"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



terça-feira, 3 de julho de 2018

Luz ou Trevas?

Luz ou Trevas?
“Ninguém, depois de acender uma candeia, a põe em lugar escondido, nem debaixo do alqueire, mas no velador, a fim de que os que entram vejam a luz” (Lc 11.33).

Amados irmãos, na “Parábola da Candeia” o nosso Senhor Jesus disse que “ninguém, depois de acender uma candeia, a cobre com um vaso ou a põe debaixo de uma cama; pelo contrário, coloca-a sobre um velador, a fim de que os que entram vejam a luz” (Lc 8.16). A Palavra de Deus é “lâmpada para os nossos pés e luz para o nosso caminho” (Sl 119.105). Sabemos que não é suficiente ouvir e admirar a instrução bíblica. Precisamos recebê-la em nossos corações e praticá-la. Se isso não acontecer, não haverá benefício algum, pode até tornar-se algo muito perigoso. Pois, tanto a rejeição como não dar o devido valor à luz recebida serão motivos de maior rigor no Juízo Final (Mt 10.14,15;11.21,22). Os cristãos têm a responsabilidade de refletir a luz que receberam dos altos céus. Que fique conhecida a verdade que glorifica a Deus. “Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt 5.14-16). O verdadeiro cristão tem mente e coração de Cristo; ele deseja que o seu semelhante também seja salvo, não importando a raça, nação ou classe social. “Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1Tm 2.3,4). Que o nosso testemunho seja saudável, porque ter luz e não refleti-la é, sem dúvida, um grave pecado. “Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos” (Tg 1.22). “Repara, pois, que a luz que há em ti não sejam trevas” (Lc 11.35). Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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sexta-feira, 29 de junho de 2018

Do Chamado Eficaz


Do Chamado Eficaz
“E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” (Rm 8.30).

Amados irmãos, no chamado de Deus que se dá pela fiel pregação do Evangelho, as pessoas ouvem a mesma mensagem e, não obstante, reagem de forma muito diferente umas das outras. Alguns creem na palavra de Deus, outros não. “Muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” (Mc 22.14). A verdade quanto ao “Chamado Eficaz” é que ele tem um santo propósito. “E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” (Rm 8.30). Essas são ações de Deus não aplicáveis a todos os homens. Fato esse comprovado no tempo e na eternidade. “Porquanto, aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho (Rm 8.29). Você foi chamado por Deus? Sua vida serve como comprovação do seu chamado eficaz? Você consegue afirmar: “Pela graça de Deus, sou o que sou”? (1Co 15.10). Sou “nascido de Deus” (1Jo 5.1,2). Foi o Espírito de Deus que me convenceu do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8). Foi Deus quem me deu vida, quando eu estava morto em meus delitos e pecados (Ef 2.1). Foi Ele quem me libertou do império das trevas e me transportou para o reino do Filho do seu amor (Cl 1.13). Você já experimentou isso? Deus nos chamou! Nesse chamado, o Espírito Santo nos fez saber que somos amados de Deus. “Que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8.28). Os que são chamados eficazmente compreendem o verdadeiro significado das palavras do Senhor Jesus: “Os sãos não precisam de médicos, e sim os doentes. Não vim chamar justos, e sim pecadores, ao arrependimento” (Lc 5.31,32). “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mt 5.3). Medite estas coisas!

Pr. José Rodrigues Filho

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sexta-feira, 8 de junho de 2018

Da Perseverança dos Santos

Perseverança em Santidade
“Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim” (Jr 32.40).

Deus dirige as ações do seu povo e assegura o seu perseverante estado de santidade de um modo perfeitamente compatível com a liberdade conquistada em Cristo Jesus.

Quando Deus nos introduz na condição de filhos pela adoção, cerca-nos de todos os meios santificadores. E se cairmos em pecado, Ele nos disciplina zelosamente e nos restaura. Este fato é provado pelas Escrituras, pela consciência e experiência de todo filho de Deus. “É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige? Mas, se estais sem correção, de que todos se têm tornado participantes, logo, sois bastardos e não filhos. Além disso, tínhamos os nossos pais segundo a carne, que nos corrigiam, e os respeitávamos; não havemos de estar em muito maior submissão ao Pai espiritual e, então, viveremos? Pois eles nos corrigiam por pouco tempo, segundo melhor lhes parecia; Deus, porém, nos disciplina para aproveitamento, a fim de sermos participantes da sua santidade” (Hb 12.7-10). 

