"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

“FÉ E OBRAS”

 

“FÉ E OBRAS”

“Pela misericórdia e pela verdade se faz expiação pelo pecado, e pelo temor do SENHOR os homens se desviam do mal” (Pv 16.6).

A expiação dos nossos pecados vem não por causa da nossa misericórdia e verdade, mas pela misericórdia e verdade de Deus. No entanto, é pelo temor do SENHOR que os homens se desviam do mal. A Reforma Protestante resumiu o ensino bíblico sobre a salvação negando que a fé em Cristo mais o afastamento do mal nos fizesse merecer a salvação. Mas também negou que a verdadeira fé pudesse trazer uma salvação que não provocasse o afastamento do mal.

Os Reformadores sustentaram que somos salvos mediante a fé somente, mas não por uma fé que permanece só. Ou seja, somos salvos pela graça de Deus, mediante a fé em Cristo, independentemente de qualquer bondade encontrada em nós (Ef 2.8,9). Mas a fé genuína sempre resultará em mudança de vida. “A fé nunca deve ser inútil, surda, morta ou decadente. Antes, deve ser uma árvore viva e cheia de frutos. Essa é a diferença entre a fé genuína e a fé falsa. Se existe a fé verdadeira, ela se mostrará na vida da pessoa”, disse Martinho Lutero (1483-1546).

“A fé, assim recebendo e assim repousando em Cristo e sua justiça, é o único instrumento da justificação; ela, contudo, não está sozinha na pessoa justificada, mas é sempre acompanhada de todas as demais graças salvíficas; não é uma fé morta, mas que age através do amor” (CFW - cap. XI, seção II).

Você conhece a misericórdia e a verdade de Deus? Você teme ao SENHOR? Você tem se desviado do mal? A sua profissão de fé produziu verdadeira mudança em sua vida? As pessoas mais próximas a você diriam que você é uma pessoa mansa, humilde, amorosa e bondosa?

“Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8.29).

Pr. Timothy Keller

*Devocionais em Provérbios, Edições Vida Nova.

*Visite a Igreja Presbiteriana Silva Jardim - Curitiba/PR.
Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário.
(41)3242-1115

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

“DESCANSANDO NO SENHOR”

 

“DESCANSANDO NO SENHOR”

“O temor do SENHOR conduz à vida; aquele que o tem ficará satisfeito, e mal nenhum o atingirá” (Pv 19.23).

Aquele que teme a Deus descobre que Ele satisfaz. A segunda parte do versículo literalmente diz que ele “passa a noite” satisfeito, denotando que Deus é como um refúgio para aquele atingido por uma tempestade.

Como é possível viver sem ser tocado pelos problemas? A passagem acima não garante que não teremos problemas; diz apenas que eles não vão abalar nosso contentamento. Os problemas podem nos tirar qualquer coisa, exceto Deus. Portanto, se Deus é para nós uma segurança mais profunda e uma esperança mais poderosa do que qualquer outra coisa no mundo, não tememos os problemas. Confiar em Deus no momento de aflição é uma habilidade espiritual que só pode ser aprendida na adversidade. As dificuldades tiram de nós o conforto terreno e, portanto, por meio da oração e da reflexão na Palavra, somos levados para mais perto de Deus, para obter suas consolações únicas. O processo é longo e muitas vezes doloroso, mas o fruto é um equilíbrio espiritual que nenhum problema pode tirar de nós. O Senhor Jesus promete isso a todos os seus discípulos (Mt 11.28-30).

Pense na última vez que você passou por um período muito difícil. Essa experiência fortaleceu ou enfraqueceu sua intimidade com Deus? Você agora está mais preparado para enfrentar os problemas?

Oh, Deus! Eu sei que o coração do homem vive inquieto até encontrar descanso em ti. Confesso sinceramente que, embora saiba disso e creia em ti, sinto-me muitas vezes insatisfeito. Que os teus atributos – amor, paciência, poder, justiça, misericórdia – não sejam abstrações, mas consolações para mim. Pelo teu Espírito, torna-te real para o meu coração. Rogo-te em nome de Jesus. Amém!

