"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



sábado, 13 de dezembro de 2014

"José e Maria"

“JOSÉ E MARIA”

Passados os dias da purificação deles segundo a Lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para o apresentarem ao Senhor, conforme o que está escrito na Lei do Senhor: Todo primogênito ao Senhor será consagrado” (Lc 2.22,23).

José e Maria, os pais de nosso Senhor Jesus, nos deixaram um grandioso exemplo. Eles vivenciaram o que disse o salmista: “Tu ordenaste os teus mandamentos, para que os cumpramos à risca” (Sl 119.4).

Deus estabeleceu suas ordenanças visando o que há de melhor para o seu povo; e observar os decretos de Deus é sempre motivo de satisfação para os que amam ao SENHOR. “Mais me regozijo com o caminho dos teus testemunhos do que com todas as riquezas. Meditarei nos teus preceitos e às tuas veredas terei respeito. Terei prazer nos teus decretos; não me esquecerei da tua palavra” (Sl 119.14-16). “Bem-aventurados os irrepreensíveis no seu caminho, que andam na lei do Senhor. Bem-aventurados os que guardam as suas prescrições e o buscam de todo o coração” (Sl 119.1,2). 

José e Maria foram irrepreensíveis no seu caminhar, sempre obedientes ao que Deus lhes ordenara. “Completados oito dias para ser circuncidado o menino, deram-lhe o nome de Jesus, como lhe chamara o anjo, antes de ser concebido. Passados os dias da purificação deles segundo a Lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para o apresentarem ao Senhor, conforme o que está escrito na Lei do Senhor: Todo primogênito ao Senhor será consagrado” (Lc 2.21-23).

Os casais são especialmente abençoados quando obedecem e compartilham de sua intimidade com Deus. Isto é bom e agradável ao Senhor. A área da nossa vida onde somos mais influenciados é sem dúvida no casamento. Nesta relação, ou ajudamos o nosso cônjuge a crescer na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo ou, infelizmente, o deixamos em ignorância e desgraça.

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
Rua Desembargador Otávio do Amaral, 885 – Curitiba/PR
(41) 3023-5896

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Maria, Serva do Altíssimo

MARIA, SERVA DO ALTÍSSIMO 
“Alegra-te, muito favorecida! O Senhor é contigo” (Lc 1:28).

Amados irmãos, nós devemos reconhecer que nenhuma mulher recebeu honra tão elevada quanto Maria, mãe do nosso Senhor Jesus. Ela teve o privilégio único de ser um “vaso de bênção”, escolhida para ser a mãe do “Filho do Altíssimo”. Vamos considerar o testemunho do Espírito Santo registrado nas Escrituras. Maria foi mãe da natureza humana de Jesus, nosso Senhor. Ela foi honrada como "muito favorecida”, “agraciada por Deus”, “bendita entre as mulheres”, e “todas as gerações lhe considerarão bem-aventurada”. Maria, a serva do Senhor, nos deixou um maravilhoso testemunho. Ela passou por riscos e provações quanto a sua reputação, mas sem vacilar foi submissa à vontade de Deus. A isso chamamos de fé verdadeira e testemunho obtido pela fé. Quando Maria recebeu a honra singular de ser a mãe do Filho de Deus, foi encontrada numa condição humilde. Isto não se constituiu em impedimento para conhecer as Escrituras. Ela estava familiarizada com a Palavra de Deus, tinha ciência dos portentosos feitos de Deus na história e na vida dos Seus santos. Ela sabia que Deus é Fiel e cumpridor de Suas promessas. O seu cântico foi de adoração e agradecimento a Deus. “Então, disse Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador, porque contemplou na humildade da sua serva. Pois, desde agora, todas as gerações me considerarão bem-aventurada, porque o Poderoso me fez grandes coisas. Santo é o seu nome. A sua misericórdia vai de geração em geração sobre os que o temem” (Lc 1:46-50). Nós encontramos em Maria a espiritualidade e o adorno indispensável a todo aquele que professa ser cristão. A mãe do nosso Senhor Jesus é um grandioso exemplo de fé. Todos nós devemos nos sentir motivados por cultivar o espírito de submissão, humildade, amor e gratidão a Deus encontrados em Maria. Estas são marcas que distinguem os verdadeiros servos do Altíssimo. Medita nestas coisas!

