"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

"DOUTRINA DO ARREPENDIMENTO PARA A VIDA"

Assista!

"Doutrina: Do Arrependimento para Vida".

“Logo, também aos gentios foi por Deus concedido o arrependimento para vida” (At 11.18).


Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

*Visite a Igreja Presbiteriana do Brasil no bairro Fazendinha/Curitiba.
Rua Elias Karan, 150.
(41)3239-2123

sábado, 15 de janeiro de 2022

“DO ARREPENDIMENTO PARA A VIDA"


“DO ARREPENDIMENTO PARA A VIDA"

“Pois, se Deus lhes concedeu o mesmo dom que a nós nos outorgou quando cremos no Senhor Jesus, quem era eu para que pudesse resistir a Deus? E, ouvindo eles estas coisas, apaziguaram-se e glorificaram a Deus, dizendo: Logo, também aos gentios foi por Deus concedido o arrependimento para vida” (At. 11.17,18).

Seção I. O arrependimento para a vida é uma graça evangélica, doutrina esta que deve ser proclamada por todo o ministro do evangelho, tanto quanto a da fé em Cristo (CFW. XV).

Seção II. Por ele um pecador, movido pelo que vê e sente, não só diante do perigo, mas também diante da imundícia e odiosidade de seus pecados, como sendo contrários à santa natureza e à justa lei de Deus, e na apreensão de sua misericórdia em Cristo destinada aos que são penitentes, de tal maneira se entristece e odeia os seus pecados que, deixando-os, se volta para Deus, propondo-se e diligenciando-se por andar com ele em todas as veredas de seus mandamentos (CFW. XV).

A luminosa apreensão da misericórdia de Deus em Cristo se faz necessário para o genuíno arrependimento, porque a consciência debilitada ecoa a lei de Deus e não pode ser apaziguada por nenhuma outra propiciação senão por aquela exigida pela própria justiça divina; e até que isso seja feito numa confiante aplicação dos méritos de Cristo, ou a indiferença entorpecerá ou o remorso atormentará a alma.

Fora de Cristo Deus é “fogo consumidor”, e o medo inextinguível de sua ira repele a alma. “Guardai-vos não vos esqueçais da aliança do SENHOR, vosso Deus, feita convosco, e vos façais alguma imagem esculpida, semelhança de alguma coisa que o SENHOR, vosso Deus, vos proibiu. Porque o SENHOR, teu Deus, é fogo que consome, é Deus zeloso” (Dt 4.23,24); “Por isso, recebendo nós um reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor; porque o nosso Deus é fogo consumidor” (Hb 12.28,29).

O senso da espantosa bondade de Deus, aos nossos olhos, na dádiva de seu Filho, e de nossa ingrata retribuição a ela, é o mais poderoso meio de conduzir a alma ao genuíno arrependimento do pecado quando cometido contra Deus. E Isso se pode provar pelos exemplos de arrependimento registrados nas Escrituras. “Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; e, segundo a multidão das tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões. Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado” (Sl 51.1,2). “Se observares, SENHOR, iniquidades, quem, SENHOR, subsistirá? Contigo, porém, está o perdão, para que te temam” (Sl 130.4).

 Deus nos abençoe!

 Pr. José Rodrigues Filho

*Confissão de Fé Comentada, A.A.Hodge - Ed. Os Puritanos

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segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

"Doutrina da Perseverança dos Santos"

Assista: "Doutrina da Perseverança dos Santos"

“Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim” (Jr 32.40).


Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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domingo, 9 de janeiro de 2022

"Doutrina do Chamado Eficaz"

Assista: "Doutrina do Chamado Eficaz

“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8.28,29).


Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

“O CHAMADO EFICAZ”


“O CHAMADO EFICAZ”

“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8.28,29).

A verdade quanto ao “Chamado Eficaz” é que ele é direcionado àqueles conforme vemos em Romanos 8.30. “Aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou”. Todos nós concordamos que essa não é uma porção bíblica que se pode afirmar quanto àqueles que não amam a Deus, que não se conformam à imagem de Jesus Cristo.

Em Romanos 1.1, está escrito: “Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus”. O apóstolo Paulo foi colocado por Jesus Cristo nessa posição, nesse ofício, nesse ministério. Sem dúvida, houve eficácia nesse chamado. Primeiro à salvação e depois ao apostolado. Não foi um simples convite. É isso que Paulo diz de si mesmo, conforme encontramos em Gálatas 1.15. “Quando, porém, ao que me separou antes de eu nascer e me chamou pela sua graça”. E, em Romanos 1.6,7. “Chamados para serdes de Jesus Cristo. A todos os amados de Deus..., chamados para serdes santos”.

Portanto, os que são chamados eficazmente para a salvação, são chamados com este propósito: para serem conformes à imagem do primogênito Filho de Deus. Em 1Timóteo 1.9, lemos: “Deus nos salvou e nos chamou com santa vocação”. E em Efésios 4.1, está escrito: “Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados”.

