"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



quinta-feira, 8 de junho de 2017

Nascidos de Deus

Igreja Presbiteriana da Silva Jardim - Curitiba/PR

Nascidos de Deus"
“Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus” (1Jo 5.1).

É muito importante identificarmos provas de que somos nascidos de Deus. Que fomos regenerados pelo Espírito Santo. Que em nós foi implantado nova vida na alma com disposição para crer que Jesus é o Cristo. Você crê que Jesus é o Cristo? “Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus” (1Jo 4.2). Você compreende essa declaração? Nela o apóstolo João expõe a doutrina completa sobre a pessoa de Jesus Cristo. Ela significa que o “Filho de Deus” gerado no ventre da Virgem Maria era verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem. Que Ele é a segunda Pessoa da bendita Trindade Santa. Se aplicarmos essa prova de fé as seitas existentes no mundo veremos a importância dela e constataremos que muitos não confessam essa verdade (1Jo 4.3). Somos orientados pelas Escrituras que não basta saber que Jesus é o Filho de Deus (Mt 8.29); ou dizer que Ele é Senhor, pois “nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus” (Mt 7.21). É necessário que se faça uma genuína profissão de fé, observando cuidadosamente todas as implicações dessa especial confissão: Jesus é o Cristo, Ele é Deus, Ele veio em carne, Ele é o eterno Filho de Deus, co-igual, co-eterno com Deus Pai. Ele é Senhor e Salvador, Único! Você entende e acata as implicações dessa confissão? “Creio no Senhor Jesus Cristo, o unigênito Filho de Deus, gerado pelo Pai antes de todos os séculos, Deus de Deus, Luz da Luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado não feito, de uma só substância com o Pai; pelo qual todas as coisas foram feitas; o qual por nós homens e por nossa salvação, desceu dos céus, foi feito carne pelo Espírito Santo da Virgem Maria, e foi feito homem; e foi crucificado por nós sob o poder de Pôncio Pilatos. Ele padeceu e foi sepultado; e no terceiro dia ressuscitou conforme as Escrituras; e subiu ao céu e assentou-se à direita do Pai, e de novo há de vir com glória para julgar os vivos e os mortos, e seu reino não terá fim” (Credo Niceno, 325 AD). “Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus” (1Jo 5.1). Deus nos abençoe!

Rev. José Oliveira Filho

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Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário
(41)3242-8375

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Regenerados pelo Espírito Santo

Regenerados pelo Espírito Santo
“Não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, o nosso Salvador” (Tt 3.5,6).

Regeneração é o ato de Deus por meio do qual um princípio de nova vida é implantado naqueles que "predestinou para Ele, para adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade" (Ef 1.5), resultando em que a disposição governante da alma é tornada santa. Além das faculdades de nossa alma, há algo por trás dela que as governa. A isso nos referimos como sendo nossa disposição. Por exemplo: vemos homens com as mesmas faculdades - uns vivem a vida com decência, outros apresentam uma vida nada recomendável. A diferença está na disposição; e essa disposição é o que os governa e os impulsiona. É isso que determina o que fazemos e o que somos. O que acontece na regeneração é que Deus opera sobre nós pelo Espírito Santo para que essa disposição fundamental seja transformada. Deus põe um santo princípio nessa disposição que determina o que sou, como me comporto, como uso e emprego as minhas faculdades. Vemos no apóstolo Paulo um exemplar dessa transformação. O seu intelecto, a sua habilidade, força de vontade e determinação foram santificados. De perseguidor de cristãos passou a ser pregador do evangelho. O que mudou? Ele é o mesmo homem com uma nova disposição. Não foi uma mudança psicológica. Foi uma mudança na disposição que determina tendência, conduta e hábitos. Essa mudança irá afetar a pessoa toda. O modo como usamos a mente será afetado, a operação das nossas emoções será afetada, e assim acontece com a nossa vontade. Antes, não havia interesse em Deus, na leitura da Bíblia, nas orações e na comunhão dos santos. Agora, tudo mudou! Temos prazer em Deus, amamos nosso Senhor e nossos irmãos, sentimos alegria no Espírito Santo. “Pois, segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fossemos como que primícias das suas criaturas” (Tg 1.18). “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2Co 5.17). Aleluia! 

Pr. José Oliveira Filho

*Grandes Doutrinas Bíblicas, D.Martin Lloyd-Jones - Editora PES

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terça-feira, 16 de maio de 2017

Pregando o Evangelho para Si Mesmo

Pregando o Evangelho para Si Mesmo
Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Ef 2.8).