Rev. José Oliveira Filho

*Visite a Igreja Presbiteriana da Silva Jardim - Curitiba/PR
Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário
(41)3242-8375

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Anunciando as Virtudes de Deus

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

ANUNCIANDO AS VIRTUDES DE DEUS
“A fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas”(1Pe 2.9).

Amados irmãos, devemos procurar compreender a relação existente entre os atos soberanos de Deus e a nossa responsabilidade como cristãos. Nós devemos anunciar o evangelho de Cristo com convicção. Deus planejou de antemão o nosso testemunho com santo propósito. Ele salvará os Seus escolhidos! A falta visível de êxito em nosso trabalho evangelístico não pode nos desencorajar, devemos continuar anunciando as boas-novas com fidelidade. Ainda não colhemos os frutos de nosso “penoso trabalho”; não vamos nos desesperar. Vamos fazer uso dessa situação para exercitar a fé e a esperança que temos em Deus. “Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, cuja esperança está no SENHOR, seu Deus, que fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e mantém para sempre a sua fidelidade”(Sl 146.5,6). O nosso Deus é Fiel! Ele prometeu manifestar o Seu poder, curar os quebrantados de coração, proclamar libertação aos cativos, por em liberdade aos algemados, abrir os olhos aos cegos, levantar os abatidos, consolar todos os que choram. Os predestinados segundo o propósito de Deus ouvirão e atenderão o Seu chamado. Busquemos o enchimento do Espírito, a consagração ao Senhor, sabendo que nEle o nosso trabalho não será em vão. O Senhor Jesus nos salvou e nos tornou responsáveis por anunciar o evangelho do Reino de Deus. “Ele nos libertou do império das trevas, nós somos raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamar as virtudes dAquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1Pe 2.9). Nós, os remidos do Senhor, devemos fazer de tudo, dentro dos limites da nossa única regra de fé e prática, para trazer homens e mulheres ao pleno conhecimento da verdade. Os que perseverarem na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações (At 2.42), experimentarão a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Amém!

Rev. José Oliveira Filho

Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR   Cep: 81220-130 

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

As Forças do Mal

AS FORÇAS DO MAL
“Quando o espírito imundo sai do homem, anda por lugares áridos procurando repouso”(Mt 12.43).

Amados irmãos, é perigoso contentar-se com mudanças na alma que não são realizadas pelo Espírito de Deus. O nosso Senhor Jesus nos ensinou esta verdade utilizando uma grave representação: “Quando o espírito imundo sai do homem, anda por lugares áridos, procurando repouso, porém não encontra. Por isso, diz: Voltarei para minha casa donde saí. E, tendo voltado, a encontra vazia, varrida e ornamentada. Então, vai e leva consigo outros sete espíritos, piores do que ele, e, entrando, habitam ali; e o último estado daquele homem torna-se pior do que o primeiro. Assim também acontecerá a esta geração perversa” (Mt 12.43-45). Esta é uma séria advertência contra os que vivem satisfeitos com a vida sem experimentar uma verdadeira transformação na alma. Satisfação é algo bom, porém, insignificante sem a graça de Deus. Nós devemos tomar cuidado com “as ciladas do diabo”. A casa não deve estar apenas “vazia, varrida e ornamentada”; uma nova e santa habitação precisa ser instalada no lugar. Não basta verbalizar um bem elaborado discurso testemunhando libertação dos vícios, de traumas na alma, de espíritos imundos. É necessário nascer de novo (Jo 3.3). É preciso haver regeneração do espírito. Sem isso, muitos dos que professam mudanças na vida estão enganando a si mesmos. Por não serem mais fracassados como antes, imaginam-se vitoriosos. Tornaram-se amantes de si mesmos, ansiosos por conquistas pessoais e bênçãos materiais. O comando desses corações continua sendo das forças do mal. Sem desejar santidade, a sua principal busca é por felicidade. O estado final dessas pessoas será pior do que o primeiro (Mt 12.45). Enganados pelo espírito imundo não percebem a necessidade de fortalecimento no Senhor e na força do seu poder, de revestimento de toda armadura de Deus, para poder ficar firmes contra as ciladas do diabo (Ef 6.11). Qual a condição da sua alma? Medita nestas coisas!

