"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

George Müller (1805-1898)

George Müller (1805-1898).
“Cantai a Deus, salmodiai o seu nome; exaltai o que cavalga sobre as nuvens. SENHOR é o seu nome, exultai diante dele. Pai dos órfãos e juiz das viúvas é Deus em sua santa morada” (Sl 68.4,5).

George Müller foi um evangelista e missionário inglês. Homem dedicado à oração, à leitura e meditação na Palavra de Deus. Ele leu toda a Bíblia mais de 100 vezes, sendo que em muitas ocasiões o fez de joelhos. Antes de sua morte, quando perguntado por alguém o que gostaria de fazer ainda, ele respondeu: “Ler mais a Bíblia, pois conheço pouco ainda da excelência de Cristo”. 

Müller nos deixou um precioso testemunho de fé na providência de Deus, sendo exemplar na obra missionária assistindo crianças em completo desamparo. Ele construiu cinco grandes orfanatos e cuidou de mais de 10.000 crianças órfãs, motivado pelo Espírito do Senhor que diz em sua Palavra: “Deus é pai dos órfãos” (Sl 68.5).

Testemunho de Fé.

Um dos exemplos marcantes do testemunho de fé de George Müller ocorreu numa ocasião em que todos os órfãos sentaram-se à mesa para tomar o café da manhã, porém os copos e pratos estavam vazios. Não havia pão e nem leite. Nesse dia, Müller calmamente rendeu graças ao Senhor pela refeição que iriam fazer. Quando ele terminou a oração, ouviu alguém bater à porta. Era um vendedor de leite que havia quebrado a roda de sua carroça em frente ao orfanato e, para o leite não se perder, decidiu doá-lo aos órfãos. Pouco tempo depois, outro cidadão chegou ao orfanato. Era o empregado de uma padaria da cidade, ele disse que a fornada de pães daquele dia não havia saído com o aspecto que estavam acostumados. Por isso, o dono da padaria decidiu não oferecer esses pães à sua freguesia e resolveu doá-los aos órfãos.

Frases memoráveis.

"A incredulidade não dá um passo sem explicações prévias. A fé não interroga, nem calcula, simplesmente confia".

"Nem a eloquência, nem a profundidade de pensamento faz um verdadeiro grande pregador. Somente uma vida de oração e meditação fará dele um vaso pronto para o uso do Mestre e próprio para ser empregado na conversão de pecadores e na edificação dos santos".

"Procuro a vontade do Espírito de Deus por meio da sua Palavra. É essencial que o Espírito e a Palavra acompanhem um ao outro. Se eu olhar para o Espírito, sem a Palavra, fico sujeito, também, a grandes ilusões".

Pr. José Rodrigues Filho

*“Heróis da Fé” - Orlando Boyer - CPAD.

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(41)3242-8375

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Doutrina da Justificação

Doutrina da Justificação
“Aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou” (Rm 8.30).

A vocação eficaz e a justificação são ambas necessárias à salvação, e são passos essenciais na execução divina de seu próprio decreto de eleição, imutável e infalível. Todos aqueles, e somente aqueles, a quem Deus eficazmente chama, também gratuitamente justifica.

“Aqueles a quem Deus eficazmente chama, também livremente justifica; não por infundir neles a justiça, mas por perdoar seus pecados e por considerar e aceitar suas pessoas como justas; não em razão de qualquer coisa neles operada ou neles feita, mas unicamente em consideração da obra de Cristo” (CFW-XI,§I). 

Deus, como soberano, escolheu o seu povo e o deu a seu Filho na aliança da graça, e como soberano leva a efeito essa aliança quando, por imputação, faz da justiça de Cristo a justiça dos seus eleitos.

Quanto à sua natureza, essa justificação é um ato divino puramente judicial, tendo Deus como juiz, pelo qual ele perdoa todos os pecados do crente, e o julga, e o aceita, e o trata como uma pessoa justa à luz da lei divina.