Deus age poderosamente nos seus filhos garantindo a vitória na luta contra o pecado. A doutrina bíblica da perseverança dos santos não ensina que o homem que uma vez creu tem segura a salvação, sejam quais forem os seus sentimentos e os seus atos subsequentes. Ela não promove o descuido e a imoralidade; muito pelo contrário, por ela somos advertidos que Deus só garante a salvação final daqueles que foram verdadeiramente unidos a Cristo pela fé, assegurando, pelo poder do Espírito Santo, a sua perseverança, perfeitamente livre, no temor do Senhor até ao fim. “Eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus. Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos. Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim” (Jr 32.38-40).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

*Esboços de Teologia, A.A.Hodge – Editora PES

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sábado, 2 de junho de 2018

Da Santificação

Da Santificação
“E o mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Tes 5.23).

Amados irmãos, santificação é uma graciosa e contínua operação do Espírito Santo, pela qual Ele liberta o pecador justificado da corrupção do pecado, renova toda a sua natureza segundo a imagem de Deus e o capacita a realizar boas obras. É obra de Deus efetuada no espírito, na alma e no corpo de todos os crentes, separando-os de tudo o que é profano, imundo ou impuro; apresentando-os ao serviço de Deus para o louvor da sua glória. “E o mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Tes 5.23). Somos separados por Deus e por Ele colocados em uma nova posição. Somos capacitados à obediência por causa do princípio ativo da graça, interior e espiritual; pela virtude da vida, morte e ressurreição de Cristo, em conformidade com os termos da nova aliança de Deus, pelo qual Ele escreve as suas leis em nosso coração e nos capacita a obedecê-lo por meio do Espírito Santo que habita em nós. Somos não só considerados santos, mas feitos santos por uma obra de purificação e limpeza que se dá dentro de nós pelo poder do Espírito Santo, que nos conforma cada vez mais ao Senhor Jesus, à sua imagem de glória em glória (2Co 3.18). “Os que são eficazmente chamados e regenerados, havendo sido criado neles um novo coração e um novo espírito, são além disso, santificados genuína e pessoalmente, pela virtude da morte e ressurreição de Cristo, por sua Palavra e seu Espírito neles habitando; o domínio de todo o corpo do pecado é destruído e suas diversas concupiscências mais e mais enfraquecidas e mortificadas e eles mais e mais vivificados e fortalecidos em todas as graças salvíficas para a prática da genuína santidade, sem a qual ninguém verá o Senhor” (CFW-XIII,§I). Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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sexta-feira, 1 de junho de 2018

Da Justificação

Da Justificação
“Aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou” (Rm 8.30).

A vocação eficaz e a justificação são ambas necessárias à salvação, e são passos essenciais na execução divina de seu próprio decreto de eleição, imutável e infalível. Todos aqueles, e somente aqueles, a quem Deus eficazmente chama, também gratuitamente justifica.

“Aqueles a quem Deus eficazmente chama, também livremente justifica; não por infundir neles a justiça, mas por perdoar seus pecados e por considerar e aceitar suas pessoas como justas; não em razão de qualquer coisa neles operada ou neles feita, mas unicamente em consideração da obra de Cristo” (CFW-XI,§I). 

Deus, como soberano, escolheu o seu povo e o deu a seu Filho na aliança da graça, e como soberano leva a efeito essa aliança quando, por imputação, faz da justiça de Cristo a justiça dos seus eleitos.

Quanto à sua natureza, essa justificação é um ato divino puramente judicial, tendo Deus como juiz, pelo qual ele perdoa todos os pecados do crente, e o julga, e o aceita, e o trata como uma pessoa justa à luz da lei divina.

“Justificação é um ato da livre graça de Deus para com os pecadores, no qual ele perdoa todos os seus pecados, aceita e considera suas pessoas como justas aos seus olhos, não por qualquer coisa neles operada ou por eles feita, mas unicamente pela perfeita obediência e plena satisfação de Cristo, a eles imputadas por Deus e recebidas só pela fé” (CMW-77).

