"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



quinta-feira, 14 de abril de 2011

Cristo Jesus é mais que um Exemplo

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

CRISTO JESUS É MAIS QUE UM EXEMPLO
“Olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hb 12.2).

Nos evangelhos vemos o Senhor Jesus sendo chicoteado, esbofeteado, coroado com espinhos, escarnecido, rejeitado pelos homens, por sua própria nação e, injustamente condenado ao mais desumano e cruel tipo de morte. No entanto, ali estava o eterno Filho de Deus a quem os incontáveis anjos celestiais se deleitavam em louvor. Ele veio a este mundo para glorificar a Deus Pai, viver de maneira imaculada, dar testemunho da verdade e destruir o poder do mal. Ele andou por toda parte fazendo o bem e pregando o evangelho do reino de Deus (Lc 4.40-42).

Certamente ninguém é mais admirável do que o “Filho do Altíssimo Deus”. O seu amor por nós “excede todo entendimento” (Ef 3.19). Não existe amor terreno com o qual possamos compará-lo e nenhum padrão é capaz de avaliá-lo. O seu amor é inigualável!

Jamais esqueçamos que Cristo Jesus sofreu por causa dos nossos pecados. Foi o Justo sofrendo no lugar de injustos (1Pe 3.18). Ele foi traspassado por causa das nossas transgressões. Ele foi ferido por causa das nossas iniquidades (Is 53). Ele foi paciente em todas as provações e suportou todas as aflições. Quando ultrajado, não revidou com ultraje; ao ser caluniado, não rebateu com calúnias; ao ser maltratado, não fez ameaças, mas entregou-se Àquele que julga todas as coisas retamente.

Somos exortados pelo escritor da carta aos Hebreus a “olharmos firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus”. Ele é mais que um exemplo. Ele é o nosso bem mais precioso. Ele é o Autor e Consumador da nossa fé. Ele é o nosso Senhor e Salvador. Ele é Deus, o único digno de toda adoração, honra, glória e louvor.

“Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma” (Hb 12.3).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho
Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Cristo Jesus, o Rei dos reis

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

CRISTO JESUS, O REI DOS REIS
“O que estava escrito era: JESUS NAZARENO, O REI DOS JUDEUS” (Jo 19:19).

Amados irmãos, o título colocado acima da cabeça do Senhor Jesus na cruz, demonstrava com clareza que Ele era Rei. As pessoas capazes de ler o latim, o grego ou o hebraico não deixaram de constatar esta verdade. A mão soberana de Deus controlou tudo de tal maneira, que a vontade de Pilatos sobrepujou o desejo dos perversos inimigos do Senhor. Apesar do desejo contrário e a insistência dos principais sacerdotes, nosso Senhor Jesus foi crucificado com o título de “Rei dos Judeus”. Era conveniente e certo que assim acontecesse. Pois, mesmo antes do nascimento de Cristo Jesus, o anjo Gabriel dissera a Maria, Sua mãe: “Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai; ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e seu reinado não terá fim” (Lc 1:32,33). Logo após o nascimento de Jesus, em Belém da Judéia, vieram os sábios do Oriente, indagando: “Onde está o recém-nascido Rei dos Judeus? Porque vimos a sua estrela no oriente e viemos para adorá-Lo” (Mt 2:2) Uma  semana antes da crucificação de nosso Senhor Jesus, a multidão que O acompanhou em Sua entrada triunfal clamou: “Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor e que é Rei de Israel” (Jo 12:13). Na verdade o nosso Senhor Jesus era Rei tal como dissera Pilatos, Rei de um domínio superior aos reinos deste mundo. Na qualidade de Rei, Ele nasceu, viveu, foi crucificado; e voltará para governar sobre todos. Ele é Rei dos reis e Senhor dos senhores! É bom admitirmos que Jesus Cristo é Rei e que Seu domínio está estabelecido em nossos corações, porque no Dia do Senhor, no último dia, somente abraçarão e serão confortados pelo Salvador aqueles que O amam e O obedecem como o verdadeiro Rei do universo. Em breve chegará o grande Dia em que Jesus de Nazaré, o rejeitado por muitos, o pendurado e morto no madeiro, demonstrará definitivamente Seu grande poder de Rei e reinará para sempre, colocando debaixo dos Seus pés todos os Seus inimigos. Os reinos deste mundo, conforme Daniel profetizou, serão aniquilados e surgirá o reino de nosso Deus e de Seu Cristo. Maravilhoso será o Dia em que “Ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2:11). Este será o mais feliz dos dias para os amados de Deus; para todos os que ao Rei dos reis tributaram honra, obediência, glória e louvor. Cristo Jesus é o Rei dos reis! Aleluia. Amém.
Rev. José Oliveira Filho
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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Cristo Jesus, o nosso Substituto

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

CRISTO JESUS, O NOSSO SUBSTITUTO
“Assim, a escolta, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus” (Jo 18:12).

