"SER CRISTÃO É TER MENTE E CORAÇÃO DE CRISTO".



sexta-feira, 18 de agosto de 2023

“CONTINUA NESTES DEVERES”


CONTINUA NESTES DEVERES”

“Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes” (1Tm 4.16).

Não deve causar estranheza que o apóstolo Paulo atribui a Timóteo a obra de salvar a Igreja, porquanto todos os que são conquistados para Deus são salvos, e é por meio da pregação do evangelho que somos unidos a Cristo. E assim, como a infidelidade ou negligência de um pastor é fatal à Igreja, também é justo que sua salvação seja atribuída à sua fidelidade e diligência. É deveras verdade que é unicamente Deus quem salva, e que nem mesmo uma ínfima porção de sua glória é transferida para os homens. Mas a glória de Deus não é de forma alguma ofuscada em usar ele o labor humano para outorgar a salvação. A salvação dos homens é dom de Deus, visto que ela emana exclusivamente dele e é efetuada unicamente por seu poder, de modo que ele é o seu único Autor. Mas esse fato não exclui o ministério humano, tampouco nega que tal ministério possa ser o meio de salvação, porquanto é desse ministério que depende o bem-estar da Igreja (Ef 4.11,12). Esse ministério é por natureza inteiramente obra de Deus, pois é Deus quem modela os homens para que sejam bons pastores e os guia por intermédio de seu Espírito e abençoa o trabalho para que o mesmo não venha a ser infrutífero. Se um bom pastor é nesse sentido a salvação daqueles que o ouvem, que os maus e indiferentes saibam que sua ruína será atribuída aos que têm responsabilidades sobre eles. Pois assim como a salvação de seu rebanho é a coroa do pastor, assim também todos os que perecem serão requeridos das mãos dos pastores displicentes (Ez 33.8).

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

*Visite a Igreja Presbiteriana Silva Jardim - Curitiba(PR).
Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário. 

“TEM CUIDADO DE TI MESMO E DA DOUTRINA”


“TEM CUIDADO DE TI MESMO E DA DOUTRINA”

“Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes” (1Tm 4.16).

Um bom pastor deve ser criterioso acerca de duas coisas: ser diligente em sua doutrinação e conservar sua integridade pessoal. Não basta que ele amolde sua vida de acordo com o que é recomendável e tome cuidado para não dar mau exemplo, se não acrescentar à vida santa uma diligência contínua na doutrinação. E a doutrinação será de pouco valor se não houver uma correspondente retidão e santidade de vida. Por conseguinte, o apostolo Paulo tem sobejas razões para intimar Timóteo a dar atenção tanto à sua pessoa em particular quanto à sua doutrinação para o proveito geral da igreja. Uma vez mais, ele recomenda-lhe constância, para que jamais se prostre exausto, porque muitas coisas sucedem que podem desviar-nos da trajetória retilínea, se não estivermos solidamente firmados para suportá-las.

O zelo dos pastores será profundamente solidificado quando forem informados de que tanto sua própria salvação quanto a de seu povo dependem de uma séria e solícita devoção ao seu ofício. Entretanto, visto que o ensino que contém sólida edificação geralmente não produz exibição bombástica, Paulo adverte a preocupar-se com o que é proveitoso; como se quisesse dizer: “Os homens que buscam glória, então que se alimentem de sua própria ambição e se congratulem com sua própria engenhosidade; tu, porém, contenta-te em devotar-te exclusivamente à salvação de ti mesmo e de teu povo”.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

*Visite a Igreja Presbiteriana Silva Jardim - Curitiba(PR).
Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário. 

quinta-feira, 10 de agosto de 2023

“O AMOR AO DINHEIRO”


“O AMOR AO DINHEIRO”

“Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores” (1Tm 6.10).

Não é preciso ser exageradamente cauteloso em comparar outros vícios com este. É verdade que a ambição e o orgulho às vezes produzem frutos piores que os da cobiça; não obstante, a ambição não provém da cobiça. O mesmo é verdade a respeito das paixões sexuais. Mas não era a intenção do apóstolo Paulo incluir sob o tema da cobiça todo gênero de vício que nos seja possível nomear. O que então ele quis dizer? Simplesmente que inumeráveis males provêm dela, justamente como amiúde usamos a mesma forma de expressão quando dizemos que a discórdia, ou a glutonaria, ou a embriaguez, ou qualquer outro vício dessa espécie produz todo tipo de males. E é especialmente verdade no tocante à vil avidez por lucros, que não há males que este não produza farta e diariamente incontáveis fraudes, falsidades, perjúrio, impostura, extorsão, crueldade, corrupção judicial, contendas, ódio, envenenamentos, homicídios e toda sorte de crimes. Afirmações desse gênero ocorrem com muita frequência nos escritores pagãos, e aqueles que aplaudem suas hipérboles não têm direito algum de se queixar, dizendo que a linguagem de Paulo é extremamente extravagante. Diariamente a experiência comprova que o apóstolo simplesmente descreveu os fatos como realmente são. Lembremo-nos, porém, de que os crimes que procedem da avareza podem também provir, e com frequência provêm, da ambição, ou da inveja, ou de outras más disposições.

