"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



quarta-feira, 30 de março de 2011

O Engano do espírito

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

O Engano do espírito
“O último estado daquele homem torna-se pior do que o primeiro” (Mt 12:45).

Amados irmãos, é perigoso contentar-se com mudanças na alma não realizadas pelo Espírito Santo. O nosso Senhor Jesus nos ensina esta verdade utilizando uma triste figura: “Quando o espírito imundo sai do homem, anda por lugares áridos, procurando repouso, porém não encontra. Por isso, diz: Voltarei para minha casa donde saí. E, tendo voltado, a encontra vazia, varrida e ornamentada. Então, vai e leva consigo outros sete espíritos, piores do que ele, e, entrando, habitam ali; e o último estado daquele homem torna-se pior do que o primeiro. Assim também acontecerá a esta geração perversa” (Mt 12:43-45). Esta  é uma solene advertência contra o engano de um espírito satisfeito com uma vida de remendos e reparos, sem a experiência de uma verdadeira transformação da alma.  Devemos ter cuidado com "as ciladas do diabo". Renunciar pecados é muito bom, porém insignificante se a graça de Deus não estiver reinando no coração. A casa não tem de ficar apenas “vazia, varrida e ornamentada”, uma nova e santa habitação precisa ser inaugurada no lugar. Não basta o testemunho de libertação de espíritos imundos, de vícios, ou cura de traumas. A alma do ser humano precisa mais do que pensamentos positivos ou tratamento psicológico. É preciso haver um novo nascimento. Sem isso, muitos dos que professam mudança de vida estão enganando a si mesmos. Por não serem mais  os fracassados de antes, imaginam-se  vitoriosos cristãos. Não sendo mais esbanjadores, tornam-se avarentos, dominados pelo dinheiro, amantes de si mesmos, cobiçosos de “bênçãos" materiais e ansiosos por conquistas pessoais. Não percebem que apenas trocaram de demônios. Não mais blasfemam, mas não vivem para o louvor da glória de Deus. O comando desses corações continua sendo do próprio diabo. O estado final dessas almas torna-se pior do que o primeiro. Enganados pelo espírito Maligno não vêem a necessidade de novo nascimento, de perdão de pecados, de justificação, de santificação, de desejos pelo lar celestial. Qual a condição da sua alma? “Examine-se, pois, o homem a si mesmo” (1Co 11:28). Amém.

Rev. José Oliveira Filho

Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130

segunda-feira, 28 de março de 2011

Experiências Amargas

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00
Culto de Oração: Quartas-Feiras às 20h00

EXPERIÊNCIAS AMARGAS
E, ele começou a passar necessidade” (Lc 15:14).

Amados irmãos, temos na parábola do "Filho Pródigo" um homem descobrindo por experiências amargas, que os caminhos do pecado são penosos. Nosso Senhor Jesus nos mostra o filho mais moço desperdiçando todos os seus bens, sendo reduzido à condição de necessitado e obrigado a assumir o trabalho de “guardar porcos”; tão faminto ficou que esteve disposto a "fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam" (Lc 15:16). Esta é uma situação muito  comum  entre os homens. O pecado é um senhor severo, e seus servos sempre descobrem isso, mais cedo ou mais tarde, com prejuízo de si mesmos. Pessoas que vivem na prática do pecado nunca serão verdadeiramente felizes. Mesmo os que tentam nos enganar aparentando serem pessoas de espírito alegre, freqüentemente manifestam inquietação em seu íntimo. Milhares estão enojados em seus corações, insatisfeitos consigo mesmos, cansados de seguirem seus próprios caminhos, completamente intranquilos, sem paz de espírito anseiam por um lugar onde se sintam bem. Essa é uma verdade que, embora muitos procurem negá-la, devemos guardá-la no mais profundo do nosso ser. A miséria íntima do homem sem a bênção de Deus é excessivamente grande. Existe uma fome de paz em seu íntimo, ainda que se esforcem para ocultá-la. Eles estão passando por “necessidades”. Aquele que semeia para a sua própria ruína, desgraça colherá. “Porque o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção”; mas o que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna (Gl 6:8). Nosso soberano Deus e amoroso Pai continua ativo em busca daqueles que estão passando por experiências amargas. Ele os quer em Seus braços para restaurá-los, perdoá-los, libertá-los, salvá-los. "Para aquele que está entre os vivos há esperança" (Ec 9:4). "Bem-aventurado é o homem que teme ao Senhor e se compraz nos seus mandamentos” (Sl 112:1). Amém.
Pr. José Rodrigues Filho
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quarta-feira, 9 de março de 2011

O Melhor Amigo é Cristo

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00
Culto de Oração: Quartas-Feiras às 20h00

O MELHOR AMIGO É CRISTO
"Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos" (Jo 15:13).

