"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



quarta-feira, 27 de outubro de 2021

“OS CINCO PONTOS DO CALVINISMO”


OS CINCO PONTOS DO CALVINISMO”

“As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão” (Jo 10.27,28).

1 – Depravação Total. O homem caído, totalmente afetado e escravizado pelo pecado, não possui capacidade de salvar a si mesmo, nem de crer no evangelho oferecido livremente. “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida” (Jo 5.39,40).

2 – Eleição Incondicional. As pessoas são salvas devido o fato de que Deus escolhe livre, soberana e incondicionalmente pecadores para serem redimidos por Cristo, trazidos à fé e, por fim, à glória. “Nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade” (Ef 1.5).

3 – Expiação Limitada. A obra redentora de Cristo visa à salvação dos eleitos, ou seja, Cristo salva realmente aqueles pelos quais Ele morreu. “O meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniquidades deles levará sobre si” (Is 53.11).

4 – Graça Irresistível. O Espírito Santo nunca falha em seu objetivo de trazer à fé àqueles que Deus predestinou para a vida. Esse ponto é resultado inevitável dos três primeiros. Nossa depravação total necessita da graça irresistível. A eleição incondicional é o seu ancoradouro. A expiação limitada é a sua verdade correspondente, pois se a graça salvadora fosse resistível, Cristo teria morrido em vão por muitos. “Não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?” (Dn 4.35).

5 – Perseverança dos Santos. Todos que participam da graça e do poder salvífico da união com Cristo, pela fé, continuam nessa união com seus frutos e benefícios. Por meio da obra perseverante do Deus trino, os salvos permanecem na fé verdadeira e nas obras que procedem da fé enquanto estiverem neste mundo. Se pelo Espírito você é regenerado, justificado e santificado em Cristo, você não pode cair deste estado finalmente. “Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis” (Ez 36.27).

Deus nos abençoe!

Pr. Joel Beeke

*Vivendo para a glória de Deus: Uma Introdução à Fé Reformada, Ed. Fiel

*Visite a Igreja Presbiteriana do Brasil no bairro Fazendinha/Curitiba.
Rua Elias Karan, 150.
(41)3239-2123

quarta-feira, 20 de outubro de 2021

“ESCOLHIDOS DESDE O PRINCÍPIO”


“ESCOLHIDOS DESDE O PRINCÍPIO”

“Entretanto, devemos dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade” (2Ts 2.13).

Deus nos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para o louvor da glória de sua graça; bem como os meios e condições para isso. “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele..., segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça” (Ef 1.3,4,6).

Devemos a nossa eleição exclusivamente ao nosso bondoso e gracioso Deus, que “nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo..., no qual também fomos feitos herança, havendo sido predestinados conforme o propósito daquele que faz todas as coisas segundo o conselho de sua vontade” (Ef 1.5,11).

A doutrina calvinista conhecida como “Eleição Incondicional” ensina que essa escolha não está condicionada a alguma coisa prevista ou executada pelo homem. Que as ações humanas atendendo ao chamado do Espírito, que o arrependimento e a fé, que a justificação e demais graças que a acompanham são meios preordenados por Deus e operadas no tempo devido, indicando a condição dos escolhidos em Cristo, guardados por seu poder, para a salvação e louvor da sua glória (1Pe 1.5).

“Visto que Deus designou os eleitos para a glória, assim ele, pelo eterno e mui livre propósito de sua vontade, preordenou todos os meios para se alcançar esse fim; os que, portanto, são eleitos, achando-se caídos em Adão, são remidos por Cristo; são eficazmente chamados para a fé em Cristo pelo seu Espírito, que opera no tempo devido; são justificados, adotados, santificados e guardados por seu poder mediante a fé para a salvação. Além dos eleitos não há nenhum outro que seja remido por Cristo, eficazmente chamado, justificado, adotado, santificado e salvo” (CFW.III.vi).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

*Visite a Igreja Presbiteriana Silva Jardim - Curitiba/PR.
Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário.
(41)3242-1115

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

ELEIÇÃO INCONDICIONAL

 

ELEIÇÃO INCONDICIONAL

“Deus nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos” (2Tm 1.9).