Pr. Timothy Keller

*Devocionais em Provérbios, Edições Vida Nova.

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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

“LOUVADO SEJA DEUS”


“LOUVADO SEJA DEUS”

E nós temos visto e testemunhamos que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo” (1Jo 4.14).

É um doce pensamento saber que Cristo Jesus não veio sem a permissão, autoridade, consentimento e assistência de Deus Pai. O nosso Senhor foi enviado do Pai como o Salvador do mundo (1Jo 4.14; Jo 3.16).

Somos propensos a esquecer que, embora haja distinções entre as pessoas da Trindade, não há distinções de honra. Frequentemente atribuímos a honra de nossa salvação ou, pelo menos, a profundidade de sua benevolência, mais a Jesus Cristo do que ao Pai. Esse é um erro muito grande. Se Jesus veio? Não foi seu Pai quem o enviou? Se Ele falou maravilhosamente, não foi seu Pai que derramou graça em seus lábios para que pudesse ser um ministro capaz da nova aliança? “O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor” (Lc 4.18,19; Is 61.2,2)

Aquele que conhece o Pai, o Filho e o Espírito Santo como deve, nunca coloca um antes do outro em seu amor; ele os vê em Belém, no Getsêmani e no Calvário, todos igualmente envolvidos na obra da salvação.

Você colocou sua confiança em Cristo Jesus? Porventura colocou sua dependência unicamente nele? E você está unido a Ele? Então creia que é unido ao Deus do céu. Como o Homem Cristo Jesus é seu irmão e com você mantém uma comunhão íntima, então está ligado ao Deus Eterno,.Ele é seu Pai e amigo.

Você alguma vez já considerou a profundidade do amor no coração de Deus, quando preparou seu Filho para o grande empreendimento da misericórdia? Se não, que essa seja a sua meditação constante. O Pai o enviou! Contemple esse assunto. Pense como Jesus opera as vontades do Pai. Nas feridas do Salvador morrendo, veja o amor do grande Eu Sou. Deixe que cada pensamento sobre Jesus esteja também ligado com o Eterno, sempre “bendito Deus e Pai do nosso Senhor Jesus Cristo” (Ef 1.3).

Aleluia!

Charles Haddon Spurgeon (1834-1892).

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

“SENHOR, JUSTIÇA NOSSA”


“SENHOR, JUSTIÇA NOSSA”

“Nos seus dias, Judá será salvo, e Israel habitará seguro; será este o seu nome, com que será chamado: SENHOR, Justiça Nossa” (Jr 23.6).

Sempre dará ao cristão a maior calma, tranquilidade, conforto e paz, pensar na justiça perfeita de Cristo. Quantas vezes os santos de Deus estão abatidos e tristes! Não acho que deveriam ficar. Não acho que ficariam se pudessem constantemente contemplar sua perfeição em Cristo.

Há alguns que estão sempre falando sobre corrupção, depravação do coração e maldade inata da alma. Isso é verdade, mas por que não ir um pouco além, e lembrar-se de que nós somos “perfeitos em Cristo Jesus”? Não é de espantar que aqueles que estão vivendo de sua própria corrupção devam sustentar olhares tão abatidos; mas certamente se nos lembrarmos que “Cristo se tornou para nós justiça”, teremos bom ânimo. Apesar das angústias que me afligem, apesar dos ataques de Satanás e embora possa haver muitas coisas a serem vivenciadas antes de eu chegar ao céu, todas essas coisas são feitas para mim e estão incluídas na aliança da divina graça; não há nenhuma falta de provisão em meu Senhor, Cristo fez tudo. Na cruz Ele disse: “Está consumado!”, e se está consumado, então estou completo nele, e posso me regozijar com alegria indescritível e cheia de glória. “Não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que é mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus, baseada na fé” (Fp 3.9).

