"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

A Importância da Alma

A IMPORTÂNCIA DA ALMA
“Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?
Ou o que dará o homem em troca da sua alma?” (Mt 16.26).

Nunca esqueça que nada é tão importante quanto sua alma. Sua alma é eterna; viverá para sempre. O mundo e tudo o que ele contém há de passar; embora firme, sólido, belo e bem ordenado como é, o mundo terá o seu fim (2Pe 3.10). O mesmo nunca será dito em relação à sua alma. Eu lhe peço, procure compreender que a sua alma é o que há de mais importante. É a parte da sua vida que deve sempre ser considerada em primeiro lugar. Nenhum lugar ou emprego será bom, se lhe trouxer prejuízo para a alma. Não merece a sua confiança qualquer amigo ou companheiro que considera uma coisa sem importância a preocupação que você tem com a sua alma. O homem que causa danos ao seu corpo, aos seus bens e à sua reputação traz prejuízos apenas temporários. O verdadeiro inimigo é o que procura sempre prejudicar a sua alma. Por que você veio a este mundo? Não foi meramente para comer, beber e satisfazer os desejos da carne. Não foi simplesmente para vestir o corpo e seguir suas paixões, aonde quer que elas o conduzam; ou apenas para trabalhar, dormir, rir, falar, alegrar-se e pensar em mais nada além do momento presente. Não! Você veio por causa de um propósito melhor e mais elevado; foi colocado aqui para ser treinado para a eternidade. Lembre-se, Deus não faz acepção de pessoas. Ele não observa a vestimenta, o dinheiro, a classe social ou posição do homem. “O SENHOR não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o SENHOR, o coração” (1Sm 16.7). O mais pobre entre os santos, que tenha morrido em um lugar humilde, é mais nobre à vista de Deus do que o pecador mais rico, que tenha morrido em um palácio. Deus não olha para as riquezas, diplomas, erudição, beleza ou coisas semelhantes a essas. Há, porém, uma coisa para a qual Ele olha: para a alma imortal. Ele avalia todos os homens por uma mesma norma, uma mesma medida, um mesmo teste e um mesmo critério, a saber, a condição de suas almas. Acredite, rapidamente se aproxima o dia em que a alma será a única preocupação do homem, e a questão de real importância será esta: “A minha alma está perdida ou está salva?”. Medita estas coisas!

Extraído do livro “Uma Palavra aos Moços” – J.C.Ryle (1816-1900) – Editora Fiel.

*Visite a Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
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(41) 3023-5896

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

O Mistério da Providência

O MISTÉRIO DA PROVIDÊNCIA
“No dia da prosperidade, goza do bem; mas, no dia da adversidade, considera em que Deus fez tanto este como aquele, para que o homem nada descubra do que há de vir depois dele” (Ec 7.14).