Os cristãos calvinistas ensinam que a doutrina da “Eleição Incondicional” é imutável, condicionada a livre graça e ao amor pessoal de Deus, segundo o conselho secreto da sua vontade. Que as boas obras são frutos da eleição, e consequentemente não podem ser suas condições. “Assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele”. “Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef 1.4; 2.10).

A Confissão de Fé de Westminster (1643-1646), expressamente sustenta que antes da fundação do mundo, o eterno, soberano, imutável e incondicional decreto eletivo de Deus determina que da humanidade caída, certos indivíduos alcançarão a vida e a glória eterna; que este decreto repousa na graça soberana e no amor pessoal de Deus, segundo o secreto conselho da sua vontade, tendo como fim ou motivo último na eleição, o louvor de sua gloriosa graça (Ef 1.6).

“Aqueles dentre a humanidade que são predestinados para a vida, Deus, antes que fossem lançados os fundamentos do mundo, segundo seu eterno e imutável propósito, e o secreto conselho e beneplácito de sua vontade, escolheu em Cristo para a glória eterna, de sua mera e livre graça e amor, sem qualquer previsão de fé ou de boa obras, ou de perseverança em qualquer um deles, ou qualquer outra coisa na criatura, como condições ou causas que a isso o movessem; e tudo para o louvor de sua gloriosa graça” (CFW.III.v).

Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado, no qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça” (Ef 1.3,5-7).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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terça-feira, 12 de outubro de 2021

“PIEDOSOS E PERSEGUIDOS”


“PIEDOSOS E PERSEGUIDOS”

“Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm 3.12).

A lembrança de suas próprias perseguições leva o apóstolo Paulo a acrescentar que tudo quanto lhe acontecera também se dará com todas as pessoas piedosas. Ele acrescenta isso para que os crentes se predispusessem a aceitar tal situação, e em parte para que as pessoas bondosas não se afastassem dele movidas pela dúvida em virtude de suas perseguições, as quais recebiam das mãos dos ímpios, pois às vezes sucede que acontecimentos adversos suscitam críticas adversas. Se porventura alguém cai no desfavor humano, imediatamente corre o rumor de que o mesmo é odiado por Deus. Com esta afirmação geral, Paulo declara que ele é um entre os filhos de Deus, e ao mesmo tempo adverte seus irmãos a suportarem as perseguições. Pois se essa condição é estabelecida “para todos quantos querem viver piedosamente em Cristo”, segue-se que aqueles que desejam evitar perseguições devem renunciar a Cristo. Como será em vão tentar separar Cristo de sua cruz, assim é plenamente natural que o mundo odeie a Cristo, mesmo em seus membros. E já que a crueldade acompanha o ódio, daí surgem as perseguições. É essencial que reconheçamos o fato de que, se somos cristãos, devemos nos preparar para muitas tribulações e lutas de diferentes tipos.

Mas pode-se perguntar se todos devem, então, ser mártires. É evidente que têm havido muitas pessoas que jamais sofreram desterro, nem prisão, nem qualquer outro gênero de perseguição. Nossa resposta é que Satanás possui mais de um método de perseguir os servos de Cristo. Mas é absolutamente necessário que todos eles suportem a hostilidade do mundo, de um modo ou de outro, a fim de que sua fé se exercite e sua perseverança se comprove. Satanás, que é o perpétuo inimigo de Cristo, jamais deixará que alguém viva sua vida sem algum distúrbio, e haverá sempre pessoas perversas a nos perseguir. De fato, tão pronto um crente mostre sinais de zelo por Deus, a ira de todos os ímpios se acende e, mesmo que não tenham suas armas em punho, arrojam seu veneno, ou criticando, ou caluniando, ou provocando perturbação de um ou de outro modo. Portanto, ainda que não sofram os mesmos ataques e não se envolvam nas mesmas batalhas, os que querem viver piedosamente em Cristo têm uma só guerra em comum e jamais viverão totalmente em paz nem isentos de perseguições.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

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sexta-feira, 8 de outubro de 2021

“SERVO INÚTIL”


 SERVO INÚTIL”

“E o servo inútil, lançai-o para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes” (Mt 25.30).

