PLAYLIST - LOUVOR
& ADORAÇÃO
“Bendirei o
SENHOR em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios.
Gloriar-se-á no SENHOR a minha alma; os humildes o ouvirão e se alegrarão” (Sl 34:1,2).
PLAYLIST - LOUVOR
& ADORAÇÃO
“Bendirei o
SENHOR em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios.
Gloriar-se-á no SENHOR a minha alma; os humildes o ouvirão e se alegrarão” (Sl 34:1,2).
LOUVOR: SOMENTE EM
DEUS
“Somente em
Deus, ó minha alma, espera silenciosa; dele vem a minha salvação. Só ele é a
minha rocha, e a minha salvação, e o meu alto refúgio; não serei muito abalado”
(Sl 62:1,2).
Salmo 62:1,2,5,6,8
Deus nos abençoe!
LOUVOR: SÓ TU ÉS DEUS
“Pois tu és grande e operas maravilhas; só tu és Deus” (Sl 86:10).
Salmo 86:6,7,10,11,12
Deus nos abençoe!
LOUVOR: PERTO ESTÁ O SENHOR
“Perto está o SENHOR dos que têm o coração
quebrantado e salva os de espírito oprimido” (Sl 34:18).
Deus nos abençoe!
LOUVOR: OS OLHOS DE SENHOR
“Eis que os olhos do SENHOR estão sobre os
que o temem, sobre os que esperam na sua misericórdia” (Sl 33:18).
LOUVOR: SARA-ME, SENHOR
“SENHOR, não me repreendas na tua ira, nem me castigues no teu furor. Tem compaixão de mim, SENHOR, porque eu me sinto debilitado; sara-me, SENHOR, porque os meus ossos estão abalados” (Sl 6:1,2).
Deus nos abençoe!
“Não deixemos de
congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto
mais quanto vedes que o Dia se aproxima” (Hb 10.25).
O apóstolo reforça
sua exposição com o que se segue imediatamente, dizendo: Não deixemos de congregar-nos.
Isso significa uma adição, portanto, equivale a uma congregação que cresce
através de novas adições. Ao derrubar a barreira [Ef 2.14], Deus adicionou a
seus filhos aqueles que haviam sido estranhos à Igreja. E assim, os gentios
passaram a ser uma nova e inusitada adição à Igreja. Os judeus tomavam tal
coisa como um insulto a eles dirigido, e por isso muitos se separavam da Igreja,
imaginando que tal coisa os munia de um pretexto justo para que fugissem de tal
mescla. Não é coisa fácil persuadi-los a cederem seus direitos. Criam que o direito
de adoção era particular e exclusivamente deles. O apóstolo, pois, os admoesta
a não permitirem que essa igualdade os incitasse a abandonarem a Igreja; e para
que não concluíssem que os exortava em vão, lembra-os de que tal atitude era comum
a muitos.
Podemos agora
apreender o propósito do apóstolo e a necessidade que o impelia a elaborar tal
exortação, e ao mesmo tempo propicia-se-nos inferir daqui uma doutrina geral.
Eis aqui uma enfermidade que assola toda a raça humana, ou seja: todos preferem
a si próprios em detrimento de outros, especialmente os que parecem excedê-los
em algum aspecto, e de alguma forma não permitem facilmente que seus inferiores
lhes sejam iguais. Há tanta intolerância em quase todos esses indivíduos que,
estando em seu poder, de bom grado fariam para si suas próprias igrejas,
porquanto se torna difícil acomodarem-se aos modos das demais pessoas. Os ricos
invejam uns aos outros, e raramente se encontra um entre cem que acredite que
os pobres são dignos de ser chamados e incluídos entre seus irmãos. A menos que
haja similaridade em nossos hábitos, ou alguns atrativos pessoais, ou vantagens
que nos unam, será muitíssimo difícil manter uma perene comunhão entre nós.
Essa advertência, pois, se torna mais que necessária a todos nós, a fim de
sermos encorajados a amar, antes que odiar, e não nos separarmos daqueles a
quem Deus uniu. Torna-se-nos urgente que abracemos com fraternal benevolência
àqueles que são ligados por uma fé comum. É indubitável que a nós compete
cultivar a unidade da forma a mais séria, porque Satanás está bem alerta, seja
para arrebatar-nos da Igreja ou desacostumar-nos dela de maneira furtiva. Essa
unidade será um fato, caso ninguém procure agradar a si próprio mais do que lhe
é direito; ao contrário disso, se todos tivermos um só e o mesmo alvo, a saber:
estimularmo-nos uns aos outros ao amor, não permitiremos que a emulação
floresça, exceto no campo das boas obras. Certamente que o menosprezo
direcionado a alguns irmãos, a intolerância, a inveja, a supervalorização de nós
mesmos, bem como outros impulsos nocivos, claramente demonstram, ou que o nosso
amor é gélido ou que realmente não existe.