Despertem seus corações para entender os diferentes caminhos das várias providências de Deus (Ec 7.14). Há dois tipos de consolo – o natural e o espiritual. Há um momento em que os cristãos podem desfrutar de ambos, e há um momento quando o consolo natural não pode ser gozado. Mas não há momento algum no qual a alegria espiritual e o consolo de Deus não possam ser experimentados (Fp 4.4). Mesmo nas piores provações que possam vir ao cristão, nós podemos fazer as seguintes perguntas: 1) Por que essas provações nos fazem esquecer do nosso consolo em Deus, uma vez que são passageiras e a nossa alegria em Deus é eterna? 
2) Por que deveríamos ficar tristes, já que nosso Deus está conosco nas provações? Uma única palavra, “Ele me invocará, e eu lhe responderei; na sua angústia eu estarei com ele, livrá-lo-ei e o glorificarei” (Sl 91.15), basta para nos sustentar em todas as nossas tribulações. 
3) Por que não deveríamos pensar na nossa alegria em Deus, já que está tão próxima a hora na qual tristezas serão findas, e nós não sofreremos mais? “E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima (Ap 7.17). 
Se, então, puderem manter sua alegria e conforto em Deus em todas as circunstâncias, tomem cuidado para não ter amor excessivo pelas coisas terrenas. Pensem na segunda vinda do Senhor, e as coisas desse mundo lhe parecerão muito pequenas. Firmem seus corações em coisas eternas e não arrisquem perder o gozo do seu relacionamento com Deus, por causa de alegrias terrenas e passageiras. Se temos muito, ou pouco, das coisas deste mundo, aprendamos a estarmos contentes (Fp 4.6,7). Eu peço aos incrédulos que considerem esses fatos com seriedade. As Escrituras dizem que o inferno é o destino eterno dos ímpios. O fato de ainda estarem vivos, mostra a grande bondade e paciência de Deus para com vocês. Não merecem nenhuma graça, mas a providência prolonga suas vidas. Porventura a pregação do evangelho não significa nada pra vocês, pela qual ainda podem escapar da punição do inferno? O que diriam aqueles que agora estão eternamente perdidos, se pudessem achar-se novamente na mesma situação de vocês? Aos filhos de Deus, eu peço que considerem as misericórdias espirituais e bênçãos que recebem no Senhor Jesus. Uma só dessas bênçãos é suficiente para suavizar todos os seus problemas neste mundo (Ef 1.3). Os problemas que lhes sobrevêm pela providência são necessários para subjugar o pecado que remanesce em vocês. Apesar disso, vocês não acham que ainda têm corações orgulhosos? Entretanto, vejam quão próximos estão do céu. Tenham paciência e tudo estará tão bem com vocês, como seus corações desejam; “...porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm 13.11). Medita nestas coisas!

Extraído do livro “Se Deus quiser – Um Estudo sobre a Providência” – John Flavel (1628-1691). Editora PES.

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

O Novo Homem

O NOVO HOMEM
“E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” 2Co 5.17).

“E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2Co 5.17). Esta nova criação é uma nova capacidade e faculdade criada em nós por Deus no ato da regeneração. É chamada de “novo homem”, porque envolve uma completa e total mudança da alma, de onde procede toda ação espiritual e moral (Ef 4.24). Este “novo homem” é contraposto ao “velho homem”. Este “velho homem” é a nossa natureza humana corrompida que tem a capacidade e a faculdade de produzir pensamentos e atos malignos. O “novo homem” está capacitado e habilitado a produzir atos religiosos, espirituais e morais. Denomina-se de “novo homem” porque é uma nova criação de Deus (Ef 4.24). Este “novo homem” é criado de imediato, num instante. É por isso que a regeneração, que é uma obra para a vida toda, não pode ser uma mera reforma de vida. É a obra de Deus em nós que antecede todas as nossas obras para com Deus. “Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para andássemos nelas” (Ef 2.10). Assim, pois, não podemos produzir boas obras aceitáveis a Deus sem que primeiro Ele produza esta nova criação em nós. A imagem de Deus no primeiro homem não foi uma reforma de vida. Nem foi um padrão de bom proceder. Adão foi criado à imagem de Deus antes que fizesse qualquer boa obra. Esta imagem de Deus era a capacidade e faculdade dada a Adão para viver uma vida tal que manifestasse verdadeiramente o caráter santo e justo de Deus. Tal capacidade e faculdade foi dada a Adão antes mesmo de ele começar a viver para Deus. É verdadeiramente indispensável que o mesmo ocorra também conosco. Primeiro, a imagem de Deus, a qual é o “novo homem”, é novamente criada em nós. Então podemos começar mais uma vez a apresentar em nossas vidas o caráter santo e justo de Deus. Medita nestas coisas!

*Extraído do Livro “O Espírito Santo” – John Owen (1616-1683). Editora Os Puritanos.

Igreja Presbiteriana do Brasil no Champagnat
Rua Desembargador Otávio do Amaral, 885 – Curitiba/PR
(41) 3023-5896
Pastor Efetivo: Rev. Luiz Eduardo Pugsley Ferreira
Pastor Auxiliar: Rev. José Rodrigues de Oliveira Filho 

sábado, 30 de janeiro de 2016

Crescimento Espiritual

CRESCIMENTO ESPIRITUAL
“Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A Ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno” (2Pe 3.18).

