"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



sábado, 16 de fevereiro de 2019

“Da Liberdade Cristã com relação à Lei”

Pr. Paulo Anglada (1954-2019)

“Da Liberdade Cristã com relação à Lei”
Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça” (Rm 6.14).

As Escrituras ensinam claramente que o homem em estado de graça está total e irrevogavelmente livre da condenação que a lei acarreta. Os salvos não mais estão debaixo da lei, e sim da graça, afirma o apóstolo Paulo, em Romanos 6.14. Legalmente, “morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos...” (Rm 7.4). Assim, “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte” (Rm 8.1,2). O que se pode concluir desses textos é que a transgressão da lei de Deus pode acarretar outras coisas ao crente, mas nunca a condenação. O salvo não mais está sujeito à maldição da lei. A lei não tem mais feito condenatório para ele, pois, não mais está sob seu sistema, mas sob o sistema da graça. Como, então, o crente poderia cair do estado da graça, e ser novamente condenado pela lei, da qual foi liberto gratuitamente pela graça eficaz de Deus? Impossível. “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo”. Medita estas coisas!

Pr. Paulo Anglada (1954-2019)

*Calvinismo, As Antigas Doutrinas da Graça, Editora Os Puritanos

*Visite a Igreja Presbiteriana da Silva Jardim - Curitiba/PR.
Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário
(41)3242-8375

“Da Imutabilidade do Amor de Deus”

Pr. Paulo Anglada (1954-2019)

“Da Imutabilidade do Amor de Deus”
“De longe se me deixou ver o SENHOR, dizendo: Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí” (Jr 31.3).

A natureza da salvação que há em Cristo Jesus não provém de obras, não se fundamenta em qualquer virtude humana; mas provém do amor eterno e imutável de Deus. Se a salvação fosse por obras de justiça nossa, seria natural que sua continuidade dependesse de nós. Mas a nossa salvação fundamenta-se exclusivamente no amor do Senhor. Ele nos amou quando ainda éramos pecadores; Ele nos amou primeiro. “...em amor nos predestinou para Ele, para adoção de filhos, ...segundo o beneplácito da sua vontade” (Ef 1.5). Esta é a base da nossa salvação: o amor eterno e imutável de Deus. Com amor eterno Ele nos amou (Jr 31.3). O amor de Deus não é um sentimento efêmero, mas uma determinação eterna da Sua soberana vontade. E se Seu amor não foi motivado por qualquer virtude que houvesse em nós, por que a continuidade desse amor o seria? Se o amor dos pais pelos filhos não se fundamenta nas virtudes destes, mas se manifesta apesar dos muitos defeitos e erros deles (quando isso não acontece é uma anomalia, o pecado da falta de afeição natural), por que o gracioso, soberano e eteno amor de Deus dependeria das nossas virtudes? A maior prova de que o amor de Deus pelos Seus eleitos não terá fim é que não teve começo – é eterno. Duvidar da eternidade da salvação é duvidar dos propósitos e do amor de Deus, dos méritos e da intercessão de Cristo, e do poder e da sabedoria do Espírito Santo. Medita estas coisas!

Pr. Paulo Anglada (1954-2019)

*Calvinismo, As Antigas Doutrinas da Graça, Editora Os Puritanos

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

“Calvinismo e Evangelização”

Pr. Paulo Anglada (1954-2019)

“Calvinismo e Evangelização”
Chamando-os, ordenaram-lhes que absolutamente não falassem, nem ensinassem em o nome de Jesus. Mas Pedro e João lhes responderam: Julgai se é justo diante de Deus ouvir-vos antes a vós outros do que a Deus; pois nós não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos” (At 4.18-20).