Quando o cristão diz: “Vivo só em Cristo; descanso nele apenas pela salvação, e creio que, apesar de não merecer, ainda sou salvo em Jesus”, então esse pensamento se eleva como motivo de gratidão: “Não deverei viver para Cristo? Não deverei amá-lo e servi-lo, vendo que sou salvo por seus méritos?” “O amor de Cristo nos constrange [...] para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou” (2Co 5.14,15).

“Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que levantarei a Davi um Renovo justo; e, rei que é, reinará, e agirá sabiamente, e executará o juízo e a justiça na terra” (Jr 23.5).

Aleluia!

C.H.Spurgeon (1834-1892).

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terça-feira, 19 de janeiro de 2021

“Olhei, e eis o Cordeiro!”


“Olhei, e eis o Cordeiro!”

“Olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o monte Sião...” (Ap 14.1).

O apóstolo João teve o privilégio de olhar dos portões do céu e, ao descrever o que viu, começou dizendo: “Olhei, e eis o Cordeiro!” Isso nos ensina que o objeto principal de contemplação no estado celeste é “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Nada atraiu tanto a atenção do apóstolo que a pessoa daquele Ser Divino, que nos redimiu com o Seu sangue. Ele é o tema dos cânticos de todos os espíritos glorificados e dos santos anjos.

“Os vinte e quatro anciãos prostrar-se-ão diante daquele que se encontra sentado no trono, adorarão o que vive pelos séculos dos séculos e depositarão as suas coroas diante do trono, proclamando: Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas” (Ap 4.10,11).

“Depois destas coisas, ouvi no céu uma como grande voz de numerosa multidão, dizendo: Aleluia! A salvação, e a glória, e o poder são do nosso Deus, porquanto verdadeiros e justos são os seus juízos” [...] “Os vinte e quatro anciãos e os quatro seres viventes prostraram-se e adoraram a Deus, que se acha sentado no trono, dizendo: Amém! Aleluia!” (Ap 19.1-4).

Cristão, eis a sua alegria; você olhou e viu o Cordeiro. Por entre as suas lágrimas, seus olhos viram o Cordeiro de Deus tirando os seus pecados. Regozije-se então. Mais um pouco, quando seus olhos estiverem enxutos de toda lágrima, verá o mesmo Cordeiro exaltado em Seu trono. Essa é a alegria de seu coração ao manter comunhão diária com o Senhor Jesus; você terá a mesma alegria num grau mais elevado no céu, pois desfrutará da visão constante de Sua presença; você irá morar com Ele para sempre.

Aleluia!

Charles Haddon Spurgeon (1834-1892).

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

“Poderoso para Salvar”


“Poderoso para Salvar”

Quem é este que vem de Edom, de Bozra, com vestes de vivas cores, que é glorioso em sua vestidura, que marcha na plenitude da sua força? Sou eu que falo em justiça, poderoso para salvar” (Is 63.1).

Entendemos as palavras “para salvar” como toda a grande obra da salvação, desde o primeiro desejo santo até a santificação completa. Na verdade, aqui está toda a misericórdia em palavras. Cristo não apenas é “poderoso para salvar” aqueles que se arrependem, mas também é capaz de fazer os homens se arrependerem. Ele levará os que creem para o céu; mas Ele é, além disso, poderoso para dar um novo coração aos homens, e operar a fé neles. Ele é poderoso para fazer o homem que detesta a santidade, amá-la, e compelir aquele que despreza o Seu nome, a ajoelhar-se diante dEle. Não, esse não é todo o sentido, pois o poder divino é igualmente visto no após. A vida do cristão é uma série de milagres feitos pelo “Poderoso Deus”. Ele é poderoso para manter Seu povo santo e preservá-lo em Seu temor e amor até consumar sua existência espiritual no céu. O poder de Cristo não está em converter um cristão e, então, deixá-lo para que se transforme sozinho; mas aquele que começa a boa obra, a leva adiante; Ele que sopra o fôlego de vida numa alma morta, prolonga a existência divina e a fortalece até que rompa todo e qualquer vínculo com o pecado, e a alma deixa a Terra, aperfeiçoada em glória.

“Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência” (Ef 2.1,2).

“Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Fp 1.6).

Cristão, isso é encorajamento. Você está orando por algum amado? Ah, não desista de suas orações, pois Cristo é “poderoso para salvar”.

Amém! 

Charles Haddon Spurgeon (1834-1892).

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segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

“Perseverai na Oração”


“Perseverai na Oração”

“Perseverai na oração, vigiando com ações de graças” (Cl 4.2).

É interessante observar como é grande a parte das Escrituras Sagradas que fala da oração, seja fornecendo exemplos, reforçando preceitos ou anunciando promessas.

Ao abrirmos a Bíblia, lemos o seguinte: “Daí se começou a invocar o nome do SENHOR” (Gn 4.26), e quando estamos prestes a fechar o livro, o “Amém” de uma fervorosa súplica chega aos nossos ouvidos (Ap 22.20). Os casos são abundantes. Encontramos Jacó em conflito, Daniel que orava três vezes ao dia, e Davi que, do fundo do seu coração, clamava por seu Deus. Na montanha vemos Elias; na masmorra, Paulo e Silas. Temos um volume considerável de mandamentos e uma infinidade de promessas. O que isto nos ensina além da sagrada importância e necessidade da oração?

Podemos ter certeza de que tudo o que Deus fez se destacar em Sua Palavra, Ele pretende que seja visível em nossa vida. Se o Senhor falou tanto sobre a oração, é porque sabe o quanto carecemos dela. Nossa necessidade é tão profunda que, até chegarmos ao céu, não devemos parar de orar. Você não precisa de nada? Então, temo que não tenha consciência de sua pobreza. Não há alguma misericórdia a pedir a Deus? Então, que a misericórdia do Senhor mostre a você a sua miséria! Uma alma sem oração é uma alma sem Cristo. A oração é o balbuciar de pequeninos e crianças, o grito do lutador, o gemido do santo morrendo em Jesus. É a palavra de ordem, o conforto, a força e a honra do cristão.

Se você é um filho de Deus, irá procurar a face do Pai e viver em santa devoção. Ore para que este ano você seja santo, humilde, zeloso e paciente; tenha uma comunhão íntima e direta com Cristo e que participe com mais frequência do banquete de Seu amor. Ore para ser um exemplo e uma bênção aos outros, e para que possa viver mais para a glória de seu Senhor e Salvador.

Amém!

Charles Haddon Spurgeon (1834-1892).

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sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

“Contando os nossos Dias”


“Contando os nossos Dias”

“Ensina-nos a contar os nossos dias para que o nosso coração alcance sabedoria” (Sl 90.12).

Até compreender quão séria e urgentemente Moisés orou nessa passagem, eu não entendia que nós devemos pedir a Deus que nos ensine a contar os nossos dias. Eu pensava que todos tinham tanto medo da morte quanto eu. Contudo, de 10 mil pessoas, somente dez devem pensar que contar os dias é importante. O restante das pessoas vive como se Deus não existisse e a morte não acontecesse.

Mas essa não é a pior parte. Algumas pessoas que estão prestes a morrer acreditam que continuarão vivendo. Outras, oprimidas pela miséria, sonham com a felicidade. Outras ainda, que estão em perigo extremo, pensam estupidamente estar em total segurança. A ilusão delas é a parte mais triste de tudo.

Assim, Moisés adequadamente nos ensina que devemos contar os nossos dias. Não devemos perguntar a Deus quanto tempo exatamente ainda nos resta. Em vez disso, devemos orar para que possamos tomar consciência de quão miserável e curta é a nossa vida. A morte e a ira eterna de Deus nos ameaçam a todo segundo.