Nos evangelhos temos narrativas em que nosso Senhor Jesus foi preso, levado como malfeitor, conduzido a presença de juízes ímpios, injustos; sendo insultado e tratado com desprezo. Sabemos que se o nosso Senhor Jesus tivesse desejado, imediatamente seria liberto. Precisaria apenas ordenar e seus inimigos cairiam por terra. Sem dúvida esse foi um momento em que Cristo Jesus experimentou intenso sofrimento. Sofrer por quem amamos e, em algum aspecto, são dignos de nossas afeições é um tipo de sofrimento que podemos entender. Submeter-nos passivamente aos maus tratos, quando não temos poder para resistir-lhes, é uma atitude compreensiva. No entanto, ser preso e sofrer voluntariamente, quando temos o poder para impedi-lo, em favor de incrédulos, ímpios, ingratos, que não pediram tal coisa – esta é uma atitude que ultrapassa o entendimento humano. “Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios” (Rm 5:6). “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5:8). Ao meditarmos na paixão e morte de Cristo, jamais nos esqueçamos que isto constitui a glória de seus sofrimentos: Ele foi levado preso e apresentado diante do tribunal de julgamento do sumo sacerdote, não porque era incapaz de impedi-lo, mas porque o Seu coração estava determinado a salvar pecadores, sendo punido no lugar deles. Cristo Jesus tornou-se um prisioneiro voluntário, para que fôssemos posto em liberdade. Ele foi voluntariamente preso e condenado, para que fôssemos absolvidos e declarados justos. “Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus” (1Pe 3:18). “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus” (2Co 5:21). A substituição voluntária de Cristo é uma doutrina que precisa ser ensinada com clareza, poder e graça. Cristo Jesus sofreu e morreu voluntariamente em nosso lugar, sem resistir. Ele sabia que viera para ser o nosso Substituto e, por meio dessa santa substituição, adquirir para Si um povo santo, zeloso e de boas obras. Amém.
J.C.Ryle (1816-1900).

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quarta-feira, 30 de março de 2011

O Engano do espírito

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

O Engano do espírito
“O último estado daquele homem torna-se pior do que o primeiro” (Mt 12:45).

Amados irmãos, é perigoso contentar-se com mudanças na alma não realizadas pelo Espírito Santo. O nosso Senhor Jesus nos ensina esta verdade utilizando uma triste figura: “Quando o espírito imundo sai do homem, anda por lugares áridos, procurando repouso, porém não encontra. Por isso, diz: Voltarei para minha casa donde saí. E, tendo voltado, a encontra vazia, varrida e ornamentada. Então, vai e leva consigo outros sete espíritos, piores do que ele, e, entrando, habitam ali; e o último estado daquele homem torna-se pior do que o primeiro. Assim também acontecerá a esta geração perversa” (Mt 12:43-45). Esta  é uma solene advertência contra o engano de um espírito satisfeito com uma vida de remendos e reparos, sem a experiência de uma verdadeira transformação da alma.  Devemos ter cuidado com "as ciladas do diabo". Renunciar pecados é muito bom, porém insignificante se a graça de Deus não estiver reinando no coração. A casa não tem de ficar apenas “vazia, varrida e ornamentada”, uma nova e santa habitação precisa ser inaugurada no lugar. Não basta o testemunho de libertação de espíritos imundos, de vícios, ou cura de traumas. A alma do ser humano precisa mais do que pensamentos positivos ou tratamento psicológico. É preciso haver um novo nascimento. Sem isso, muitos dos que professam mudança de vida estão enganando a si mesmos. Por não serem mais  os fracassados de antes, imaginam-se  vitoriosos cristãos. Não sendo mais esbanjadores, tornam-se avarentos, dominados pelo dinheiro, amantes de si mesmos, cobiçosos de “bênçãos" materiais e ansiosos por conquistas pessoais. Não percebem que apenas trocaram de demônios. Não mais blasfemam, mas não vivem para o louvor da glória de Deus. O comando desses corações continua sendo do próprio diabo. O estado final dessas almas torna-se pior do que o primeiro. Enganados pelo espírito Maligno não vêem a necessidade de novo nascimento, de perdão de pecados, de justificação, de santificação, de desejos pelo lar celestial. Qual a condição da sua alma? “Examine-se, pois, o homem a si mesmo” (1Co 11:28). Amém.