O calvinismo não vê o evangelismo como uma questão de responsabilidade, um dever, mas como um constrangimento natural do Espírito Santo. O calvinista não decide evangelizar; ele não pode deixar de fazê-lo. Essa era a motivação apostólica. Pedro e João foram presos por pregarem o evangelho. Foram ameaçados e ordenaram-lhes que não mais pregassem. O que responderam? “...não podemos parar de falar das coisas que vimos e ouvimos” (At 4.20). Tendo sido libertos, oraram pedindo que lhes fosse concedido poder para que anunciassem com intrepidez a palavra de Deus. Tendo eles orado, o lugar tremeu, e ficaram cheios do Espírito Santo, e com intrepidez anunciavam a palavra de Deus. Eles não podiam parar de pregar. Eles não podiam parar de fazê-lo. Ninguém podia impedi-los.

Se a pregação for verdadeira; a diaconia, fiel; o pastorado, desinteressado; o culto, espiritual; e a comunhão, real; então o evangelismo será natural e espontâneo. Constrangidos pelo amor de Cristo, não podemos deixar de falar das coisas que Deus tem feito por nós; pois, assim também “todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos...” (Ef 2.3). Como instrumentos de Deus, compete-nos viver do modo digno da vocação a que fomos chamados; implorar a Deus por Sua misericórdia e graça sobre nós e sobre os perdidos; e fazer conhecida a suprema riqueza da graça de Deus em Cristo. Quanto ao mais, é entre o pecador e Deus. Eles precisam ir a Ele e rogar-Lhe a bênção das bênçãos: a graça especial da salvação.

Pr. Paulo Anglada (1954-2019)

*Calvinismo, As Antigas Doutrinas da Graça, Editora Os Puritanos.

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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

“Valente e bem Armado”

“Valente e bem Armado”
“Sobrevindo, porém um mais valente do que ele, vence-o, tira-lhe a armadura em que confiava e lhe divide os despojos” (Lc 11.22).

O poder de Satanás tem sido comprovado por destruir a vida de multidões. Ele investiu contra Adão e Eva, que em desobediência a Deus trouxeram o pecado ao mundo. Ele tem mantido em escravidão a grande maioria dos homens e mulheres, roubando-lhes a vida abundante. A Bíblia nos diz que ele é o “príncipe deste mundo” (Jo 12.31; 16.11); e que não pode ser vencido por investidas brandas e esforços frágeis. "[Esta casta não se expele senão por meio de oração e jejum]" (Mt 17.21). Aquele que deseja vencê-lo deve utilizar armas espirituais (Ef  6.10-17).

O inimigo de nossas almas não se intimida em utilizar os mais variados e ilícitos meios para tentar nos derrotar. Ele possui todo tipo de armadilha, sabe com exatidão das nossas fraquezas, podendo atacar a qualquer momento. E pior ainda, o interior do homem pode ser um “esconderijo de Satanás” (Lc 11.24-26).

Tomar posse de corações e mentes é a ocupação predileta de espíritos malignos. Ofilhos da desobediência” têm suas faculdades e capacidades sob controle do príncipe da potestade do ar” (Ef 2.2). Escravizados por Satanás, dominados no homem interior, ficam obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração (Ef 4.18). 

A insensibilidade, irreflexão e indiferença em relação às coisas espirituais são sintomas de que o diabo reina na alma de muitas pessoas. Mas, embora Satanás seja “valente e bem armado”, Cristo Jesus é mais valente do que ele. O Senhor Jesus Cristo é o Libertador! Ele quebra cadeias e rompe grilhões. Ele não só venceu o diabo e a morte, como trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o evangelho. “Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Co 15.57). 

Aleluia!

Pr. José Rodrigues Filho

*Meditações no Evangelho de Lucas, J.C.Ryle, Editora Fiel.

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“Luz ou Trevas?”

“Luz ou Trevas?”
Repara, pois, que a luz que há em ti não sejam trevas” (Lc 11.35).

Ninguém, depois de acender uma candeia, a põe em lugar escondido, nem debaixo do alqueire, mas no velador, a fim de que os que entram vejam a luz” (Lc 8.16). Todos nós já ouvimos algum pregador dizer que não é suficiente ouvir e admirar as instruções bíblicas. Precisamos recebê-las em nossos corações e praticá-las. Se isso não acontecer, não haverá benefício algum, pode até tornar-se algo muito perigoso. Pois, tanto a rejeição como não dar o devido valor à luz recebida serão motivos de maior rigor no Juízo Final (Mt 10.14,15;11.21,22).