Às vezes encontramos pessoas realmente preocupadas com a brevidade da vida. Elas estão ocupadas com pensamentos sobre sua morte iminente, mesmo não tendo orado para ter esse conhecimento.  Mas a maioria das pessoas não está ciente de que seus dias são numerados. Elas vivem como se o presente durasse para sempre. De tal modo, para a maioria de nós, orar da maneira como Moisés sugere nessa passagem é imprescindível.

“Ensina-nos a contar os nossos dias para que o nosso coração alcance sabedoria” (Sl 90.12).

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar e tempo de edificar; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de prantear e tempo de saltar de alegria; tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar; tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de deitar fora; tempo de rasgar e tempo de coser; tempo de estar calado e tempo de falar; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz” (Ec 3.1-8).

Feliz no Novo!

Martinho Lutero (1483-1545).

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quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

“Vamos hoje a Belém”


“Vamos hoje a Belém”

“...eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel” (Is 7.14).

Vamos hoje a Belém e, na companhia de pastores viajantes e magos adoradores, vejamos aquele que nasceu Rei dos Judeus, pois nós, por fé, podemos reivindicar nossa participação e cantar: “Um menino nos nasceu, um filho se nos deu”.

Jesus é o Filho de Deus encarnado, nosso Senhor e nosso Deus e, contudo, nosso irmão e amigo; adoremos e admiremos. Notemos já no primeiro olhar Sua concepção miraculosa. Foi algo de que não se ouvira antes, incomparável até então: uma virgem conceber e gestar um Filho. A primeira promessa prosseguiu da seguinte maneira: “A semente da mulher”, não a descendência de homem. Considerando que a mulher temerária abriu o caminho para o pecado que desencadeou a perda do Paraíso, ela, e somente ela, anuncia o Recuperador do Paraíso. Nosso Salvador, ainda que verdadeiramente homem, era, em Sua natureza humana, o Santo de Deus. Curvemo-nos com reverência diante do santo Filho cuja inocência restaura à humanidade sua gloria antiga, e oremos para que Ele seja formado em nós, a esperança da glória. Perceba Sua ancestralidade humilde. Sua mãe descrita simplesmente como “uma virgem”, não uma princesa ou profetiza, nem uma matrona de condição abastada. É verdade que o sangue de reis corria em suas veias e sua mente não era fraca nem inculta, pois cantou a mais doce canção de louvor, mas, ainda assim, que posição humilde, quão pobre o homem com quem noivou e quão miserável a acomodação proporcionada ao Rei recém-nascido!

Emanuel, Deus conosco em nossa natureza, em nossa tristeza, em nossa obra de vida, em nossa punição, em nossa sepultura e agora conosco ou, antes, nós com Ele, em ressurreição, ascensão, triunfo e esplendor da segunda vinda.

Aleluia!

Charles Haddon Spurgeon (1834-1892).

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sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

“FELIZ NATAL!”


“FELIZ NATAL!”

“Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles” (Mt 1.21).

O nome Jesus significa Salvador. Ele veio salvar o seu povo dos pecados deles. Ele veio para nos dar vida e vida em abundância. “Vinde, cantemos ao SENHOR, com júbilo, celebremos o Rochedo da nossa salvação” (Sl 95.1).

O ofício especial de Jesus Cristo é salvar. Este é o verdadeiro sentido do Natal. O Senhor Jesus nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino de luz. Ele nos livrou das terríveis consequências do pecado, cujo salário é a morte, garantindo-nos um ressurreto e incorruptível corpo no glorioso Dia do Senhor (1Co 15).

O povo de Deus tem essa “herança incorrutível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros que sois guardados pelo poder de Deus, mediante a fé, para a salvação preparada para revelar-se no último tempo. Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações, para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo” (1Pe 1.4-7).

Grande é a salvação dos eleitos de Deus. O Filho da bem-aventurada virgem Maria é verdadeiramente Filho de Deus e Filho do Homem. “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Is 9.6).

Celebremos o Rochedo da nossa salvação. “Nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor”. Ele é Deus conosco! “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem” (Lc 2.11,14). 

Feliz Natal!

Pr. José Rodrigues Filho

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