Rev. José Oliveira Filho

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segunda-feira, 28 de março de 2011

Experiências Amargas

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00
Culto de Oração: Quartas-Feiras às 20h00

EXPERIÊNCIAS AMARGAS
E, ele começou a passar necessidade” (Lc 15:14).

Amados irmãos, temos na parábola do "Filho Pródigo" um homem descobrindo por experiências amargas, que os caminhos do pecado são penosos. Nosso Senhor Jesus nos mostra o filho mais moço desperdiçando todos os seus bens, sendo reduzido à condição de necessitado e obrigado a assumir o trabalho de “guardar porcos”; tão faminto ficou que esteve disposto a "fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam" (Lc 15:16). Esta é uma situação muito  comum  entre os homens. O pecado é um senhor severo, e seus servos sempre descobrem isso, mais cedo ou mais tarde, com prejuízo de si mesmos. Pessoas que vivem na prática do pecado nunca serão verdadeiramente felizes. Mesmo os que tentam nos enganar aparentando serem pessoas de espírito alegre, freqüentemente manifestam inquietação em seu íntimo. Milhares estão enojados em seus corações, insatisfeitos consigo mesmos, cansados de seguirem seus próprios caminhos, completamente intranquilos, sem paz de espírito anseiam por um lugar onde se sintam bem. Essa é uma verdade que, embora muitos procurem negá-la, devemos guardá-la no mais profundo do nosso ser. A miséria íntima do homem sem a bênção de Deus é excessivamente grande. Existe uma fome de paz em seu íntimo, ainda que se esforcem para ocultá-la. Eles estão passando por “necessidades”. Aquele que semeia para a sua própria ruína, desgraça colherá. “Porque o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção”; mas o que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna (Gl 6:8). Nosso soberano Deus e amoroso Pai continua ativo em busca daqueles que estão passando por experiências amargas. Ele os quer em Seus braços para restaurá-los, perdoá-los, libertá-los, salvá-los. "Para aquele que está entre os vivos há esperança" (Ec 9:4). "Bem-aventurado é o homem que teme ao Senhor e se compraz nos seus mandamentos” (Sl 112:1). Amém.
Pr. José Rodrigues Filho
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quarta-feira, 9 de março de 2011

O Melhor Amigo é Cristo

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00
Culto de Oração: Quartas-Feiras às 20h00

O MELHOR AMIGO É CRISTO
"Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos" (Jo 15:13).

Amados irmãos, não existe nada melhor do que ser amigo de Jesus Cristo. Aqueles que se submetem a Ele como Senhor e Salvador são pessoas felizes. Todos os dias procuram ter uma comunhão mais íntima com Ele. Crescem na graça e no conhecimento de Sua Pessoa (2Pe 3:18). Ser cristão não é simplesmente acreditar numa série de mensagens abstratas. Ser cristão envolve viver diariamente em comunhão com Cristo. O apóstolo Paulo declarou: “Para mim, o viver é Cristo” (Fp 1:21). Sendo assim, procure glorificá-Lo em sua vida. Evite tudo aquilo que possa entristecê-Lo. Arme-se espiritualmente contra as “ciladas do diabo” (Ef 6:11). Lute com todas as suas forças contra as persistentes tentações de Satanás. Quando você estiver em combate, enfrentando os “dardos inflamados do Maligno”, estando prestes a cair em tentação, pergunte a sua alma: Qual é o seu melhor Amigo? Você vai traí-lo? Considere o quanto seu melhor Amigo é poderoso para salvá-lo. Considere sobre Sua misericórdia e o quanto Ele tem demonstrado verdadeiro amor por você. Alegre-se todos os dias com o seu melhor Amigo. Talvez você esteja deprimido, oprimido, doente, rejeitado e desrespeitado. Talvez os seus problemas sejam grandes demais e você esteja se sentindo só. Eu quero lhe dizer que o nosso melhor Amigo, Jesus Cristo, é infalível. Ele está sempre presente e disposto a atender todos os que a Ele se achegam humildemente. Lembre-se, muito em breve, o nosso melhor Amigo virá e nos levará para estarmos em Sua eterna companhia. Nesta ocasião, todos os poderes, principados e potestades reconhecerão que verdadeiramente feliz é aquele que tem Jesus Cristo como Senhor e Salvador - o melhor Amigo! Ele declarou: Mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer (Jo 15:15). Amém.