Pregar o evangelho para nós mesmos é chamar a nós mesmos para nos voltarmos a Cristo por perdão, purificação, fortalecimento e propósito. É responder as dúvidas e medos com as promessas de Deus. Meus pecados me condenam? Jesus Cristo cobriu-os todos em seu sangue (1Jo 1.7; Sl 32.1,2). Minhas obras são insuficientes? A justiça de Cristo é considerada como minha (1Co 1.30). O mundo, o diabo e minha própria carne estão conspirando contra mim? Nem mesmo um cabelo pode cair da minha cabeça se não for da vontade do meu Pai que está nos céus, e ele prometeu cuidar de mim e me guardar para sempre (Lc 12.7; 21.18). É a isso que se assemelha pregar para nós mesmos. Essa pregação privada e pessoal só pode acontecer quando a Palavra de Deus é conhecida e crida; quando a lei de Deus revela nosso pecado e desamparo, e sua graça cobre esse pecado e supera as nossas fraquezas. Pregar o evangelho para nós mesmos não é simplesmente o ato de estudar a Bíblia (embora possamos pregar para nós mesmos nesse ato), mas é nos chamar ativamente a crer nas promessas de Deus em Cristo Jesus, seu Filho. A maioria de nós precisa redescobrir o evangelho. E tal redescoberta é necessária diariamente, porque nossa necessidade está sempre presente e nossos corações são propensos a se desviar. Mas a recuperação do evangelho só acontece quando nós sentimos o fardo dos nossos pecados, a fraqueza da nossa carne e a fragilidade da nossa fé. Isso significa que somente aqueles que sabem que são pecadores indignos e que a Palavra de Deus é verdadeira descobrirão que o evangelho não é apenas uma boa notícia, mas uma boa notícia para as suas próprias almas. Amém!

Pr. Joe Thorn
*Pastor da Redemer Fellowship em Saint Charles, Illinois

*Visite a Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
Rua Desembargador Otávio do Amaral, 885 – Curitiba/PR
(41) 3023-5896

sábado, 6 de maio de 2017

Aguardando dos Céus o Filho de Deus

Rev. Luiz Eduardo Pugsley e Rev. José Oliveira Filho

Aguardando dos Céus o Filho de Deus
“E para aguardardes dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, Jesus, que nos livra da ira vindoura” (1Ts 1.10).

É verdade que Cristo nos livrou pela sua morte da ira de Deus, mas a importância desse livramento se tornará visível no último dia. No entanto, esta afirmação consiste de duas seções. A primeira é que a ira de Deus e a destruição eterna são iminentes à raça humana, porquanto todos pecaram, e destituídos estão da glória de Deus (Rm 3.23). A segunda é que não existe meio de escape senão através da graça de Cristo; pois não é sem bons motivos que Paulo lhe atribui este ofício. Contudo, é um dom inestimável que os que são piedosos, sempre que é feita menção ao juízo, saibam que Cristo virá para eles como um Redentor. Além disso, ele afirma enfaticamente: a ira futura, para despertar as mentes piedosas, para que não fracassem ao considerar a vida presente. Pois, assim como a fé é a prova das coisas que não se veem (Hb 11.1), nada é menos adequado do que estimarmos a ira de Deus de acordo com o que cada um é afligido no mundo; assim como nada é mais absurdo do que nos apegarmos às bênçãos transitórias de que desfrutamos, para que por elas tenhamos uma estimativa do favor de Deus. Portanto, enquanto, por um lado, os ímpios se divertem à vontade, e nós, por outro, definhamos em miséria, aprendamos a temer a vingança de Deus, que está oculta aos olhos da carne, e a ter nossa satisfação nos deleites secretos da vida espiritual. A quem ressuscitou. O apóstolo Paulo faz menção aqui da ressurreição de Cristo, sobre a qual a esperança da nossa ressurreição está fundamentada, pois a morte nos assalta em toda a parte. Por isso, a menos que aprendamos a olhar para Cristo, nossas mentes recuarão a toda a hora. Pela mesma consideração, ele os admoesta que Cristo deve ser aguardado desde o céu, porque não encontraremos nada no mundo para nos sustentar, enquanto que há inúmeras provas para nos subjugar. Outra circunstância deve ser observada; pois, como Cristo ressuscitou com este objetivo – para que finalmente nos fizesse a todos, como seus membros, participantes da mesma glória consigo, Paulo sugere que a sua ressurreição seria em vão, a menos que ele aparecesse novamente como Redentor deles, e estendesse a todo o corpo da Igreja o fruto e o efeito desse poder que ele manifestou em si mesmo. Amém!