Todo cristão tem o privilégio e a responsabilidade de refletir a luz que recebeu dos altos céus. Que fique conhecida por todos a verdade que glorifica a Deus. “Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt 5.14-16).

Há suspeição na profissão de fé daqueles que estão em pleno sossego e satisfação, indo para o céu sozinhos. O verdadeiro cristão tem mente e coração de Cristo; ele deseja que o seu semelhante também seja salvo, não importando a raça, nação ou classe social. “Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1Tm 2.3,4).

Que o nosso testemunho seja saudável, porque ter luz e não refleti-la é, sem dúvida, uma atitude negativa e equivocada. “Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos” (Tg 1.22).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

“Servas do Altíssimo”

“Servas do Altíssimo”
“O Poderoso me fez grandes coisas. Santo é o seu nome. A sua misericórdia vai de geração em geração sobre os que o temem” (Lc 1.49,50).

No segundo domingo de fevereiro comemoramos o Dia da Mulher Presbiteriana, data que faz parte do nosso calendário oficial. Devemos reconhecer o trabalho e o valor das mulheres de nossa igreja. A Sociedade Auxiliadora Feminina (SAF), em seu moto, define muito bem o que elas representam para todos nós: 

“Sejamos verdadeiras auxiliadoras, irrepreensíveis na conduta, incansáveis na luta, firmes na fé e vitoriosas por Jesus Cristo”.

Sem dúvida, elas nos fazem lembrar daquelas mulheres abençoadas mencionadas nas Escrituras. Temos como maior exemplo, Maria - mãe de Jesus Cristo. Nenhuma mulher recebeu honra tão elevada. Ela teve o privilégio único de ser um “vaso de bênção”, escolhida para ser a mãe do “Filho do Altíssimo”. Este é o testemunho do Espírito Santo sobre Maria: "Muito favorecida”, “agraciada por Deus”, “bendita entre as mulheres”, “todas as gerações lhe considerarão bem-aventurada”. 

A mãe e serva de Cristo Jesus é digna de imitação. Ela passou por riscos e provações quanto a sua reputação, mas sem vacilar foi submissa à vontade de Deus. A isto chamamos de fé verdadeira e testemunho obtido pela fé. Familiarizada com a Palavra de Deus, teve ciência dos portentosos feitos do SENHOR na história dos que O temem. Ela sabia que Deus era fiel e cumpridor de Suas promessas. “Então, disse Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador, porque contemplou na humildade da sua serva. Pois, desde agora, todas as gerações me considerarão bem-aventurada, porque o Poderoso me fez grandes coisas. Santo é o seu nome. A sua misericórdia vai de geração em geração sobre os que o temem” (Lc 1.46-50). 

Em Maria, contemplamos a espiritualidade e o adorno indispensáveis aos que professam o Cristianismo. A mãe do nosso Senhor nos deixou este grandioso exemplo. Todos nós devemos nos sentir motivados por cultivar um espírito de submissão, humildade, amor e gratidão a Deus. Estas são marcas que distinguem os verdadeiros cristãos.

“A nós aqui reunidas, Senhor, envia Luz. São tuas nossas vidas, ganhaste-as sobre a cruz. É vão qualquer trabalho sem tua aprovação! O nosso esforço é falho se não nos dás a mão”. (Aspiração Feminina, hino 325, Novo Cântico).

Mulheres Presbiterianas, parabéns!

Pr. José Rodrigues Filho

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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Graça Eficaz

Pr. Paulo Anglada (1954-2019)

Graça Eficaz
“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” (Rm 8.28-30).