A avareza é a fonte do maior de todos os males - a apostasia da fé. Os que sofrem dessa praga gradualmente se degeneram até que renunciam completamente a fé. Daí as dores de que Paulo fala, pois tomo a sua expressão como sendo os medonhos tormentos da consciência que geralmente fustigam os homens que não mais acalentam qualquer esperança; embora Deus conte também com outros métodos para atormentar os cobiçosos e convertê-los em seus próprios atormentadores.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

*Visite a Igreja Presbiteriana Silva Jardim - Curitiba(PR).
Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário. 

“OS QUE QUEREM FICAR RICOS”


“OS QUE QUEREM FICAR RICOS”

“Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição” (1Tm 6.9).

Havendo exortado Timóteo a viver contente e a descartar a ansiedade pelas riquezas, o apóstolo Paulo agora adverte sobre quão perigoso pode tornar-se um incontrolável anelo por elas, especialmente nos ministros da Igreja, os quais constituem a principal preocupação do apóstolo aqui. Não são as riquezas em si a causa dos males que Paulo menciona aqui, mas o profundo apego a elas, mesmo quando a pessoa seja pobre. E aqui ele descreve não só o que geralmente sucede, mas o que quase sempre inevitavelmente sucede. Pois todos quantos têm como seu ambicioso alvo a aquisição de riquezas se entregam ao cativeiro do diabo. É mui veraz o que diz o poeta pagão: “Aquele que quer ser rico, também quer ser rapidamente rico”. E assim, segue-se que todos quantos violentamente desejam ficar ricos são arrebatados por sua própria impetuosidade. Essa é a fonte de sua loucura, ou, melhor, desses loucos impulsos que por fim os mergulharão na ruína. Esse é um mal universal, mas ele se revela muito mais conspicuamente nos pastores da Igreja, pois a avidez os irrita tanto que não se deterão diante de nada, por mais disparatado que seja, tão logo o brilho da prata ou do ouro ofusque seus olhos.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

*Visite a Igreja Presbiteriana Silva Jardim - Curitiba/PR.
Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário. 

quarta-feira, 9 de agosto de 2023

“DISTANTE DE CONTENDAS”

 

“DISTANTE DE CONTENDAS”

“Ora, é necessário que o servo do Senhor não viva a contender, e sim deve ser brando para com todos, apto para instruir, paciente” (2Tm 2.24).

Eis o fio de pensamento do apóstolo Paulo: “O servo de Deus deve manter-se à distância das contendas; e como as questões tolas são contendas, então qualquer um que aspire ser considerado servo de Deus deve fugir delas”. E se as questões supérfluas devem ser evitadas pelo simples fato de que inviabilizam a luta do servo de Deus, quão cinicamente agem as pessoas que têm a insolência de buscar aplausos por promoverem intermináveis controvérsias. Portanto, quanto mais proficiente é um homem nessas artes, menos capacitado é ele para servir a Cristo.

Ao incitar o servo de Deus a ser brando para com todos, Paulo requer aquela virtude que é o oposto do espírito doentio da contenção. O que vem imediatamente a seguir aponta para a mesma questão, ou seja: que ele deve ser apto para instruir. Ele não será apto para ensinar sem a devida moderação e certo equilíbrio de temperamento. Pois a que limites chegará um mestre que se permiti explodir no capo de batalha? Quanto mais qualificada é uma pessoa para o ensino, mais distante se manterá das disputas e controvérsias.

A pressa de alguns às vezes produz ou irritação ou fadiga, e por isso ele acrescenta: e paciente, explicando ao mesmo tempo por que a paciência é necessária - porque o propósito de um mestre piedoso é esforçar-se por trazer de volta à vereda da justiça o obstinado e rebelde, e isso só pode se dar através de uma boa dose de amabilidade.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

*Visite a Igreja Presbiteriana Silva Jardim - Curitiba/PR.
Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário. 


terça-feira, 8 de agosto de 2023

“TODA A ESCRITURA É INSPIRADA POR DEUS”

 

“TODA A ESCRITURA É INSPIRADA POR DEUS”

“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2Tm 3.16,17).