*1Tessalonicenses – Comentários de João Calvino.

Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
Rua Desembargador Otávio do Amaral, 885 – Curitiba/PR
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Pastor Efetivo: Rev. Luiz Eduardo Pugsley Ferreira
Pastor Auxiliar: Rev. José Rodrigues de Oliveira Filho

segunda-feira, 1 de maio de 2017

O Que é Ser Cristão?

O Que é Ser Cristão?
“Nos escolheu, nEle, antes da fundação do mundo, para sermos santos” (Ef 1.4).

Amados irmãos, o que exatamente significa ser cristão? Como os cristãos primitivos, que eram tão poucos, impactaram a sociedade pagã em que viviam? Sem dúvida, foi a qualidade de vida que possuíam que impactou o mundo. Eles eram homens e mulheres, jovens e crianças cheios do Espírito Santo. “Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (At 2.44-47). Foi assim que o cristianismo venceu o mundo antigo. A falta de influência positiva da Igreja em geral nos nossos dias, deve-se unicamente a uma coisa, o cristão de hoje é muito diferente da descrição dos cristãos que vemos no Novo Testamento. Se, portanto, manifestarmos preocupação com o estado em que o mundo se encontra, se sentirmos o peso da miséria e aflição daqueles que estão perdidos nesse mundo, precipitando-se em ruína e destruição, ou notarmos a tristeza e solidão daqueles que esperam por um abraço amigo, a primeira coisa que temos que fazer é examinarmos a nós mesmos e descobrir em que ponto nos amoldamos ao modelo bíblico de cristão. Você é cristão? O cristão ama a Deus mais que todas as coisas e ao próximo como a si mesmo (Mt 22.37-39). O cristão é “sal da terra” e “luz do mundo” (Mt 5.13,14). O cristão, embora esteja no mundo, não é do mundo; é um ser humano como os outros e, todavia, é em muitos aspectos diferente. Ele foi escolhido em Cristo Jesus, antes da fundação do mundo, para ser santo; chamado e enviado no poder do Espírito Santo para brilhar diante de uma sociedade que jaz no maligno. “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt 5.16). Examine-se!

Rev. José Oliveira Filho

Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
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Pastor Efetivo: Rev. Luiz Eduardo Pugsley Ferreira
Pastor Auxiliar: Rev. José Rodrigues de Oliveira Filho

sábado, 22 de abril de 2017

Comunhão dos Filhos de Deus

Comunhão dos Filhos de Deus
“Da multidão dos creram era um o coração e a alma” (At 4.32).

Amados irmãos, na Igreja de Deus existem pessoas de diferentes tribos, línguas e nações. Todavia, unidos em um só Espírito e batizados em um só corpo - o corpo de Cristo. “Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um só Espírito” (1Co 12.13). Deus Pai nos amou com amor eterno e nos atraiu com Sua graça, bondade e misericórdia. Todos os obstáculos foram removidos ante a eleição e redenção em Cristo Jesus (Ef 1.3-14). Comunhão dos filhos de Deus significa “compartilhar juntos” ou “vida compartilhada”. Quando Cristo nos salvou, não tencionava que vivêssemos isolados. Ele nos libertou e nos colocou como partes integrantes de Sua família, para que pudéssemos servir e desfrutar da verdadeira vida (At 2.42-47). Uma das mais profundas verdades que podemos compreender após a conversão é o vínculo que temos na família de Deus. Comunhão dos filhos de Deus não significa uma eventual reunião entre irmãos que falam de diversões e discutem sobre economia, política e esportes. É bem mais que isso! Comunhão dos filhos de Deus é refrigério pra alma; é um compartilhar de coração, uns com os outros, da nova vida em Cristo. A singularidade existente na comunhão dos filhos de Deus está na capacidade de compartir alegrias, vitórias, bênçãos espirituais e bens materiais. “Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nenhuma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum” (At 4.32). E mais, o sábio rei Salomão inspirado pelo Espírito Santo escreveu: “Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo” (Pv 27.17). O desfrutar da comunhão dos filhos de Deus também é semelhante ao “ferro” afiando o “ferro”; é um meio da graça que nos mantém espiritualmente saudáveis e vigorosos. Essa prática redundará em crescimento espiritual, frutos de vida no Espírito, expansão do reino de Deus e glórias ao nome do nosso SENHOR. Amém!

