"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



terça-feira, 26 de maio de 2020

“De manhã te apresento a minha Oração”

“De manhã te apresento a minha Oração”
“De manhã, SENHOR, ouves a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando” (Sl 5.3).

Havendo rogado a Deus que atendesse ao seu clamor, Davi agora lhe implora que o fizesse com urgência. Pois, dominado pela fadiga proveniente de uma demora contínua, ele anseia que seu livramento se apresse; como se quisesse dizer: “Tão logo eu acordo, esse é o primeiro alvo de meus pensamentos. Portanto, ó SENHOR, não te delongues mais a prestar-me o auxílio de que careço, mas dá-me o que imediatamente desejo”.

Entendemos também que com estas palavras, “de manhã te apresento a minha oração”, Davi tenciona declarar que ele não andava vacilante, nem atraído de diversas maneiras pelas tentações a que estava exposto, senão que recorrer a Deus era a ordem estabelecida em sua vida. Ele estava determinado não deixar-se afastar no mínimo grau de seu devido curso para as veredas do erro e do pecado, mas a ir diretamente a Deus. 

Ao dizer: “e fico esperando”, Davi transmite a ideia de esperança e paciência, tanto quanto de ansiedade; e, “esperar”, também tem o sentido de “procurar”. Com isso, Davi pretendia dizer que, depois de ter lançado suas preocupações no seio de Deus, ele, com um espírito ansioso, vigiaria, por assim dizer, à semelhança de uma sentinela, até notar que, em cada feito, Deus o ouvira.

Sem dúvida, no exercício do desejo há sempre implícito algum grau de inquietação; mas aquele que está olhando para a graça de Deus com ansioso desejo, pacientemente a aguardará. Aqui somos ensinados sobre a inutilidade daquelas orações às quais não se acha adicionada aquela esperança da qual se pode dizer que eleva as mentes dos suplicantes à torre de vigia.

“Pôr-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza e vigiarei para ver o que Deus me dirá e que resposta eu terei à minha queixa” (Hc 2.1).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

*Comentários dos Salmos, João Calvino, Edições Paracletos.

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Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário.
(41)3242-8375

sexta-feira, 22 de maio de 2020

“CORAÇÃO ENGANOSO”


“CORAÇÃO ENGANOSO
“Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano” (Lc 18.11).

Certa vez o nosso Senhor Jesus contou uma parábola a alguns homens que confiavam em si mesmos, que por se considerarem justos desprezavam os outros: “O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho” (Lc 18.9-13).

Nesta parábola vemos exposto o homem dissimulado; que parece ser, mas não é, que não demonstra a verdade sobre si mesmo, enganado pelo próprio coração, sem qualquer senso do pecado, reconhecimento de culpa, e nenhum pedido por graça e misericórdia. Este é o homem que apresenta um coração alimentado por uma falsa declaração de seus supostos méritos diante de Deus, acompanhada por um sinistro julgamento sobre o comportamento dos outros.

O estado mais perigoso de uma alma é quando ela está tomada pelo orgulho e presunção, completamente destituída de humildade e insensível a sua própria realidade. “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Jr 17.9).

Ai do homem que confia nos próprios méritos para a salvação, que não compreendeu a doutrina da justificação pela fé somente, que insiste em obras humanas como meio para justificar-se diante de Deus. “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef 2.8-10).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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quinta-feira, 21 de maio de 2020

“Correção e Sofrimento”

“Correção e Sofrimento”
Filho meu, não menosprezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele és reprovado; porque o Senhor corrige a quem ama (Hb 12.5,6).

Há um sofrimento típico e exclusivo dos filhos de Deus. Nenhum ímpio passa por esse tipo de sofrimento. Estamos nos referindo ao sofrimento causado pela correção que vem de Deus (leia Hb 12.4-13).

Podemos observar por este texto registrado na carta aos Hebreus que a correção acontece quando não há luta séria contra o pecado, quando não damos o sangue para vencermos nossas próprias fraquezas, quando nos esquecemos como Deus trata filhos desobedientes. “O Senhor corrige a quem ama” (Hb 12.6).

Aqui vemos claramente a distinção entre aqueles que são filhos de Deus e os que não são. A disciplina que produz fruto pacífico, fruto de justiça, é um privilégio dos filhos de Deus. O sofrimento causado pela correção que vem de Deus revela a nossa verdadeira identidade (Hb 12.7,11).

Os pais terrenos que corrigem corretamente os seus filhos têm como resultado o respeito deles. O nosso Pai espiritual nos corrige tendo por finalidade despertar em nós a santidade e a reverente obediência (Hb 12.9,10).

Devemos nos alegrar por participarmos da correção que vem do Senhor, essa é uma confirmação de que Ele nos ama. A disciplina é produto do amor de Deus. Essa é uma verdade difícil de ser entendida, mas quem realmente ama, disciplina (Pv 13.24).