Toda a Escritura ou a totalidade da Escritura. O apóstolo Paulo agora explica mais plenamente sua breve recomendação. Primeiro, recomenda a Escritura por causa da sua autoridade; e, a seguir, por causa do benefício que dela advém. Para asseverar sua autoridade, ele ensina que ela é inspirada por Deus. Porque, se esse é o caso, então fica além de toda e qualquer dúvida que os homens devem recebê-la com reverência. Eis aqui o princípio que distingue nossa religião de todas as demais, ou seja: sabemos que Deus nos falou e estamos plenamente convencidos de que os profetas não falaram de si próprios, mas que, como órgãos do Espírito Santo, pronunciaram somente aquilo para o qual foram do céu comissionados a declarar. Todos quantos desejam beneficiar-se das Escrituras devem antes aceitar isto como um princípio estabelecido, a saber: que a lei e os profetas não são ensinos passados adiante ao bel-prazer dos homens ou produzidos pelas mentes humanas como sua fonte, senão que foram movidos pelo Espírito Santo.

Se alguém objetar e perguntar como é possível saber que foi assim, minha resposta é a seguinte: é pela revelação do mesmo Espírito que Deus se tem feito conhecer como seu Autor, tanto aos discípulos quanto aos mestres. Moisés e os profetas não pronunciaram precipitadamente e ao acaso o que deles temos recebido, senão que, falando pelo impulso de Deus, ousada e destemidamente testificaram a verdade de que era a boca do Senhor que falava através deles. O mesmo Espírito que deu a certeza a Moisés e aos profetas de sua vocação, também agora testifica aos nossos corações de que ele tem feito uso deles como ministros através de quem somos instruídos, E assim não é de estranhar que muitos ponham em dúvida a autoridade da Escritura. Pois ainda que a majestade divina esteja exibida nela, somente aqueles que têm sido iluminados pelo Espírito Santo possuem olhos para ver o que deveria ser óbvio a todos, mas que, na verdade, é visível somente aos eleitos. Eis o significado da primeira cláusula, a saber: que devemos à Escritura a mesma reverência devida a Deus, já que ela tem nele a única fonte, e não existe nenhuma origem humana misturada nela. “Nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo (2Pe 1.20,21).

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

*Visite a Igreja Presbiteriana Silva Jardim - Curitiba/PR.
Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário. 

quinta-feira, 3 de agosto de 2023

“O ESCUDO DA FÉ”

 

“O ESCUDO DA FÉ”

“Embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno” (Ef 6.16).

Embora a fé e a Palavra de Deus sejam inseparáveis, o apóstolo Paulo lhes designa dois ofícios. Digo que ambas são inseparáveis, porque a Palavra é o objeto da fé e não pode ser aplicada para o nosso uso senão pela fé. E, igualmente, a fé nada é e nada pode fazer sem a Palavra. Paulo, porém, ignorando uma distinção por demais sutil, permitiu-se falar livremente da armadura militar. Em 1 Tessalonicenses 5.8, ele aplica o nome de armadura tanto a fé quanto ao amor. Daqui faz-se evidente que ele só queria dizer que aquele que toma posse das virtudes aqui descritas está verdadeiramente armado de todas as formas.

E no entanto não é sem razão que ele compare à fé e a Palavra de Deus aos principais instrumentos de guerra, ou seja: espada e escudo. No combate espiritual, esses dois mantêm a mais elevada posição. Por meio da fé, repelimos todos os ataques do diabo; e por meio da Palavra de Deus, o próprio inimigo é completamente esmagado. Em outras palavras, se a Palavra de Deus é eficaz em nós mediante a fé, então estaremos mais que suficientemente armados, tanto para repelir quanto para pôr em fuga o inimigo. Portanto, aqueles que tiram de um cristão a Palavra de Deus, porventura não o despojam de sua indispensável armadura, para que pereça sem ter como lutar? Quem pode lutar desarmado e indefeso? 

“Os dardos de Satanás são não só pontiagudos e penetrantes, mas, o que é mais terrível, eles são ardentes. A fé não só embota seu gume, mas também apaga sua chama mortal”.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

*Visite a Igreja Presbiteriana Silva Jardim - Curitiba/PR.
Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário. 

quarta-feira, 2 de agosto de 2023

“FORÇAS ESPIRITUAIS DO MAL”


“FORÇAS ESPIRITUAIS DO MAL”

“A nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” (Ef 6.12).

O apóstolo Paulo põe diante dos efésios o perigo, expressando-lhes a natureza do inimigo. Sua intenção é fazer-nos ver que nossas dificuldades são maiores do que se tivéssemos que lutar contra homens. Ali resistimos a força humana, o homem contende com o homem, a força é rebatida pela força, e habilidade contra habilidade; mas, aqui, o caso é muitíssimo diferente, porquanto nossos inimigos são em tal proporção, que não há poder humano capaz de resistir. A luta não é corporal.