Se a salvação é do começo ao fim obra soberana de Deus, portanto nada podemos fazer efetivamente que produza a nossa salvação. Qual então é a utilidade de todos os mandamentos, ameaças, promessas e exortações da Escritura? Nunca devemos olvidar a verdade de que verdadeiramente é Deus que opera em nós todo o bem espiritual. A Bíblia nos ensina que “em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum” (Rm 7.18). Ao dizermos que existe em nós algum bem que não seja obra do Espírito Santo destruímos o evangelho e negamos duplamente que Deus seja o único bem e que somente Ele pode nos tornar bons (2Co 3.5; Jo 15.5; Fp 2.13). Utilizar este argumento como desculpa para não se fazer nada é resistir à vontade de Deus. Deus promete operar em nós aquilo que requer de nós. Há na Escritura muitos exemplos de pessoas que foram ordenadas a fazer aquilo que lhes era impossível. Entretanto, quando se dispuseram a obedecer encontraram o poder curador de Deus habilitando-as a fazer aquilo que anteriormente lhes parecera impossível. Nosso dever é tentar obedecer os mandamentos de Deus, e a Sua obra é nos capacitar a obedecê-los. Portanto, aqueles que cruzam os braços e nada fazem – porque dizem que nada podem fazer até que Deus opere neles a graça – mostram que não possuem qualquer interesse ou preocupação com as coisas de Deus. Embora não possa haver graça no crente senão pelo Espírito Santo, entretanto, crescer em graça, progredir firmemente em santidade e justiça, depende do uso que o crente faz da graça que recebeu. Ser preguiçoso e negligente nas coisas das quais dependem o nosso crescimento espiritual, e que dizem respeito ao bem-estar eterno da alma, sob o pretexto de que sem o Espírito nada podemos fazer, é tanto estúpido quanto irracional, além de perigoso. Medita nestas coisas!

*Extraído do Livro “O Espírito Santo” – John Owen (1616-1683). Editora Os Puritanos.

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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Falsos Profetas

FALSOS PROFETAS
“Dizem continuamente aos que me desprezam: O SENHOR disse: Paz tereis; e a qualquer que anda segundo a dureza do seu coração dizem: Não virá mal sobre vós” (Jr 23.17).

O maior dom concedido aos homens pelo Espírito Santo no Antigo Testamento era o de profecia. Contudo, quantos falsos profetas havia! Alguns deles serviam a outros deuses (1Rs 18.26-29). A mente deles era na verdade possuída pelo diabo, que os capacitava a declarar aquilo que outros homens desconheciam (1Co 10.20; 2Co 4.4). Outros professavam falar em nome e pela inspiração do Espírito do Senhor, o único verdadeiro e santo Deus, mas eram falsos profetas (Jr 28.15; Ez 13.1-10).

Em tempos de perigo e de ameaça de calamidades sempre há os que afirmam ter revelações extraordinárias. O diabo os instiga a encher os homens de falsas esperanças para conservá-los no pecado e em segurança enganosa. Quando então vem o juízo do Senhor, são apanhados de surpresa. Portanto, todo aquele que diz ter revelações extraordinárias, encorajando os homens a se sentirem seguros vivendo pecaminosamente, faz a obra do diabo, pois tudo aquilo que encoraja os homens a se sentirem seguros em seus pecados procede do diabo (Jr 5.30,31; 23.9-32).

No Novo Testamento o evangelho também foi revelado aos apóstolos pelo Espírito. Foi pregado com o seu auxílio e tornado eficaz para a salvação de almas pela sua obra e poder. Na igreja primitiva a pregação do evangelho era acompanhada dos milagres realizados pelos apóstolos. Contudo, o apóstolo Pedro adverte a igreja de que assim como na igreja do Antigo Testamento havia falsos profetas, do mesmo modo existiriam falsos mestres no Novo. “Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si repentina destruição. E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme (2Pe 2.1-3).