Rev. José Oliveira Filho

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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Justificados Diante de Deus

JUSTIFICADOS DIANTE DE DEUS
 “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus”(Rm 5.1).

Amados irmãos, nós nascemos em pecado, somos pecadores por natureza, estamos destinados à morte e ao Juízo vindouro. “Do céu olha o SENHOR para os filhos dos homens, para ver se há quem busque a Deus. Todos se extraviaram e juntamente se corromperam; não há quem faça o bem, não há nem um sequer” (Sl 14.2,3). Com que justificativas compareceremos diante do Justo Juiz? Como escaparemos da justa condenação e punição que os nossos atos merecem? Como podemos ser salvos? Estas são indagações que as pessoas devem fazer a si mesmas e nunca sossegar até que obtenham a resposta correta. Infelizmente, estas são questões que poucos se importam. Aos milhares, homens e mulheres estão mais preocupados e perguntando a si mesmos: Como prosperar financeiramente neste tempo tão difícil? E poucos, bem poucos, tomarão algum tempo para pensar a respeito da justiça de Deus. Os ímpios, os incrédulos odeiam pensar sobre este assunto, visto que isso os deixa intranquilos. Não é pequeno o número dos que fogem deste tema e apressadamente o descartam de suas mentes. Fiéis e verdadeiras são as palavras de nosso Senhor Jesus: “Larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela” (Mt 7.13). Todos nós devemos considerar com seriedade esta palavra e nunca nos sentirmos satisfeitos, até que ela ocupe o primeiro lugar em nossos pensamentos. Os herdeiros da vida eterna são justificados diante de Deus por Cristo Jesus. Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo (Rm 5.1). Os justificados diante de Deus estão habilitados para dar respostas à consciência acusadora e terem a paz que excede todo o entendimento (Fp 4.7). Os declarados justos estão numa nova relação com Deus. Deus é para eles o gracioso, amoroso e bendito Pai que está nos céus e também em seus corações (Ef 1.3). Medita nestas coisas!

Rev. José Oliveira Filho

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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Lei e Graça, Fé e Confissão

LEI E GRAÇA, FÉ E CONFISSÃO
“Com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação”(Rm 10.10).

Amados irmãos, a lei de Deus declara todo homem culpado pelo seu não cumprimento, mas o conduz a uma nova justiça, em Cristo, a qual não pode ser adquirida através de méritos procedentes de obras, senão que deve ser gratuitamente recebida por meio da fé. Os que buscam justificar-se diante de Deus por meio de suas próprias obras não compreenderam a finalidade da lei, visto que a lei fora promulgada para guiar-nos a outra justiça. “Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê” (Rm 10.4). A lei de Deus exige dos homens o seu cumprimento, o evangelho requer fé e confissão. Quando Deus nos envia a Sua palavra, Ele, certamente, nos chama a fazer uma confissão dela. A palavra de Deus deve produzir frutos onde ela se faz presente, e nossa confissão dessa palavra é o fruto de nossos lábios. Todo verdadeiro cristão faz uma genuína confissão de Jesus como seu Senhor. Você compreende a doutrina da justificação pela fé? Ela nos revela que obtemos a justiça quando abraçamos a bondade de Deus que nos é oferecida no Evangelho. Somos, pois, justificados quando cremos que Deus, em Cristo, nos é gracioso. A nossa confissão não é a causa de nossa salvação, é o testemunho de como Deus efetuou em nós a salvação. A fé posta por Deus em nossos corações deve se concretizar através da nossa confissão. Os justificados por Cristo já se acham de posse da vida eterna; por isso, tanto creem com o coração como confessam com os lábios. A verdadeira fé acende no coração do salvo o desejo de confissão. Ninguém pode crer com o coração sem confessar com a boca. “Se, com a tua boca, confessares a Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação” (Rm 10.9,10). Há posto no coração do cristão, como consequência perpétua da fé, a necessidade de confessar com a boca que Jesus Cristo é o Senhor. Medita nestas coisas!

