incite a manifestar sua graça, nos socorrendo.

“A fim de que o homem, que é da terra, já não infunda terror”. Davi uma vez mais enaltece o poder divino em destruir os ímpios; e o faz com o seguinte propósito: que em meio aos seus tumultuosos assaltos possamos ter este princípio profundamente arraigado em nossas mentes: Deus, sempre que lhe apraz, transforma seus intentos em nada. E embora os perversos prosperem em sua perversa trajetória, e ergam suas cabeças acima das nuvens, é muito apropriado descrevê-los como mortais ou homens passíveis de muitas calamidades. O propósito do salmista é indiretamente condenar sua enfatuada presunção, em que, ignorando sua condição, esbravejam ameaças terríveis e cruéis, como se estivesse além do poder do próprio Deus reprimir a violência de sua raiva. Ao dizer que são homens da terra, contém um tácito contraste entre as baixezas deste mundo e as alturas do céu. Porque, donde procede a agressão aos filhos de Deus? Indubitavelmente, da terra, precisamente como se muitos vermes emergissem das cavidades do solo; mas, ao agir assim, atacam o próprio Deus, que promete socorrer seus servos lá do seu alto e sublime trono.

Amém!

João Calvino (1509-1564).

*Resumo dos comentários, Salmo 10 - Edições Paracletos.

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“Tens ouvido, SENHOR, o desejo dos Humildes”

 

Tens ouvido, SENHOR, o desejo dos Humildes”

“Tens ouvido, SENHOR, o desejo dos humildes; tu lhes fortalecerás o coração e lhes acudirás” (Sl 10.17).

Quando os infiéis prevalecem na Igreja, ou excedem os fiéis em número, devemos, incessantemente, rogar a Deus que os erradique; porquanto um estado tão confuso e vexatório deve seguramente ser motivo de profunda tristeza para todos os servos de Deus. 

Tens ouvido, SENHOR, o desejo dos humildes. Com essas palavras, o Espírito Santo também nos assegura que o que Deus desde outrora concedeu aos pais, em resposta de suas orações, nós, nos dias atuais, também receberemos, desde que cultivemos essa profunda solicitude em relação ao livramento da Igreja. A sequência do versículo: Tu lhes fortalecerás o coração, é de forma variada interpretada pelos expositores. Há quem entenda que significa o mesmo que: Tu farás que seus desejos se concretizem. Segundo outros, o significado é este: Tu moldarás e santificarás seus corações, pela graça, para que nada peçam em oração senão o que é certo e esteja em harmonia com a vontade de Deus. É provável que essas explicações sejam um tanto forçadas. Entendemos que Davi, com essas palavras, magnifica a graça divina em fortalecer e confortar a seus servos em meio às suas tribulações e angústias, a fim de que não submergissem em desespero, munindo-os com vigor e paciência, inspirando-os com sólida esperança e incitando-os também à oração. É uma bênção singular a que Deus nos confere quando, em meio às tentações, ele nutre nossos corações, não os deixando retroceder dele, nem buscando em outra fonte algum outro apoio e livramento. O significado do que imediatamente se segue — e lhes acudirás — consiste em que não é em vão que Deus dirija os corações de seu povo e o guie em obediência aos seus mandamentos, para que seu povo olhe para ele e o invoque cheio de esperança e paciência — não é em vão porque seus ouvidos jamais se fecharão ante os gemidos de seu povo. Portanto, ordena-se aqui a harmonia mútua entre os dois exercícios religiosos. Deus não tolera que a fé de seus servos feneça ou fracasse, nem permite que eles desistam de orar; mas os mantém perto de si, pela fé e pela oração, até que realmente se evidencie que sua esperança não foi nem vã nem ineficaz. 

Amém!

João Calvino (1509-1564).

*Resumo dos comentários, Salmo 10 - Edições Paracletos.

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“O SENHOR é Rei Eterno”


“O SENHOR é Rei Eterno”

“O SENHOR é rei eterno: da sua terra somem-se as nações” (Sl 10.16).

“O SENHOR é rei eterno”. Davi agora, como que tendo saciado os anseios de seu coração, expressa seu regozijo e sua gratidão. Ao chamar Deus, Rei eterno, ele apresenta um emblema de sua confiança e alegria. Com o título, Rei, ele reivindica para Deus o ofício de Soberano do mundo, e ao descrevê-lo como Rei eterno, ele prova quão absurda é a tentativa de confiná-lo dentro dos limites do tempo.