“Bem-aventurados aqueles cujas iniquidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos; bem-aventurado o homem a quem o Senhor jamais imputará pecado” (Rm 4.7,8).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

*CFW comentada, A.A.Hodge – Editora Puritanos.

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sábado, 26 de maio de 2018

Da Graça de Deus

Da Graça de Deus
“Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo” (Ef 1.3).

Amados irmãos, graça de Deus é o seu livre, absoluto e eterno favor manifesto na concessão de toda sorte de bênção espiritual aos seus eleitos. “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado, no qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça” (Ef 1.3-7). Estas são ações de um Deus Soberano e Gracioso cooperando para o bem daqueles que não têm em si mérito nenhum, e pelas quais não se exige deles nenhuma compensação. É graça incondicional. Ela não pode ser comprada, nem conquistada por criatura alguma. Se pudesse, deixaria de ser graça. Quando dizemos que uma coisa é “de graça”, queremos dizer que seu recebedor não tem nenhum direito a ela, que de maneira nenhuma ela lhe era devida. Chega-lhe como pura caridade e, a princípio, não solicitada nem desejada. “E, se é pela graça, já não é por obras; do contrário, a graça já não é graça” (Rm 11.6). “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus. Não de obras para que ninguém se glorie” (Ef 2.8,9). Mas, não esqueçamos isso: “Somos feitura dEle, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef 2.10). Deus nos abençoe!

Martyn Lloyd-Jones

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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Do Amor e suas Implicações

O Amor e suas Implicações
Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Lc 6.31).

O que sabemos sobre o amor e suas implicações? O amor é um atributo divino comunicado de modo especial pelo Espírito Santo aos nascidos de Deus (Rm 5.5). Seria muito bom para todos nós se o amor fosse apreciado e praticado com maior devoção. Medite nas palavras do Senhor Jesus: “Digo-vos, porém, a vós outros que me ouvis: amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam. Ao que te bate numa face, oferece-lhe também a outra; e, ao que tirar a tua capa, deixa-o levar também a túnica; dá a todo que te pede; e, se alguém levar o que é teu, não entres em demanda. Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Lc 6.27-31). Considerando com honestidade as recomendações do nosso amado Senhor, chegaremos à conclusão que são poucos os que agem dessa forma. Entre os povos é mais comum rivalidade e hostilidade. Raramente encontramos aquele que ama o inimigo, que abençoa quem o amaldiçoa e ora por quem o calunia. Onde está o bondoso para com o ingrato e mau? “Estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela” (Mt 7.14). A vida cristã autêntica não atrapalha a felicidade humana, é a falta de autenticidade na vida cristã que tornam os homens infelizes. “De onde procedem guerras e contendas que há entre vós? De onde, senão dos prazeres que militam na vossa carne? Cobiçais e nada tendes; matais e invejais, e nada podeis obter; viveis a lutar e a fazer guerras” (Tg 4.1,2). “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (1Jo 4.7,8). Deus nos abençoe!

Rev. José Rodrigues Filho

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domingo, 20 de maio de 2018

Uma Gloriosa Herança

Uma Gloriosa Herança
“Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda” (2Tm 4.7,8).

Amados irmãos, o cristão deve ter plena consciência de que este mundo é passageiro – seus prazeres, seus reinos, seus encantos e glórias – tudo vai se desvanecendo. “Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente” (1Jo 2.17). Vocês estão certos quanto a isso? Já compreenderam que assim como Cristo Jesus veio a este mundo, passou por ele e retornou a casa do Pai, também acontecerá conosco? Estamos neste mundo não para permanecermos aqui. “Eles não são do mundo, como também eu não sou” (Jo 17.16), disse o nosso Senhor. Os filhos de Deus estão destinados a uma gloriosa herança. “Na verdade, não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir” (Hb 13.14). O nosso Salvador veio a este mundo para nos resgatar das trevas e corrupção; partiu antes de nós para preparar-nos lugar. “Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar” (Jo 14.2). Viva feliz sem esquecer que aqui não é seu lar. A vida neste mundo é temporária, pertencemos à família de Deus e estamos em marcha para a cidade santa. “A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada. Nela, nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas somente os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro” (Ap 21.23,27). Todos nós devemos aspirar por isso! Temos como exemplo os irmãos da igreja primitiva, neles havia essa esperança. Eis o testemunho do apóstolo Paulo: “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda” (2Tm 4.7,8). Medite estas coisas!

