terça-feira, 6 de setembro de 2022
"CONVENCIDOS DO PECADO, DA JUSTIÇA E DO JUÍZO"
segunda-feira, 15 de agosto de 2022
“O QUE SIGNIFICA VIR A CRISTO?”
“O QUE SIGNIFICA VIR A CRISTO?”
“Todo
aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o
lançarei fora” (Jo 6.37).
“Vir a
Cristo” é o ato de uma alma regenerada, convertida, convencida do pecado, da justiça e do
juízo – uma obra do Espírito Santo (Jo 16.8). Isto acontece quando o homem
sente o seu pecado e percebe suas consequências – a tragédia da morte, o juízo
final e as penalidades eternas. É quando o homem entende e admite que não pode
salvar a si mesmo; é quando ele dá ouvidos a voz do Evangelho, apegando-se,
confiando e apropriando-se da salvação que há somente em Cristo Jesus,
entregando-se a Ele de todo o coração e recebendo dEle a vida eterna (Jo 3.16).
Aquele que
vem a Cristo, “de modo nenhum será lançado fora”. Isso significa dizer que o
Senhor Jesus não se recusa a salvar o que vem a Ele, não importando a vida que
tenha levado. Mesmo que, no passado, tenha cometido pecados terríveis, e, no
presente, sua vida seja ainda marcada por fraquezas. O importante é que o homem
venha humildemente a Cristo, arrependido dos seus pecados e em atitude de fé (Mc
1.15; 4.17; At 3.19). Assim fazendo, será notado como alguém escolhido pelo
Pai, enviado pelo Espírito Santo a Cristo, que o receberá e graciosamente o
perdoará e o justificará, confirmando que o seu nome está arrolado nos céus, escrito no livro
da vida (Lc 10.20; Fp 4.3; Ap 3.5).
Deus nos
abençoe!
Pr. José Rodrigues
quarta-feira, 10 de agosto de 2022
"UMA LIÇÃO DE FÉ E HUMILDADE"
quarta-feira, 3 de agosto de 2022
"A FAMÍLIA DE DEUS"
"FÉ INABALÁVEL"
terça-feira, 26 de julho de 2022
“MOTIVO DE TROPEÇO”
“MOTIVO DE TROPEÇO”
“Bem-aventurado
é aquele que não achar em mim motivo de tropeço” (Lc 7.23).
Dê a devida
atenção ao aviso que o nosso Senhor deu aos discípulos de João Batista. Cristo Jesus
sabia do perigo em que aqueles homens se encontravam: Eles estavam dispostos a questionar
sua reivindicação de ser Ele o Messias. Em Jesus não havia qualquer
característica de um rei. Ele não tinha vestes reais e nem riquezas. Estes
homens viam em Jesus um homem comum – filho de José e Maria – tão sem recurso
financeiro quanto eles mesmos. A probabilidade de rejeição não era pequena.
Mesmo depois de mostrar as suas credenciais Cristo sondou o coração deles e os
despediu com uma advertência: “Bem-aventurado é aquele que não achar em mim
motivo de tropeço”.
Enquanto este mundo
existir, Jesus Cristo será “motivo de tropeço” para muitos. Anunciar que somos pecadores, culpados e perdidos, que não podemos salvar a nós
mesmos, que temos que abandonar a nossa justiça própria, “que não há salvação
em nem um outro; porque
abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual
importa que sejamos salvos” (At 4.12), que Aquele humilhado e
traspassado na cruz do Calvário entre dois malfeitores, feito maldição em nosso
lugar, é o Rei dos reis, o Senhor dos senhores, o Filho de Deus, o único que
tira o pecado do mundo, e que a nossa salvação deve-se exclusivamente ao
imerecido favor divino – isso é ofensivo ao homem natural. O coração orgulhoso
se sente ofendido, e tropeça, e rejeita estas verdades, permanecendo debaixo da
ira de Deus (Jo 3.36).
“Bem-aventurado
é aquele que não achar em mim motivo de tropeço”, disse o Senhor Jesus.
Deus nos
abençoe!
J.C.Ryle (1816-1900).
sábado, 16 de julho de 2022
“ÉS TU AQUELE QUE ESTAVA PARA VIR?”