Rev. José Oliveira Filho

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Rua Desembargador Otávio do Amaral, 885 – Curitiba/PR
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Pastor Efetivo: Rev. Luiz Eduardo Pugsley Ferreira
Pastor Auxiliar: Rev. José Rodrigues de Oliveira Filho

quarta-feira, 19 de abril de 2017

O Autor da Vida

O Autor da Vida
“E já era a terceira vez que Jesus se manifestava aos discípulos” (Jo 21.14).

Amados irmãos, este relato bíblico apresenta mais uma incontestável prova da ressurreição de Jesus. Ele estava com os discípulos na praia do mar da Galiléia. Não era ilusão, delírio ou sonho. Cristo Jesus havia ressuscitado dentre os mortos. Ele novamente comia, bebia, e dava as suas últimas instruções aos discípulos (Jo 21.1-23). Os que testemunharam da ressurreição de Jesus afirmaram: “E nós somos testemunhas de tudo o que ele fez na terra dos judeus e em Jerusalém; ao qual também tiraram a vida, pendurando-o no madeiro. A este ressuscitou Deus no terceiro dia e concedeu que fosse manifesto, não a todo o povo, mas às testemunhas que foram anteriormente escolhidas por Deus, isto é, a nós que comemos e bebemos com ele, depois que ressurgiu dentre os mortos” (At 10.39-41). “Vós, porém, matastes o Santo e o Justo e pedistes que vos concedessem um homicida. Dessarte, matastes o Autor da vida, a quem Deus o ressuscitou dentre os mortos, do que nós somos testemunhas” (At 3.14,15). Sejamos agradecidos a Deus por todos os que ousaram dar testemunho a respeito da ressurreição do "Autor da Vida". A ressurreição de Jesus Cristo é o ápice de Sua obra redentora. É a comprovação de uma obra consumada. O nosso Substituto venceu a morte. A Sua ressurreição é a garantia de nossa ressurreição. Assim como o túmulo não pôde detê-Lo, também não poderá deter os que nEle confiam. “Se habita em vós o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos, esse mesmo que ressuscitou a Cristo Jesus dentre os mortos vivificará também o vosso corpo mortal, por meio do seu Espírito, que em vós habita” (Rm 8.11). Aqueles que se dizem ateus, certamente estão determinados a não dar crédito às evidências ou testemunhos sobre a ressurreição de Jesus Cristo. Mas nós, filhos de Deus, podemos afirmar com convicção e viva esperança: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (1Pe 1.3). Aleluia!

Rev. José Oliveira Filho

Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
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Pastor Efetivo: Rev. Luiz Eduardo Pugsley Ferreira
Pastor Auxiliar: Rev. José Rodrigues de Oliveira Filho

terça-feira, 11 de abril de 2017

Obra de Deus na Ressurreição

Obra de Deus na Ressurreição
“Porque buscais entre os mortos ao que vive? Ele não está aqui, mas ressuscitou” (Lc 24.5,6).

Consideremos três coisas a respeito da ressurreição de Cristo Jesus. Houve, primeiramente, a obra de Deus Pai ao libertar o Filho da morte quando a lei foi totalmente satisfeita e a justiça realizada. “Vós o matastes, crucificando-o por mãos de iníquos; ao qual, porém, Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela” (At 2.24). Em segundo lugar, ouve a obra do Filho que levantou a si mesmo dos mortos. Embora os homens tenham malignamente lhe tirado a vida, eles não teriam autoridade nem capacidade para fazê-lo sem o seu consentimento. Eles jamais poderiam matá-lo contra a sua vontade. O Pai o levantou dos mortos porque a justiça havia sido satisfeita. Mas Cristo também levantou a si mesmo dos mortos tomando novamente a sua vida por meio do cuidado e poder que fluía da sua natureza divina para a sua natureza humana. “Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai” (Jo 10.17,18). Em terceiro lugar, a tarefa especial de unir novamente a santíssima alma e corpo de Jesus Cristo foi deixada ao Espírito Santo. “Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito” (1Pe 3.18). E é também, por esse mesmo Espírito que devemos ser levantados dos mortos. “Se habita em vós o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos, esse mesmo que ressuscitou a Cristo Jesus dentre os mortos vivificará também o vosso corpo mortal, por meio do seu Espírito, que em vós habita” (Rm 8.11). O Espírito Santo tornou a natureza humana de Cristo apta para sentar-se à direita de Deus Pai. Essa natureza humana glorificada de Cristo é o padrão ao qual os corpos de todos os crentes serão eternamente conformados. Que Deus nos conceda espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dEle, iluminando os olhos do nosso coração, para compreendermos a suprema grandeza e a eficácia do seu poder. (Ef 1.17-20). Amém!