“Justificação é um ato da livre graça de Deus para com os pecadores, no qual ele perdoa todos os seus pecados, aceita e considera suas pessoas como justas aos seus olhos, não por qualquer coisa neles operada ou por eles feita, mas unicamente pela perfeita obediência e plena satisfação de Cristo, a eles imputadas por Deus e recebidas só pela fé” (CMW-77). 

“Bem-aventurados aqueles cujas iniquidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos; bem-aventurado o homem a quem o Senhor jamais imputará pecado” (Rm 4.7,8).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

*CFW comentada, A.A.Hodge – Editora Puritanos.

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

“Coração Missionário”

“Coração Missionário”
“Então, lhe ofereceu Levi um grande banquete em sua casa; e numerosos publicanos e outros estavam com eles à mesa” (Lc 5.29).

Por este versículo somos informados que, após converter-se, Levi ofereceu um grande banquete e convidou “numerosos publicanos” para dele compartilhar. Provavelmente, muitos desses homens eram seus velhos amigos e companheiros. Ele conhecia bem a necessidade das almas daquelas pessoas, pois havia sido uma delas. Desejou fazê-los conhecer o Salvador, que havia sido misericordioso para com ele. Visto que achara misericórdia, queria que outros também a encontrassem. Uma vez que ele foi graciosamente liberto da escravidão ao pecado, desejou que outros também fossem libertos.

Um verdadeiro crente sempre demonstrará este mesmo sentimento de Levi. Podemos dizer com segurança que não existe graça divina no homem que não se preocupa com a salvação de seus companheiros. O coração realmente ensinado pelo Espírito Santo sempre estará cheio de amor, bondade e compaixão. A alma que foi chamada por Deus desejará ardentemente que outros tenham a mesma chamada. Um homem salvo não desejará ir sozinho para o céu.

Qual tem sido a nossa atitude em relação a este assunto? Conhecemos por experiência própria a atitude de Levi após sua conversão? Temos nos esforçado para que nossos amigos e parentes conheçam a Jesus, nosso Senhor e Salvador? Estas são perguntas importantíssimas. Fornecem um teste bastante perscrutador quanto à verdadeira condição de nossa alma. Não evitemos aplicá-las a nós mesmos, pois não existe muito do espírito missionário entre os crentes. Não devemos nos satisfazer em estar seguros. Temos de procurar fazer o bem aos outros. Nem todos podem levar o evangelho a terras distantes, mas todo crente precisa esforçar-se para ser um missionário entre seus companheiros. “Os sãos não precisam de médicos, e sim os doentes. Não vim chamar justos, e sim pecadores ao arrependimento” (Lc 5.31).

Deus nos abençoe!

J.C.Ryle (1816-1900)

*Meditações no Evangelho de Lucas, Editora Fiel.

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“Foi por Amor”

“Foi por Amor”
“Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?” (Rm 8.35).

Jesus Cristo é pleno de amor. Devemos ter em mente este aspecto natural do caráter de nosso Senhor. Ele é eternamente amoroso, Ele é Deus! Ele nos vivificou quando estávamos mortos em nossos delitos e pecados. Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência” (Ef 2.1,2). Ele transformou as nossas vidas, colocou em nossos lábios um novo cântico, um hino de louvor ao nosso Deus. “Ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro. Tirou-me de um poço de perdição, de um tremedal de lama; colocou-me os pés sobre uma rocha e me firmou os passos. E me pôs nos lábios um novo cântico, um hino de louvor ao nosso Deus”  (Sl 40.1-3).

“Que segurança tenho em Jesus,
Pois nele gozo paz vida e luz!
Com Cristo herdeiro, Deus me aceitou
Mediante o Filho que me salvou!
Firmando em Cristo, no seu amor,
Estou contente em meu Salvador!
Esperançoso hei de viver
Por Jesus Cristo, por seu poder”.
(NC144)

Foi por amor que Cristo nos outorgou o seu Santo Espírito, o penhor da nossa salvação. Ele jamais permitirá que qualquer coisa nos separe do amor de Deus. “Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 8.38,39). Aleluia!

