"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



quarta-feira, 23 de setembro de 2020

“Alegrar-me-ei e exultarei em Ti”


“Alegrar-me-ei e exultarei em Ti”

Louvar-te-ei, SENHOR, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas. Alegrar-me-ei e exultarei em ti; ao teu nome, ó Altíssimo, eu cantarei louvores” (Sl 9.1,2).

Amados irmãos, há neste Salmo de Davi expressões de gratidão pelos favores que ele vivia a receber de Deus; mas ao recordar das misericórdias divinas já recebidas, ele se enche de ânimo à espera de socorro e auxílio nas emergências futuras; e com esse recurso ele abre a porta do coração em oração. “Louvar-te-ei, SENHOR, de todo o meu coração”.

Observemos em Davi, como os fiéis louvam a Deus sinceramente e sem hipocrisia, quando em busca da felicidade não se apoiam em si mesmos e nem se deixam dominar com arrogância carnal, mas se alegram exclusivamente em Deus; o que nada mais é senão buscar no favor divino a razão de sua alegria, ignorando qualquer outra fonte, já que em Deus consiste a perfeita felicidade. “Alegrar-me-ei e exultarei em ti”.

Devemos levar em conta quão imensa é a diferença e oposição entre o caráter do prazer que os homens se esforçam por encontrar em si mesmos e o caráter do prazer que buscam em Deus. Davi, procurando expressar mais vigorosamente como ele renuncia tudo o que poderia conservá-lo ou envolvê-lo em fútil deleite, acrescenta o verbo exultar, pelo qual ele expressa que encontra em Deus a plenitude de abundância da genuína alegria, de modo tal que não mais carece buscar nem ainda a menor porção dela em alguma outra fonte. Além do mais, é da maior importância lembrar que Davi põe diante de si os testemunhos da bondade divina que anteriormente experimentara, a fim de encorajar-se, pondo seu coração descoberto diante de Deus com a alegria máxima, e poder apresentar-lhe suas orações com santo fervor.

Aquele que começa sua oração, afirmando que Deus é a grande fonte e objeto de sua alegria, fortifica-se de antemão com a mais sólida confiança, apresentando suas súplicas àquele que dá ouvidos às nossas orações. “Alegrar-me-ei e exultarei em ti; ao teu nome, ó Altíssimo, eu cantarei louvores”.

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

*Resumo dos comentários de João Calvino (1509-1564).

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domingo, 20 de setembro de 2020

“O SENHOR ouviu a minha súplica” - Aula 12

SALMO 6.6-10

Estou cansado de tanto gemer; todas as noites faço nadar o meu leito, de minhas lágrimas o alago. Meus olhos, de mágoa, se acham amortecidos, envelhecem por causa de todos os meus adversários”.



Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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terça-feira, 15 de setembro de 2020

“VIGIAI E ORAI”


“VIGIAI E ORAI”

“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca” (Mt 26.41).

Amados irmãos, aprendamos que existe grande fraqueza, até mesmo nos verdadeiros discípulos de Cristo, e que eles precisam vigiar e orar a esse respeito. Vemos Pedro, Tiago e João, três apóstolos escolhidos, dormindo, quando deveriam estar vigiando e orando. Também vemos nosso Senhor Jesus dirigindo-se a eles com estas solenes palavras: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca”.

Há uma dupla natureza em todos os crentes. Convertidos e santificados como são, mesmo assim eles ainda carregam consigo uma massa de corrupção, um corpo de pecado. O apóstolo Paulo refere-se a isso, quando assevera: “... encontro a lei de que o mal reside em mim. Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo nos meus membros outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado...” (Rm 7.21-23). A experiência de todos os verdadeiros cristãos, em todos os séculos, confirma isso. Eles encontram dentro de si mesmos dois princípios contrários, e uma batalha contínua entre os dois. Nosso Senhor alude a esses dois princípios quando se dirige aos discípulos dormentes. Ele chama a um de “carne” e ao outro de “espírito”. “O espírito na verdade, está pronto, mas a carne é fraca”. 

Mas nosso Senhor não procurou desculpar a fraqueza dos seus discípulos. Ele usa essa mesma fraqueza como argumento para ensinar a importância da vigilância e oração. Ele nos ensina que o próprio fato de estarmos cercados de tanta fraqueza deveria despertar-nos continuamente para “vigiar e orar”.

Se desejamos andar com Deus, “fortalecidos no Senhor e na força do seu poder”, então nunca nos esqueçamos de vigiar e orar. Que vivamos como soldados em território inimigo, montando guarda permanente. O mundo é muito traiçoeiro e o diabo está sempre à espreita. Que as palavras do nosso Senhor soem em nossos ouvidos diariamente, como uma trombeta. O espírito pode, talvez, estar bem pronto, mas a carne é sempre muito fraca. Portanto, vigiemos sempre e oremos sempre.

Deus nos abençoe!

John Charles Ryle (1816-1900).