As antigas doutrinas da graça são um sistema lógico, coerente e harmônico. Os assim chamados pontos do calvinismo revelam como é possível a redenção eterna de pessoas totalmente depravadas, em consequência do pecado original, pelo Deus Triúno: o Pai elege incondicionalmente, o Filho redime objetivamente os eleitos, e o Espírito Santo aplica eficazmente a redenção no coração daqueles por quem Cristo morreu. A doutrina calvinista da graça eficaz diz respeito, portanto, à aplicação da obra da redenção ao coração dos eleitos de Deus. O Pai elege, Cristo redime e o Espírito Santo aplica a graça redentora de Deus aos eleitos, chamando-os irresistivelmente para a salvação.

Se o homem em estado de pecado está totalmente corrompido, em consequência da queda, e espiritualmente incapacitado para salvar-se, visto que “está morto em seus delitos e pecados”; se Deus escolheu soberanamente, antes da fundação do mundo, aqueles em quem manifestaria a Sua misericórdia, designando-os para a salvação; e se Cristo expiou de fato (objetivamente) o pecado dos eleitos, através da Sua vida, sacrifício e intercessão; então segue-se, necessariamente, que esta graça salvadora, redentora e santificadora do Deus Triúno será eficazmente aplicada e os eleitos de Deus serão irresistivelmente chamados por ela para serem justificados, santificados e glorificados.

Entretanto, ao afirmar a doutrina da graça eficaz ou do chamado irresistível, o calvinista não que dizer, com isso, que os eleitos de Deus não opõem nenhuma resistência à graça salvadora; nem que sejam convertidos à força, contra a vontade. O que a doutrina afirma é que a ação do Espírito Santo não poderá ser eficazmente resistida; isto é: o Espírito Santo agirá de tal modo que, sem violar a vontade humana, restaurará suas faculdades espirituais corrompidas com a queda. Isto de tal modo que, restaurada sua visão espiritual, seu intelecto discirna a palavra da verdade e sua vontade seja persuadida pelo Espírito Santo, ele se arrependa e creia no evangelho, e a salvação que Cristo objetivamente adquiriu para ele se efetive subjetivamente. Em outras palavras, ninguém reclamará por ter sido salvo, nem aqui, nem na glória; por outro lado, ninguém que discirna o evangelho e deseje sinceramente a salvação será lançado no inferno; quem quer realmente vir a Cristo para ser salvo, é eleito de Deus.

Aleluia!

Pr. Paulo Anglada

*Calvinismo - As Antigas Doutrinas da Graça, Editora Os Puritanos.

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

"A Quem deveis Temer?"

"A Quem deveis Temer?"
Digo-vos, pois, amigos meus: não temais os que matam o corpo e, depois disso, nada mais podem fazer. Eu, porém, vos mostrarei a quem deveis temer: temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno. Sim, digo-vos, a esse deveis temer” (Lc 12.4,5). 

Nós estamos conscientes que falar do temor ao SENHOR é algo ofensivo à natureza humana. Quem tratar deste tema deve esperar receber a fama de insensível. Isto se dá porque as pessoas apreciam mais ouvir sobre o amor. Porém, se desejamos causar algum benefício ao nosso próximo, não devemos deixar de transmitir este assunto. 

O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo é prudência” (Pv 9.10).

Em seu ensino público o Senhor Jesus mencionou com frequência a importância do temor a Deus, advertindo seus ouvintes quanto aos perigos do inferno. Disse Ele: “Eu, porém, vos mostrarei a quem deveis temer: temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno. Sim, digo-vos, a esse deveis temer” (Lc 12.5). 

Não tenha receio de anunciar o destino final daqueles que não temem a Deus. A cada dia vemos homens e mulheres escravizados pelo pecado, perdidos, em densas trevas. Não alertá-los de suas consequências é infidelidade; é consentir que continuem em iniquidade; é deixar que permaneça oculto em seus corações o antigo engano de Satanás: “É certo que não morrereis” (Gn 3.4). 

Os nossos melhores amigos são aqueles que com fidelidade e amor dizem a verdade; que honestamente nos falam de bênçãos espirituais, tanto quanto nos alertam dos perigos do inferno. (Mt 5.29,30). 