Aprendemos na Parábola dos Talentos que todos os membros infrutíferos da igreja de Cristo serão condenados e lançados fora no dia do juízo.

O servo que enterrou o dinheiro de seu senhor foi condenado como “mau e negligente” e “inútil”, e foi lançado “para fora, nas trevas”. E o Senhor acrescenta estas assustadoras palavras: “Ali haverá choro e ranger de dentes” (Mt 25.30).

No último dia não haverá desculpa para um crente professo e não-convertido. As razões com que agora ele imagina justificar a si mesmo mostrarão ser vãs e inúteis. Naquele dia ficará comprovado que o Juiz de toda a terra agiu com justiça. A ruína do homem perdido será devida exclusivamente a ele mesmo. As palavras: “Servo mau e negligente, sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei?” (Mt 25.26), deveriam soar bem alto aos ouvidos de muitos homens, compungindo-lhes o coração. Milhares de pessoas estão vivendo sem Cristo e sem conversão, e fazendo de conta que nada podem fazer a respeito. Mas sabem o tempo todo, em sua própria consciência, que são culpados. Estão enterrando o seu talento. Não fazendo o quanto podem. Felizes são os que descobrem essa realidade a tempo. No último dia tudo será desvendado.

Que haja em nós uma firme resolução de, pela graça de Deus, nunca nos contentarmos com o cristianismo apenas de nome, sem vida prática. O nosso compromisso não é apenas falar sobre religião, e, sim, agir. Não devemos apenas sentir a importância da religião; devemos também fazer algo a respeito. Tomemos precaução contra um cristianismo do tipo “nada-fazer”. Tal cristianismo desprovido do fruto do Espírito não procede de Deus (Gl 5.22,23; Mt 25.34-40).

Deus nos abençoe!

J.C.Ryle (1816-1900).

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segunda-feira, 4 de outubro de 2021

“AJUSTE DE CONTAS”

AJUSTE DE CONTAS”

“Depois de muito tempo, voltou o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles” (Mt 25.19).

A parábola dos talentos é semelhante a parábola das dez virgens. Ambas nos direcionam para o mesmo e importante acontecimento, a segunda vinda de Jesus Cristo. Ambas nos remetem aos membros da igreja professa de Cristo. As virgens e os servos representam um só e o mesmo povo, mas este povo considerado de um ângulo diferente, sendo retratados diferentes aspectos de sua atuação. A lição prática de cada parábola é o principal ponto de diferença. A vigilância é a nota chave da parábola das dez virgens, e a diligência é a ênfase da parábola dos talentos. A história sobre as virgens exorta a igreja a vigiar; a história sobre os talentos conclama a igreja a trabalhar, ao cuidado aplicado na execução de sua tarefa.

Um dos ensinos da parábola dos talentos é que todos os que se professam cristãos um dia haverão de prestar contas a Deus. A parábola nos diz que, “depois de muito tempo, voltou o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles”.

Há um julgamento à espera de cada um de nós. Se não há julgamento, as palavras da Bíblia não têm qualquer significado ou importância. Negá-lo é tratar com leviandade as Escrituras. Há um julgamento que nos aguarda, de acordo com nossas obras, e será seguro, estrito e inevitável. Importantes ou não, ricos ou pobres, eruditos ou incultos, todos teremos de comparecer diante do tribunal de Deus e receber nossa sentença eterna. Não haverá escapatória. Esconder-se será impossível. Nós e Deus haveremos enfim de nos encontrar face a face. Teremos de prestar contas de cada privilégio que nos foi concedido, e de cada bênção desfrutada. Descobriremos, por fim, que somos tratados como criaturas responsáveis que terão que prestar contas de tudo que recebeu do bondoso e gracioso Deus. “Quem é, pois, o servo fiel e prudente, a quem o senhor confiou os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo?” (Mt 24.45).

“Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente” (Dn 12.3).

Deus nos abençoe!

J.C.Ryle (1816-1900).

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sexta-feira, 24 de setembro de 2021

“FÉ REFORMADA”


“FÉ REFORMADA”

"Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!" (Rm 11.36).

O nosso senso da história nos lembra que a igreja cristã não começou com a reforma protestante do século dezesseis. Foi por isso que reformadores como Martinho Lutero e João Calvino não quiseram romper com tudo o que dizia respeito à igreja antiga e medieval. Eles fizeram questão de reconhecer a validade dos antigos concílios ecumênicos da igreja (séculos quarto e quinto) e das extraordinárias formulações teológicas produzidas pelos mesmos – os credos, especialmente o Niceno e o de Calcedônia.

Os reformadores magisteriais, incluindo Calvino, tinham grande apreço pelos antigos mestres cristãos, os pais da igreja, e os citaram abundantemente em seus escritos. Fazemos bem em estudar seus credos e confissões, utilizar as antigas liturgias e cantar seus hinos. Não é questão de tradicionalismo: tudo isto nos coloca em contato com a igreja do passado, da qual somos herdeiros e continuadores. A ênfase central da fé reformada está na teologia propriamente dita, na doutrina de Deus, acentuando a plena soberania de Deus em todas as coisas – na criação, na providência e acima de tudo na obra da redenção.

“Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; [...] que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade” (Is 46.9,10).

“Nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado, no qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça” (Ef 1.5-7).

Você deseja uma espiritualidade mais profunda, um testemunho mais incisivo, um culto mais vibrante? Ore, leia a Bíblia, conheça a história da igreja. Siga sempre em frente, persevere, batalhe diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos (Jd 1.3).

Deus nos abençoe!

Rev. Alderi Souza de Matos 

*www.monergismo.com (Resgatando os Aspectos Essenciais da Identidade Reformada).

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quinta-feira, 16 de setembro de 2021

“FAMÍLIA DE DEUS: MAIS QUE VENCEDORES”


“FAMÍLIA DE DEUS: MAIS QUE VENCEDORES”

“Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Rm 8.37).

Muitos membros da família de Deus já estão na Pátria Celestial, em perfeito estado. Eles combateram o bom combate, completaram a carreira, guardaram a fé; o Deus da paz os santificou em tudo. Pois, na morada dos justos, na cidade santa, “nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas somente os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro” (Ap 21.27).

Nós, que ainda estamos neste mundo, continuamos combatendo o bom combate, correndo a mesma carreira e guardando a mesma fé, fortalecidos no Senhor e na força do seu poder, firmes contra as ciladas do diabo, lutando contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, resistindo no dia mau, apagando os dardos inflamados do maligno, vencendo as tentações e os enganos do pecado (Ef 6.10-18).

Família de Deus: Mais que vencedores. “Se Deus é por nós quem será contra nós? Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Rm 8.36,37).

“As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão” (Jo 10.27,28).

A família de Deus ama, adora, louva e exalta o seu maravilhoso Redentor e Rei. “Quando a trombeta ressoar, irei com Ele me encontrar; e com os salvos cantarei louvor eterno ao grande Rei!” (NC.93). “Exaltar-te-ei, ó Deus meu e Rei;  bendirei o teu nome para todo o sempre” (Sl 145.1).

Aleluia!

Pr. José Rodrigues Filho

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segunda-feira, 6 de setembro de 2021

“O FUTURO DA FAMÍLIA DE DEUS”

 

“O FUTURO DA FAMÍLIA DE DEUS”

“Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toma o nome toda família, tanto no céu como sobre a terra” (Ef 3.14,15).