Teste os falsos mestres: Não dê crédito a qualquer espírito, porque muitos falsos mestres têm saído pelo mundo fora; prove-os por sua doutrina (1Jo 4.1-3). Não se deixe persuadir pelos extraordinários milagres que possam fazer; fique atento ao que eles ensinam. Proteja-se com o conhecimento verdadeiro da palavra de Deus. “Ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema. Assim, como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes seja anátema” (Gl 1.8,9). Conheço as tuas obras, tanto o teu labor como a tua perseverança, e que não podes suportar homens maus, e que puseste à prova os que a si mesmo se declaram apóstolos e não são, e os achaste mentirosos (Ap 2.2). Deus nos abençoe!

*Extraído do Livro “O Espírito Santo” – John Owen (1616-1683). Editora Os Puritanos.

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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Blasfêmia Contra o Espírito Santo

BLASFÊMIA CONTRA
O ESPÍRITO SANTO
“Aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu de pecado eterno” (Mc 3.29).

Ao planejar a grande obra de salvar pecadores, Deus proporcionou duas dádivas: o Seu Filho, e o Seu Espírito. De fato, todas as pessoas da trindade estavam envolvidas nessa tão grande salvação. O amor, a graça e a sabedoria do Pai a planejou; o amor, a graça e a humildade do Filho a adquiriu; o amor, a graça e o poder do Espírito Santo capacitou pecadores a crer e a recebê-la. É com vistas à grandiosidade desta obra que a Escritura nos adverte de que o único pecado que não pode ser perdoado é a blasfêmia contra o Espírito Santo. “Em verdade vos digo que tudo será perdoado aos filhos dos homens: os pecados e as blasfêmias que proferirem. Mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é pecado eterno” (Mc 3.28,29; Mt 12.31,32). Uma vez que o ministério do Espírito Santo é levar pecadores a crerem no sangue de Cristo para remissão dos pecados, se no realizar desta obra Ele for desprezado, rejeitado e sofrer blasfêmia, não poderá haver, portanto, perdão de pecados e salvação. Deus não tem outro Filho a oferecer como outro sacrifício pelo pecado. Aqueles que desprezam o sacrifício de Cristo não têm outro sacrifício ao qual recorrer (Hb 10.27,29; 1Jo 5.16). Da mesma maneira, não tem Deus um outro Espírito que nos habilite a receber tal sacrifício e ser salvo. Assim, a quem despreza e rejeita o Espírito Santo não é concedido outro Espírito que o capacite a receber a Cristo e ser salvo. É vital, portanto, que se aprenda a respeito do Espírito Santo e da Sua obra. Ao longo da história muitos têm feito falsas alegações em nome do Espírito Santo. Como em Seu santo nome muitos erros foram ensinados e coisas malignas perpetradas, é de grande importância conhecer a verdade a Seu respeito e a respeito do que veio realizar. Não há nada mais infame do que parecer ser de Deus, sem de fato o ser. Medita nestas coisas!

*O Espírito Santo – John Owen (1616-1683). Editora Os Puritanos

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

O Espírito Santo

O ESPÍRITO SANTO
“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja pra sempre convosco” (Jo 14.16).