Lembremo-nos desta afirmação quando as injúrias humanas nos levarem à represália. Pois nossa natureza nos leva à selvageria contra os próprios homens; mas esse estulto desejo será refreado, como por uma rédea curta, pela consideração de que os homens que nos importunam nada são além de dardos lançados pela mão de Satanás. Enquanto estamos ocupados em repeli-los, nos expomos a ser feridos de todos os lados. Lutar contra a carne e o sangue não só será inútil, mas também prejudicial. Devemos ir diretamente ao inimigo, que nos ataca e nos fere de seu esconderijo, que mata antes mesmo de ser visto.

O apóstolo põe diante de nós um inimigo perigoso, não para infundir-nos medo, mas para aguçar nossa diligência. Ao falar do poder do inimigo, Paulo se esforça por manter-nos mais atentos. Ele já o denominara de diabo, mas agora usa uma série de epítetos, para que os crentes pudessem entender que esse não é um inimigo a ser tratado com descaso.

Ele o chama de principados e potestades, de dominadores deste mundo tenebroso. Sua intenção é mostrar-nos que o diabo reina no mundo, porquanto o mundo outra coisa não é senão tenebrosidade. Daí segue-se que a corrupção do mundo cede espaço as forças espirituais do mal. Paulo não está aqui atribuindo aos demônios um principado, do qual se apoderam sem o devido consentimento e o exercem em oposição a Deus, e sim, o atribui àquele que, como a Escritura ensina, Deus, em justa vingança, permite que ajam contra os perversos. A questão aqui é a seguinte: não propriamente que espécie de poder os demônios exercem em oposição a Deus, e sim, quão assustadores eles se nos tornam, com o fim de manter-nos sempre em guarda. Nem tampouco essas palavras pretendem favorecer a crença de que o diabo criou e mantém para si mesmo a região intermédia nos ares. Paulo não lhes designa um território fixo, do qual se apoderam e o qual controlam, mas simplesmente indica que estão imbuídos de hostilidade e se encontram nas regiões mais elevadas.

Deus nos abençoe!

João Calvino (1509-1564).

*Visite a Igreja Presbiteriana Silva Jardim - Curitiba/PR.
Av. Silva Jardim, 4155 – Seminário. 

domingo, 30 de julho de 2023

“U GEEFT RUST”

“U GEEFT RUST”

“TU DÁS PAZ”

A terra conhece Sua grande força.

Sua voz trouxe isso.

E também o mar, tão selvagem e profundo

fique em silêncio diante de Ti, que criou tudo.

 

Através de tudo, através de tudo,

Senhor, eu olho para Ti.

Por tudo, por tudo: Tu és a paz.

Através de tudo, através de tudo,

Senhor, eu olho para Ti.

E tu me dás paz.

 

Dá-me fé que não falhará,

mesmo que a dúvida pareça maior.

A montanha, tão grande e alta para mim

desaparece no mar, o caminho está livre.

 

Olhe para cima, deixe ir, confie nEle,

a tempestade ainda reconhece seu nome.

Olhe para cima, deixe ir, confie nEle,

a tempestade ainda reconhece seu nome.

Olhe para cima, deixe ir, confie nEle,

a tempestade ainda reconhece seu nome.

 

Tu dás paz à minha alma.

Tu dás paz, Tu dás paz à minha alma.

Tu dás paz à minha alma.

Tu dás paz, Tu dás paz à minha alma.

GOEDHEID VAN GOD

"BONDADE DE DEUS"

Eu te amo.

Tua graça continua a me carregar;

dia após dia, na palma da tua mão.

De manhã até à noite,

quando eu voltar a dormir

Eu sempre canto sobre a bondade de Deus.

 

Toda a minha vida foste fiel, Senhor.

Toda a minha vida Tu és bom, tão bom!

Enquanto me deres fôlego, Senhor,

Eu sempre canto sobre a bondade de Deus.

 

Sua voz suave

conduziu-me por todos os meus vales.

Tu estavas perto, na minha noite mais escura.

Senhor, eu te conheço como um Pai.

Eu te conheço como amigo.

Eu vivo contigo, na bondade de Deus.

 

Tua bondade está sempre comigo,

está comigo dia e noite.


Todo meu coração e alma

Eu coloco diante de Ti.

Eu te dou tudo, Senhor!

Tua bondade está sempre comigo,

está comigo dia e noite.

 

Sim, eu canto sobre a bondade de Deus.