Amados irmãos, não existe nada melhor do que ser amigo de Jesus Cristo. Aqueles que se submetem a Ele como Senhor e Salvador são pessoas felizes. Todos os dias procuram ter uma comunhão mais íntima com Ele. Crescem na graça e no conhecimento de Sua Pessoa (2Pe 3:18). Ser cristão não é simplesmente acreditar numa série de mensagens abstratas. Ser cristão envolve viver diariamente em comunhão com Cristo. O apóstolo Paulo declarou: “Para mim, o viver é Cristo” (Fp 1:21). Sendo assim, procure glorificá-Lo em sua vida. Evite tudo aquilo que possa entristecê-Lo. Arme-se espiritualmente contra as “ciladas do diabo” (Ef 6:11). Lute com todas as suas forças contra as persistentes tentações de Satanás. Quando você estiver em combate, enfrentando os “dardos inflamados do Maligno”, estando prestes a cair em tentação, pergunte a sua alma: Qual é o seu melhor Amigo? Você vai traí-lo? Considere o quanto seu melhor Amigo é poderoso para salvá-lo. Considere sobre Sua misericórdia e o quanto Ele tem demonstrado verdadeiro amor por você. Alegre-se todos os dias com o seu melhor Amigo. Talvez você esteja deprimido, oprimido, doente, rejeitado e desrespeitado. Talvez os seus problemas sejam grandes demais e você esteja se sentindo só. Eu quero lhe dizer que o nosso melhor Amigo, Jesus Cristo, é infalível. Ele está sempre presente e disposto a atender todos os que a Ele se achegam humildemente. Lembre-se, muito em breve, o nosso melhor Amigo virá e nos levará para estarmos em Sua eterna companhia. Nesta ocasião, todos os poderes, principados e potestades reconhecerão que verdadeiramente feliz é aquele que tem Jesus Cristo como Senhor e Salvador - o melhor Amigo! Ele declarou: Mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer (Jo 15:15). Amém.

Rev. José Oliveira Filho

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sábado, 5 de março de 2011

Uma Geração Má e Adúltera

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00


UMA GERAÇÃO MÁ E ADÚLTERA
“Uma geração má e adúltera pede um sinal” (Mt 12:39).

Amados irmãos, os que não se contentam com Jesus Cristo e continuam extasiados em busca de "sinais" são conceituados pelo próprio Senhor como "Uma geração má e adúltera"? (Mt 12:39). E temos o registro em que "Herodes, vendo a Jesus, sobremaneira se alegrou, pois havia muito queria vê-Lo, por ter ouvido falar a Seu respeito; esperava também vê-Lo fazer algum sinal" (Lc 23:8). Vemos ainda em nossos dias, misturados com a igreja, pessoas com o  mesmo comportamento de Herodes. Não satisfeitos com a presença de Jesus, anseiam também por vê-Lo fazer algum sinal. Qual foi a reação de nosso Senhor quanto ao comportamento de Herodes? (Lc 23:9). Qual foi a reação de Herodes, estando face a face com Cristo, não sendo atendido em seu anseio por ver um "sinal"? (Lc 23:11). Muitos viram Jesus, se alegraram com Ele, e não foram convertidos. Há muito desejar vê-Lo, por ter ouvido falar a Seu respeito, não é garantia de conversão. Esperar vê-Lo fazer algum sinal, não é garantia de conversão. E vê-Lo fazer algum sinal, também não é garantia de conversão, pois se assim fosse todos os que com Ele estiveram e viram "milagres, sinais e maravilhas" teriam experimentado a  conversão. O que é conversão? É o ato consciente de uma pessoa regenerada pelo Espírito Santo, no qual ela se volta para Deus em arrependimento e fé. A conversão é uma obra divina e, ao mesmo tempo, humana. Na conversão, a soberania de Deus caminha junto com a responsabilidade humana. Embora Deus seja completamente soberano na salvação é o pecador que precisa crer em Cristo e se arrepender de seus pecados. Como o Senhor Jesus reagirá no  dia de Juízo diante daqueles que apresentaram o mesmo comportamento de Herodes?  Como satisfazer o desejo imoderado por manifestações de “sinais”? Como não  submeter a Igreja à vontade maligna de “Uma geração má e adúltera”? Sendo fiel ao padrão de fé e prática do cristão e estando plenamente satisfeito com Cristo Jesus, nosso Senhor e Salvador. Amém.
Rev. José Oliveira Filho
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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Soberania de Deus e Responsabilidade Humana