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

“ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR”

 

“ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR”

“Tomou, então, Samuel uma pedra, e a pôs entre Mispa e Sem, e lhe chamou Ebenézer, e disse: Até aqui nos ajudou o Senhor” (1Sm 7.12).

As palavras “até aqui” são como a mão que aponta em direção ao passado. Sejam poucos ou muitos anos, ainda assim, “até aqui nos ajudou o SENHOR”! Na pobreza, na riqueza, na doença, na saúde, em casa ou em outro país, na honra ou na desonra, na perplexidade, na alegria, nas lutas, no triunfo, na oração, na tentação, “até aqui nos ajudou o SENHOR”!

Nós nos deleitamos ao olhar adiante, para uma longa alameda de árvores. É encantador ver a paisagem em seu percurso, algo como um templo verdejante, com pilares de ramos e seus arcos de folhas; da mesma forma olhe para os corredores dos seus anos, para os verdes galhos da misericórdia sobre sua cabeça e os fortes pilares de bondade e fidelidade que sustentaram nossas alegrias. Não há pássaros cantando nos galhos mais distantes? Certamente deve haver muitos e todos cantam a misericórdia recebida “até aqui”.

Mas as palavras também apontam adiante. Pois quando um homem chega a certo ponto e diz: “Até aqui nos ajudou o SENHOR”, ele não está no fim. Ainda há uma distância a ser percorrida. Mais provas, mais alegrias, mais tentações, mais triunfos, mais orações, mais respostas, mais labuta, mais força, mais lutas, mais vitórias e, então, vem a doença, a idade avançada, a enfermidade, a morte. Chegou o fim? Não! Ainda há mais que surge quando conformados à imagem do “primogênito de Deus”: tronos, harpas, canções, salmos, vestes brancas, a comunidade dos santos, a face do nosso Senhor Jesus Cristo, a glória de Deus, a plenitude da eternidade, a infinitude da felicidade.

Ó tenha bom ânimo, filho de Deus, e com confiança grata engrandeça seu “Ebenézer”, pois: O SENHOR que o ajudou até aqui, ajudá-lo-á em toda a jornada (Fp 1.6).

Feliz Ano Novo!

C.H.Spurgeon (1834-1892).

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terça-feira, 21 de dezembro de 2021

“O NASCIMENTO DE JESUS”


“O NASCIMENTO DE JESUS”

“Naqueles dias, foi publicado um decreto de César Augusto, convocando toda a população do império para recensear-se. Todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade. José também subiu da Galileia, da cidade de Nazaré, para a Judeia, à cidade de Davi, chamada Belém, por ser ele da casa e família de Davi, a fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida. Estando eles ali, aconteceu completarem-se-lhe os dias, e ela deu à luz o seu filho primogênito, enfaixou-o e o deitou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria” (Lc 2.1,3-7).

Desde que há mundo, jamais houve um nascimento tão maravilhoso quanto o de Jesus. Foi em si mesmo um milagre: O eterno Filho de Deus, segunda Pessoa da Trindade Santa, manifestado na carne (1Tm 3.16). E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai (Jo 1.14). São indizíveis as bênçãos que Ele trouxe ao mundo: abriu aos homens a porta para a vida eterna (Jo 3.16).

O primeiro imperador romano publicou um decreto “convocando toda a população para recensear-se”. Neste fato sobressai a sabedoria de Deus. A “plenitude do tempo” chegara, para que o Messias aparecesse. Os príncipes e sacerdotes do mundo gentio haviam sido pesados na balança e achados em falta. Egito, Assíria, Babilônia, Pérsia, Grécia, Roma – todos tinham provado que o mundo não conheceu a Deus pela sua própria sabedoria (1Co 1.21). Os seus grandes generais e poetas, historiadores e filósofos, os reinos do mundo, estavam perdidos em idolatria. Era o tempo certo de Deus intervir desde os céus e enviar um Salvador eficaz (Rm 5.6).

Firmemos sempre a nossa alma no fato confortador de que o tempo está nas mãos de Deus (Sl 31.15). Ele sabe qual a melhor ocasião para enviar socorro ao seu povo e nova orientação ao mundo. Tomemos cuidado, a fim de não darmos lugar à ansiedade por causa do que acontece à nossa volta, como se soubéssemos melhor do que Deus qual é a melhor hora para enviar livramento.

O nosso coração deve sentir-se confortado ao lembrar-se do governo providencial de Deus. Um verdadeiro crente jamais deve comportar-se inquieto ou assustado por causa da conduta dos juízes deste mundo. Deve, sim, com os olhos da fé contemplar Aquele que supervisiona tudo o que eles realizam, fazendo convergir para o bem daqueles que amam a Deus (Rm 8.28), e glória para Aquele cujo nome está acima de todo nome – Jesus Cristo, o nosso Senhor (Fp 2.9-11).

Feliz Natal!

Pr. José Rodrigues

*Meditações no Evangelho de Lucas – J.C.Ryle, Ed. Fiel.

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terça-feira, 7 de dezembro de 2021

“E O VERBO ERA DEUS”

 

“E O VERBO ERA DEUS”

"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela" (João 1:1-5).