Rev. José Oliveira Filho

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sábado, 5 de março de 2011

Uma Geração Má e Adúltera

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00


UMA GERAÇÃO MÁ E ADÚLTERA
“Uma geração má e adúltera pede um sinal” (Mt 12:39).

Amados irmãos, os que não se contentam com Jesus Cristo e continuam extasiados em busca de "sinais" são conceituados pelo próprio Senhor como "Uma geração má e adúltera"? (Mt 12:39). E temos o registro em que "Herodes, vendo a Jesus, sobremaneira se alegrou, pois havia muito queria vê-Lo, por ter ouvido falar a Seu respeito; esperava também vê-Lo fazer algum sinal" (Lc 23:8). Vemos ainda em nossos dias, misturados com a igreja, pessoas com o  mesmo comportamento de Herodes. Não satisfeitos com a presença de Jesus, anseiam também por vê-Lo fazer algum sinal. Qual foi a reação de nosso Senhor quanto ao comportamento de Herodes? (Lc 23:9). Qual foi a reação de Herodes, estando face a face com Cristo, não sendo atendido em seu anseio por ver um "sinal"? (Lc 23:11). Muitos viram Jesus, se alegraram com Ele, e não foram convertidos. Há muito desejar vê-Lo, por ter ouvido falar a Seu respeito, não é garantia de conversão. Esperar vê-Lo fazer algum sinal, não é garantia de conversão. E vê-Lo fazer algum sinal, também não é garantia de conversão, pois se assim fosse todos os que com Ele estiveram e viram "milagres, sinais e maravilhas" teriam experimentado a  conversão. O que é conversão? É o ato consciente de uma pessoa regenerada pelo Espírito Santo, no qual ela se volta para Deus em arrependimento e fé. A conversão é uma obra divina e, ao mesmo tempo, humana. Na conversão, a soberania de Deus caminha junto com a responsabilidade humana. Embora Deus seja completamente soberano na salvação é o pecador que precisa crer em Cristo e se arrepender de seus pecados. Como o Senhor Jesus reagirá no  dia de Juízo diante daqueles que apresentaram o mesmo comportamento de Herodes?  Como satisfazer o desejo imoderado por manifestações de “sinais”? Como não  submeter a Igreja à vontade maligna de “Uma geração má e adúltera”? Sendo fiel ao padrão de fé e prática do cristão e estando plenamente satisfeito com Cristo Jesus, nosso Senhor e Salvador. Amém.
Rev. José Oliveira Filho
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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Soberania de Deus e Responsabilidade Humana

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

SOBERANIA DE DEUS E RESPONSABILIDADE HUMANA
“Raça eleita, a fim de proclamardes as virtudes...” (1Pe 2.9).

Amados irmãos, vamos considerar a ligação existente entre soberania de Deus e responsabilidade humana em nossa atividade evangelística. 
Devemos orar pela extensão do reino de Deus; diariamente desejar que Deus reúna Seus eleitos para Ele mesmo, de todos os lugares da terra. Deus se apraz em usar nossas ações para completar os Seus propósitos; não deixemos de clamar pela conversão dos que ainda não creem. Não devemos ficar desencorajados pela falta de sucesso visível em nosso esforço evangelístico, e sim persistirmos com fidelidade. Se Deus passar dias ou anos sem nos dar frutos, isto não é para desistirmos, ao contrário devemos orar e não duvidar. Ele ouve a nossa voz! Vamos nos manter firmes, crendo que Cristo irá manifestar o Seu poder gracioso para a salvação de outros, assim como foi conosco. 
Devemos trabalhar diligentemente pelo crescimento do reino de Deus; no Senhor o nosso trabalho não será em vão. Nós fomos chamados com este santo propósito: Conduzir outros à Verdade; restaurar os desgarrados aos retos caminhos do Senhor; estender a mão de ajuda ao caído e aflito; e contribuir com aqueles que nada têm. Nosso zelo deve ser ampliado para trazer outros à comunhão dos santos. 
Devemos fazer tudo dentro dos limites da Palavra de Deus. Esta é a base para a poderosa atividade evangelística por parte de uma igreja viva. Lembrem-se, somos raça eleita, a fim de proclamarmos as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz. 
Amém!