“Melhor é a repreensão feita abertamente do que o amor oculto. Quem fere por amor mostra lealdade, mas o inimigo multiplica beijos” (Pv 27.5,6).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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sábado, 2 de fevereiro de 2019

“Cantemos ao SENHOR, com Júbilo!”

“Cantemos ao SENHOR, com Júbilo!”
Vinde, Cantemos ao SENHOR, com júbilo, celebremos o Rochedo da nossa salvação” (Sl 95.1).

Celebrai com júbilo ao SENHOR, todas as terras. Servi ao SENHOR com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico. Sabei que o SENHOR é Deus; foi ele quem nos fez, e dele somos; somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio. Entrai por suas portas com ações de graças e nos seus átrios, com hinos de louvor; rendei-lhe graças e bendizei-lhe o nome. Porque o SENHOR é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a sua fidelidade” (Sl 100.1-5).

A compreensão da encarnação do Verbo de Deus; a contemplação de sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1.14); o entendimento de sua humilhação, sua misteriosa agonia, paixão e morte vicária; a certeza que Ele ressuscitou dos mortos para nossa justificação; que Ele voltou triunfante e glorioso para o Pai, garantindo-nos o eterno e perfeito lar; que enviou outro Consolador para sua igreja; e que em breve voltará para nos buscar – a admissão destas verdades é motivo suficiente para o povo de Deus adorá-Lo com “alegria indizível e cheia de glória” (1Pe 1.8).

Como justificar a falta de júbilo em muitos cristãos? 

Não há dúvida que uma fé fraca e uma prática cristã incoerente são duas grandes razões porque muitos cristãos desfrutam de tão pouco júbilo. Quando não conhecemos corretamente a Deus e não damos a devida atenção ao seu fiel Testemunho, segue-se necessariamente pouco ou nenhum regozijo. É claro que não somos perfeitos e ainda não entendemos o significado completo de tudo que há nas Escrituras, mas podemos saber que o SENHOR é Deus; que foi Ele quem nos fez, e dEle somos; que somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio; que podemos confiadamente entrar por suas portas com ações de graças e nos seus átrios, com hinos de louvor; render-Lhe graças e bendizer-Lhe o Santo Nome. Porque o SENHOR é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a sua fidelidade. Vinde, cantemos ao SENHOR, com júbilo, celebremos Rochedo da nossa Salvação!

“A intimidade do SENHOR é para os que o temem, aos quais dará a conhecer a sua aliança” (Sl 25.14).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

"Ignorância e Conhecimento"

"Ignorância e Conhecimento"
“Quem saberá contar os poderosos feitos do SENHOR?” (Sl 106.2).

A ignorância pode ser tão profunda que nem sequer a percebemos ou sentimos, ou seja, podemos estar num estado de tão grande ignorância que não sabemos que ignoramos. Em geral, o estado de ignorância se mantém em nós enquanto as crenças e opiniões que possuímos são conservadas como úteis, de modo que não temos nenhum motivo para duvidar delas, e, consequentemente, acharmos que sabemos tudo o que há para saber.

Considere este texto Bíblico:

Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Rm 8.32).

Não há estupidez maior do que buscar conforto e segurança em falsos deuses, em falsas promessas, em coisas, ou bens materiais, ignorando que o genuíno bem-estar e consolo encontramos somente no único e verdadeiro Deus. (Sl 23.1-6).

Na Cruz do Calvário, ferido e oprimido, mesmo em extrema agonia, Cristo Jesus demonstrou amor por nós. Por puro e santo amor, para salvar as suas ovelhas, Ele deu a própria vida. Logo que ressuscitou dos mortos, reuniu ao redor de Si o seu frágil rebanho e o apascentou. O Senhor é abundante em bênçãos, Ele é o nosso bom Pastor. (Jo 10.11).

O amado Filho de Deus, assim como subiu aos céus, voltará! “Varões galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir” (At 1.11). “Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória” (Mt 24.30).

Bem-aventurados os que não ignoram a palavra de Deus; que anunciam a verdade; que falam de paz, notícias de felicidade; que estão conscientes da necessidade de continuar crescendo em graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. (2Pe 3.18). 

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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