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

SOBERANIA DE DEUS E RESPONSABILIDADE HUMANA
“Raça eleita, a fim de proclamardes as virtudes...” (1Pe 2.9).

Amados irmãos, vamos considerar a ligação existente entre soberania de Deus e responsabilidade humana em nossa atividade evangelística. 
Devemos orar pela extensão do reino de Deus; diariamente desejar que Deus reúna Seus eleitos para Ele mesmo, de todos os lugares da terra. Deus se apraz em usar nossas ações para completar os Seus propósitos; não deixemos de clamar pela conversão dos que ainda não creem. Não devemos ficar desencorajados pela falta de sucesso visível em nosso esforço evangelístico, e sim persistirmos com fidelidade. Se Deus passar dias ou anos sem nos dar frutos, isto não é para desistirmos, ao contrário devemos orar e não duvidar. Ele ouve a nossa voz! Vamos nos manter firmes, crendo que Cristo irá manifestar o Seu poder gracioso para a salvação de outros, assim como foi conosco. 
Devemos trabalhar diligentemente pelo crescimento do reino de Deus; no Senhor o nosso trabalho não será em vão. Nós fomos chamados com este santo propósito: Conduzir outros à Verdade; restaurar os desgarrados aos retos caminhos do Senhor; estender a mão de ajuda ao caído e aflito; e contribuir com aqueles que nada têm. Nosso zelo deve ser ampliado para trazer outros à comunhão dos santos. 
Devemos fazer tudo dentro dos limites da Palavra de Deus. Esta é a base para a poderosa atividade evangelística por parte de uma igreja viva. Lembrem-se, somos raça eleita, a fim de proclamarmos as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz. 
Amém!

Rev. José Oliveira Filho

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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Amados de Cristo

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00
Culto de Oração: Quartas-Feiras às 20h00

AMADOS DE CRISTO
“Quem nos separará do Amor de Cristo?”(Rm 8:35).

Amados irmãos, Jesus Cristo é o amado Filho de Deus. O Seu nome é Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz
(Is 9:6). A Sua formosura é perfeita. Ele é o resplendor da glória de Deus Pai e a expressa imagem da Sua Pessoa (Hb 1:3). Toda pureza, majestade e amor do nosso Pai Celestial habitam plenamente nEle. Ele é o Sol da Justiça e a Luz do mundo. Ele é a Rosa de Sarom e o Lírio dos vales. Ele é mais belo que os filhos dos homens. As Suas riquezas são infinitas. Ele é Senhor de tudo e de todos. Todas as coisas nos céus foram lançadas aos Seus pés, todos os anjos e serafins são Seus servos (Mt 28:18). Por Ele todas as coisas foram criadas, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra, visíveis e invisíveis. (Cl 1:15-19). Ele chamou as coisas que não são como se fossem, mundos passaram a existir por Sua palavra (Jo 1:3). É maravilhoso ser amado por alguém de posição mais elevada que a nossa; mas, ser amado pelo Filho de Deus, não há nada que se possa comparar. O Senhor de toda glória nos ama! Ele veio a este mundo para buscar e salvar o que se havia perdido. Se amasse alguém tão glorioso como Ele, não ficaríamos tão admirados, mas Ele amou pecadores como nós, os mais culpados e miseráveis seres desta terra. Aquele que é tão grande, belo e puro, escolheu-nos, a nós, indignos e manchados pela vileza do pecado. Agora, amados e salvos por Cristo Jesus, purificados em seu precioso sangue, fomos apresentados a Deus como filhos amados. "Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para sua maravilhosa luz" (1Pe 2:9). Você não quer ser um amado de Deus? Se você não for um amado do SENHOR, inúteis serão todos os outros amores. Medita nestas coisas! Amém.