Rev. José Oliveira Filho

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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O Senhor de Sua Vida

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

O SENHOR DE SUA VIDA
“Mas, se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis”(Lc 13.5).

Amados irmãos, aquele que vive constantemente em crise existencial está nessa condição porque insiste em ser o senhor de sua vida. Esse pecado tira do homem a possibilidade de uma vida abençoada. Você tem se submetido ao senhorio de Jesus Cristo? Não? Confesse o seu pecado e humildemente suplique o perdão. Essa é uma questão muito séria: Se alguém morrer em flagrante insubmissão aos mandatos de Deus, sem experiência de arrependimento, melhor seria jamais ter nascido (Mc 14.21). “Arrependei-vos!” Estas foram palavras do apóstolo Pedro aos judeus que haviam crucificado o Senhor Jesus (At 3.19). O convencimento do pecado é uma obra do Espírito Santo, mas nós somos responsáveis por nossos atos. O arrependimento é pessoal e intransferível, ninguém pode experimentá-lo em nosso lugar. Eis um bom motivo para buscarmos submissão à palavra de Deus. O Senhor Jesus Cristo é quem nos chama afirmando que da parte de Deus há graça para perdoar e disposição para receber qualquer pecador que se arrepende. “Há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende” (Lc 15.10). “Não vos demoreis! Não vos demoreis! Vinde sem temor! Quem vos chama é Jesus Cristo, que morreu por nós na cruz”. Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo (Rm 10.9). Arrependa-se e submeta-se ao Senhor dos senhores! “Mas, se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis”, disse o Senhor Jesus (Lc 13.5). Neste mundo sempre existirão pecados para confessar e imperfeições a lamentar. “Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, cujo pecado é coberto” (Sl 32.1). Medita nestas coisas!

Rer. José Oliveira Filho

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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Uma Sublime Ocupação da Alma

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

UMA SUBLIME OCUPAÇÃO DA ALMA
“Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração”(Jr 29.13).  

Amados irmãos, a oração é uma sublime ocupação da alma, e, por conseguinte, ao mesmo tempo, serve como o teste final da verdadeira espiritualidade. Não existe nada mais eficaz para revelar o estado espiritual de um homem do que a sua vida de oração. Qualquer coisa que se faça como atividade cristã é mais fácil do que prostrar-se diante de Deus em oração. Doar esmolas não é uma prática muito difícil – o homem natural, o incrédulo sabe alguma coisa a esse respeito, e é possível encontrar um autêntico espírito filantrópico em indivíduos que não professam a fé cristã. Existem pessoas que parecem ter nascido com espírito e disposição à generosidade, e, para elas, repartir não é algo particularmente difícil. Considere isso: o homem descobre a verdadeira situação de sua alma e sua autenticidade como cristão quando em oração, privadamente, revela intimidade com o Senhor Jesus Cristo. Todos nós corremos o risco de num culto e atos em público dirigirmos nossas orações às pessoas presentes ao invés de proferi-las a Deus. Entretanto, quando estamos sozinhos com Deus, esse perigo desaparece. Porventura todos nós não sabemos o que significa ter menos para dizer a Deus quando estamos às sós com Ele do que quando estamos na companhia de outras pessoas? Não deveria ser assim; mas é precisamente isso que acontece. Orar não é somente uma sublime ocupação da alma, é também o mais profundo e autêntico momento de um homem com Deus. “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração. Serei achado de vós, diz o SENHOR, e farei mudar a vossa sorte” (Jr 29.13). Medita nestas coisas!

Rev. José Oliveira Filho

*Estudos no Sermão do Monte, Martin .Lloyd-Jones, PES

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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

A Esperança dos Filhos de Deus

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00
Culto de Oração: Quartas-Feiras às 20h00


A ESPERANÇA DOS FILHOS DE DEUS
“Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria”(Sl 16.11).