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segunda-feira, 14 de setembro de 2020

A Dureza de um Coração Ímpio


A Dureza de um Coração Ímpio
“Tendo Jesus dito estas palavras, saiu juntamente com seus discípulos para o outro lado do ribeiro Cedrom, onde havia um jardim; e aí entrou com eles. E Judas, o traidor, também conhecia aquele lugar, porque Jesus ali estivera muitas vezes com seus discípulos. Tendo, pois, Judas recebido a escolta e, dos principais sacerdotes e dos fariseus, alguns guardas, chegou a este lugar com lanternas, tochas e armas. Sabendo, pois, Jesus todas as coisas que sobre ele haviam de vir, adiantou-se e perguntou-lhes: A quem buscais? Responderam-lhe: A Jesus, o Nazareno. Então, Jesus lhes disse: Sou eu. Ora, Judas, o traidor, estava também com eles” (Jo 18.1-5).

Vemos nesses versículos a excessiva dureza de coração que pode tomar conta da alma de uma pessoa ímpia. Somos informados que Judas, um dos apóstolos, tornou-se o guia daqueles que prenderam a Jesus. Judas utilizou o conhecimento que possuía sobre o lugar para o qual Jesus costumava se retirar e trouxe os terríveis inimigos do Senhor. João nos conta que Judas, o traidor, estava também com o grupo de oficiais e soldados que se aproximaram de Jesus, para prendê-lo. Mas este foi o homem que durante três anos esteve na companhia de Jesus, viu seus milagres, ouviu seus sermões, desfrutou dos benefícios de sua instrução particular, professava ser crente, trabalhou e pregou em nome de Cristo! Com razão, poderíamos indagar: “Senhor, que é o homem?” Para alguém cair do mais elevado grau de privilégio para as profundezas do pecado, são necessários apenas alguns passos. Um privilégio mal utilizado é capaz de paralisar a consciência. O mesmo fogo que derrete a cera endurece a argila.

Tenhamos cuidado para não fundamentarmos nossa esperança de salvação em conhecimento religioso, embora o tenhamos em abundância, ou em vantagens espirituais, ainda que sejam muitas. Talvez conheçamos todas as verdades doutrinárias e sejamos capazes de ensiná-las aos outros, mas, apesar disso, estas coisas podem mostrar-se inúteis, e nós sejamos lançados na condenação eterna assim como Judas Iscariotes. Podemos nos aquecer em todo o resplendor dos privilégios espirituais, ouvir os melhores ensinos de Cristo e não produzir fruto para a glória de Deus; por conseguinte, seremos contados como varas murchas e lançados no fogo. “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (1Co 10.12). Acima de tudo, tenhamos cuidado para não alimentar em nossos corações qualquer pecado oculto e habitual, tal como o amor ao dinheiro ou ao mundo. Um pequeno vazamento pode afundar um barco. Um pecado não mortificado pode arruinar um crente professo. Aquela pessoa tentada a ser negligente no que se refere à sua vida espiritual deve meditar nessas coisas e tomar cuidado. Lembre-se de Judas Iscariotes, cuja história é uma lição.

“Não são poucos os que, a semelhança de Judas Iscariotes, caminham por toda a vida enganando a muitos”. 

Deus nos abençoe!

J.C.Ryle (1816-1900).

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domingo, 13 de setembro de 2020

"Volta-te, SENHOR, e livra a minha alma" - Aula 11

SALMO 6.4,5

“Volta-te, SENHOR, e livra a minha alma; salva-me por tua graça. Pois, na morte, não há recordação de ti; no sepulcro, quem te dará louvor?”



Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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quarta-feira, 9 de setembro de 2020

"Tem compaixão de mim, SENHOR" - Aula 10

SALMO 6.2,3 
“Tem compaixão de mim, SENHOR, porque eu me sinto debilitado; sara-me, SENHOR, porque os meus  ossos estão abalados. Também a minha alma está profundamente perturbada; mas tu, SENHOR, até quando?”



Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Mensagem: "SENHOR, livra a minha alma".

Igreja Presbiteriana SilvaJardim/Curitiba 
Escola Bíblica Dominical - dia 30.08.2020 
SALMO 6.1-10




Pr. José Rodrigues Filho

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segunda-feira, 31 de agosto de 2020

"SENHOR, não me repreendas na tua ira" - Aula 9

SALMO 6.1

“SENHOR, não me repreendas na tua ira, nem me castigues no teu furor”.



Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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domingo, 23 de agosto de 2020

"Pois Tu, SENHOR, abençoas o justo" - Aula 8

SALMO 5.8-12

Senhor, guia-me na tua justiça, por causa dos meus adversários; endireita diante de mim o teu caminho; pois não têm eles sinceridade nos seus lábios; o seu íntimo é todo crimes; a sua garganta é sepulcro aberto, e com a língua lisonjeiam. Declara-os culpados, ó Deus; caiam por seus próprios planos. Rejeita-os por causa de suas muitas transgressões, pois se rebelaram contra ti. Mas regozijem-se todos os que confiam em ti; folguem de júbilo para sempre, porque tu os defendes; e em ti se gloriem os que amam o teu nome. Pois tu, Senhor, abençoas o justo e, como escudo, o cercas da tua benevolência”.



Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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