Dê atenção a isso: Se você não tem experimentado em sua vida a correção que vem de Deus, isso é um péssimo sinal, logo, sois bastardos e não filhos; pois que filho há que o pai não corrige? (Hb 12.7,8).

“Foi-me bom ter eu passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos” (Sl 119.71).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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quarta-feira, 13 de maio de 2020

“Em Busca da Felicidade”

“Em Busca da Felicidade”

“Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e as riquezas” (Lc 16.13).

Milhões de pessoas em todos os lugares estão sempre procurando fazer aquilo que Cristo afirmou ser impossível. Eles buscam felicidade devotando o coração às coisas deste mundo e a Deus ao mesmo tempo. Com suas afeições acorrentadas aos prazeres transitórios deste mundo jamais alcançarão a felicidade e a estatura de um verdadeiro cristão.

Faça um grande bem a si mesmo, medite com seriedade na palavra de Deus. “A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do SENHOR; o meu coração e a minha carne exultam pelo Deus vivo!” (Sl 84.2).

Considere o testemunho dos santos. “Eis-me, ó Senhor meu Deus, ensina-me, agora, ao meu coração onde e como procurar-te, onde e como encontrar-te. Senhor, se não estás aqui, na minha mente; se estás ausente, onde poderei encontrar-te? Certamente habitas em luz inacessível. Mas onde está essa luz inacessível? E como chegar a ela? Quem me levará até lá e me introduzirá nessa morada cheia de luz para que ali possa enxergar-te? Oh! Quão miserável é a sorte do homem que perdeu aquilo por que foi feito! Oh! Quão dura e cruel aquela queda, pela qual tantas coisas ele perdeu! E que encontrou? Que tem em troca? Que lhe ficou? Perdeu a felicidade para a qual foi criado e encontrou a miséria para a qual certamente não foi feito. Afastou-se dAquele sem a qual não há felicidade e ficou com aquilo que é, por si, mísero e transitório” (Santo Anselmo + 1109).

Quanto mais inteiramente vivermos não para as coisas deste mundo, mas sim para Deus, tanto mais intensamente desfrutaremos da verdadeira felicidade. Quanto mais buscarmos o Senhor, mais próximo estaremos do verdadeiro padrão de espiritualidade. “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração” (Jr 29.13).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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terça-feira, 5 de maio de 2020

“MÃE, UM MILAGRE DE DEUS”

“MÃE, UM MILAGRE DE DEUS”
“Fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua” (Pv 31.26).

Mãe, hoje é um dia especial para pensar muito em você. Concluí, de novo, que você é de fato a expressão da mais linda ideia de Deus.

Quem disse que nunca viu um milagre? Acho que todas as mães são milagres de Deus.

Que outro ser, senão Deus, poderia inventar você, mãe? Viver ao seu lado é, portanto, conviver com um milagre.

Você me ensinou que Deus é Pai bondoso, mas você, mãe, você é muito parecida com Deus! Só Ele, e ninguém mais, pode substituir a sua falta.

Mãe, você é um milagre de Deus!

“Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor excede o de finas joias. Fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua. Atende ao bom andamento da sua casa e não come o pão da preguiça. Levantam-se seus filhos e lhe chamam ditosa; seu marido a louva, dizendo: Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas. Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada” (Pv 31.1,26-30).

Feliz dia das Mães!

Pr. Josué Rodrigues

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quarta-feira, 29 de abril de 2020

Você conhece o Espírito Santo?

Você conhece o Espírito Santo
“O Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” (Jo 14.26).

O Espírito Santo é Deus eterno, terceira Pessoa da Trindade Santa.

Foi no poder do Espírito Santo que Jesus Cristo a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus (Hb 9.14). Foi cheio do Espírito Santo que Jesus Cristo pregou o ano aceitável do Senhor (Lc 4.19). 

Confortando seus discípulos o nosso amado Senhor fez uma grandiosa promessa“Eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós. Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros” (Jo 14.16-18).

A regeneração, o convencimento do pecado, da justiça, do juízo, e a santificação são obras do Espírito Santo. 

A fé que uma vez por todas foi entregue aos santos está firmada nesse conhecimento“O Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” (Jo 14.26).

Há quem defenda que a razão ou a capacidade de pensar e conhecer é a mesma em todos os homens, e a ideia de que um conhecimento só é verdadeiro quando explica racionalmente o que é conhecido. 

Você conhece o Espírito Santo?

“Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas” (At 1.8).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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segunda-feira, 27 de abril de 2020

“Levados para o que é Perfeito”

“Levados para o que é Perfeito”
Por isso, pondo de parte os princípios elementares da doutrina de Cristo, deixemo-nos levar para o que é perfeito” (Hb 6.1).