 Pr. José Rodrigues Filho

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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

“DO BATISMO”

Confissão de Fé de Westminster
Capítulo XXVIII

Seção I. O batismo é um sacramento do Novo Testamento, instituído por Jesus Cristo, não só para solenemente admitir na Igreja a pessoa batizada, mas também para servir-lhe de sinal e selo do pacto da graça, de sua união com Cristo, da regeneração, da remissão dos pecados e também da sua consagração a Deus por Jesus Cristo, a fim de andar em novidade de vida. Este sacramento, segundo a ordenação de Cristo, há de continuar em sua Igreja até ao fim do mundo.

Mt 28:19; ICo 12:13; Rm 4:11; Cl 2:11-12; Gl 3:27; Tt 3:5; Mc 1:4; At 2:38; Rm 6:3-4; Mt 28:19-20

Seção II. O elemento exterior usado neste sacramento, é água, com a qual um ministro do Evangelho, legalmente ordenado, deve batizar o candidato em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

At 10:47; 8:36-38; Mt 28:19

Seção III. Não é necessário imergir na água o candidato, mas o batismo é devidamente administrado por efusão ou aspersão.

At 2:41; 10:46-47; 16:33; ICo 10:2

Seção IV. Não só os que professam a sua fé em Cristo e obediência a Ele, mas os filhos de um ou de ambos os pais crentes, devem ser batizados.

At 9:18; Gn 17:7,9; Gl 3:9,14; Rm 4:11-12; At 2:38,39

Seção V. Posto que seja grande pecado desprezar ou negligenciar esta ordenança, contudo, a graça e a salvação não se acham tão inseparavelmente ligadas com ela, que sem ela ninguém possa ser regenerado ou salvo, ou que todos os que são batizados sejam indubitavelmente regenerados.

Lc 7:30; Êx 4:24-26; Dt 28:9; Rm 4:11; At 8:13,23

Seção VI. A eficácia do batismo não se limita ao momento em que é administrado; contudo, pelo devido uso desta ordenança, a graça prometida é não somente oferecida, mas realmente manifestada e conferida pelo Espírito Santo àqueles a quem ela pertence, adultos ou crianças, segundo o conselho da vontade de Deus, em seu tempo apropriado.

Jo 3:5,8; Gl 3:27; Ef 5:25-26

Seção VII. O sacramento do batismo deve ser administrado uma só vez a uma mesma pessoa.

Tt 3:5

* O propósito do Batismo é –

1 - Significar, selar e conferir àqueles a quem pertencem os benefícios da redenção de Cristo. Portanto –

1.1 - Ele significa ou simboliza a “lavagem de regeneração e a renovação do Espírito Santo”, por meio do quê são unidos a Cristo e feitos participantes em toda a sua graça redentora.

1.2 - Cristo nisto sela a veracidade de seu pacto e desse modo comunica a todos os beneficiários desse pacto e a graça significada para eles. O propósito do Batismo é –

2 - Para que seja um sinal visível de nosso pacto de pertencermos ao Senhor e de nos consagrarmos ao seu serviço, e por isso ele é uma pública profissão de nossa fé e emblema de nossa obediência, e de nossa iniciação formal na Igreja Cristã, bem como um símbolo de nossa união com nossos irmãos de fé.

A.A.Hodge (1823-1886)

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

“O Médico Divino”

“O Médico Divino”
“Aconteceu que, estando ele numa das cidades, veio à sua presença um homem coberto de lepra; ao ver a Jesus, prostrando-se com o rosto em terra, suplicou-lhe: Senhor, se quiseres, podes purificar-me. E ele, estendendo a mão, tocou-lhe, dizendo: Quero, fica limpo! E, no mesmo instante, lhe desapareceu a lepra” (Lc 5.12,13).