Rev. José Oliveira Filho

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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Amados de Cristo

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00
Culto de Oração: Quartas-Feiras às 20h00

AMADOS DE CRISTO
“Quem nos separará do Amor de Cristo?”(Rm 8:35).

Amados irmãos, Jesus Cristo é o amado Filho de Deus. O Seu nome é Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz
(Is 9:6). A Sua formosura é perfeita. Ele é o resplendor da glória de Deus Pai e a expressa imagem da Sua Pessoa (Hb 1:3). Toda pureza, majestade e amor do nosso Pai Celestial habitam plenamente nEle. Ele é o Sol da Justiça e a Luz do mundo. Ele é a Rosa de Sarom e o Lírio dos vales. Ele é mais belo que os filhos dos homens. As Suas riquezas são infinitas. Ele é Senhor de tudo e de todos. Todas as coisas nos céus foram lançadas aos Seus pés, todos os anjos e serafins são Seus servos (Mt 28:18). Por Ele todas as coisas foram criadas, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra, visíveis e invisíveis. (Cl 1:15-19). Ele chamou as coisas que não são como se fossem, mundos passaram a existir por Sua palavra (Jo 1:3). É maravilhoso ser amado por alguém de posição mais elevada que a nossa; mas, ser amado pelo Filho de Deus, não há nada que se possa comparar. O Senhor de toda glória nos ama! Ele veio a este mundo para buscar e salvar o que se havia perdido. Se amasse alguém tão glorioso como Ele, não ficaríamos tão admirados, mas Ele amou pecadores como nós, os mais culpados e miseráveis seres desta terra. Aquele que é tão grande, belo e puro, escolheu-nos, a nós, indignos e manchados pela vileza do pecado. Agora, amados e salvos por Cristo Jesus, purificados em seu precioso sangue, fomos apresentados a Deus como filhos amados. "Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para sua maravilhosa luz" (1Pe 2:9). Você não quer ser um amado de Deus? Se você não for um amado do SENHOR, inúteis serão todos os outros amores. Medita nestas coisas! Amém.

Rev. José Oliveira Filho

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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Pensando no Lar Celestial

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

PENSANDO NO  LAR CELESTIAL  
“Buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive” (Cl 3:1).

Amados irmãos devemos encher os nossos pensamentos de verdades bíblicas. Por exemplo: devemos pensar no nosso novo e eterno lar – sua realidade, sua natureza e o nosso gozo futuro nele. Muitos cristãos negligenciam esta bênção, quer por ignorância desses fatos, quer por falta de desejo. Eles ignoram estas coisas, não porque não há como conhecê-las, mas unicamente por causa da sua própria negligência. Existem diversas vantagens no hábito de pensar regularmente no céu. De igual modo, quando olhamos para uma forte luz e a sua imagem nos cega a vista por algum tempo, assim também todo aquele que medita nas glórias celestiais verá diminuir o desejo pelas coisas terrenas. Pensar no lar celestial fortalece a nossa fé. Quanto mais os crentes pensam no céu, mais ansiarão por estar lá. Como fruto de uma fé fortalecida, os crentes têm uma refulgente esperança de glória (Rm 5:2). No Novo Testamento a esperança não é algo incerto, mas uma confiança que nasce e se desenvolve da fé. A razão pela qual às vezes falta esperança aos crentes é que eles não pensam com suficiente frequência nas coisas que devem pensar. A familiarização com os pensamentos sobre o lar celestial dá aos crentes a força necessária para suportarem dificuldades, perseguições e morte (Hb 12:2). Há muitas maneiras de suportarmos dificuldades menores, mas quando a morte se aproxima e nos ameaça, somente uma mentalidade celestial poderá nos dar algum alívio (2Co 4:16-18). Outra vantagem resultante do hábito de pensar frequentemente no céu é que haverá menor probabilidade de dedicarmos um amor errôneo às coisas terrenas. O lar celestial significa completa libertação do pecado e de suas consequências. Uma mentalidade espiritual se percebe quando pensar na completa libertação do jugo do pecado nos trás prazer. No lar celestial veremos a nossa eterna fonte de consolo, força e libertação – Jesus Cristo, o nosso Senhor e Salvador. Pense no lar celestial! Amém.



Rev. José Oliveira Filho

Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130