"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

PLAYLIST - LOUVOR & ADORAÇÃO

PLAYLIST - LOUVOR & ADORAÇÃO

“Bendirei o SENHOR em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios. Gloriar-se-á no SENHOR a minha alma; os humildes o ouvirão e se alegrarão” (Sl 34:1,2).

Deus nos abençoe!

LOUVOR: SOMENTE EM DEUS

LOUVOR: SOMENTE EM DEUS

“Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa; dele vem a minha salvação. Só ele é a minha rocha, e a minha salvação, e o meu alto refúgio; não serei muito abalado” (Sl 62:1,2).

Salmo 62:1,2,5,6,8

Deus nos abençoe!


LOUVOR: SÓ TU ÉS DEUS

LOUVOR: SÓ TU ÉS DEUS

“Pois tu és grande e operas maravilhas; só tu és Deus” (Sl 86:10).

Salmo 86:6,7,10,11,12

Deus nos abençoe!

LOUVOR: PERTO ESTÁ O SENHOR

LOUVOR: PERTO ESTÁ O SENHOR

“Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido” (Sl 34:18).


Salmo 34:11,14,15,18,22

Deus nos abençoe!


LOUVOR: OS OLHOS DO SENHOR

LOUVOR: OS OLHOS DE SENHOR

“Eis que os olhos do SENHOR estão sobre os que o temem, sobre os que esperam na sua misericórdia” (Sl 33:18).


Salmo 33:18-22

Deus nos abençoe!

LOUVOR: SARA-ME, SENHOR

LOUVOR: SARA-ME, SENHOR

“SENHOR, não me repreendas na tua ira, nem me castigues no teu furor. Tem compaixão de mim, SENHOR, porque eu me sinto debilitado; sara-me, SENHOR, porque os meus ossos estão abalados” (Sl 6:1,2).


Salmo 6:1-4

Deus nos abençoe!


“NÃO DEIXEMOS DE CONGREGAR-NOS”


“NÃO DEIXEMOS DE CONGREGAR-NOS”

“Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima” (Hb 10.25).

O apóstolo reforça sua exposição com o que se segue imediatamente, dizendo: Não deixemos de congregar-nos. Isso significa uma adição, portanto, equivale a uma congregação que cresce através de novas adições. Ao derrubar a barreira [Ef 2.14], Deus adicionou a seus filhos aqueles que haviam sido estranhos à Igreja. E assim, os gentios passaram a ser uma nova e inusitada adição à Igreja. Os judeus tomavam tal coisa como um insulto a eles dirigido, e por isso muitos se separavam da Igreja, imaginando que tal coisa os munia de um pretexto justo para que fugissem de tal mescla. Não é coisa fácil persuadi-los a cederem seus direitos. Criam que o direito de adoção era particular e exclusivamente deles. O apóstolo, pois, os admoesta a não permitirem que essa igualdade os incitasse a abandonarem a Igreja; e para que não concluíssem que os exortava em vão, lembra-os de que tal atitude era comum a muitos.

Podemos agora apreender o propósito do apóstolo e a necessidade que o impelia a elaborar tal exortação, e ao mesmo tempo propicia-se-nos inferir daqui uma doutrina geral. Eis aqui uma enfermidade que assola toda a raça humana, ou seja: todos preferem a si próprios em detrimento de outros, especialmente os que parecem excedê-los em algum aspecto, e de alguma forma não permitem facilmente que seus inferiores lhes sejam iguais. Há tanta intolerância em quase todos esses indivíduos que, estando em seu poder, de bom grado fariam para si suas próprias igrejas, porquanto se torna difícil acomodarem-se aos modos das demais pessoas. Os ricos invejam uns aos outros, e raramente se encontra um entre cem que acredite que os pobres são dignos de ser chamados e incluídos entre seus irmãos. A menos que haja similaridade em nossos hábitos, ou alguns atrativos pessoais, ou vantagens que nos unam, será muitíssimo difícil manter uma perene comunhão entre nós. Essa advertência, pois, se torna mais que necessária a todos nós, a fim de sermos encorajados a amar, antes que odiar, e não nos separarmos daqueles a quem Deus uniu. Torna-se-nos urgente que abracemos com fraternal benevolência àqueles que são ligados por uma fé comum. É indubitável que a nós compete cultivar a unidade da forma a mais séria, porque Satanás está bem alerta, seja para arrebatar-nos da Igreja ou desacostumar-nos dela de maneira furtiva. Essa unidade será um fato, caso ninguém procure agradar a si próprio mais do que lhe é direito; ao contrário disso, se todos tivermos um só e o mesmo alvo, a saber: estimularmo-nos uns aos outros ao amor, não permitiremos que a emulação floresça, exceto no campo das boas obras. Certamente que o menosprezo direcionado a alguns irmãos, a intolerância, a inveja, a supervalorização de nós mesmos, bem como outros impulsos nocivos, claramente demonstram, ou que o nosso amor é gélido ou que realmente não existe.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