Rev. José Oliveira Filho

Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Pensando no Lar Celestial

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

PENSANDO NO  LAR CELESTIAL  
“Buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive” (Cl 3:1).

Amados irmãos devemos encher os nossos pensamentos de verdades bíblicas. Por exemplo: devemos pensar no nosso novo e eterno lar – sua realidade, sua natureza e o nosso gozo futuro nele. Muitos cristãos negligenciam esta bênção, quer por ignorância desses fatos, quer por falta de desejo. Eles ignoram estas coisas, não porque não há como conhecê-las, mas unicamente por causa da sua própria negligência. Existem diversas vantagens no hábito de pensar regularmente no céu. De igual modo, quando olhamos para uma forte luz e a sua imagem nos cega a vista por algum tempo, assim também todo aquele que medita nas glórias celestiais verá diminuir o desejo pelas coisas terrenas. Pensar no lar celestial fortalece a nossa fé. Quanto mais os crentes pensam no céu, mais ansiarão por estar lá. Como fruto de uma fé fortalecida, os crentes têm uma refulgente esperança de glória (Rm 5:2). No Novo Testamento a esperança não é algo incerto, mas uma confiança que nasce e se desenvolve da fé. A razão pela qual às vezes falta esperança aos crentes é que eles não pensam com suficiente frequência nas coisas que devem pensar. A familiarização com os pensamentos sobre o lar celestial dá aos crentes a força necessária para suportarem dificuldades, perseguições e morte (Hb 12:2). Há muitas maneiras de suportarmos dificuldades menores, mas quando a morte se aproxima e nos ameaça, somente uma mentalidade celestial poderá nos dar algum alívio (2Co 4:16-18). Outra vantagem resultante do hábito de pensar frequentemente no céu é que haverá menor probabilidade de dedicarmos um amor errôneo às coisas terrenas. O lar celestial significa completa libertação do pecado e de suas consequências. Uma mentalidade espiritual se percebe quando pensar na completa libertação do jugo do pecado nos trás prazer. No lar celestial veremos a nossa eterna fonte de consolo, força e libertação – Jesus Cristo, o nosso Senhor e Salvador. Pense no lar celestial! Amém.



Rev. José Oliveira Filho

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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Teste de Espiritualidade

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

Teste de Espiritualidade
“Portanto, vós orareis assim...”(Mt 6:9).

    
Amados irmãos, fora de qualquer dúvida, a oração é a mais sublime atividade da alma humana. O homem atinge o ponto culminante de sua experiência cristã quando, de joelhos, acha-se face a face com Deus. Quando um homem está conversando com Deus encontra-se na mais elevada ocupação do espírito, e, por conseguinte, ao mesmo tempo serve de teste final da sua verdadeira condição espiritual. Nada existe que seja capaz de revelar tão bem a nossa realidade espiritual, como povo de Deus que somos, do que a nossa vida de oração. Qualquer outra coisa que fizermos em nossa vida cristã será mais fácil do que orar. Doar esmolas não é prática tão difícil – o homem natural, o incrédulo sabe alguma coisa a esse respeito, e é possível detectar um autêntico espírito filantrópico em indivíduos que não são crentes. Certas pessoas parecem ter nascido com disposição e espírito generoso, e, para elas, dar esmolas não é algo particularmente difícil. Não há como duvidar que a oração seja o teste final da qualidade espiritual de um homem, porquanto ele pode falar com seus semelhantes com muito mais desembaraço do que pode falar com Deus. Em última análise, portanto, um homem descobre a verdadeira condição de sua vida espiritual quando se examina privadamente, quando está sozinho com Deus. Corremos um grande perigo de num culto e atos em público proferirmos nossas orações às pessoas presentes ao invés de proferi-las a Deus. Entretanto, quando estamos a sós com Deus, esse perigo desaparece. Porventura todos nós não sabemos o que significa ter menos para dizer a Deus quando estamos sozinhos com Ele do que quando estamos na companhia de outras pessoas? Não deveria ser assim; mas é precisamente isso que acontece. Orar não é somente a mais sublime atividade da alma humana, mas também o mais profundo teste a que pode ser submetida a nossa condição espiritual, quanto a sua autenticidade. “Examine-se, pois, o homem a si mesmo” (1Co 11:28). Amém!