Pr. José Rodrigues Filho

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sexta-feira, 18 de maio de 2018

Conformados à Imagem de Cristo

Conformados à Imagem de Cristo  
“Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8.29).

Amados irmãos, devemos encher os nossos pensamentos de verdades bíblicas. Por exemplo: pensar no nosso novo e eterno lar – sua realidade, sua natureza, o nosso gozo futuro nele e, sobretudo no que seremos. “Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8.29). Considerem a suprema garantia da nossa salvação. Deus nos conheceu antes da fundação do mundo; na eternidade determinou que fôssemos transformados à imagem de Seu Filho. Todo propósito de Deus em Cristo e por meio dEle redundará em glória. O fim supremo da nossa salvação é glorificar a Deus. Aqueles que O amam foram chamados segundo o Seu propósito (Rm 8.28). Nós o amamos porque Ele nos amou primeiro (1Jo 4.19), nisto está a certeza da perseverança final dos santos. “E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” (Rm 8.30). Estamos firmados em graça, fé e esperança na glória de Deus (Rm 5.2). A esperança é uma graça que nasce e se desenvolve junto com a fé. A razão pela qual muitas vezes enfraquecemos em nossa jornada é porque não meditamos com frequência na glória que nos está reservada. Meditar habitualmente na glória de Cristo e no lar celestial dá aos crentes a força espiritual necessária para suportar dificuldades, perseguições e morte (Hb 12.2,3). A glória eterna dos filhos de Deus significa completa e final conformidade à imagem de Cristo, o primogênito entre muitos irmãos. Aleluia!

Pr. José Rodrigues Filho

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terça-feira, 8 de maio de 2018

Uma Nova Criação

Uma Nova Criação
“De nada vale ser circuncidado ou não. O que importa e ser uma nova criação” (Gl 6.15).

Uma mudança no vestuário ou em outras coisas externas não fazem uma nova criação, como alguns imaginam. Uma nova criação acontece por meio da renovação da mente pelo Espírito Santo. Essa renovação é seguida posteriormente por uma mudança no corpo, membros e sentidos. Pois, quando o coração recebe nova luz, novo julgamento e novos impulsos por meio do evangelho, os sentidos externos também são renovados. Em seguida, os ouvidos têm o desejo de ouvir a Palavra de Deus em vez de ouvir as ideias e os sonhos humanos. A boca e a língua não louvam mais as suas próprias obras, justiça e regras, mas louvam alegremente a misericórdia de Deus, a qual foi revelada em Cristo. Essas não são mudanças apenas da boca para fora, mas mudanças verdadeiras. Elas incluem uma nova mente, uma nova vontade, novos sentidos e também novas formas de comportamento. Não somente os olhos, ouvidos, boca e língua veem, ouvem e falam de modo diferente do de antes, mas também a própria mente decide seguir uma maneira diferente de viver. Antes, quando os nossos corações estavam cegos pelos erros dos ensinamentos de Roma, imaginávamos que Deus era um comerciante que vendia sua graça em troca das nossas obras e realizações. Agora, entretanto, desde que a luz do evangelho raiou, sabemos que somos considerados justos somente pela fé em Cristo. Nossos corações rejeitam todas as obras escolhidas por nós mesmos e executam apenas o trabalho do seu chamado e as obras de amor, os quais Deus ordena. Eles louvam a Deus e se orgulham alegremente da confiança que possuem na misericórdia de Deus. Ao passar por algum perigo ou desastre, nossos corações sofrem com alegria e contentamento, mesmo que a nossa natureza pecaminosa continue a murmurar. É isso o que Paulo quis dizer com nova criação.

Martinho Lutero (1483-1546).

“Não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, a fim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna” (Tt 3.5-7).

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