Rev. José Oliveira Filho

*O Espírito Santo, John Owen – Editora Os Puritanos 

Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
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Pastor Efetivo: Rev. Luiz Eduardo Pugsley Ferreira
Pastor Auxiliar: Rev. José Rodrigues de Oliveira Filho

sábado, 8 de abril de 2017

Meios da Graça

Meios da Graça
“Que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos conceda espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dEle” (Ef 1.17). 

Amados irmãos, dar a devida atenção ao que Deus nos diz em Sua Palavra pode variar de intensidade na vida dos cristãos, mas a noção disso, por menor que seja, deve estar presente na alma de cada um deles. Como você se sente em relação aos meios que Deus estabeleceu para o seu crescimento espiritual? O que significa pra você a leitura da Bíblia, a oração, a meditação, a comunhão dos santos, os cultos, o ouvir e meditar na pregação da palavra de Deus e a participação na Ceia do Senhor? Estes meios particulares e públicos da graça são importantes ou bem que você poderia passar por esta vida sem eles? Você tem consciência que negligenciar o crescimento na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo entristece o Espírito Santo? Os meios da graça foram ordenados e enviados por Deus com vistas ao aperfeiçoamento dos santos, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento da Verdade. “Um Pai amoroso, sábio e gracioso, que habita nos céus, outorgou aos seus filhos estes meios para o bem deles (Dt 10.13). Ele não os deu a fim de colocar seus filhos em escravidão a regras estabelecidas pelo homem, mas para abençoar, fortalecer e encorajá-los. Os meios particulares da graça nos foram concedidos para sustentar-nos em nossa vida cristã diária, em um mundo de atividades cotidianas. Os meios públicos da graça são para nosso benefício, na igreja local pertencente ao Senhor Jesus Cristo. Praticá-los agora resultará em crescimento e frutificação de nossa vida cristã. Utilizar estes meios designados por Deus redundará em glória para Ele, expansão de seu reino e nos proporcionará retidão, paz e alegria. Amém! John Blanchard.

Rev. José Oliveira Filho

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Pastor Auxiliar: Rev. José Rodrigues de Oliveira Filho

sexta-feira, 31 de março de 2017

Obra do Espírito de Deus

Obra do Espírito de Deus
Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” (Jo 14.26).

Uma das grandes obras do Espírito Santo é convencer os pecadores que o evangelho de Jesus Cristo é verdadeiro e vindo de Deus. Outra grande obra realizada pelo Espírito do Senhor é a de santificar os que creem no Evangelho. “E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co 3.18). 

Se o Espírito Santo não operar junto com o evangelho este se torna letra morta. Precisamos entender, portanto, que todo bem resultante da salvação nos é revelado e dado pelo Espírito Santo. Também precisamos compreender que tudo o que em nós se opera, e tudo aquilo a que somos capacitados fazer, que seja santo e agradável a Deus, resulta da operação do Espírito Santo em nós e conosco. Pelo Espírito Santo somos novamente nascidos, santificados e capacitados a agradar a Deus em toda boa obra. É com vistas à grandiosidade desta obra que a Escritura nos adverte de que o único pecado que não pode ser perdoado é a blasfêmia contra o Espírito Santo. “Se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir (Mt 12.32). “Aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu de pecado eterno” (Mc 3.29). 

Uma vez que o ministério do Espírito Santo é levar pecadores a crerem no sangue de Cristo para remissão de pecados, se no realizar dessa obra Ele for desprezado, rejeitado e sofrer blasfêmia, não poderá haver, portanto, perdão de pecados e salvação. Aqueles que desprezam o sacrifício de Cristo não tem outro sacrifício ao qual recorrer. Da mesma maneira, não tem Deus um outro Espírito que nos habilite a receber tal sacrifício e ser salvo. 

Assim, a quem despreza e rejeita o Espírito Santo não é concedido outro Espírito que o capacite a receber a Cristo e ser salvo. “De quanto mais severo castigo julgais vós será considerado digno aquele que calcou aos pés o Filho de Deus, e profanou o sangue da aliança com o qual foi santificado, e ultrajou o Espírito da graça?” (Hb 10.29). 

Medita estas coisas!

Pr. José Rodrigues Filho

*O Espírito Santo, John Owen - Editora Os Puritanos

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