*Visite a Igreja Presbiteriana do Brasil - Curitiba/PR.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

“CONSIDEREMO-NOS TAMBÉM UNS AOS OUTROS”


“CONSIDEREMO-NOS TAMBÉM UNS AOS OUTROS”

“Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (Hb 10.24).

Estou plenamente certo de que essa exortação é dirigida particularmente aos judeus. A extensão do orgulho daquele povo é notória. Uma vez que eram filhos de Abraão, vangloriavam-se de que, mediante a exclusão de todos os demais, foram os únicos escolhidos pelo Senhor para participarem do pacto da vida eterna. Sentiam-se demasiadamente ensoberbecidos por esse privilégio, e assim desprezavam todos os demais povos, tendo-se habituado a incluir somente a si mesmos na igreja de Deus. Arrogavam só para si, com a mais intensa soberba, o título de Igreja. Foi as duras penas que o apóstolo tentou corrigir esse orgulho, e, em minha opinião, é precisamente o que ele está tentando fazer agora, visando a que os judeus não se indispusessem com a presença dos gentios, os quais se achavam unidos a eles no mesmo corpo da Igreja.

Antes de tudo, diz ele: Consideremo-nos uns aos outros, porquanto Deus estava, então, reunindo a Igreja, composta de gentios e judeus, havendo sempre entre eles acirrada divisão, de tal forma que essa união era como a mistura de fogo e água. Diante de tal fato os judeus recuavam, porquanto entendiam que lhes seria humilhante colocar-se em pé de igualdade com os gentios. Em contraste com esse ânimo de vergonhosa emulação que os aguilhoava, o apóstolo sugere outra contraposição, a saber: o amor. Para que os judeus não fossem dominados pela inveja e conduzidos à contenda, ele os estimula ao exercício do amor recíproco.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

*Visite a Igreja Presbiteriana do Brasil - Curitiba/PR.

“QUEM FEZ A PROMESSA É FIEL”


“QUEM FEZ A PROMESSA É FIEL”

“Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel” (HB 10.23).

Visto que o autor da carta está aqui a induzir os judeus à perseverança, ele fala de esperança, em vez de falar da fé. Assim como a esperança é filha da fé, ela é também nutrida e sustentada pela fé até ao fim. Além do mais, ela demanda confissão, visto que não há genuína fé a menos que demonstremos diante dos homens. O apóstolo parece estar tocando indiretamente na pretensão daqueles que se mantinham com demasiado escrúpulos em relação aos ritos da lei com o intuito de agradar os de sua própria nação. Portanto os convida não só a crerem com seus corações, mas também a demonstrarem, mediante sua confissão, o quanto era real sua obediência a Cristo.

Devemos atentar cuidadosamente para a cláusula que vem a seguir, a saber: que fiel é aquele que fez a promessa. O apóstolo nos diz antes de tudo que a nossa fé repousa no fundamento de que Deus é verdadeiro. Além do mais, esta verdade se acha contida em sua promessa, porquanto a voz divina tem que soar para que possamos crer. Não é qualquer gênero de voz que é capaz de produzir fé, senão a que repousa sobre uma única promessa. Desta passagem, pois podemos deduzir a relação mútua entre a fé dos homens e a promessa de Deus. Se Deus não prometer, ninguém poderá crer.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

*Visite a Igreja Presbiteriana do Brasil - Curitiba/PR.

domingo, 18 de janeiro de 2026

LOUVOR: A ALEGRIA DA SALVAÇÃO

Música: A Alegria da Salvação
Letra: José Rodrigues Filho
Arranjo: Madson Oliveira / IA

Ao ouvirmos a voz de Deus, aceitamos que não somos o que deveríamos ser.
É Deus nos chamando da morte para a vida, das trevas para a luz.
Esse é o caminho para a vida que glorifica a Deus.
Nesse tempo de tristeza e consciência do nosso estado vil, outro sentimento surge: a alegria da salvação.

Deus nos abençoe!

*Visite a Igreja Presbiteriana do Brasil - Curitiba/PR.