Rev. José Oliveira Filho

Rua Nelson ferreira da Luz, 261 - C. Comprido - Curitiba,PR - CEP: 81220-130 

sábado, 22 de janeiro de 2011

O Ofício do Ministro do Evangelho

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

O OFÍCIO DO MINISTRO DO EVANGELHO
“Pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós.”(1Pe 5:2).

Amados irmãos, de todos os títulos empregados para descrever o ministério pastoral, o mais adequado é o de pastor. Como pastores de ovelhas, os pastores de igrejas devem guardar o rebanho para que não se percam, devem conduzi-los até os verdes pastos da Palavra de Deus, e devem alertá-los contra o engano de falsos mestres. O título de pastor é o escolhido pelo apóstolo Pedro, quando nos diz: “Pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós” (1Pe 5:2). Nesta palavra é considerado o objetivo primário do pastorado e são oferecidos sábios conselhos quanto às atitudes que um pastor deve ter no exercício de seu ministério. O Pastor que não alimentar o seu rebanho com a Palavra da Verdade não o terá por muito tempo, eles se extraviarão, serão envenenados por ensinos destruidores e morrerão. A alimentação das ovelhas é uma tarefa essencial na vocação do pastor. As ovelhas não conseguem encontrar bom alimento e água, por si mesmas. Elas precisam ser conduzidas à vida abundante e tudo depende da alimentação adequada. Quando um ministro sobe ao púlpito, ele é o pastor no ato de alimentar o rebanho, e se cada ministro tivesse isso em mente, muitos sermões seriam deferentes. O Senhor Jesus Cristo salientou a importância de alimentar o rebanho de Deus quando falou com Pedro no encontro descrito no Evangelho de João capítulo 21:15,17. Por duas vezes o nosso Senhor usou o termo “apascentar”, que significa “alimentar”. O ministro do evangelho não ilude as ovelhas. O pastor não está para oferecer entretenimento, mas alimentar e alertar o rebanho para a nova vida em Cristo. Deus não pode dar a um povo maior bênção do que dar-lhes ministros fiéis, sinceros e retos, assim como a maior maldição que Deus possa dar a um povo é permitir que sejam conduzidos por guias cegos, não regenerados, carnais e ineptos. Medita nestas coisas!

Rev. José Oliveira Filho

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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Pregando com Autoridade

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

PREGANDO COM AUTORIDADE
“Ele as ensinava como quem tem autoridade”(Mt 7:29).
    
Amados irmãos, o nosso Senhor Jesus foi um pregador maravilhoso. Ele pregava e ensinava como quem tem autoridade. (Mt 7:29). Ele anunciava aos Seus ouvintes que os mandamentos de Deus não são sugestões, são ordenanças. Quando o nosso Senhor Jesus pregava, Ele não esperava que os Seus ouvintes validassem a Sua mensagem ou autoridade. No início de Suas mensagens, Ele dizia: “Em verdade, em verdade vos digo” (Jo 5:19). “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo” (Mt 5:21). O que Ele dizia não estava aberto a opiniões e debates. Assim deve ser o ministro do evangelho, ele deve pregar e ensinar com autoridade para convicção e mudança. “Dize estas coisas; exorta e repreende também com toda autoridade” (Tt 2:15). “Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino: prega a palavra, insta, que seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda longanimidade e doutrina. Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos a verdade, entregando-se às fábulas” (2Tm 4:1-4). Deve-se pregar de tal forma que ninguém, após ouvir o sermão, deixe o local de culto sem um sentimento verdadeiro de que há algo em suas vidas precisando de mudança. Devemos lembrar, entretanto, que a autoridade que os pregadores têm foi dada ou delegada. A autoridade de Cristo é inerente; o Autor tem a autoridade. Pastores não têm autoridade inerente; e tudo derivada. Nesse sentido, o pregador não pode imitar a autoridade de Cristo, mas pode imitar Seu zelo e ousadia. O pregador que tem como objetivo ser agradável torna-se inimigo dessa autoridade, porque quando ele faz concessões e usa palavras escolhidas como se fossem suaves canções, fica impossibilitado de não trair a verdade. Pregue com autoridade! Amém.

Rev. José Oliveira Filho

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