“ÉS TU AQUELE QUE ESTAVA PARA VIR?”
“És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?” (Lc 7.19).
A mensagem que
João Batista enviou ao nosso Senhor Jesus, apresentada neste versículo, é
especialmente instrutiva, quando pensamos nas circunstâncias sob as quais foi
enviada. João Batista era prisioneiro de Herodes (Mt 11.2). Sua vida aqui neste
mundo estava chegando ao fim. Seu tempo de utilidade efetiva estava acabando.
Um demorado aprisionamento ou morte violenta eram as perspectivas. Mas mesmo
nestes dias obscuros, percebemos este homem de Deus preservando seu antigo
fundamento como testemunha de Cristo. Ele ainda era o mesmo que obteve a
revelação e disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo
1.29). Testemunhar a respeito de Cristo era sua obra continua como pregador em
liberdade. Enviar homens a Cristo foi uma de suas últimas obras mesmo estando
encarcerado.
Devemos notar
a sabedoria que João Batista demonstrou ao enviar seus discípulos a Cristo. Ele
enviou dois deles com a seguinte pergunta: “És tu aquele estava para vir ou
havemos de esperar outro?” João esperava que seus discípulos recebessem uma
resposta cuja impressão jamais seria apagada de suas mentes. E ele estava
certo. Os discípulos receberam uma resposta tanto por meio de obras quanto por
palavras – uma resposta que produziu um efeito mais profundo que qualquer
argumento apresentado.
João Batista
estava ciente da falta de conhecimento e fragilidade da fé exercida por aqueles
discípulos. Ele sabia quão natural seria para eles alguma contenda ou cisma e
tratarem Jesus e seus discípulos com algum sentimento de ciúmes (Jo 3.22-36), isso
podia prevalecer e mantê-los distantes de Cristo. E dentro de suas
possibilidades, João tomou a devida providência. Enviou os discípulos a Jesus,
para que vissem por si mesmos que tipo de mestre era Aquele e não O rejeitassem
sem vê-Lo e ouvi-Lo. Assim como o seu divino Mestre, que amou os seus
discípulos, João Batista amou os seus até o fim. Consciente que em breve os
deixaria, tomou o devido cuidado para deixá-los nas melhores de todas as
mãos.
“Naquela mesma hora, curou Jesus muitos de moléstias, e
de flagelos, e de espíritos malignos; e deu vista a muitos cegos. Em
seguida, Jesus lhes disse: “Ide e anunciai a
João o que vistes e ouvistes: os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são
purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres,
anuncia-se-lhes o evangelho” (Lc 7.21,22).
Deus nos
abençoe!
J.C.Ryle
(1816-1900).
quinta-feira, 30 de junho de 2022
“INFINITO PODER SOBRE A MORTE”
“E riam-se dele, porque sabiam que ela estava morta. Entretanto, ele, tomando-a pela mão, disse-lhe, em voz alta: Menina, levanta-te!” (Lc 8.53,54).
Considere o infinito poder que o nosso Senhor Jesus possui sobre a morte. Ele foi à casa de Jairo e transformou a tristeza em alegria. Ele pegou a mão do corpo sem vida da filha do chefe da sinagoga e disse: “Menina, levanta-te!” (Lc 8.54). E atendendo a voz daquele que tem todo poder no céu e na terra, a vida lhe foi restaurada. “Voltou-lhe o espírito, ela imediatamente se levantou, e ele mandou que lhe dessem de comer. Seus pais ficaram maravilhados” (Lc 8.55,56). Aleluia!
É
reconfortante saber que as coisas acontecidas na casa de Jairo, naquela
ocasião, são apenas figuras das que acontecerão no futuro. Em breve virá o Dia
em que Cristo Jesus chamará todo o seu povo, os amados de Deus, os que já estão no lar
celestial e os que ainda estão aqui nesta terra, Ele os reunirá para que nunca
mais se apartem. “Vi
novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar
já não existe. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu,
da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo. Então, ouvi
grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens.
Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles.