Historicamente, Jesus Cristo foi um homem com um corpo físico e alma como qualquer outro ser humano. Ele foi notado em suas agonias e imensas dificuldades. Ele foi espancado, lacerado por chicotadas, coroado com espinhos, pregado e morto numa cruz, e sepultado, mas ressuscitou dentre os mortos ao terceiro dia, testemunho dado pelos apóstolos e por mais de quinhentos irmãos (1Co 15.6).  

Sem dúvida, Jesus Cristo ocupa posição de destaque na história da humanidade. Mas, Ele é bem mais que um personagem histórico, Jesus Cristo é o eterno Filho de Deus que a si mesmo se esvaziou assumindo a natureza humana. “Pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz” (Fp 2.6-8). “Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação” (Cl 1.15).

Jesus de Nazaré, o filho da virgem Maria, é também o “Filho do Altíssimo Deus”. Ele é verdadeiramente Deus e verdadeiramente Homem. “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1.14). 

Jesus Cristo, o nosso misericordioso e fiel Sumo Sacerdote ofereceu um sacrifício único, suficiente para satisfazer a justiça de Deus. Ele suportou no corpo e na alma a ira de Deus contra os pecados de todo o gênero humano, de modo que, pelo seu sofrimento, como o único sacrifício expiatório, redimisse o nosso corpo e a nossa alma da maldição eterna, e para nós conseguisse de Deus a graça e a justiça. “Deixemo-nos levar para o que é perfeito” (Hb 6.1). 

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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segunda-feira, 20 de abril de 2020

“Autor e Consumador da Fé”

“Autor e Consumador da Fé”
“Olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hb 12.2).

Nos evangelhos vemos o Senhor Jesus sendo chicoteado, esbofeteado, coroado com espinhos, escarnecido, rejeitado pelos homens, por sua própria nação e, injustamente condenado ao mais desumano e cruel tipo de morte. No entanto, ali estava o eterno Filho de Deus a quem os incontáveis anjos celestiais se deleitavam em louvor. Ele veio a este mundo para glorificar a Deus Pai, viver de maneira imaculada, dar testemunho da verdade e destruir o poder do mal. Ele andou por toda parte fazendo o bem e pregando o evangelho do reino de Deus (Lc 4.40-42).

Certamente ninguém é mais admirável do que o “Filho do Altíssimo Deus”. O seu amor por nós “excede todo entendimento” (Ef 3.19). Não existe amor terreno com o qual possamos compará-lo e nenhum padrão é capaz de avaliá-lo. O seu amor é inigualável!

Jamais esqueçamos que Cristo Jesus sofreu por causa dos nossos pecados. Foi o Justo sofrendo no lugar de injustos (1Pe 3.18). Ele foi traspassado por causa das nossas transgressões. Ele foi ferido por causa das nossas iniquidades (Is 53). Ele foi paciente em todas as provações e suportou todas as aflições. Quando ultrajado, não revidou com ultraje; ao ser caluniado, não rebateu com calúnias; ao ser maltratado, não fez ameaças, mas entregou-se Àquele que julga todas as coisas retamente.

Somos exortados pelo escritor da carta aos Hebreus a “olharmos firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus”. Ele é mais que um exemplo. Ele é o nosso bem mais precioso. Ele é o Autor e Consumador da nossa fé. Ele é o nosso Senhor e Salvador. Ele é Deus, o único digno de toda adoração, honra, glória e louvor.

“Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma” (Hb 12.3).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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terça-feira, 14 de abril de 2020

Conceito Cristão de Liberdade

Conceito Cristão de Liberdade
“Para a liberdade foi que Cristo nos libertou” (Gl 5.1).

O homem em seu estado natural é livre? O cristão é livre? A noção que muitos apresentam ter de liberdade é, na verdade, o conceito de autonomia e independência absolutas. É estar solto para a realização de todos os desejos.

Após a queda, o homem tornou-se um escravo arrastado pelo curso deste mundo, buscando satisfazer a vontade da carne e dos pensamentos, desconsiderando Deus e sua Lei. Morto em seus delitos e pecados, o homem não consegue cumprir o propósito último de sua existência – que é viver para glória de Deus.

Em sua palavra Deus nos diz: “Para a liberdade foi que Cristo nos libertou”. Ser livre significa não ser dominado pelo mundo, pela carne e pelo diabo. Significa libertação do reino das trevas, dos grilhões de Satanás, e da maldição da Lei. Para o cristão, ser livre não está relacionado ao direito de fazer tudo o que se deseja; mas à capacidade de obedecer a Lei de Deus. Para o cristão, ser livre é poder amar a Deus e ao próximo como a si mesmo.

Quão diferente é o conceito cristão do conceito “mundano” de liberdade. No conceito "mundano”, liberdade é isenção de controle, de restrição e de responsabilidade; é viver sem qualquer interferência ou limite. No conceito cristão, liberdade é viver para a glória de Deus.

“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22.37-39).

Deus nos abençoe!

Pr. José Rodrigues Filho

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