Dentre as doenças que causavam dano ao corpo, a lepra se apresentava como uma das mais severas. Ela afligia o corpo humano trazendo feridas e decadência à pele, deterioração ao sangue e apodrecimento dos ossos. No entanto, lemos que um leproso foi purificado com apenas um toque das mãos de Cristo Jesus.

Desde a queda dos nossos pais no jardim do Éden (Gn 3.1-24) temos padecido com as suas consequências. Fomos afetados por inteiro no corpo e na alma. “Toda a cabeça está doente, e todo o coração, enfermo. Desde a planta do pé até a cabeça, não há nele coisa sã, senão feridas, contusões e chagas inflamadas” (Is 1.5,6). 

Quem nos livrará desta trágica situação? Jesus Cristo, o Médico Divino. Ele é Deus! Ele pode fazer com que as coisas velhas passem e tudo se torne novo. Em seu sangue há poder para nos purificar de todo pecado, injustiça e enfermidades. Não existe nenhum mal, quer seja no corpo ou na alma, que o Senhor Jesus não possa purificar. 

“Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra” (Sl 121.1,2).

"Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração. Serei achado de vós, diz o SENHOR, e farei mudar a vossa sorte" (Jr 29.13,14).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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terça-feira, 31 de dezembro de 2019

“Tende cuidado e guardai-vos!”

“Tende cuidado e guardai-vos!”
“Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” (Lc 12.15).

Deus continua perguntando: “O que tens preparado, para quem será?” (Lc 12.20).

É assombroso o termo usado para descrever a conduta do homem centrado nas coisas deste mundo. O que entesoura para si mesmo é aquele que o próprio Deus declara ser “louco”. A verdade é que o homem descrito na parábola contada por nosso Senhor Jesus é muito comum (Lc 12.21).

Os homens fascinados pelo mundo são facilmente dominados por Satanás - instigando neles a ganância, a cobiça, os desejos pecaminosos, a avareza, o amor do dinheiro e bens materiais - entorpecidos não percebem o perigo em que se encontram: “Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro é a raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça se desviaram da fé e a si mesmo se atormentaram com muitas dores” (1Tm 6.9,10).

“Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” (Lc 12.15).

“Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento; que pratiquem o bem, sejam ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir; que acumulem para si mesmos tesouros, sólido fundamento para o futuro, a fim de se apoderarem da verdadeira vida” (1Tm 6.17-19). 

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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Provai que o SENHOR é bom!


“Bendirei o Senhor em todo o tempo,
o seu louvor estará sempre nos meus lábios.

Gloriar-se-á no Senhor a minha alma;
os humildes o ouvirão e se alegrarão.

Engrandecei o Senhor comigo,
e todos, à uma, lhe exaltemos o nome.

Busquei o Senhor, e ele me acolheu;
livrou-me de todos os meus temores.

Contemplai-o e sereis iluminados,
e o vosso rosto jamais sofrerá vexame.

Clamou este aflito, e o Senhor o ouviu
e o livrou de todas as suas tribulações.

O anjo do Senhor acampa-se
ao redor dos que o temem e os livra.

Oh! Provai e vede que o Senhor é bom;
bem-aventurado o homem que nele se refugia.

Temei o Senhor, vós os seus santos,
pois nada falta aos que o temem.

Os leõezinhos sofrem necessidade e passam fome,
porém aos que buscam o Senhor bem nenhum lhes faltará.

Vinde, filhos, e escutai-me;
eu vos ensinarei o temor do Senhor.

Quem é o homem que ama a vida
e quer longevidade para ver o bem?

Refreia a língua do mal
e os lábios de falarem dolosamente.

Aparta-te do mal e pratica o que é bom;
procura a paz e empenha-te por alcançá-la.

Os olhos do Senhor repousam sobre os justos,
e os seus ouvidos estão abertos ao seu clamor.