Deus nos
abençoe!
João Calvino (1509-1564).
*Visite a Igreja Presbiteriana do Brasil - Curitiba/PR.
“Consideremo-nos
também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (Hb 10.24).
Estou plenamente
certo de que essa exortação é dirigida particularmente aos judeus. A extensão
do orgulho daquele povo é notória. Uma vez que eram filhos de Abraão,
vangloriavam-se de que, mediante a exclusão de todos os demais, foram os únicos
escolhidos pelo Senhor para participarem do pacto da vida eterna. Sentiam-se
demasiadamente ensoberbecidos por esse privilégio, e assim desprezavam todos os
demais povos, tendo-se habituado a incluir somente a si mesmos na igreja de
Deus. Arrogavam só para si, com a mais intensa soberba, o título de Igreja. Foi
as duras penas que o apóstolo tentou corrigir esse orgulho, e, em minha opinião,
é precisamente o que ele está tentando fazer agora, visando a que os judeus não
se indispusessem com a presença dos gentios, os quais se achavam unidos a eles
no mesmo corpo da Igreja.
Antes de tudo,
diz ele: Consideremo-nos uns aos outros, porquanto Deus estava, então,
reunindo a Igreja, composta de gentios e judeus, havendo sempre entre eles
acirrada divisão, de tal forma que essa união era como a mistura de fogo e
água. Diante de tal fato os judeus recuavam, porquanto entendiam que lhes seria
humilhante colocar-se em pé de igualdade com os gentios. Em contraste com esse ânimo
de vergonhosa emulação que os aguilhoava, o apóstolo sugere outra contraposição,
a saber: o amor. Para que os judeus não fossem dominados pela inveja e conduzidos à contenda,
ele os estimula ao exercício do amor
recíproco.
Deus nos abençoe!
João Calvino (1509-1564).
*Visite a Igreja Presbiteriana do Brasil - Curitiba/PR.
“Guardemos firme
a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel” (HB 10.23).
Visto que o autor
da carta está aqui a induzir os judeus à perseverança, ele fala de esperança, em vez de falar da fé. Assim
como a esperança é filha da fé, ela é também nutrida e sustentada pela fé até
ao fim. Além do mais, ela demanda confissão, visto que não há genuína fé a
menos que demonstremos diante dos homens. O apóstolo parece estar tocando
indiretamente na pretensão daqueles que se mantinham com demasiado escrúpulos em
relação aos ritos da lei com o intuito de agradar os de sua própria nação.
Portanto os convida não só a crerem com seus corações, mas também a
demonstrarem, mediante sua confissão, o quanto era real sua obediência a
Cristo.
Devemos atentar
cuidadosamente para a cláusula que vem a seguir, a saber: que fiel
é aquele que fez a promessa. O apóstolo nos diz antes de tudo que a
nossa fé repousa no fundamento de que Deus é verdadeiro. Além do mais, esta
verdade se acha contida em sua promessa, porquanto a voz divina tem que soar
para que possamos crer. Não é qualquer gênero de voz que é capaz de produzir
fé, senão a que repousa sobre uma única promessa. Desta passagem, pois podemos
deduzir a relação mútua entre a fé dos homens e a promessa de Deus. Se Deus não
prometer, ninguém poderá crer.
Deus nos abençoe!
João Calvino (1509-1564).
*Visite a Igreja Presbiteriana do Brasil - Curitiba/PR.
Música: A Alegria da Salvação
Letra: José Rodrigues Filho
Arranjo: Madson Oliveira / IA
Ao ouvirmos a voz de Deus, aceitamos que não somos o que deveríamos ser.
É Deus nos chamando da morte para a vida, das trevas para a luz.
Esse é o caminho para a vida que glorifica a Deus.
Nesse tempo de tristeza e consciência do nosso estado vil, outro sentimento
surge: a alegria da salvação.
Deus nos abençoe!
*Visite a Igreja Presbiteriana do Brasil - Curitiba/PR.