Não podemos prever o futuro de nossa família neste mundo, com vínculos apenas de sangue e carne. Não sabemos sobre o dia de amanhã: “Não te glories do dia de amanhã, porque não sabes o que trará à luz” (Pv 27.1). Mas, para a família de Deus, unidos pelo Espírito, firmados em Cristo Jesus, tudo é diferente, o seu futuro é certo! “Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória” (Fp 3.20,21).

Um dia, todo membro da família de Deus será levado para o seu verdadeiro lar. Aqui, nesta terra, ainda estamos sendo provados, passamos por muitas aflições, mas temos a garantia que chegaremos seguros na morada nos justos. “Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Fp 1.6). Seremos glorificados, ganharemos corpos espirituais (1Co 15). No Dia do Senhor, os membros da família de Deus estarão juntos para nunca mais se separarem, plenamente satisfeitos com a herança que lhes está reservada nos céus. Neste maravilhoso Dia o Senhor Jesus dirá: “Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt 25.34).

Querido irmão, que pertence à família de Deus, você tem pensado sobre o grande privilégio de possuir o que o mundo não pode te dar e nem tirar?

A alegria da eterna reunião dos santos com o “Príncipe da Paz” compensará por tudo o que tenhamos sofrido como cristãos neste mundo. Enquanto o Dia do Senhor não chegar, perseveremos em santa união, vivendo por modo digno da vocação e da família à qual pertencemos. Esforcemo-nos para não fazer coisa alguma que traga desonra ao nome dAquele, “de quem toma o nome toda família, tanto no céu como sobre a terra”.

“Que Deus, segundo a riqueza da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior; e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor” (Ef 3.16,17).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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terça-feira, 31 de agosto de 2021

“A FAMÍLIA DE DEUS”

 

“A FAMÍLIA DE DEUS”

“Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus” (Ef 2.19).

A família de Deus é composta por todos os verdadeiros cristãos dos diversos lugares do mundo. Pertencer a esta família não depende de nossos pais terrenos. Os membros desta família “não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” (Jo 1.13). Eles são nascidos de Deus (1Jo 3.9; 4.7; 5.1,4,18).

São chamados família de Deus: Primeiro, porque todos têm o mesmo Pai. Eles são filhos do Deus Altíssimo, guiados pelo Espírito do SENHOR. Eles possuem o mesmo espírito de Adoção e clamam: “Aba, Pai” (Rm 8.15). Eles realmente expressam a verdade quando oram: “Pai nosso, que estás nos céus” (Mt 6.9). Segundo, são chamados de família de Deus porque todos se regozijam no primogênito desta família, Jesus Cristo, “o Santo de Israel” (Is 12.6; Jo 15.11; 1Pe 1.8,9). Terceiro, são chamados de família de Deus porque há uma forte semelhança entre eles. Eles são espiritualmente identificados uns com os outros em vários aspectos. Eles são “santos e fiéis em Cristo Jesus” (Ef 1.1). Como o salmista, eles têm prazer e apreço pelas Sagradas Escrituras: “Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais que o mel à minha boca. Por meio dos teus preceitos, consigo entendimento; por isso, detesto todo caminho de falsidade” (Sl 119.103,104). Eles demonstram consideração e respeito às exortações proféticas e apostólicas: “Santos sereis, porque eu, o SENHOR, vosso Deus, sou santo” (Lv 19.2). “Tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento” (1Pe 1.15). “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós; acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição” (Cl 3.12-14).

Enfatizamos a importância dessas características porque os membros da família de Deus, mesmo sendo de várias nações, línguas, denominações e culturas amplamente diferentes, eles se reconhecem como irmãos. Leia os capítulos 5, 6 e 7 do Evangelho de Mateus e identifique-se ali!

Deus nos abençoe!

Rev. José Rodrigues Filho

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