Nestes cinco primeiros versículos do Evangelho de João temos uma declaração de incomparável sublimidade a respeito da natureza divina do nosso Senhor Jesus Cristo. Com toda certeza, há grande profundidade nessa revelação, cuja compreensão está além do nosso entendimento. Ainda assim, há claros ensinamentos, os quais todo crente deveria guardar como tesouro no coração.

1) O Senhor Jesus Cristo é eterno. João diz que “no princípio era o Verbo”. Ele não começou a existir quando os céus e a terra foram formados e, muito menos, quando o evangelho foi trazido ao mundo. Ele tinha a glória com o Pai “antes que houvesse mundo” (Jo 17.5).

2) O Senhor Jesus Cristo é uma pessoa distinta de Deus, o Pai; e, ainda assim é um com Ele. João diz que “o Verbo estava com Deus”. O Pai e o Verbo, embora sejam duas pessoas, são ligados por uma união inefável. Desde a eternidade, onde quer que o Pai estivesse, ali também estava o Verbo, o Deus Filho – iguais em glória, co-eternos em majestade, mas uma só Divindade.

3) O Senhor Jesus Cristo é o próprio Deus. João diz que o “Verbo era Deus”. Ele não é meramente um anjo criado ou um ser inferior a Deus, o Pai, investido de poder, da parte do Pai, para redimir os pecadores. Não é menos que o Deus perfeito; é igual ao Pai, no que concerne à sua divindade; Ele é Deus, possuindo a mesma natureza que o Pai e existindo antes da fundação do mundo.

4) O Senhor Jesus Cristo é o Criador de todas as coisas. João diz que “todas as coisas foram feitas por intermédio dele e sem ele nada do que foi feito se fez”. Longe de ser uma criatura de Deus, Ele é o Ser que fez o universo e tudo que nele há (Sl 148.5).

5) O Senhor Jesus Cristo é a fonte de toda luz e vida espiritual. João diz que “a vida estava nele, e a vida era a luz dos homens”. “De novo, lhes falava Jesus, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida” (Jo 8.12).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

*Meditações no Evangelho de João - J.C.Ryle - Ed. Fiel.

*Visite a Igreja Presbiteriana Silva Jardim - Curitiba/PR.
Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário.
(41)3242-1115

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

"A DIVINDADE DE JESUS" (Jo 1:1-5).

"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela" (João 1:1-5). Amém!


Deus nos abençoe!

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Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário.
(41)3242-1115

segunda-feira, 22 de novembro de 2021

“A BÊNÇÃO APOSTÓLICA”

 

“A BÊNÇÃO APOSTÓLICA”

“A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós” (2Co 13.13).

O apóstolo Paulo termina a epístola com uma oração constituída de três partes, nas quais está encerrado o todo de nossa salvação. Paulo deseja aos irmãos, antes de tudo, a graça de Cristo, em segundo lugar, o amor de Deus, em terceiro, a comunhão do Espírito. O termo “graça”, aqui, significa a bênção total da redenção. A ordem apresentada pode parecer invertida, visto que o amor exerce a prioridade. Nem sempre há na Escritura uma preocupação quanto à exatidão no arranjo dos termos, mas pode-se também dizer que a ordem, aqui, concorda com a forma doutrinal exposta na Escritura, segundo a qual nós, quando éramos inimigos de Deus, fomos reconciliados pela morte de seu Filho (Rm 5.1), embora a Escritura geralmente fale disto de duas formas diferentes. Às vezes ela fala na forma já citada, que havia inimizade entre nós e Deus, até que fôssemos reconciliados por meio de Cristo. Por outro lado, lemos em João 3.16 que “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito”. Estas duas declarações parecem contradizer uma à outra, porém é fácil reconciliá-las, pois na segunda, vemos pelo prisma de Deus, e na primeira vemos pelo nosso próprio ponto de vista. Porque Deus, no tocante a ele mesmo, nos amou desde antes da fundação do mundo e nos redimiu tão-somente porque nos amou; porém nós, quando olhamos para nós mesmos, nada vemos senão pecado a provocar a ira divina, e não podemos apropriar-nos do amor de Deus sem um Mediador. Portanto, no tocante a nós, a graça de Cristo é o princípio do amor de Deus. Examinando a questão na primeira forma, Paulo não estaria certo pondo a graça de Cristo antes do amor de Deus, porque não se pode pôr o efeito antes da causa; porém, do segundo ponto de vista, é correto começar com a graça de Deus por meio da qual Ele nos adotou como seus filhos, e honrou com seu amor àqueles a quem outrora mantinha sob a ira e abominação em razão do pecado.

A comunhão do Espírito é adicionada porque é somente sob a direção do Espírito que tomamos posse de Cristo e de todos os seus benefícios. Paulo parece também estar fazendo alusão à variedade dos dons do Espírito que ele menciona em outras partes, visto que Deus não concede o Espírito a alguém como um indivíduo isolado, senão que o distribui a cada um segundo a medida da graça, para que os membros da igreja compartilhem seus dons uns com os outros e assim nutram sua unidade.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

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