“Da sua terra somem-se as nações”. O significado é este: a terra santa, finalmente, foi expurgada das abominações e impurezas com que fora poluída. Constituiu-se numa terrível profanação o fato de a terra que havia sido dada por herança ao povo de Deus, e distribuída com os que o adoravam com pureza, passasse a nutrir os habitantes ímpios e perversos. Com o termo, nações ou pagãos, o salmista não quer dizer estrangeiros e os que não pertenciam à raça de Abraão segundo a carne, mas os infiéis que falsamente se vangloriavam de pertencer ao povo de Deus, justamente como hoje muitos que são cristãos nominais ocupam um espaço no seio da Igreja. Não é nenhuma novidade os profetas chamarem de apóstatas aos que se haviam degenerado das virtudes e vidas santas de seus pais, evocando o título de pagãos, bem como comparando-os não só com os incircuncisos, mas também com os próprios cananeus, que eram os mais detestáveis dentre todos os pagãos. “Veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do homem, faze conhecer a Jerusalém as suas abominações; e dize: Assim diz o SENHOR Deus a Jerusalém: A tua origem e o teu nascimento procedem da terra dos cananeus; teu pai era amorreu, e tua mãe, heteia” (Ez 16.1-3). 

Davi, portanto, ao aplicar o desonroso título de pagãos, aos falsos e bastardos filhos de Abraão, rende graças a Deus por haver ele expulso de sua Igreja uma classe tão nociva. Com esse exemplo, somos ensinados que não é nenhuma novidade se em nosso próprio tempo virmos a Igreja de Deus poluída pelos homens profanos e irreligiosos. Devemos, contudo, rogar a Deus que purifique imediatamente sua casa, e não deixe seu santo templo exposto à execração de homens infiéis. 

Amém!

João Calvino (1509-1564).

*Resumo dos comentários, Salmo 10 - Edições Paracletos.

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domingo, 11 de outubro de 2020

"O SENHOR é Alto Refúgio" - Aula 15

SALMO 9.9,10

“O SENHOR é também alto refúgio para o oprimido, refúgio nas horas de tribulação. Em ti, pois, confiam os que conhecem o teu nome, porque tu, Senhor, não desamparas os que te buscam”.



Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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domingo, 4 de outubro de 2020

“Louvar-te-ei, SENHOR, de todo o meu coração" - Aula 14

SALMO 9

“Louvar-te-ei, SENHOR, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas. Alegrar-me-ei e exultarei em ti; ao teu nome, ó Altíssimo, eu cantarei louvores. Pois, ao retrocederem os meus inimigos, tropeçam e somem-se da tua presença”.



Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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domingo, 27 de setembro de 2020

'Magnífico Deus!" - Aula 13

SALMO 8.1

“Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! Pois expuseste nos céus a tua majestade”.



Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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sexta-feira, 25 de setembro de 2020

“Magnífico Deus!”


“Magnífico Deus!”

“Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! Pois expuseste nos céus a tua majestade” (Sl 8.1).

Temos neste Salmo uma reflexão de Davi sobre a beneficência paternal de Deus para com o gênero humano. Ele não se contenta em simplesmente dar graças por ela, mas também se sente completamente envolvido e fascinado, por isso exclama:

Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! Pois expuseste nos céus a tua majestade.

Vemos que Davi, é verdade, expõe diante de seus olhos o grandioso poder e glória de Deus na criação e no governo do universo material; mas ele apenas olha levemente sobre este tema, de passagem, por assim dizer, e insiste principalmente sobre o tema da infinita bondade de Deus para conosco. Existe diante de nossos olhos, em toda a ordem da natureza, os mais ricos elementos a manifestarem a glória de Deus, mas, visto que somos inquestionavelmente mais poderosamente afetados com o que nós mesmos experimentamos, Davi, neste Salmo, com grande propriedade, expressamente celebra o favor especial que Deus manifesta no interesse da humanidade.