A primeira grande verdade sobre a obra de salvação é que Deus nos enviou o Seu Filho Jesus Cristo para tomar sobre Si a nossa natureza e nela sofrer por nós. A segunda grande verdade é que Deus deu o Seu Espírito para trazer pecadores à fé em Cristo e serem salvos. Quando o Senhor Jesus estava prestes a deixar este mundo, prometeu que enviaria o Seu Espírito para permanecer com os seus discípulos (Jo 14.16-18, 25-27; 15.26; 16.5-15). Conquanto tenha sido um grande privilégio conhecer a Cristo quando viveu na terra, privilégio muito maior será conhecê-Lo pela revelação do Espírito Santo ao nosso coração (2Co 5.16). Uma das grandes obras do Espírito Santo é convencer pecadores de que o evangelho que lhes é pregado é verdadeiro e vindo de Deus. Outra grande obra que realiza é a de santificar os que creem no evangelho (2Co 3.18). Se o Espírito Santo não operar junto com a palavra de Deus esta se torna letra morta. “Quanto a mim, esta é minha aliança com eles, diz o SENHOR: o meu Espírito, que está sobre ti, e as minhas palavras, que pus na tua boca, não se apartarão dela, nem da dos teus filhos, nem da dos filhos de teus filhos, não se apartarão desde agora e para sempre, diz o SENHOR” (Is 59.21). Precisamos entender, portanto, que todo bem resultante da salvação nos é revelado e dado pelo Espírito Santo. Também precisamos compreender que tudo o que em nós se opera, e tudo aquilo a que somos capacitados fazer, que seja santo e agradável a Deus, resulta da operação do Espírito Santo em nós e conosco. Sem Ele nada podemos fazer. Pelo Espírito Santo somos novamente nascidos, santificados e capacitados a agradar a Deus em toda boa obra. Amém!

*Extraído do Livro “O Espírito Santo” – John Owen (1616-1683). Editora Os Puritanos.

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sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Férias de Dezembro/2015

04 dias de férias em Belém/PA e 09 dias em Bragança/PA, minha cidade natal.
Foi muito bom rever meus irmãos e os amigos de infância.
Foram dias maravilhosos! Feliz 2016!!!




                         

                                                                                               


sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

O Casal Cristão

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00
Culto de Oração: Quartas-Feiras às 20h00

O CASAL CRISTÃO
“Maridos, amai a vossa mulher, como também Cristo amou a igreja” (Efésios 5.25).

“As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo. Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido. Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água, pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito. Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama. Porque ninguém jamais odiou a própria carne; antes, a alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz a igreja; porque somos membros do seu corpo. Eis porque deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, e se tornarão os dois uma só carne. Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja. Não obstante, vós, cada um de per si também ame a própria esposa como a si mesmo, e a esposa respeite ao marido” (Efésios 5.22-33). Amém!

Rev. José Rodrigues de Oliveira Filho

Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

A Autoridade do Pregador

Igreja Presbiteriana Betel
Cultos: Domingos às 09h30 e 19h00

A AUTORIDADE DO PREGADOR
“Ele as ensinava como quem tem autoridade” (Mt 7.29).  

Amados irmãos, o nosso Senhor Jesus ensinava e pregava como quem tem autoridade (Mt 7.29). Ele anunciava que os mandamentos de Deus não são sugestões, são ordenanças. O Senhor Jesus não esperava que os Seus ouvintes validassem a Sua mensagem ou autoridade. Em Sua fala, Ele dizia: “Em verdade, em verdade vos digo” (Jo 5.19). “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo” (Mt 5.21). Assim deve ser o pregador do evangelho, ele deve pregar como quem tem autoridade. “Dize estas coisas; exorta e repreende também com toda autoridade” (Tt 2.15). “Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino: prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda longanimidade e doutrina. Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade” (2Tm 4.1-4). Devemos pregar de tal forma que ninguém, após ouvir o sermão, saia do local de culto sem um sentimento verdadeiro de que há algo em suas vidas precisando de transformação. A autoridade de Cristo é inerente; o Autor tem a autoridade. Pastores não têm autoridade inerente; é tudo derivada. O pregador não pode imitar a autoridade de Cristo, mas pode imitar Seu zelo e ousadia. O pregador que tem como objetivo ser agradável torna-se inimigo dessa autoridade, porque quando ele faz concessões e usa palavras escolhidas como se fossem suaves canções, fica impossibilitado de não trair a verdade. Medita nestas coisas!

Rev. José Oliveira Filho

Rua Nelson Ferreira da Luz, 261 – C. Comprido – Curitiba,PR  -  Cep: 81220-130