Amados irmãos, O salmo 16.11 declara: “Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente”. O fim principal do homem é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre. Isso é possível porque em Deus há plenitude de alegria e delícias perpetuamente. As alegrias e prazeres lícitos que experimentamos nesta vida são só fagulhas e lampejos daqueles que desfrutaremos na eternidade. Lá, Deus “enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap 21.4). Essa promessa também é feita no Antigo Testamento, por meio do profeta Isaías: “Pois eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas. Mas vós folgareis e exultareis perpetuamente no que eu crio; porque eis que crio para Jerusalém alegria e para o seu povo, regozijo. E exultarei por causa de Jerusalém e me alegrarei no meu povo, e nunca mais se ouvirá nela nem voz de choro nem de clamor” (Is 65.17-19). A expectativa que o Antigo Testamento traz sobre isso é impressionante: “Em tempos remotos, lançaste os fundamentos da terra; e os céus são obra das tuas mãos. Eles perecerão, mas tu permaneces, todos eles envelhecerão como uma veste, como roupa os mudarás, e serão mudados. Tu, porém, és sempre o mesmo, e os teus anos jamais terá fim” (Sl 102.25-27). No Novo Testamento aprendemos que a Nova Jerusalém, a cidade santa, desce dos céus e o próprio Deus habitará aqui conosco (Ap 21.1-3). A esperança dos filhos de Deus é direcionada para um novo lar, incorruptível. Em contraste com essa vida onde há desobediência, degradação, corrupção, Deus fará novas todas as coisas. Tudo será renovado, regenerado. Na Cidade Santa “jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas somente os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro” (Ap 21.27). Medita nestas coisas! 

Rev. José Oliveira Filho

*Revista Palavra Viva - Adaptação da lição 13 (O melhor da Vida... na vida eterna). André Scordamaglio

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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Mistérios Ocultos e Revelados

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00
Culto de Oração: Quartas-Feiras às 20h00

MISTÉRIOS OCULTOS E REVELADOS
“Ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos”(Lc 10.21).  

Amados irmãos, existem pessoas para as quais Deus ocultou os Seus mistérios; e outras, para as quais Ele as revelou. A verdade aqui ensinada, mesmo sendo simples e evidente, não deixa de ser profunda e misteriosa. Como podemos entendê-la? São muitos os que permanecem mortos em delitos e pecados, enquanto poucos recebem o dom da vida. Uma pequena parcela da humanidade compreende os mistérios de Deus, enquanto uma multidão permanece nas trevas da ignorância. Nós devemos anunciar os decretos de Deus. Somente em Cristo Jesus há salvação; todo o que nEle crê tem a vida eterna (Jo 3.16). O ser humano reivindica para si o livre arbítrio, mas não está disposto a admitir um Deus livre em Suas escolhas. As palavras do nosso Senhor Jesus são verdadeiras: “Ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado” (Lc 10.21). “Ninguém sabe quem é o Filho, senão o Pai; e também ninguém sabe quem é o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar” (Lc 10.22). Todos nós devemos levar em consideração que, os atos soberanos de Deus não anulam a responsabilidade humana. O mesmo Deus que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade sempre lidará com os homens como seres responsáveis, cujo sangue cairá sobre suas próprias cabeças, se não houver convencimento do pecado, arrependimento e fé. Não podemos compreender toda a maneira de Deus agir, conhecemos em parte o que Ele nos revelou. Mas devemos descansar na convicção de que o Dia do Juízo está próximo, neste Dia seremos mais esclarecidos sobre todas as coisas. O Justo Juiz de toda terra não falhará em Seu julgamento final. Enquanto isso, devemos anunciar que Deus oferece salvação ampla, gratuita e completa a todos os homens. Feliz é aquele que vive de acordo com a vontade soberana de Deus revelada em Sua santa Palavra. “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mt 5.3). Medita nestas coisas!

Rev. José Oliveira Filho

Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130