E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não
haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. E aquele
que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E
acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras. Disse-me
ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. Eu, a
quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida. O vencedor herdará
estas coisas, e eu lhe serei Deus, e ele me será filho” (Ap 21.1-7).
Deus nos abençoe!
J.C.Ryle (1816-1900).
terça-feira, 28 de junho de 2022
NÃO TEMAS, CRÊ SOMENTE”
“NÃO TEMAS, CRÊ SOMENTE”
“Falava ele ainda, quando veio uma
pessoa da casa do chefe da sinagoga, dizendo: Tua filha já está morta, não
incomodes mais o Mestre. Mas Jesus, ouvindo isto, lhe disse: Não temas,
crê somente, e ela será salva” (Lc 8.49,50).
Considere a
importância da fé no poder, no amor e na compaixão de Jesus. Quando Ele ouviu a
notícia de que a filha do chefe da sinagoga morrera, disse: “Não temas, crê
somente, e ela será salva” (Lc 8.50). Sem dúvida, estas palavras foram pronunciadas com
referência imediata ao milagre que realizaria. No entanto, não podemos duvidar
que foram ditas tendo em vista o perpétuo benefício de Sua Igreja. Tinham o
propósito de revelar-nos o maravilhoso meio de consolo em tempos de aflição.
Carecemos de mais fé, de confiança no amor, na compaixão de Cristo e em sua
poderosa palavra: “Não temas, crê somente”.
A súplica por
mais fé deve fazer parte de nossas orações diárias. Os que desejam paz e
quietude de espírito devem suplicar: “Senhor, aumenta-nos a fé”! Sem uma fé
fortalecida, seremos constantemente abatidos. Nada conseguirá nos animar,
exceto um permanente senso do poder, do amor e do cuidado paternal de Deus.
“Então, lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em
paz” (Lc 8.48).
“Então, lhe disse Jesus: Ó mulher, grande é a tua fé! Faça-se contigo
como queres. E, desde aquele momento, sua filha ficou sã” (Mt 15.21-28).
“Jesus, porém, lhes respondeu: Em verdade vos digo que, se tiverdes fé e
não duvidardes, não somente fareis o que foi feito à figueira, mas até mesmo,
se a este monte disserdes: Ergue-te e lança-te no mar, tal sucederá; e tudo
quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis” (Mt 21.21,22).
Deus nos abençoe!
J.C.Ryle (1816-1900).
sábado, 25 de junho de 2022
“UM INIMIGO CRUEL”
“UM INIMIGO CRUEL”
“Falava ele ainda, quando veio uma pessoa da casa do chefe da sinagoga, dizendo: Tua filha já está morta, não incomodes mais o Mestre. Mas Jesus, ouvindo isto, lhe disse: Não temas, crê somente, e ela será salva” (Lc 8.49,50).
A morte é
realmente um inimigo cruel, ela não faz distinção em seus ataques; alcança o
rico e o pobre. Não poupa a criança, o jovem, o forte, os belos, assim como não
poupa os mais velhos e enfermos. Nenhum recurso deste mundo pode fazer a morte
retirar sua mão de nosso corpo, no dia do seu poder. Quando chega a hora
determinada e Deus permite que ela lance seu aguilhão, nossos relacionamentos
humanos se desfazem e nossos queridos têm de ser levados e sepultados.
Este é um
assunto melancólico que poucos gostam de considerar. O homem é capaz de pensar
que todos os demais são mortais, exceto ele mesmo. Mas a morte chegará a nossa
casa, quer aceitemos quer não. Virá e levará cada um de nós. Estar preparado
para este dia faz parte da vida dos que temem ao Senhor. Estes creem que
“Cristo Jesus, não só destruiu a morte, como trouxe à luz a vida e a
imortalidade, mediante o evangelho” (2Tm 1.10).
“Disse-lhe Jesus: Eu sou a
ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que
vive e crê em mim não morrerá, eternamente. Crês isto?” (Jo 11.25,26).
Os que creem
podem dizer juntamente com o apóstolo Paulo: “Para mim o viver é Cristo, e o
morrer é lucro” (Fp 1.21).
Deus nos
abençoe!
J.C.Ryle (1816-1900).