Pode parecer estranho que Davi tenha iniciado o Salmo com uma exclamação, quando a forma usual é primeiramente fazer a avaliação de uma coisa, e então magnificar sua grandeza e excelência. Mas se tivermos em mente o que se diz em outras passagens da Escritura referente à impossibilidade de expressarem-se em palavras as obras de Deus, não causará estranheza que Davi, com esta exclamação, se considere incapacitado à tarefa de relatá-las detalhadamente. Davi, portanto, ao refletir sobre a incompreensível benevolência com que Deus condescendeu graciosamente galardoar a raça humana; e sentindo todos os seus pensamentos e sentidos mergulhados em contemplação e subjugados por ela, exclama que esta é uma coisa digna de admiração, visto que não tem como ser expressa em palavras. Além disso, o Espírito Santo, que dirigia as palavras de Davi, sem dúvida pretendia, com sua instrumentalidade, despertar os homens da insensibilidade e indiferença que lhes são tão peculiares, de maneira que não se contentem em apenas celebrar o infinito amor de Deus e os imensuráveis benefícios que recebem de suas dadivosas mãos, com uma atitude fria e apática, mas, ao contrário, que apliquem todo o seu coração a este santo exercício e que se dediquem a Deus todos os seus mais intensos esforços. Esta exclamação de Davi implica que, mesmo quando todas as faculdades da mente humana são aplicadas ao máximo na meditação sobre este tema, elas ainda são insuficientes.

Quão magnífico em toda a terra é o teu nome! - O nome de Deus deve ser aqui subentendido como sendo o conhecimento do caráter e perfeições de Deus, até ao ponto em que ele se nos faz conhecido. A referência aqui está mais relacionada às obras e propriedades pelas quais Deus é conhecido do que à sua essência. Davi, portanto, diz que a terra está cheia da prodigiosa glória de Deus, tanto que a fama ou renome dela não apenas alcança os céus, senão que sobe muito acima deles. A terra é por demais pequena para conter a glória ou as maravilhosas manifestações do caráter e perfeições de Deus.

Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! Pois expuseste nos céus a tua majestade.

Aleluia!

Pr. José Rodrigues Filho

*Resumo dos comentários de João Calvino

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quarta-feira, 23 de setembro de 2020

“Alegrar-me-ei e exultarei em Ti”


“Alegrar-me-ei e exultarei em Ti”

Louvar-te-ei, SENHOR, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas. Alegrar-me-ei e exultarei em ti; ao teu nome, ó Altíssimo, eu cantarei louvores” (Sl 9.1,2).

Amados irmãos, há neste Salmo de Davi expressões de gratidão pelos favores que ele vivia a receber de Deus; mas ao recordar das misericórdias divinas já recebidas, ele se enche de ânimo à espera de socorro e auxílio nas emergências futuras; e com esse recurso ele abre a porta do coração em oração. “Louvar-te-ei, SENHOR, de todo o meu coração”.

Observemos em Davi, como os fiéis louvam a Deus sinceramente e sem hipocrisia, quando em busca da felicidade não se apoiam em si mesmos e nem se deixam dominar com arrogância carnal, mas se alegram exclusivamente em Deus; o que nada mais é senão buscar no favor divino a razão de sua alegria, ignorando qualquer outra fonte, já que em Deus consiste a perfeita felicidade. “Alegrar-me-ei e exultarei em ti”.

Devemos levar em conta quão imensa é a diferença e oposição entre o caráter do prazer que os homens se esforçam por encontrar em si mesmos e o caráter do prazer que buscam em Deus. Davi, procurando expressar mais vigorosamente como ele renuncia tudo o que poderia conservá-lo ou envolvê-lo em fútil deleite, acrescenta o verbo exultar, pelo qual ele expressa que encontra em Deus a plenitude de abundância da genuína alegria, de modo tal que não mais carece buscar nem ainda a menor porção dela em alguma outra fonte. Além do mais, é da maior importância lembrar que Davi põe diante de si os testemunhos da bondade divina que anteriormente experimentara, a fim de encorajar-se, pondo seu coração descoberto diante de Deus com a alegria máxima, e poder apresentar-lhe suas orações com santo fervor.

Aquele que começa sua oração, afirmando que Deus é a grande fonte e objeto de sua alegria, fortifica-se de antemão com a mais sólida confiança, apresentando suas súplicas àquele que dá ouvidos às nossas orações. “Alegrar-me-ei e exultarei em ti; ao teu nome, ó Altíssimo, eu cantarei louvores”.

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

*Resumo dos comentários de João Calvino (1509-1564).

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domingo, 20 de setembro de 2020

“O SENHOR ouviu a minha súplica” - Aula 12

SALMO 6.6-10

Estou cansado de tanto gemer; todas as noites faço nadar o meu leito, de minhas lágrimas o alago. Meus olhos, de mágoa, se acham amortecidos, envelhecem por causa de todos os meus adversários”.



Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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