O rosto do Senhor está contra os que praticam o mal,
para lhes extirpar da terra a memória.

Clamam os justos, e o Senhor os escuta
e os livra de todas as suas tribulações.

Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado
e salva os de espírito oprimido.

Muitas são as aflições do justo,
mas o Senhor de todas o livra.

Preserva-lhe todos os ossos,
nem um deles sequer será quebrado.

O infortúnio matará o ímpio,
e os que odeiam o justo serão condenados.

Senhor resgata a alma dos seus servos,
e dos que nele confiam nenhum será condenado”.

(Sl 34.1-22).

Amém!

domingo, 29 de dezembro de 2019

Sob a sombra do Altíssimo


“O que habita no esconderijo do Altíssimo
e descansa à sombra do Onipotente

diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte,
Deus meu, em quem confio.

Pois ele te livrará do laço do passarinheiro
e da peste perniciosa.

Cobrir-te-á com as suas penas,
e, sob suas asas, estarás seguro;
a sua verdade é pavês e escudo.

Não te assustarás do terror noturno,
nem da seta que voa de dia,

nem da peste que se propaga nas trevas,
nem da mortandade que assola ao meio-dia.

Caiam mil ao teu lado,
e dez mil, à tua direita;
tu não serás atingido.

Somente com os teus olhos contemplarás
e verás o castigo dos ímpios.

Pois disseste: O Senhor é o meu refúgio.
Fizeste do Altíssimo a tua morada.

Nenhum mal te sucederá,
praga nenhuma chegará à tua tenda.

Porque aos seus anjos dará ordens a teu respeito,
para que te guardem em todos os teus caminhos.

Eles te sustentarão nas suas mãos,
para não tropeçares nalguma pedra.

Pisarás o leão e a áspide,
calcarás aos pés o leãozinho e a serpente.

Porque a mim se apegou com amor, eu o livrarei;
pô-lo-ei a salvo, porque conhece o meu nome.

Ele me invocará, e eu lhe responderei;
na sua angústia eu estarei com ele,
livrá-lo-ei e o glorificarei.

Saciá-lo-ei com longevidade
e lhe mostrarei a minha salvação”. 

(Sl 91.1-16).

Amém!

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

“Revestidos de Poder”

“Revestidos de Poder”
“O Espírito do Senhor está sobre mim” (Lc 4.18).

Ao ministrarmos as ordenanças externas do cristianismo e aconselharmos o exercício dos meios de graça, fazemos na esperança de que Deus abençoe o que Ele mesmo ordenou. Porém, nós, servos de Deus, não podemos saber o que realmente se passa na mente das pessoas a quem ministramos. Podemos pregar com autoridade e poder o evangelho de Cristo, mas não podemos doar a alegria do “ano aceitável do Senhor”. Podemos aplicar a água do batismo, mas não podemos regenerar uma alma degenerada. Podemos entregar o pão e o vinho da Ceia do Senhor; todavia, não podemos capacitar ninguém a apropriar-se pela fé do corpo e do sangue de Cristo.

Estamos conscientes que nenhum homem, por mais poderoso que seja, é capaz de transformar o coração de outro homem. Somente o Soberano SENHOR pode fazê-lo. Esta área pertence a Deus. Anunciamos as boas novas de Cristo na esperança que ouçam também a voz do Bom Pastor. Batizamos com água crendo no dom do Espírito aos eleitos de Deus. Servimos a Ceia do Senhor na certeza de que pela fé os salvos serão nutridos espiritualmente. E aos irmãos relacionados no rol de membros da igreja, esperamos que seus nomes estejam também inscritos no “Livro da Vida”.

Você deseja ser salvo e desfrutar de “toda sorte de bênção espiritual”? Suplique ao Senhor do céu e da terra. “Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto” (Is 55.6).

“A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós” (2Co 13.12). Amém!

Pr. José Rodrigues Filho

*Visite a Igreja Presbiteriana Silva Jardim - Curitiba/PR.
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